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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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aHAYá de Rua realiza 9ª edição com programação gratuita e forte presença da cultura popular

Redação

O bairro de Potilândia, em Natal, volta a se transformar em território de encontro, cultura popular e celebração com a chegada da 9ª edição do aHAYá de Rua, que acontece nesta quarta-feira, 03 de junho, a partir das 16h, com acesso gratuito e programação que atravessa diferentes expressões da tradição junina nordestina. Consolidado como um dos festejos juninos comunitários mais simbólicos da capital potiguar, o projeto reafirma, em 2026, sua vocação de ocupar a rua como espaço democrático de convivência, pertencimento e celebração coletiva. Idealizado pela produtora cultural Haylene Dantas, nascida e criada na Potilândia, o aHAYá de Rua surge de uma relação profundamente afetiva com o território e com os festejos juninos vividos desde a infância. A memória de festas comunitárias como o antigo Arraiá da Esmeralda, referência importante na história do bairro, ajuda a sustentar a identidade do projeto, que ao longo dos anos se consolidou como um dos encontros mais aguardados do período junino na cidade. Nesta edição, o aHAYá presta homenagem às rezadeiras e benzedeiras, mulheres que preservam saberes populares ligados ao cuidado, à fé e à transmissão oral de conhecimentos que atravessam gerações. A escolha temática parte da compreensão de que os festejos juninos não se resumem ao entretenimento. São também espaços onde religiosidade popular, memória coletiva, celebração comunitária e vínculos sociais se manifestam de forma viva. A simbologia das mãos conduz a identidade conceitual da edição: mãos que benzem, acolhem, cozinham, decoram, dançam, organizam e sustentam a festa. Um gesto simbólico que aproxima a tradição das benzedeiras das muitas formas de cuidado presentes na própria cultura popular. A programação deste ano reforça esse compromisso e começa cedo, com um primeiro bloco especialmente dedicado às manifestações populares, pensado para aproximar famílias, crianças e público em geral da riqueza dos folguedos e brincadeiras tradicionais. A abertura dos portões acontece às 16h, seguida da Brincadeira de João Redondo, com o Grupo Caçuá do Teatro de João Redondo, às 16h15. Às 16h45, o público acompanha a apresentação do Boi de Reis Estrela D’Alva. Na sequência, às 17h15, acontece um dos momentos mais emblemáticos da programação: o Encontro dos Bois, reunindo o Boi Estrela D’Alva, o Boi Esmeralda — manifestação criada dentro do próprio aHAYá como homenagem à memória afetiva do território — e o grupo Folia de Rua Potiguar. Às 17h40, o cortejo segue pelas ruas da Potilândia, ampliando a experiência do festejo para além do palco e reafirmando a rua como espaço central da celebração. Fechando esse primeiro movimento da programação, por volta das 18h20, o público recebe Mestre...

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Entre memória e violência: o curta potiguar “Umbuzeiro” estreia e já recebe prêmio internacional

Redação

Recém-lançado, o curta-metragem Umbuzeiro desponta como uma das novas produções do cinema independente nordestino ao combinar atmosfera gótica, crítica social e forte dimensão psicológica. O filme, primeiro trabalho de Emílio Ribeiro como roteirista e diretor, já acumula seleções em festivais e um prêmio internacional poucos meses após sua conclusão. A narrativa acompanha uma senhora idosa que vive isolada em um antigo casarão, carregando um passado marcado pela violência. Entre memórias fragmentadas, silêncios e traumas que fragilizam sua saúde mental, a personagem divide a rotina com o filho, o professor Elias. A dor íntima da mãe inspira a escrita de um livro e sustenta os mistérios da trama, que lentamente expõe as feridas invisíveis da violência contra a mulher. Antes de se tornar filme, Umbuzeiro já havia sido reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio de segundo melhor roteiro de curta-metragem do Brasil no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba, em 2025. Finalizado em fevereiro de 2026, o curta iniciou rapidamente sua circulação em festivais. Umbuzeiro foi selecionado para o 5º Saria Film Festival, em Orlando, Flórida. É a quinta seleção do filme, a terceira em festival internacional. Entre as conquistas recentes está a seleção para o First-Time Filmmaker Sessions, promovido pelo Lift-Off Global Network, na Inglaterra. O evento rendeu ao filme seu primeiro prêmio internacional, o Audience Choice, reconhecimento concedido após ser o mais votado pelo público. O curta também integra a Seleção Oficial do 2º Curta Varginha, em Minas Gerais, e do Inland Independent Film Festival, em Araraquara (SP). A recepção inicial confirma o potencial de Umbuzeiro, obra que aproxima sensibilidade artística e reflexão social, evidenciando a força de um cinema nordestino comprometido com memória, estética e experiência humana. Assista ao trailer de Umbuzeiro: https://youtu.be/5b4DjGM4AnE Para mais informações, siga @misteriofilmesrn, no Instagram.

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Filarmônica UFRN apresenta concerto que atravessa memória, violência e vertigem latino-americana

Redação

Concerto acontece no dia 06 de junho, em duas sessões gratuitas, com o violoncelista Fabio Presgrave e regência do maestro chileno Rodolfo Fischer A América Latina talvez seja uma das regiões onde modernidade e fratura histórica coexistiram de maneira mais intensa ao longo do século XX. Urbanização acelerada, instabilidade política, desigualdade estrutural e disputas permanentes de memória moldaram não apenas cidades e sociedades, mas também formas de sensibilidade e expressão artística. Em muitos momentos, a arte latino-americana deixou de buscar exclusivamente afirmações identitárias para transformar tensão histórica em linguagem estética. É desse território simbólico que emerge “América em Transe”, o concerto da Filarmônica UFRN que acontece no dia 06 de junho, às 18h e às 20h, no auditório Onofre Lopes, na EMUFRN. Os ingressos estarão disponíveis na Platea, a mais nova plataforma de acesso, ticket e engajamento de audiência da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN. Um lote será liberado na quarta-feira, 03 de junho, às 8h https://platea.musica.ufrn.br/ e no local, no dia do evento, outro lote com distribuição 1h antes de cada sessão. O programa reúne obras de Astor Piazzolla, Alberto Ginastera e Silvestre Revueltas em uma curadoria que aproxima diferentes experiências sonoras latino-americanas atravessadas por intensidade, deslocamento, ritual, violência e permanência histórica. As composições parecem compartilhar uma mesma atmosfera: cidades em convulsão, memórias interrompidas, pulsos coletivos e formas de existência em que beleza e brutalidade coexistem de maneira inseparável. O concerto contará com o violoncelista Fabio Presgrave como solista em Le Grand Tango, de Piazzolla, sob regência do maestro chileno Rodolfo Fischer. Reconhecido como um dos principais violoncelistas brasileiros de sua geração, Fabio Presgrave possui formação pela Juilliard School, de Nova York, e doutorado pela UNICAMP. Sua trajetória reúne atuação internacional como solista, pesquisador e professor, além de um trabalho decisivo na consolidação da formação musical e da produção acadêmica da Escola de Música da UFRN. Já Rodolfo Fischer iniciou sua trajetória musical como pianista antes de dedicar-se à regência orquestral. Formado pela Universidade do Chile e pelo Curtis Institute of Music, na Filadélfia, estudou regência com Otto Werner Müller e consolidou uma carreira internacional marcada pela atuação em importantes teatros e orquestras da América Latina e da Europa. Foi maestro residente do Teatro Municipal de Santiago e atuou junto a instituições como o Teatro Colón de Buenos Aires, a Ópera Nacional Dinamarquesa e diversas orquestras sinfônicas europeias e latino-americanas. Atualmente,...

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aHAYá de Rua realiza 9ª edição com programação gratuita e forte presença da cultura popular

03/06/2026|

O bairro de Potilândia, em Natal, volta a se transformar em território de encontro, cultura popular e celebração com a chegada da 9ª edição do aHAYá de Rua, que acontece nesta quarta-feira, 03 de junho, a partir das 16h, com acesso gratuito e programação que atravessa diferentes expressões da tradição junina nordestina. Consolidado como um dos festejos juninos comunitários mais simbólicos da capital potiguar, o projeto reafirma, em 2026, sua vocação de ocupar a rua como espaço democrático de convivência, pertencimento e celebração coletiva. Idealizado pela produtora cultural Haylene Dantas, nascida e criada na Potilândia, o aHAYá de Rua surge de uma relação profundamente afetiva com o território e com os festejos juninos vividos desde a infância. A memória de festas comunitárias como o antigo Arraiá da Esmeralda, referência importante na história do bairro, ajuda a sustentar a identidade do projeto, que ao longo dos anos se consolidou como um dos encontros mais aguardados do período junino na cidade. Nesta edição, o aHAYá presta homenagem às rezadeiras e benzedeiras, mulheres que preservam saberes populares ligados ao cuidado, à fé e à transmissão oral de conhecimentos que atravessam gerações. A escolha temática parte da compreensão de que os festejos juninos não se resumem ao entretenimento. São também espaços...

Entre memória e violência: o curta potiguar “Umbuzeiro” estreia e já recebe prêmio internacional

02/06/2026|

Recém-lançado, o curta-metragem Umbuzeiro desponta como uma das novas produções do cinema independente nordestino ao combinar atmosfera gótica, crítica social e forte dimensão psicológica. O filme, primeiro trabalho de Emílio Ribeiro como roteirista e diretor, já acumula seleções em festivais e um prêmio internacional poucos meses após sua conclusão. A narrativa acompanha uma senhora idosa que vive isolada em um antigo casarão, carregando um passado marcado pela violência. Entre memórias fragmentadas, silêncios e traumas que fragilizam sua saúde mental, a personagem divide a rotina com o filho, o professor Elias. A dor íntima da mãe inspira a escrita de um livro e sustenta os mistérios da trama, que lentamente expõe as feridas invisíveis da violência contra a mulher. Antes de se tornar filme, Umbuzeiro já havia sido reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio de segundo melhor roteiro de curta-metragem do Brasil no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba, em 2025. Finalizado em fevereiro de 2026, o curta iniciou rapidamente sua circulação em festivais. Umbuzeiro foi selecionado para o 5º Saria Film Festival, em Orlando, Flórida. É a quinta seleção do filme, a terceira em festival internacional. Entre as conquistas recentes está a seleção para o First-Time Filmmaker Sessions, promovido pelo Lift-Off Global Network, na Inglaterra....

Filarmônica UFRN apresenta concerto que atravessa memória, violência e vertigem latino-americana

02/06/2026|

Concerto acontece no dia 06 de junho, em duas sessões gratuitas, com o violoncelista Fabio Presgrave e regência do maestro chileno Rodolfo Fischer A América Latina talvez seja uma das regiões onde modernidade e fratura histórica coexistiram de maneira mais intensa ao longo do século XX. Urbanização acelerada, instabilidade política, desigualdade estrutural e disputas permanentes de memória moldaram não apenas cidades e sociedades, mas também formas de sensibilidade e expressão artística. Em muitos momentos, a arte latino-americana deixou de buscar exclusivamente afirmações identitárias para transformar tensão histórica em linguagem estética. É desse território simbólico que emerge “América em Transe”, o concerto da Filarmônica UFRN que acontece no dia 06 de junho, às 18h e às 20h, no auditório Onofre Lopes, na EMUFRN. Os ingressos estarão disponíveis na Platea, a mais nova plataforma de acesso, ticket e engajamento de audiência da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN. Um lote será liberado na quarta-feira, 03 de junho, às 8h https://platea.musica.ufrn.br/ e no local, no dia do evento, outro lote com distribuição 1h antes de cada sessão. O programa reúne obras de Astor Piazzolla, Alberto Ginastera e Silvestre Revueltas em uma curadoria que aproxima diferentes experiências...

Departamento de Comunicação da UFRN abre inscrições para Especialização na área audiovisual

02/06/2026|

Seguem até o dia 10 de junho as inscrições para a Especialização em Produção Audiovisual: da criação à realização de projetos para Cinema, TV e Internet, promovida pelo Departamento de Comunicação Social (Decom) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O curso de pós-graduação conta com 80 vagas e é direcionado a pessoas interessadas em audiovisual que possuam graduação em qualquer área do conhecimento. O curso estimula a criação de séries e longas-metragens, explorando a ficção, o documentário e a animação com relevância artística, política e social, além de potencial interesse comercial. As aulas estão previstas para começar em 6 de julho deste ano, e as inscrições podem ser feitas por meio do site do Sigaa, na aba Lato Sensu – Processos Seletivos. O corpo docente é composto por profissionais com experiência no mercado audiovisual, atuantes em produções de diversos formatos, com premiações e participações em festivais no Brasil e no exterior, além de trajetória expressiva na docência e na pesquisa. A especialização adotará metodologias inovadoras, incentivando a participação e o protagonismo dos estudantes. A especialização tem carga horária de 500 horas-aula, com frequência mínima obrigatória de 75% por disciplina. Com duração de 18 meses, as aulas ocorrerão...

02/06/2026|

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que acontece na cidade do Porto, Portugal.  De acordo com o próprio site do evento, nas últimas edições, houve mais de 65.000 inscrições de todo o mundo. A qualidade do júri internacional e das imagens selecionadas elevou a iniciativa ao patamar dos principais prêmios internacionais de fotografia. Esta edição contou com cinco categorias disponíveis no certame: Paisagem, Retrato, Vida Cotidiana, Arquitetura e Minimalismo. Cada participante podia encaminhar à submissão do concurso, gratuitamente, até 3 fotografias, da mesma ou de diferentes categorias. O júri foi composto por Andrea Bigiarini (italiano), Giulia Baita (italiana), Joanne Carter (australiana), Christian Barroso (brasileiro), Tânia Dinis (portuguesa). Sartief concorreu na categoria Vida Cotidiana e ao todo foram selecionadas 50 fotografias para participarem da exposição que acontece no dia 13 de junho.

“Black In”: Moisés de Lima transforma ancestralidade, blues e rock em travessia sonora no Mestiços

01/06/2026|

É no território de encontros entre blues, rock e ancestralidade afro-brasileira que o músico potiguar Moisés de Lima constrói “Black In”, espetáculo que será apresentado no próximo Sábado (6/6), às 20h, no Mestiços Bar e Espaço Cultural, em Ponta Negra. “Black In” propõe uma experiência de escuta marcada por riffs, baladas urbanas, pulsação percussiva e pela força metálica da gaita diatônica — instrumento que se tornou assinatura estética do artista ao longo de sua trajetória na cena alternativa do Rio Grande do Norte. No palco, Moisés costura composições autorais e releituras instrumentais influenciadas pela diáspora africana, pelo afro blues e pelas vivências acumuladas em décadas de circulação pelo underground potiguar. O repertório reúne músicas do single Afrika e do EP Black In, lançados pelo selo Mudernage com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB Natal/RN) em 2024 e 2025. A faixa-título “Black In” nasce como homenagem ao poeta negro Edgar Borges, o lendário Blackout — figura emblemática da contracultura natalense falecido em 1999. A canção transformou-se em uma espécie de manifesto poético-musical sobre identidade, resistência e negritude. O trabalho rendeu a Moisés de Lima o prêmio de Melhor Compositor do Ano no Hangar 2026, além de indicações para Melhor Canção...

Selo DoSol lança novo single da Bixanu, que antecipa participação da banda em coletânea

01/06/2026|

Após a calorosa recepção do EP de estreia “CandyPunk”, culminando nas apresentações em festivais como DoSol e Casa Cheia (organizado pela Casa do Rock em Parnamirim), e premiação como Revelação do Ano na 23ª edição do Prêmio Hangar de Música, a Bixanu se prepara para o próximo lançamento, intitulado “Charismatic Charade”, música que fará parte da coletânea underground Elefante Core Vol. 4, ao lado de diversos artistas potiguares de rock. Além disso, também marca a entrada do grupo em uma nova fase que antecipa seu próximo EP. E que charada é essa? Possivelmente aquela que nos faz queimar por dentro, questionando o porquê das pessoas terem de sofrer por serem quem são e quais são os reais motivos para desacreditar de si mesmos. É possível ser colorido em um mundo cheio de tons de cinza? Produzida pelo guitarrista Hugo Valentim, no home studio Quarto Sem Cama, e distribuída pelo selo DoSol, a canção se sustenta em um instrumental enérgico, com distorções e um refrão potente, servindo de grito para o sentimento da auto descoberta e da transformação pessoal. Para além de Hugo nas guitarras, a Bixanu é composta por Bel Severiano (vocalista), Álvaro Cruz (guitarrista), Caio Eduardo (baixista) e Makárius...

Image of businesswoman standing on graph. Income and profit

29/05/2026|

Há um momento estranho na vida adulta em que organizar metas deixa de parecer produtividade e se parece com arqueologia. A pessoa senta diante de uma folha em branco para planejar os próximos seis meses e, sem perceber, começa a escavar ruínas de si mesma. Foi assim comigo.   Sempre vivi cercada de cronogramas: Planos diários, semanais, mensais, semestrais, anuais. Como quem tenta negociar com o tempo para que ele não escape pelos dedos. Mas, quase na metade deste ano, algo me obrigou a interromper o ritual automático de listar objetivos e simplesmente continuar correndo atrás deles. Algumas metas já não faziam sentido. Outras, haviam morrido silenciosamente sem que eu tivesse coragem de enterrá-las. Então, percebi que não bastava reescrever o planejamento, eu precisava interrogar cada item como quem pergunta a um estranho: “O que estás fazendo aqui?” E foi desconfortável. Quando comecei a rever minhas metas, senti algo parecido com uma espécie de esquizofrenia na consciência. Como se muitas vozes falassem ao mesmo tempo dentro de mim. Uma dizia para produzir mais. Outra para alcançar alguma estabilidade admirável aos olhos dos outros. Outra sugeria reconhecimento, validação, aplauso. Algumas falavam em tom de urgência. Outras em tom de culpa. Mas...

Companhia de Dança do TAM estreia espetáculo inspirado na obra de Reginaldo Rossi

29/05/2026|

A Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (CDTAM) estreou o espetáculo “Rossi” nesta quinta-feira (28), no Teatro Alberto Maranhão e nesta sexta terá nova apresentação, às 19h.  A nova criação, assinada pelo coreógrafo pernambucano Sérgio Galdino, evidencia o trabalho desenvolvido pela Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM) na formação, criação e difusão da dança contemporânea no Rio Grande do Norte. Com direção artística de Wanie Rose, o espetáculo é inspirado na obra e na atmosfera musical de um dos ícones da música brasileira, o artista pernambucano Reginaldo Rossi, conhecido nacionalmente como o Rei do Brega, propondo um diálogo entre dança contemporânea, cultura popular e memórias afetivas ligadas ao universo da música brega nordestina. A montagem transforma em movimento as sonoridades, emoções e narrativas presentes nas canções do artista pernambucano. O coreógrafo Sérgio Galdino explica que “Rossi” nasce de uma relação afetiva construída desde a infância com a obra de Reginaldo Rossi. “É um espetáculo em homenagem à trajetória do Rei do Brega e também baseado nas minhas memórias. Comecei a trabalhar na feira aos quatro anos de idade e me lembro de ouvir essa sofrência, esse brega, tocando o tempo inteiro nas bancas e nos carros de...

Batalha da Coruja consolida protagonismo das batalhas de rima no RN e reune 24 MC’s

29/05/2026|

A cena das batalhas de rima do Rio Grande do Norte viveu um momento histórico com a realização das três edições da Batalha da Coruja Convida, projeto desenvolvido em parceria com o RN Hip Hop Trip Festival, que reuniu 24 MCs de diferentes territórios do estado em uma grande celebração da cultura Hip-Hop. Ao longo das três etapas, foram distribuídos mais de R$ 14 mil em premiações e participações dos MCs, fortalecendo artistas independentes e valorizando o freestyle potiguar. Reconhecida como uma das principais iniciativas de batalhas de rima do estado, a Batalha da Coruja vem construindo uma trajetória marcada pela formação de novos talentos e pela valorização da cultura urbana. Ao longo dos últimos seis anos, o projeto realizou apresentações em eventos de grande relevância, como o Carnarap e Festival Rap_Presenta, dividindo palco com nomes nacionais como MV Bill (RJ), Rapadura (CE), Fábio Brazza (SP) e Alex NSC (AL), além de ter uma edição no Teatro Alberto Maranhão, nos 50 anos do Hip-hop, e integrar ações de conscientização e mobilização social, como a campanha “LGBTfobia no Hip-Hop Não Se Cria”. Em 2026, a Batalha da Coruja ampliou sua atuação ao promover encontros entre importantes coletivos de batalhas do estado....

29/05/2026|

Natal recebe a primeira edição do Vila Jerimum, novo projeto do Seu Jerimum que chega com a proposta de resgatar a mistura de ritmos como antigamente. O evento acontece neste sábado (30), a partir das 16h, reunindo samba, pagode e muito forró em uma programação com 8 horas de música ao vivo. Entre as atrações confirmadas estão Verdadeira Chama e Preto no Branco, na roda de samba, além da Confraria do Fole e do Forrozão Deixe de Brincadeira, representando o forró. O Vila Jerimum promete reunir música, encontros e muita nostalgia na melhor tarde de sábado de Natal. Ingressos disponíveis no Instagram @seujerimum

Coletivo Mulherio das Letras Nísia Floresta participa da III Ocupação Literária

29/05/2026|

A III Ocupação Literária reafirma sua importância no cenário cultural de Natal, consolidando-se como um dos eventos mais significativos do calendário literário da cidade. O Ponto de Cultura Coletivo Mulherio das Letras Nísia Floresta celebra com entusiasmo sua participação em mais esta edição, fortalecendo seu compromisso com a promoção da leitura, da escrita e da produção literária feminina. O evento representa um importante espaço de difusão da literatura brasileira e, de modo especial, da literatura potiguar, reunindo editoras, escritores, coletivos e agentes culturais em um ambiente de troca, diálogo e valorização da produção literária local. Para a articuladora regional do Coletivo Mulherio das Letras Nísia Floresta, Rejane Souza, a Ocupação Literária é uma oportunidade de dar visibilidade às vozes femininas da literatura potiguar, promovendo autoras, obras e iniciativas que contribuem para o fortalecimento da cultura e da identidade do nosso Estado. Mais do que uma feira ou encontro literário, a Ocupação Literária é um espaço de resistência cultural, incentivo à leitura e celebração da diversidade de narrativas que enriquecem a literatura do Rio Grande do Norte e do Brasil. O Coletivo Mulherio das Letras Nísia Floresta sente-se honrado em integrar essa construção coletiva que fortalece a presença das mulheres na...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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