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jeovania p

Na cama com Jeovânia P.

Jeovânia P. estará nesta próxima sexta-feira lançando seu novo livro ‘Poeticamente entre Versos & Bocas’ no Bardallos Comida e Arte às 19h30. De cá, lembro de poucos poetas potiguares com

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A mulher de César

A Magistratura carrega a maldição da mulher de César. Não basta ser honesta, precisa demonstrar a honestidade. Em tudo. Aqui não se trata de honestidade no alcance financeiro. Não. Honestidade

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cordel e a onça

O cordel e a onça canguçu

Os folhetos de cordel foram meus brinquedos de papel. Lendo as aventuras dos boiadeiros, fui boiadeiro. Nos folhetos de cangaço, enfrentei Corisco, o Diabo Louro, marido da Dedé. No cordel

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djalma maranhão

Políticos de cultura

Nos últimos anos, Natal tem merecido mais atenção dos seus gestores em relação aos projetos culturais da cidade. Eventos tradicionais, que voltaram com força total, recentemente, como o Carnaval de

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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SONHOS TORTOS: Fugitivos

02/06/2018|

Fugitivos Ela entrou, a minha menina, Chegou feliz feito um pássaro Em uma mão uma flor que brilha, Na boca uma música de rádio Esta noite é a único do mundo Cuja resposta ferirá nossos corações. Onde de tão profunda angústia pretendo em claros amanhecer! Mas não – Minha juventude, não mais. Adeus meu amor, feixe o doce que te dei. Perfume-se, você menina, sempre em harmonia. Felicidade se foi, passou – E dela eu fugi!

O início do bairro Lagoa Nova e o embrião para a maior rede de TV do RN

01/06/2018|

Bem adiante da Quinze, à direita da pista que levava a Parnamirim, fora do perímetro urbano, surgiu uma presença marcante no lugar que deu nome ao bairro: uma torre transmissora das ondas sonoras da Rádio Cabugi, fundada, “em Natal”, pelo senador Georgino Avelino, em 19 de janeiro de 1954, margeava área seca da Lagoa Nova. Naquelas imediações, lado esquerdo da pista, em terras pertencentes ao América Futebol Clube, existia a Granja Potilândia. Havia anos, o América não disputava o campeonato promovido pela FND, a Federação Norte-riograndense de Desportos. Estava construindo nova sede à Avenida Rodrigues Alves, Tirol, e precisava de muito dinheiro para isso. Para arrecadar fundos para essa construção, a diretoria do clube resolveu vender o terreno da granja, loteando-o. Em fevereiro de 1961, foram iniciadas as vendas de 283 lotes, aos poucos transformados em belas residências, o lugar absorvendo o nome da granja. Considerada área fora do perímetro urbano, o grande empecilho para a expansão da cidade rumo sul era a água. Apesar disso, utilizando água de poços tubulares, em 1967, três grandes frentes de trabalho estavam abertas nas proximidades dessas primeiras casas de Potilândia. Do lado direito da estrada de Parnamirim, iniciavam-se obras de construção do que...

4 dicas para se divertir neste domingo em Natal

31/05/2018|

SOM DA MATA O Som da Mata deste domingo traz como atração o Lounge Duo, ao Anfiteatro Pau-brasil, no Parque das Dunas. A dupla executará um repertório especialmente preparado com clássicos da música brasileira e do jazz. A apresentação inicia às 16h30, o espetáculo é gratuito, mas para ter acesso ao Parque é cobrado a taxa R$ 1. O duo é formado por Fernando Menino no vibrafone e Frank Lemos no piano. Para esta apresentação eles contarão com a participação especial de Leandro Claudino na percussão. DOMINGO NA ARENA O Domingo na Arena desta semana destaca o 2º Encontro Norte-rio-grandesse de Bandas Filarmônicas, às 17h, no palco principal, seguido da participação especial da Sesi Big Band, começando às 20h. O encontro de drones, a alegria do Circo Grock e as ações e atividades de lazer, também, vão enriquecer o domingo mais alegre da cidade, que acontece ao lado sul da praça externa da Arena das Dunas, às margens da BR-101. FEIRA DA DIVERSIDADE Nas bandas do Pium, a partir das 12h e até às 20h, no Porão das Artes, acontece a 42ª edição da Feira da Diversidade. Atrações artísticas/culturais: o forró do Bando das Brenha (FOTO); um tributo à Legião...

A insustentável leveza das gordas

31/05/2018|

Croniketa da Burakera #16, por Ruben G Nunes Campanhas de portos, mares e bares! Brau! Toda gorda é um feriado. Feriadão. Desses que fazem bem a alma e ao corpo. Que começam na quinta, enforcam a sexta, entram pela segunda. Feriado tem sempre a cara do dia feliz, cheio de luz. De cervejinhamiga, Da praiamanera. E de imensidões várias. Como lentinuvens fofas navegando o azul do dia. Como as fartas carnaduras das gordas. Há no feriado aquele clima de espreguiçamento-total, que vem lá de dentro e faz esticar o espinhaço todo. Espécie de gozo carnespiritual do nada-fazer. A expressão “terca-feira-gorda de Carnaval”, é bem exemplo cultural da natureza imensa, bonachona, alegre, do feriado. Rei Momo e Papai Noel só poderiam ser gordos. Nada de errado, pois, no peso-contra-peso das gordas. Só questão de proporção. Há nas gordas, sensuais massas generosas de VidaViva te chamando para os mistérios voluptuosos das dobras e trinques. A celulite é, definitivamente, sensual. Todavia, o ideal de beleza ocidental é identificado na moda e na mídia a padrões físicos de magreza acentuada. A ditadura da magreza estética. E haja miséria no churrasco de cada sábado. É verdade que gordura excessiva, obesidade, é risco de vida. Mas...

Caxangá Festival reunirá 5 bandas e discotecagem neste sábado

30/05/2018|

O Caxangá Festival é a celebração dos quase 20 anos de trajetória do músico potiguar Zé Caxangá, o Fabão do Boca Seca. Pra quem conhece o trampo do cara, sabe que ele passeia por várias vertentes da música e uma coisa une todos os ritmos: o swing! Seja no reggae, no sambarock, no soul, no blues e, claro, nas latinidades. O mais curioso, no entanto, é que apesar da longa estrada na música pop, sua formação é Clássica. Zé Caxangá aprendeu teoria musical e piano. Isso deu uma base sustentável para passear pelos ritmos e outros instrumentos como Baixo, Violão e Guitarra, e até Cavaquinho. Além disso, Caxangá também é pesquisador musical e faz suas discotecagens, produção executiva e musical. Ou seja, é um grande operário da nossa música. O mote do festival esse ano é sair da sua zona de conforto e tocar com bandas que ele não toca, ou não faz parte oficialmente. São nomes de peso da música atual nordestina! Rieg Despontando como um dos nomes mais interessantes da recente cena musical paraibana – a banda foi criada em João Pessoa, em 2010. O trio possui uma discografia composta por 5 EPs e 1 álbum conceitual. Em...

A música potiguar e os 15 anos do Festival Dosol

30/05/2018|

por Anderson Foca e Ana Morena Era tudo muito romântico quando fizemos a primeira edição do Festival DoSol em 2002. Uma casa com dois palcos e oito artistas em ação numa tentativa de ficar vivo já naqueles tempos. Éramos bandas e festival, inocentes e apaixonados, sem saber ao certo onde iríamos chegar. Artisticamente estávamos à sombra de cenas como Pernambuco, Bahia e Paraíba. Chegar ao Sudeste então nem pensar, no máximo umas notinhas de rodapé que eram comemoradas como gol sempre que saia algo sobre Natal na mídia musical brasileira. Estávamos aprendendo a fazer, fazendo. Em 2018, o Festival DoSol chega a sua edição de número 15 e pensamos muito no que vamos apresentar a quem sempre nos acompanha e acredita na gente. O que mais vem na nossa cabeça nesse período pré-festival é: por que a gente ainda existe? Por que ainda estamos aqui? Quem se importa? O DoSol nunca foi o festival das quantidades, do maior isso, melhor aquilo. A gente apenas foi fazendo sem olhar pra trás. Já tivemos quase 30.000 pessoas numa edição, bem diferente das quase 800 pessoas lá na primeira. Já fizemos edições que visitaram 13 cidades do Nordeste e tivemos, como no ano...

Confira a programação de 80 filmes gratuitos do Goiamum Audiovisual 2018

29/05/2018|

Do Brasil de 1964 na perspectiva de Leonel Brizola e Carlos Lacerda a uma mostra às escuras com audiodescrição. Da história de uma mulher negra em busca de sua ancestralidade à despedida de uma drag queen de seus velhos carnavais. Das memórias de um escritor caboverdiano exilado em Natal ao imigrante chinês solitário, que medita pelas ruas desertas de São Paulo. De uma aventura infantil pelo reino do sertão baiano à viagem poética pelo mar da Redinha. Pautada nesta riqueza e diversidade temática, o Goiamum Audiovisual 2018 chega oferecendo aos mais diversos públicos a pluralidade cultural no olhar de novos e experientes realizadores de todo o Brasil. E aproxima o cinema da acessibilidade, revelando as muitas formas de ver um filme. O Goiamum Audiovisual acontece entre os dias 6 e 10 de junho, no Solar Bela Vista, espaço cultural localizado na Av. Câmara Cascudo, Cidade Alta, centro de Natal. Durante quatro dias, serão exibidas mais de 80 produções, entre ficção, documentários, séries, filmes de animação e experimentais, divididos em mostras temáticas, competitivas e pré-estreias. As produções estarão distribuídas nos diversos ambientes do Solar: Sala fechada e climatizada para sessões especiais com audiodescrição, salas para filmes com classificações indicativas, auditório para...

Discos que Mudaram Minha Vida: Goodbye and Hello, de Tim Buckley

29/05/2018|

Discos que Mudaram Minha Vida #3 Goodbye and Hello – 1967 por Giancarlo Vieira Cantor de voz eletrizante, Tim Buckley poderia ser facilmente considerado um dos mais subestimados artistas da história da música. O trovador folk americano gravou intrigantes discos entre 1966 e 1974. Goodbye And Hello, lançado em agosto de 1967, é seu segundo e mais inspirado trabalho. São dez espetaculares canções autorais. Algumas delas feitas em parcerias com o poeta e amigo Larry Beckett. A influência do disco vem do pop barroco e psicodélico de bandas como The Byrds ou The Beatles. Mas Tim consegue imprimir uma atmosfera divinamente revolucionária ao seu trabalho. “No Man Can Find The War” traz os ecos do napalm do Vietnã. Já “Hallucinations” traz muito da atmosfera da banda de seu conterrâneo Jim Morrison. Seu talento em construir lindas melodias é amplificado por sua destreza na viola de doze cordas. A triste balada “Once I Was” mistura uma linda gaita de western spaghetti com uma delicada poesia. A beleza estonteante de “Phantasmagoria In Two” vem cheia de lindos versos: “Se você me contar mentiras, eu chorarei por você. Fale-me de pecados e eu sorrirei”. “I’ll Never Asked To Be Your Mountain” poderia ser...

Cellina Muniz lança nova série de contos nesta terça em Natal

28/05/2018|

O novo rebento literário da escritora e professora Cellina Muniz traz 11 novos textos em Contos do Mundo Delirante. O livro será lançado nesta terça-feira no Bardallos Comida e Arte (Cidade alta), a partir das 18h. A noite contará com leitura dramática com o poeta Thiago Medeiros e a poeta Marina Rabelo e ainda discotecagem com DJ Russo e sorteio de camisas. Contos do Mundo Delirante integra a trilogia literária de Cellina Muniz, que celebra e finaliza um ciclo de vida da autora, marcado por seus sete anos de vida na capital potiguar. Ao lado de “O livro de contos de Alice N.” (2012) e “Uns contos ordinários” (2014), o livro traz 11 narrativas curtas que bebem na fonte do cotidiano bizarro. Desta vez, porém, a autora fez apelo a uma estratégia já bastante difundida entre artistas e escritores em geral, que é o financiamento colaborativo. Assim, Cellina Muniz conclama amigos e verdadeiros entusiastas da literatura em geral para ajudar com os gastos da impressão do livro, adquirindo-o previamente clicando AQUI. A campanha já está nos dias finais. O livro vem a público como fruto da parceria entre os selos editoriais ED!BAR, de Fortaleza, e O Potiguar, de Natal. O...

Senado cria Comenda Câmara Cascudo de incentivo à cultura

28/05/2018|

Uma comenda de incentivo à cultura foi aprovada pelo Senado Federal semana passada e leva o nome do nosso Luís da Câmara Cascudo. A comenda destina-se a agraciar personalidades, instituições e grupos que tenham oferecido contribuições relevantes ao registro e ao fortalecimento da cultura, do folclore e dos saberes tradicionais no Brasil. A Comenda Luís da Câmara Cascudo será conferida pelo Senado anualmente a cinco personalidades, instituições ou grupos, analisados por um conselho composto por um representante de cada um dos partidos políticos com assento no Senado. As indicações deverão ser acompanhadas de justificativa e de curriculum, podendo ser feitas por qualquer senador. De cá não entendi bem a aprovação dessa emenda, proposta pela senadora Fátima Bezerra. Isso porque já há a Comenda Máxima da Cultura Popular, também anual. A romanceira Militana Salustino, de São Gonçalo do Amarante, foi uma das agraciadas, inclusive, em 2005, quando recebeu a honraria das mãos do então presidente Lula. Seria uma nova comenda essa com o nome do professor Cascudo? Câmara Cascudo Luís da Câmara Cascudo dedicou-se ao estudo da história, da cultura e do folclore brasileiros e publicou inúmeras obras importantes, como o Dicionário do Folclore Brasileiro (1954);Vaqueiros e Cantadores: folclore poético do...

A greve é grave

26/05/2018|

Poemeto da Burakera #3 A GREVE É GRAVE grave greve grana grossa grita gruda grudenta greluda grinfa greve grunf! grunf!.. ordem desordem progresso regresso ou vai ou racha ajoelha reza… quiporra-é, mané? boiôiô! boiôiô!.. brother! tocou boiôiô geral! zumba! quizumba! zumba! ou dá ou desce o petróleo é nosso ou num-é? eita nó da porra! etanol da porra! gasolina diesel querozene imposto ICMS fim do fins confis… oxê! que diabo é, mano? dominus Temer vobiscum… et cum Lula espiritum tuo… oremus et biritemus… chama Moro! chama os ôme! aaah… men! aaah… men! … égua!… teu anel rodoviário fechou mesmo, cumpadi? … diga aí…se temcupáeu?

CURTINHAS: Novo espaço cultural e de economia criativa inaugura hoje

25/05/2018|

ABAYOMI Nesta sexta nasce mais um lugar de encontro em Natal. O Abayomi será um espaço de co-working que busca a integração, nos preceitos da economia solidária, oferecendo salas para trabalhos coletivos, salas de estudos, reuniões e palestras. Além dessa proposta básica, será um espaço cultural que abrigará todos os estilos, desde música às artes plásticas e visuais. Será comando pelo trio Walter Romero Jr., Diana Campos e Maria Alice Fernandes. E hoje, às 19h, vários artistas se apresentarão. No sábado (26), a partir de 12h, tem samba ao vivo com o grupo Motirõ é feijoada preparada por Karlla Carvalho. O espaço fica à rua Ezequias Pegado, 1021, em Tirol. FIALHO PARA TODOS O escritor Carlos Fialho lança neste sábado o livro é “Crônicas na Escola – Volume 2” com 20 crônicas sobre temas atuais, como as novas convenções sociais e nossa relação cotidiana com a tecnologia. Lançamento dentro da programação do Bazar Independente especial da AÇÃO LEITURA, no Espaço Duas, em Ponta Negra (Rua Praia Diogo Lopes, 2197, próximo à Praça do Disco Voador). O Bazar começa às 16h, mas o autógrafo do moço só entre 19h e 21h. CERVEJA, MÚSICA E RESISTÊNCIA O vozeirão de Júlio Lima anima...

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