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DoSol promove shows e atividades formativas para debater caminhos da música potiguar

Redação

A nova música potiguar ganha um espaço de encontro, escuta e experimentação neste fim de semana (7 e 8) com a realização do Pensando Música 2026 na Sede Cultural DoSol. Com entrada gratuita, o projeto reúne artistas, produtores e público em uma programação que mistura shows, workshop e momentos de diálogo para quem vive, cria ou acompanha a produção musical no estado. Durante dois dias, a iniciativa costura diferentes linguagens e experiências, colocando lado a lado artistas de trajetórias diversas e atividades voltadas à formação. A ideia é fortalecer redes e provocar reflexões sobre os desafios e possibilidades da cena independente. O evento é realizado pelo Comitê de Cultura do RN em parceria com o Combo Cultural DoSol e o Grupo Facetas, com apoio do Ministério da Cultura. Para Anderson Foca, idealizador do DoSol, o encontro nasce do desejo de ampliar as conversas que normalmente acontecem apenas nos bastidores. Ana Morena, também idealizadora do DoSol, destaca a proposta de estimular a circulação de ideias para fortalecer o mercado artístico local. “O Pensando Música surge justamente para criar esse espaço de interação para fortalecer quem faz música no estado. Queremos que seja uma oportunidade de aprendizado coletivo, onde novas conexões possam surgir”, destaca Ana. Shows com entrada gratuita A programação musical do Pensando Música 2026 começa no sábado (7), a partir das 19h, com apresentações de Terto, Peux, Dona Liberdade e Zael, abrindo a noite com diferentes sonoridades da produção autoral local. No domingo (8), o evento ganha também um caráter formativo. Pela manhã, às 10h, acontece o Pitching do Festival DoSol, voltado para apresentação de projetos e ideias que podem entrar na programação prevista para o segundo semestre de 2026. À tarde, às 15h, o artista Niltolas conduz um workshop de dança, ampliando o diálogo entre linguagens artísticas. A partir das 17h30, o palco volta a receber apresentações ao vivo com Julio Lima, a banda paraibana Flau Flau, além de The Sinks, Bixanu e Caridea, formando um mosaico sonoro que atravessa diferentes estilos e gerações. Sem necessidade de retirada antecipada de ingressos, o acesso ao Pensando Música 2026 é livre, sujeito apenas à lotação da estrutura. As inscrições para o pitching e para o workshop podem ser feitas pelo e-mail co********@***il.com. SERVIÇO – Pensando Música 2026 O que: Shows, workshop e conversas sobre o cenário musical do RNQuando: Sábado e domingo, 7 e 8 de marçoOnde: Sede Cultural DoSol – Rua Almira Melo do...

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Atores potiguares Quitéria Kelly e César Ferrario brilham em nova novela das seis da TV Globo

Redação

O Rio Grande do Norte se prepara para celebrar uma dupla conquista na teledramaturgia nacional com a estreia, dia 16 de março, de “A Nobreza do Amor”, a nova novela das 18h da TV Globo. Além de trazer paisagens potiguares como cenário, a produção contará com a participação de dois talentos locais de peso: os atores Quitéria Kelly e César Ferrario. A presença de Quitéria Kelly e César Ferrario no elenco de uma novela de alcance nacional reafirma a força e a qualidade do talento artístico do Rio Grande do Norte. Ambos os atores já se encontram no Rio de Janeiro, dedicados às gravações e adiantando os capítulos da trama, que promete emocionar e envolver o público com sua narrativa épica. “A Nobreza do Amor” vai além do talento em cena, utilizando o próprio Rio Grande do Norte como parte fundamental da ambientação. Parte das cenas foi gravada no Estado, com Mossoró servindo como base logística para equipe e elenco. Locações icônicas como as Dunas do Rosado, em Porto do Mangue, áreas em Pendências e o Parque Nacional da Furna Feia, em Baraúna, foram escolhidas para compor a atmosfera da história, que estabelece uma profunda conexão entre o Brasil e a África, nos anos 1920. Escrita por Duca Rachid, Elísio Lopes Jr. e Júlio Fischer, com direção artística de Gustavo Fernández, a novela é descrita como uma fábula afro-brasileira. Ela tece uma trama envolvente de romance, aventura, disputas de poder e luta por justiça, protagonizada por uma princesa africana e um trabalhador nordestino. O elenco ainda conta com grandes nomes como Duda Santos e Lázaro Ramos, que viverá seu primeiro vilão. A personagem de Quitéria Kelly é Maria Helena Aragão, casada com o delegado Fortunato, vivido por César Ferrario. O casal tem um filho, chamado Manuel, interpretado pelo ator Daniel Rangel. A vida dessa família tem um desenrolar bem interessante na trama e uma grande reviravolta.  A participação de artistas potiguares em uma produção tão grandiosa, somada à escolha de paisagens do Estado como locação, não apenas projeta o Rio Grande do Norte no cenário da teledramaturgia nacional, mas também celebra a cultura e a identidade local, oferecendo visibilidade e orgulho para todo o Estado.

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Festival Munganga de Circo volta com força total em edição presencial no Teatro Alberto Maranhão

Redação

O picadeiro vai tomar conta do coração de Natal. Após uma estreia marcante em formato virtual em 2021, o Festival Munganga de Circo – Segunda Edição anuncia seu retorno, desta vez ocupando o solo sagrado do Teatro Alberto Maranhão (TAM). O evento, realizado pelas produtoras Dale! Produções Culturais e Remar Produções, celebrará a arte do riso e da acrobacia em uma data emblemática: 27 de março, dia em que se comemora o Dia Nacional do Circo e o Dia Mundial do Teatro. Com uma programação gratuita que se estende das 15h30 às 21h30, a Mostra promete transformar o TAM e seus arredores em um organismo vivo de cultura, unindo espetáculos, vivências, música ao vivo, exposições e o Cine Mambembe. O festival acaba de abrir as inscrições para compor sua rede de talentos. Se você é artista da área ou produz conteúdo audiovisual sobre o tema, esta é a hora: Banco de Talentos: Chamada aberta para artistas circenses potiguares que desejam integrar o mapeamento e as futuras ações do Festival. Cine Mambembe: Espaço dedicado à exibição de curtas-metragens que abordem o universo do circo. Podem se inscrever realizadores com filmes que dialoguem com a estética e a vida circense. Como participar: As inscrições para ambos os processos são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente através do link disponível na bio do Instagram oficial: @mungangadecirco. Embora o acesso seja totalmente gratuito, haverá um controle de público para garantir o conforto de todos. As informações sobre a retirada de ingressos serão divulgadas em breve pelas redes sociais do evento. “O Munganga nasceu no digital por necessidade do momento, mas sua essência é o encontro, o olho no olho e a vibração da plateia. Voltar em 2026, ocupando o TAM no Dia do Circo, é reafirmar que a produção potiguar está mais viva do que nunca“, afirmam as produtoras Carol Carvalho da Dale! e Renata Marques da Remar. A Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal apresentam a Mostra Munganga Festival de Circo – 2ª edição. SERVIÇO ●        Evento: Festival Munganga de Circo – 2ª Edição ●        Data: 27 de março de 2026 ●        Local: Teatro Alberto Maranhão e áreas externas ●        Horário: 15h30 às 21h30 ●        Inscrições (Banco de Talentos e Cine Mambembe): Via Instagram @mungangadecirco ●        Entrada: Gratuita (com retirada de ingressos a anunciar) Link Tree: https://linktr.ee/mungangadecirco

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Filme de Bairro

BIBLIOBUNKER: Filme de Bairro – cinemas, cineclubes e cinéfilos na Cidade Alta natalense

Pablo Capistrano

Filme de Bairro: cinemas, cineclubes e cinéfilos na Cidade Alta natalense Autor: Alexis Peixoto Editora: Caravela Ano: 2025 Páginas: 238 Para quem nasceu neste século deve parecer realmente inverossímil os relatos de pessoas da minha geração (nascidas entre os anos 70 e 80 do século passado) sobre a vida na Cidade Alta natalense nos últimos anos do milênio que passou. Quem visita o hoje chamado “centro histórico” de Natal, vendo aquele amontoado de prédios abandonados, de calçadas esburacadas e de lojas vazias, não consegue imaginar que, há pouco mais de duas décadas, pelas ruas daquele bairro, a vida urbana da capital pulsava de modo efervescente. Antes de ser apenas um livro sobre os cinemas de bairro que marcaram o horizonte afetivo daquela urbe do nunca mais, o texto de Alexis Peixoto, sob a coordenação editorial sempre certeira e cuidadosa de José Correia Torres Neto, é um livro que nos apresenta a Cidade Alta em seu apogeu cultural e urbano. Um espaço de Natal que se tornou central para a vida de seus moradores, particularmente, de modo mais intenso, a partir da segunda metade do século passado, quando a Ribeira começou seu lento e inexorável processo de decadência. Escrito em um formato de “livro-reportagem”, o texto de Peixoto nos transporta para os anos gloriosos da Cidade Alta, com a agilidade do repórter, sem perder o rigor da pesquisa histórica. Longe de apresentar pretensões de ser uma monografia acadêmica, o livro apresenta uma recuperação da memória da cidade a partir da história do cinema em Natal. Seguindo essa trilha, Peixoto, a partir de entrevistas com as pessoas que viveram a cena da Cidade Alta, de livros, jornais, revistas e artigos acadêmicos, nos ajuda a recompor a história da cultura cinematográfica da cidade no século que passou. A narrativa parte dos primeiros registros, na imprensa da província, da passagem da “Companhia de variedades ilusionista e dramática empresa C Oliveira”, vinda da Paraíba em 1898, que, junto a apresentações de “alta magia”, sonambulismo e “decapitação de uma pessoa viva”, teria projetado imagens através de um “Caleidoscópio gigante”. Passando pela memória dos principais espaços de exibição cinematográfica da cidade, o percurso histórico reconstruído por Peixoto vai ancorar, lá pelo começo do século XXI, na banca Sétima Arte (no camelódromo da Ulisses Caldas). Costurando as partes do seu livro como se fossem episódios duma série documental, o autor retorna à velha Ribeira, para nos apresentar Nicola...

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10ª edição do Prêmio Dosinho entrega 24 troféus aos destaques do carnaval 2026 no Solar Bela Vista

Redação

O Centro Histórico de Natal viveu uma noite histórica no último sábado, 28 de fevereiro, com a realização da 10ª edição do Prêmio Dosinho de Carnaval, dentro da programação do CarnaSinsp 2026. A celebração marcou uma década de reconhecimento aos fazedores da folia potiguar e reuniu artistas, agremiações, blocos e apaixonados pelo Carnaval em uma grande confraternização cultural. A programação começou às 16h, no tradicional Beco da Lama, no Bar de Nazaré, com a concentração do CarnaSinsp – 9º ano do Bloco dos Servidores. O público acompanhou o show de Ivando Monte e a Ciranda do Monte, apresentação da Orquestra de Frevo com maestros participantes do 2º Encontro das Orquestras, o grupo Aff…Marias e um cortejo festivo pelas ruas da Cidade Alta até o Solar Bela Vista, reafirmando a força do carnaval de rua. A partir das 17h, o Solar Bela Vista recebeu shows de Tornado do Samba e Dani Negro, preparando o público para a cerimônia oficial do Prêmio Dosinho, iniciada às 18h30. A noite contou ainda com apresentações do Grupo Aff…Marias, Banda de Frevo do Papão, Will Elétrico, Edja Alvess, Denísia Diniz, Ale Du Black e o projeto Nós Três – LGBTs na MPB e na Folia (Andder, Rouxinol e Gegê Gergs). O encerramento ficou por conta da Bateria Fúria da Águia (G.R.E.S Águia Dourada) campeã do Prêmio Dosinho 2026, levando a um grande apoteótico final. Entre os premiados da noite, destaque para o Sesc Parada na Ladeira 2026 como Prévia Carnavalesca do Ano; o tradicional Cordão Burrinha Pintadinha e o Jaraguá (Vila de Ponta Negra) na categoria Cultura Popular; o Bloco Petipá como Bloco Infantil; a fantasia “Prisma”, inspirada na capa do álbum The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, criada pelo folião Paulinho, como Fantasia do Ano; e o Bloco Rita Leenda como Revelação do Carnaval. O maestro Gilberto Cabral (Maestro Giba) foi reconhecido como Maestro do Ano, e a Banda Dugiba recebeu o prêmio de Orquestra de Frevo do Ano. O Baiacu na Vara conquistou o título de Bloco do Ano, enquanto a Banda Detroit levou o troféu de Show do Carnaval 2026. Na Avenida do Samba, os destaques reafirmaram a grandiosidade das escolas. A Imperatriz Alecrinense foi premiada pelo enredo “Carlos Zens – O Majestoso da Cultura Potiguar”. A Malandros do Samba venceu com o Samba-Enredo e também nas categorias Mestre-Sala e Porta-Bandeira. O Batuque Ancestral foi um dos grandes nomes da...

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Projeto leva poesia às ruas de Natal no mês de março

Redação

O projeto Poesia Pede Rua integra as ações promovidas pelo Sarau Dentro da Noite e propõe a ocupação simbólica do espaço urbano por meio da poesia contemporânea potiguar. A iniciativa consiste na produção de uma série audiovisual com quatro poetas da cena local, apresentados ao longo do mês de março, em celebração ao Mês da Poesia. Com episódios semanais, o projeto registra entrevistas breves sobre processo criativo, território e produção literária, seguidas da leitura de poemas autorais em ambiente aberto. A proposta é ampliar a visibilidade da poesia produzida no Rio Grande do Norte, fortalecer a memória cultural e consolidar a presença digital dos artistas participantes. Os vídeos serão disponibilizados no perfil oficial do Sarau Dentro da Noite no Instagram, democratizando o acesso ao conteúdo e ampliando seu alcance. A série tem início com o poeta Thiago Medeiros, abrindo um ciclo que destaca diferentes vozes e perspectivas da produção literária local. A escolha de realizar as gravações em diferentes pontos da cidade dialoga com a proposta do livro Além do Nome, da poeta e jornalista Marize Castro. Inspirada na delicadeza com que a autora convida seus interlocutores a escolherem um lugar de afeto/memória para as entrevistas, a direção do projeto propõe locais em que dialogam com a trajetória do autor. Assim, os episódios costuram geografia, poesia, vivência e memória, transformando a cidade em extensão da palavra. Segundo Gessyka Santos, produtora geral do projeto, a iniciativa nasce do impulso de exaltar a poesia durante o mês de março e direcionar o olhar para a produção potiguar. Mesmo realizada sem recursos financeiros, a ação reafirma a importância de registrar, divulgar e expandir a visibilidade da poesia do RN por meio de articulações coletivas e independentes. Realizado de forma independente, Poesia Pede Rua evidencia a potência da colaboração no campo cultural e reafirma o papel das iniciativas independentes na difusão da literatura local. A direção e os roteiros são assinados por Gessyka Santos, que também integra a curadoria ao lado de Lanuk Nagibson. A produção é da Anzóis Produtora, com captação de áudio, de vídeo edição de Davi Selton e produção audiovisual da Nobir. O projeto conta com apoio da Nobir Produtora e do Lado B, fortalecendo uma rede colaborativa voltada à valorização da cultura potiguar. Ao reforçar a rua como espaço de escuta e registro, o projeto reafirma a cidade como território de criação e a poesia como instrumento de memória, circulação...

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Entre memórias e silêncios: Theo G. Alves publica romance sobre as marcas do abandono

Redação

“Geografia do Abandono”, 11º livro do autor, mergulha nas perdas íntimas e sociais de um Brasil invisível Em seu novo romance, “Geografia do Abandono” (Editora Litteralux), o escritor Theo G. Alves investiga as múltiplas faces do abandono – íntimo, social e histórico – a partir do desaparecimento de uma idosa com Alzheimer no Seridó potiguar. A busca por essa mulher desencadeia um mosaico de vozes e memórias, entrelaçando a trajetória de um neto que retorna à cidade natal, as lembranças dolorosas de Salvina – entregue ainda criança como pagamento de dívida – e os fantasmas de um Brasil marcado pela pobreza, pelo coronelismo e pela exclusão. Décimo primeiro livro de Theo G. Alves e seu terceiro romance, “Geografia do Abandono” já se está disponível no catálogo da editora para aquisição na loja virtual. Entre traumas, silêncios e perdas, a narrativa mapeia corpos, afetos e espaços feridos pelo esquecimento. Com linguagem poética e sensível, o romance reflete sobre a fragilidade da memória, os laços familiares e a persistência da dor, sem abrir mão de buscar luz em meio às ruínas. “Há muitas maneiras de se perder na vida e essas perdas vão deixando pistas de quem fomos e do que nos tornamos ao longo do caminho. Essa é a chave para adentrar nessa geografia do abandono de que trata o livro”, diz o autor a respeito do tftulo. Theo G. Alves nasceu em 1980, em Natal, mas cresceu em Currais Novos e mora em Santa Cruz, no interior potiguar. Premiado em concursos nacionais e regionais por sua prosa e poesia, publicou, entre outros, os livros “Pequeno Manual Prático de Coisas Inúteis”, “Doce Azedo Amaro” e “Inventário de Tão Pouco”, todos de poesia; “Por que Não Enterramos o Cão?”, de contos; e “A Cartomante que Adivinha O Presente” e “Peço Desculpas por esta Crônica (e por outras)”, de crônicas”. Publicou ainda os romances “Barreiro das Almas” e “Deus me Perdoe por Quem Eu Sou”. “Geografia do Abandono” reafirma Theo G. Alves como um autor atento às fissuras da experiência brasileira – aquelas que doem, mas insistem em permanecer invisíveis. SERVIÇO: Geografia do Abandono (112 páginas): R$50,00 Editora Litteralux: https://www.editoralitteralux.com.br/catalogo-titulo/geografia-do-abandono  Contatos com o autor: (84) 9 9892-7822 (WhatsApp) Instagram: @theo.g.alves

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10ª edição do Prêmio Dosinho entrega 24 troféus aos destaques do carnaval 2026 no Solar Bela Vista

04/03/2026|

O Centro Histórico de Natal viveu uma noite histórica no último sábado, 28 de fevereiro, com a realização da 10ª edição do Prêmio Dosinho de Carnaval, dentro da programação do CarnaSinsp 2026. A celebração marcou uma década de reconhecimento aos fazedores da folia potiguar e reuniu artistas, agremiações, blocos e apaixonados pelo Carnaval em uma grande confraternização cultural. A programação começou às 16h, no tradicional Beco da Lama, no Bar de Nazaré, com a concentração do CarnaSinsp – 9º ano do Bloco dos Servidores. O público acompanhou o show de Ivando Monte e a Ciranda do Monte, apresentação da Orquestra de Frevo com maestros participantes do 2º Encontro das Orquestras, o grupo Aff…Marias e um cortejo festivo pelas ruas da Cidade Alta até o Solar Bela Vista, reafirmando a força do carnaval de rua. A partir das 17h, o Solar Bela Vista recebeu shows de Tornado do Samba e Dani Negro, preparando o público para a cerimônia oficial do Prêmio Dosinho, iniciada às 18h30. A noite contou ainda com apresentações do Grupo Aff…Marias, Banda de Frevo do Papão, Will Elétrico, Edja Alvess, Denísia Diniz, Ale Du Black e o projeto Nós Três – LGBTs na MPB e na Folia (Andder,...

Projeto leva poesia às ruas de Natal no mês de março

03/03/2026|

O projeto Poesia Pede Rua integra as ações promovidas pelo Sarau Dentro da Noite e propõe a ocupação simbólica do espaço urbano por meio da poesia contemporânea potiguar. A iniciativa consiste na produção de uma série audiovisual com quatro poetas da cena local, apresentados ao longo do mês de março, em celebração ao Mês da Poesia. Com episódios semanais, o projeto registra entrevistas breves sobre processo criativo, território e produção literária, seguidas da leitura de poemas autorais em ambiente aberto. A proposta é ampliar a visibilidade da poesia produzida no Rio Grande do Norte, fortalecer a memória cultural e consolidar a presença digital dos artistas participantes. Os vídeos serão disponibilizados no perfil oficial do Sarau Dentro da Noite no Instagram, democratizando o acesso ao conteúdo e ampliando seu alcance. A série tem início com o poeta Thiago Medeiros, abrindo um ciclo que destaca diferentes vozes e perspectivas da produção literária local. A escolha de realizar as gravações em diferentes pontos da cidade dialoga com a proposta do livro Além do Nome, da poeta e jornalista Marize Castro. Inspirada na delicadeza com que a autora convida seus interlocutores a escolherem um lugar de afeto/memória para as entrevistas, a direção do projeto...

Entre memórias e silêncios: Theo G. Alves publica romance sobre as marcas do abandono

02/03/2026|

“Geografia do Abandono”, 11º livro do autor, mergulha nas perdas íntimas e sociais de um Brasil invisível Em seu novo romance, “Geografia do Abandono” (Editora Litteralux), o escritor Theo G. Alves investiga as múltiplas faces do abandono – íntimo, social e histórico – a partir do desaparecimento de uma idosa com Alzheimer no Seridó potiguar. A busca por essa mulher desencadeia um mosaico de vozes e memórias, entrelaçando a trajetória de um neto que retorna à cidade natal, as lembranças dolorosas de Salvina – entregue ainda criança como pagamento de dívida – e os fantasmas de um Brasil marcado pela pobreza, pelo coronelismo e pela exclusão. Décimo primeiro livro de Theo G. Alves e seu terceiro romance, “Geografia do Abandono” já se está disponível no catálogo da editora para aquisição na loja virtual. Entre traumas, silêncios e perdas, a narrativa mapeia corpos, afetos e espaços feridos pelo esquecimento. Com linguagem poética e sensível, o romance reflete sobre a fragilidade da memória, os laços familiares e a persistência da dor, sem abrir mão de buscar luz em meio às ruínas. “Há muitas maneiras de se perder na vida e essas perdas vão deixando pistas de quem fomos e do que nos tornamos ao longo do caminho. Essa é a chave para adentrar nessa geografia do abandono de que trata o livro”, diz o autor a respeito do tftulo. Theo G. Alves nasceu em 1980, em Natal, mas cresceu em Currais Novos e mora em Santa Cruz, no interior potiguar. Premiado em concursos nacionais e regionais por sua prosa e poesia, publicou, entre outros, os livros “Pequeno Manual Prático de Coisas Inúteis”, “Doce Azedo Amaro” e “Inventário de Tão Pouco”,...

Um quarto de século de arte viva: Casa da Ribeira celebra 25 anos como farol da cultura independente

02/03/2026|

Há 25 anos, um casarão centenário na rua Frei Miguelinho, no bairro da Ribeira, deixava de ser apenas memória arquitetônica para se tornar símbolo vivo de criação, resistência, educação pela Arte e reinvenção cultural. A Casa da Ribeira celebra, em 2026, um quarto de século de história e inicia as comemorações com o Festival Verão Aquilombado, de 6 a 8 de março, reafirmando seu compromisso com o passado, o presente e o futuro da arte e cultura, no Rio Grande do Norte e no Brasil. Antes de ser reconhecida internacionalmente como espaço cultural independente, a Casa foi hospedaria, padaria e armazém. As paredes erguidas por mãos anônimas jamais imaginaram que, depois de 10 anos de portas fechadas, ali floresceria um território de desenvolvimento humano através da arte, experimentação artística e encontro comunitário. No fim dos anos 1990, o sonho ganhou forma pelas mãos dos então integrantes e o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare e produtores independentes, que buscavam um espaço para ensaios e apresentações, mas vislumbrava muito mais: um teatro, uma sala de exposições e um café cultural abertos à cidade. O que era desejo tornou-se mobilização. A restauração do prédio, aprovada na Lei Rouanet e na Lei Câmara Cascudo, exigia...

john-hammond-jr

02/03/2026|

A estética era folk; a alma, inteiramente azul. Azul profundo como as madrugadas do Delta — território espiritual que jamais abandonou, embora tenha nascido em Nova York. Filho do lendário produtor John Henry Hammond e herdeiro de sobrenomes ilustres, John Hammond Jr. escolheu outro legado: o pó da estrada, os palcos esfumaçados do Village e o som ancestral forjado pelos descendentes de homens e mulheres escravizados. Preferiu a verdade do blues ao conforto das genealogias. Partiu no último sábado (28), aos 83 anos. A notícia chegou de forma discreta, como seus acordes — sussurrada entre amigos próximos, quase no mesmo tom com que dedilhava a dor transformada em música. Chamavam-no de John Hammond Jr. ou John P. Hammond — distinções necessárias para não confundi-lo com o pai célebre. Mas sua identidade verdadeira estava no timbre rouco, na gaita rasgando o silêncio e no violão ressonador vibrando como trilhos antigos. Sua voz talvez não alcançasse grandes extensões — alcançava profundidades. Não buscava potência; buscava verdade. Nos anos 1960, quando Nova York fervilhava entre cafés, poesia e revoluções musicais, comparavam-no a Bob Dylan. Hammond sorria, entre a ironia e o afeto: “Canto melhor, sou mais belo e faço um blues que vem...

02/03/2026|

A Academia Norte-rio-grandense de Letras publicou edital no Diário Oficial do Estado, edição de 27 e fevereiro, com prazo de 30 dias da publicação para inscrição de interessados em preencher a Cadeira 11 da instituição, vaga com o falecimento do poeta Paulo de Tarso Correia de Melo e cujo patrono é o padre João Maria. O candidato deve apresentar currículo atualizado e exemplares de obras publicadas em forma de livro individual, que serão submetidos à Comissão de Inscrição e Ética. Quem poderiam ser os candidatos da taba?

27/02/2026|

Antes é importante frisar: não tenho mais nenhuma participação no Troféu Cultura. Mas preciso defender a lisura do processo de votação. Circulam, sobretudo em grupos de literatura, críticas sobre a definição do Artista Destaque na Literatura para Diva Cunha e Constância Lima Duarte pela obra “Literatura do Rio Grande do Norte: Antologia”. Isso porque o Instituto Histórico e Geográfico do RN soltou matéria com o resultado quatro dias antes do anúncio oficial. E aí uma série de infelicidades ocorreu para isso. Primeiro, Diva Cunha informou à assessoria do IHGRN que receberia o troféu, sem qualquer informação sobre isso porque sequer o resultado – definido por uma comissão de jurados e não por votação popular, como se tem dito! – havia sido apurado. Talvez pelo fato de ter sido apenas convidada a comparecer à cerimônia, pensou que seria a vencedora de antemão. Outro indicado, o escritor Otávio Santigado chegou a informar à assessoria o erro da informação, que Diva apenas tinha sido uma das indicadas. Mas a assessoria não corrigiu e soltou a matéria antes do resultado. E por pura coincidência ela foi mesmo quem recebeu melhor pontuação dos jurados e recebeu o troféu. Então correu-se o boato de favorecimento ou...

Pinacoteca do Estado recebe 2ª Feira de Quadrinhos de 2026 com arte, música e ação solidária

26/02/2026|

Neste sábado (28), a Pinacoteca do Estado abre suas portas para celebrar a nona arte e a criatividade local. Das 9h às 16h, o público poderá conferir a segunda edição da Feira de Quadrinhos de 2026, consolidando o espaço como o ponto de encontro oficial dos amantes da cultura nerd e geek no Rio Grande do Norte. Nesta edição, o evento une o talento dos artistas potiguares à trilha sonora do Dj Zero, que animará o ambiente durante todo o dia, e a uma importante corrente de bem. Rede de Solidariedade O evento contará com uma grande ação de arrecadação de alimentos não perecíveis e kits de higiene pessoal destinados ao Espaço Solidário de Mãe Luíza. Esta iniciativa é uma realização conjunta de importantes parceiros da nossa cena cultural e social: Motoclube Filhas da Noite Herói Solidário SPVA (Sociedade dos Poetas Vivos e Afins) Quadrinhos na Pinacoteca Destaques da Programação: Artist’s Alley (Beco dos Artistas): O coração da feira, com dezenas de quadrinhistas, ilustradores e produtores independentes expondo e vendendo obras autorais. Música com Dj Zero: Set especial para embalar o público e criar a atmosfera perfeita para os colecionadores e artistas. Bate-papo e Painéis: Conversas sobre o mercado editorial,...

Prêmio Dosinho de Carnaval – 10ª Edição celebra uma década de valorização da folia potiguar

26/02/2026|

O Centro Histórico de Natal será palco de uma grande celebração da cultura carnavalesca neste sábado (28), com a realização da 10ª Edição do Prêmio Dosinho de Carnaval, dentro da programação do CarnaSinsp 2026. Consolidado como a única premiação exclusivamente dedicada ao Carnaval do Rio Grande do Norte, o Prêmio Dosinho chega à sua décima edição reafirmando o compromisso com o reconhecimento, a memória e a valorização dos fazedores da folia natalense. A programação terá início às 16h, no tradicional Beco da Lama, com a concentração do CarnaSinsp — que chega ao 9º ano do Bloco dos Servidores. O público acompanhará show especial da Ciranda do Monte, orquestra de frevo, brincantes e grupos culturais em cortejo pelas ruas da Cidade Alta até o Solar Bela Vista, fortalecendo a tradição do carnaval de rua e promovendo um grande encontro de confraternização. A partir das 17h, no Solar Bela Vista, acontece a cerimônia oficial de entrega do Prêmio Dosinho, que reconhece os destaques do Carnaval 2026 em diversas categorias, contemplando blocos, escolas de samba, músicos, intérpretes, carnavalescos e profissionais que constroem a festa popular. Entre as categorias estão: Bloco do Ano, Prévia Carnavalesca do Ano, Destaque dos Polos, Bloco de Segmento, Bloco...

Confira os vencedores do 22º Troféu Cultura

26/02/2026|

O Teatro Riachuelo Natal foi palco, na noite desta quarta-feira (25) de uma celebração memorável: a XXII Edição do Troféu Cultura. Sob o tema “Encontro de Gerações”, a premiação, idealizada pelo jornalista Toinho Silveira, honrou e reconheceu a rica produção artística do Rio Grande do Norte em uma noite de gala que reuniu artistas, produtores, autoridades e o público, que compareceu em grande número. A condução da cerimônia contou com a dupla formada pelo renomado ator nacional Ricardo Tozzi e a poetisa e influenciadora Ester Havenna. Entre as autoridades presentes, a Governadora do Estado, Fátima Bezerra, e a renomada gestora cultural, professora e escritora potiguar com histórico de atuação em órgãos de cultura, Isaura Rosado. A XXII edição não apenas aplaudiu os vencedores das dez categorias técnicas avaliadas por uma curadoria especializada, mas também foi marcada por momentos de grande emoção com homenagens a personalidades que moldaram e continuam a inspirar a cultura potiguar. “Construímos a várias mãos uma noite dedicada ao grande valor da cultura potiguar. Foi uma festa dedicada ao Encontro de Gerações, celebrando o passado, o presente e o futuro da nossa arte”, destacou Tatiane Fernandes, diretora-geral do evento, após a cerimônia. Os destaques e homenageados da...

Bailinho Dentro da Noite une poesia, música e produção independente neste sábado

25/02/2026|

O Bailinho Dentro da Noite é uma edição especial do Sarau Dentro da Noite, que une poesia, música e produção independente em um encontro festivo, afetivo e coletivo. Em clima de celebração e carnaval, o Bailinho propõe uma noite onde a palavra dança, a música aquece e a cidade se reconhece em seus próprios gestos criativos. A programação acontecerá neste sábado (28), a partir das 18h, no Margem Hub (Rua da Sheelita, 59 – Lagoa Nova, Natal) e reúne os poetas Lanuk Nagibson, Gessyka Santos, Fernanda Cunha e Carito Cavalcanti, que conduzem a noite com suas leituras e performances, reafirmando a potência da poesia contemporânea produzida na cidade. Na pista, a DJ Carlota conduz um set de brasilidades voltado à quentura, à celebração, ao amor e às múltiplas possibilidades do carnaval, criando uma atmosfera onde poesia e dança se atravessam. O Bailinho conta ainda com uma feira criativa composta por produções artesanais e independentes de Munganga Edições, Caraminhola e Anny Rocha, reunindo fanzines de poesia, fotografia, prints, ímãs, adesivos, bandeiras e outras criações autorais. Haverá também uma banquinha especial dos poetas participantes, com venda de livros, zines e publicações independentes, fortalecendo a circulação da literatura local e a economia criativa....

De quando Ray Charles esteve no Nordeste

24/02/2026|

Não tenho fotos que comprovem. Talvez ainda reencontre o ingresso, guardado em alguma caixa antiga. Mas posso, sobretudo, render tributo a esse grande momento da minha vida escrevendo — em homenagem ao privilégio de termos visto, naquela sexta-feira de novembro de um longínquo 1990, um verdadeiro gênio. Todas as vezes que conto que assisti a um show de Ray Charles, as pessoas arregalam os olhos. Nunca havia escrito sobre esse episódio — sobre ter visto, de perto, uma lenda, um dos maiores gênios da arte do século XX. Foi em 30 de novembro de 1990, uma sexta-feira. Meu irmão Zizinho, grande apreciador de jazz e blues, instigou-me a pegar o carro e seguir até Recife, pela BR-101 ainda não duplicada. Ele havia comprado ingressos caríssimos para a apresentação do “Genius” — custavam algo em torno de 100 dólares cada, uma pequena fortuna para a época. Pegamos meu velho e valente Corcel II e seguimos viagem até a capital pernambucana. Hospedamo-nos na casa de parentes e, na noite do show, rumamos ao Teatro Guararapes, com capacidade para 2.400 pessoas. Mas, devido ao alto preço das entradas, havia cerca de 800 espectadores. Muitos nem sequer sabiam quem era aquele tal de Ray...

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