D’abundâncias & escanchos

Ontem, tardemansa chegando, fui tomar um cappuccino no Praia Shopping. Dou de cara com Pantoja e Jair, ex-alunos meus de Filosofia, aposentados do Banco do Brasil, e amigos de papos-desfilosóficos

LEIA MAIS
esquerda e direita

O meu lado de ver e sentir

Fui carola do catolicismo na infância. De rezar, confessar, comungar. Mãe Guilé foi minha primeira influência, no afago do seu jardim florido e no afeto que guarda minhas melhores lembranças

LEIA MAIS

Os grandes amores. Ou quase

Croniketa da Burakera #22, por Ruben G Nunes Grandes Amores são os amores impossíveis. Que só existem na sua impossibilidade. Que se alimentam de sua própria interdição. Que nunca se

LEIA MAIS

Então morra!

Croniketa da Burakera #22, por Ruben G Nunes “Somente o homem pode amaldiçoar” – é o que diz Dostoievski em “Memórias do Subsolo” de 1864. Romance perigoso. É preciso coragem pra se ler. Dostô-velho-de-guerra faz striptease da alma humana. O leitor fica nu diante do espelho de si mesmo. Desvenda o subsolo psicomoral de cada […]

Leia mais

O universo surrealista é tema de espetáculo nesta terça no Centro de Convenções

Oráculos, poetas, feiticeiros, neurocientistas, filósofos… desde que o tempo é tempo e a humanidade dorme, o Sonho ocupa e provoca a nossa mente, desafiando nosso senso comum, nos conduzindo através de cenários extravagantes enquanto oferta uma miríade de símbolos que ansiamos por interpretar. É dentro desse misterioso universo surrealista que toma forma o novo espetáculo […]

Leia mais

Solidão do copo vazio

Croniketa da Burakera #21, por Ruben G Nunes Habitamos a solidão. Que gruda-enrosca a qualquer momento. Nas esquinas, bares, favelas, praias, estradas, sertões, shopinngs, motéis, sungas e calcinhas. Cenários cotidianos da urbanóide solidão. Mas há uma solidão que já nasce com a gente. Coisa hereditária, sacumé? Já está lá nos algoritmos do DNA de cada […]

Leia mais