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Esse troca-troca de acusações, agressões e desrespeito público a que chegou o “governo” Bolsonaro mostra de forma clara que essa gente não tinha preparo nem pra dirigir um time de

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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O histórico bar Carneirinho de Ouro

25/05/2018|

O Carneirinho de Ouro era um festivo clube de lazer, fundado em 1936, à Avenida Tavares de Lira, Nº 54, esquina com a Rua Doutor Barata, 1º andar. Esse ponto da Ribeira era conhecido como a Esquina do Mundo, pois era ali que se reuniam comerciantes, industriais, exportadores e importadores, comerciários, políticos, profissionais liberais de toda ordem, para o bate-papo de fins de tarde, conversas amistosas ou acaloradas discussões. Segundo Mussolini Fernandes, o clube nasceu de uma brincadeira na porta da Charutaria de José Augusto, instalada na escadaria que dá acesso ao andar superior do prédio, onde funcionou de 1936, ano de sua fundação, até 1940, quando se estabeleceu no lugar em que ainda permanece, e onde se jogava dama, dominó, bilhar, xadrez, gamão, víspora, baralho e outros. O nome teria sido sugestão de João de Almeida Barbalho, sócio-fundador. Essa versão não é a mesma contada por Luís G. M. Bezerra. Segundo este, nove idealistas, comerciários, bancários, desportistas, tinham para o intervalo do almoço do comércio, encontros diários na praça fronteiriça ao cais da Tavares de Lyra e resolveram fundar um clube sócio/esportivo/cultural com a finalidade de conseguirem um ponto de encontro para confraternização. Logo que fundado, a 08 de...

Novo projeto cultural leva artes cênicas a Pium neste sábado

24/05/2018|

Pium vai ganhar um novo espaço para as artes cênicas. O Cenas no Porão surge com a instiga de apresentar espetáculos aos moradores e turistas da localidade, com regularidade mensal. O projeto é fruto da parceria entre a poeta e produtora Renata Marques e o Porão das Artes, onde serão apresentados os espetáculos. As primeiras edições do projeto foram pensados para o público infantil. A primeira exibição se dará neste sábado, às 16h, com o espetáculo ”Dubididum Taratatá” do Grupo Comboio de Teatro. Os ingressos serão vendidos no local no valor de R$ 10 (adulto) e R$ 5 (criança). Sobre Dubididum Taratatá O espetáculo conta de forma cômica a história de um circo passado como herança de família que, no entanto, lhe falta o principal: os artistas! Por sua vez, o novo “dono do circo”, junto com seu fiel amigo Alfinete, na esperança de manter vivo o sonho de seu pai, lança um anúncio convocando artistas para trabalharem no Dubididum Taratatá. Mas… o que eles não imaginavam, é que essa notícia podia cair nas mãos de três espertalhões atrapalhados que vêem nessa convocação uma oportunidade de se darem bem. Sobre o Grupo Comboio de Teatro O Comboio de Teatro surge...

No avião de Joe Cocker

24/05/2018|

Amanhecemos no aeroporto da pequena cidade. No interior da nave, reinava um silêncio de basílica. Tripulação e passageiros dormiam em estado de completa serenidade sobrenatural. Sem fazer nenhum barulho, desci do avião rumo à feira. Fui rápido e voltei depressa. Quando cheguei com a cesta cheia de carambolas causei sucesso. Ao despertar, o dono do jato perdeu a voz diante do arranjo que sua mulher preparara com as carambolas verdes e amarelas. Por volta das 11 horas da manhã voamos para Manaus. Joe Cocker, o astro que um dia comoveu o mundo cantando “With a little help from my friends” cismara de repetir a dose no teatro Amazonas. A aeronave de porte médio abrigava quinze poltronas e uma onírica pista de danças. Era como nadar sem água, pulando no vazio, corpos e rostos beatificados pela música que invadia pele, sangue e respiração. A gente dançava como se estivesse em um lugar distante, mas que inexplicavelmente era como se estivesse dentro de nós. O rock é como uma rajada de liberdade e levados pelo seu ritmo sentimos o futuro imensurável, o passado revivido e o presente sombreado por catástrofes morais e encruzilhadas ameaçadoras. A gente só parava para dar uma bicada...

Webserie potiguar com temática LGBT será vista em 100 países

23/05/2018|

A webserie LGBTQ que estreou em setembro de 2016 foi produzida através de financiamento coletivo online, e vem traçando uma jornada vitoriosa em festivais ao redor do mundo. SEPTO já passou pela Argentina, Coreia, Rio de Janeiro, Alemanha e, agora, Estados Unidos. Ao todo são mais de 20 indicações, 7 prêmios conquistados e um público de mais de 2 milhões de pessoas em todas as plataformas. A equipe de SEPTO negociava com o primeiro streaming queer do mundo, a REVERY, desde dezembro de 2017 e agora acaba de fechar um contrato de 2 anos – com possibilidades de renovação – para estrear em junho, contando com uma audiência de mais de 70 milhões de assinantes em 100 países do mundo inteiro. A primeira Webserie potiguar foi até Hollywood na expectativa de voltar com, no máximo, um prêmio. Agora volta com um contrato que vai garantir o aumento significativo do alcance de sua história. Da militância por respeito, igualdade e amor livre de rótulos que vai chegar a um número cada vez maior de pessoas. Isso sim é um prêmio que não cabe na prateleira. Os realizadores do projeto esperam que todo esse reconhecimento possa resultar na atenção dos políticos e...

Imenso Carlança

23/05/2018|

Espero que não tardiamente possa escrever sobre o gigante Carlança, músico que nos deixou precocemente na última terça-feira, vítima de complicações de diabetes. Era um músico fabuloso, instrumentista autodidata assuense que arregalava os ouvidos do mais exigente espectador. Dono de uma habilidade incomum para, por exemplo, expressar o complexo gênero do chorinho em uma guitarra elétrica. Tocar junto a Carlança não era tarefa para qualquer um. Suas harmonias eram intricadas e criativas, os solos virtuosos, o ouvido, absoluto. Quando o acompanhava ao contrabaixo me batia, confesso, uma insegurança típica de um iniciante. Minha vivência com o gênio turrão passa principalmente muito pelas visitas ao Sebo Balalaika, do amigo Severino Ramos, onde falávamos sobre filmes de Farwest, jazz, bossa nova e samba, principalmente. Ele sempre tocava, enquanto falava de suas desventuras na música e de como era difícil se encaixar na cena musical de uma cidade sempre hostil a trabalhos de qualidade. Era exigente. Muitas vezes criticava o panorama e seus personagens, o que tornava mais difícil sua inserção na noite artística. Nos apresentou belíssimas canções instrumentais e cantadas. Teria sido um bom cantor se quisesse. Um músico completo: compunha, escrevia, tocava e cantava. Tudo com muita qualidade. Há gravações de...

SONHOS TORTOS: Deserto

23/05/2018|

Deserto Ouça mesmo Aquilo que não existe numa Imensidão, Entre teu olhar e o sentimento, Que foge pelo ar. Ouça o zumbido Do deserto À passeio Que sopra longe Brando e triste Capaz de causar espanto. Existe uma gota De esperança Que pinga nas horas latentes da minha solidão Entre o deserto, E o teu coração.⁠⁠⁠⁠

Encontro de 8 Bandas Filarmônicas acontece em junho no Arena das Dunas

23/05/2018|

Devido a uma mudança no calendário, o II Encontro norte-rio-grandense de Bandas Filarmônicas que estava marcado para acontecer nesta sexta-feira (25) ganhou uma nova data. Agora o Encontro será realizado no dia 3 de junho, na área externa do Arena das Dunas com a participação de mais de 300 músicos. Coordenado pelo maestro Eugènio Graça (SESI Big Band) e Bembem Dantas (Filarmônica de Cruzeta), o evento faz parte da programação comemorativa da Semana da Indústria, promovida pelo sistema FIERN. A apresentação tem início às 17h e a entrada é gratuita. O objetivo do Encontro é propagar e expandir a relevância das filarmônicas (orquestras independentes mantidas por entidades colaborativas ou privadas) para a formação do cenário musical do Rio Grande do Norte, além de fortalecer a existência dessas bandas pelo o interior do Estado. No total, serão oito bandas filarmônicas e mais de 300 músicos reunidos em um só lugar. Entre as participantes, estão: Banda Filarmônica 24 de Outubro – Cruzeta; Banda de música Euterpe Jardinensse – Jardim do Seridó; Banda Filarmônica Onze de Dezembro – Carnaúba dos Dantas; Banda Filarmônica Joao Roberto Paz e União – Santa Cruz; BAMUSGA, banda de musica de São Gonçalo – São Gonçalo do Amarante;...

Ritmos latino-americanos no Som da Mata nesse domingo

22/05/2018|

Uma fusão de ritmos latino-americanos toma conta do Som da Mata nesse domingo (27), às 16h30 no Anfiteatro Pau-brasil. Essa união fica por conta do Duo Finlândia, que pela segunda vez sobe no palco do Som da Mata, apresentará uma diversidade de sonoridades pouco difundidas por aqui como huayno, saya e cumbia, sem esquecer os tradicionais, tango, milonga, dentre outros. Formado em 2010 por um brasileiro, Raphael Evangelista, e um argentino, Mauricio Candussi, o Duo encanta o público de todas as idades usando violoncelo, acordeão e som eletrônico. Com cinco álbuns produzidos, a dupla já se apresentou em 17 países da américa-latina, tendo seu trabalho reconhecido com alguns prêmios. Somente em 2015, ganhou Top 8 Álbuns Essenciais de Música Eletrônica, Melhores da Música Brasileira e Top 10 Artistas do Ano. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, CEI Romualdo Galvão, e Intercity Hotels, além do apoio do Governo do Estado através do Idema que cede o espaço onde acontece o evento. SERVIÇO Show: Duo Finlândia Local: Anfiteatro Pau-brasil | Parque das Dunas End: Av. Alexandrino de Alencar, s/nº – Tirol Dia: 27 de maio...

Discos que Mudaram Minha Vida: Um embalo com Renato e Seus Blue Caps

22/05/2018|

Discos que Mudaram Minha Vida #2 Um embalo com Renato e Seus Blue Caps – 1966 por Giancarlo Vieira Quinto LP de carreira da banda carioca, e terceiro pela gravadora CBS, este disco é fruto direto da paixão das bandas brasileiras pela Beatlemania que tomou conta do país a partir do lançamento do filme “A Hard Day’s Night”, “Os Reis do Iê, Iê, Iê”. Contando com sua formação mais clássica, que incluía Paulo César Barros no baixo e nos vocais principais, Cid Chaves nos vocais, Carlinhos na guitarra base, Toni na bateria e o próprio Renato Barros na guitarra solo e vocais, os Blue Caps capturaram a energia do Mersey Beat e gravaram uma obra vibrante. Não por acaso, muita gente confunde este lp com uma coletânea de maiores sucessos. Das 12 canções do disco, pelo menos oito(!!!) fizeram sucesso avassalador nas rádios. Não é para menos. O álbum mistura cinco canções autorais com sete versões do Rock inglês. Aqui temos “Meu Bem Não me Quer” (“My Baby Don’t Care” do obscuro The Tangs), “Vivo Só” (“For Your Love” do Yardbirds), “Pra Você não sou Ninguém” (“Look Through Any Window” do The Hollies) interpretadas com entusiasmo e energia semelhantes ou...

Ângela Castro celebra disco solo no El Rock com Simona e Luisa e os Alquimistas

21/05/2018|

São muitos os mares desbravados em mais de 15 anos de carreira. Agora, após integrar projetos como Retrovisor, Rosa de Pedra, Bando das Brenha e Orquestra Greiosa, eis que é chegada a hora de Ângela Castro também surfar sua própria onda. A artista lança oficialmente seu disco solo “Angela Castro e Buena Onda” neste sábado (26), às 22h, no El Rock. Com um trabalho autoral inspirado principalmente na música brasileira da década de 70 e uma voz capaz de levantar e acalmar os sete mares, Ângela traz seu disco solo produzido pelo parceiro e amigo Gabriel Souto. O projeto apresenta as vivências musicais e humanas da cantora e compositora potiguar num movimento caleidoscópico que canta o existir, a fé, a resistência e o amor, com um som que deságua em beats eletrônicos, dub, rock e afrobeat. Já disponível e todas as plataformas digitais desde o dia 14 de maio, o álbum tem sido bem recebido pelo público e pela crítica. A festa de lançamento vai contar com as participações da parceira de longa data Simona Talma, e do trio de sopros: Gilberto Cabral, Vandinho Amaro e Isaque Santos. A noite segue com o show de Luisa e os Alquimistas, que...

Autores potiguares lançarão 5 quadrinhos essa semana na UFRN

21/05/2018|

Nada menos que cinco quadrinhos produzidos por autores potiguares independentes serão lançados de uma vez só no Instituto Metrópole Digital, na UFRN. O evento, já a sétima edição do CuzcuzHQ – Encontro de Colecionadores de Quadrinhos do RN acontecerá neste sábado, das 9h às 18h com acesso gratuito. A sinopse e capa de cada HQ seguem mais abaixo. Leander e Cristal Moura (o casal mais trevoso do RN) chegam com ‘Horas Escuras’. Depois Mario Rasec (um dos caras mais perseguidos pela família tradicional brasileira), com ‘Os Black’. Na sequência, Gabriel Dantas com ‘Abandonado por Elena!’ (Um zine com gatos, porrada e pegação!). Caio Martins (atualmente cover do Elton John), lança seu zine ‘Farol’. E Jádson (mestre da cultura indiana), vai levando seu hit da sessão da tarde ‘Game&Garagem’ e uma edição nova de ‘Personâmbulo’. Horas Escuras De Leander & Cristal Moura. Sinopse: Um homem adentra numa mata disposto a enfrentar algo que está além de sua compreensão. Uma mulher tem visões de coisas que apenas ela sabe o motivo. Algo invisível traz confusão, loucura, ruína e a morte a uma pequena comunidade. Passado e presente se confundem em uma realidade despedaçada e cheia de mistérios. HORAS ESCURAS é uma narrativa...

Stalin ou uma profecia da controvérsia

21/05/2018|

Publicado em 1986, pela editora Moderna, o livro Stalin, de José Arrabal e José Carlos Estevão é bastante generoso e importante para quem se interessa em conhecer um pouco da Revolução Russa de 1917 que, apesar das suas contradições, pode ser entendida como um ponto de partida para uma nova história da humanidade. Trata-se de um livro, de certa forma, paradidático e narrativo, ou seja, uma história romanceada da Revolução Russa, onde o biografado, Josef Vissarianovitch Djugatchvili, conhecido como Josef Stalin, é demonstrado em seus aspectos revolucionários e, ao mesmo tempo, autoritários. Mesmo tendo sido preso e torturado em quartel do exército pela ditadura dos golpistas de 1964 e, ainda que fosse um aficionado pela Revolução Russa, José Arrabal não nutria nenhuma admiração por Stalin. Foi uma obra sob encomenda, inclusive, a segunda sobre Stalin, considerando que a primeira (escrita em 1974, também “a pedidos”), com 500 páginas, tivesse desaparecido, tendo em vista que o editor temia que, caso a obra fosse publicada, logo em seguida seria recolhida das livrarias e das bancas por ordem da censura dos militares golpistas. Agora, nesse segundo Stalin, escrito em 1986, em parceria com o professor universitário José Carlos Estévão, nos mostra as facetas...

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