Antes é importante frisar: não tenho mais nenhuma participação no Troféu Cultura. Mas preciso defender a lisura do processo de votação. Circulam, sobretudo em grupos de literatura, críticas sobre a definição do Artista Destaque na Literatura para Diva Cunha e Constância Lima Duarte pela obra “Literatura do Rio Grande do Norte: Antologia”. Isso porque o Instituto Histórico e Geográfico do RN soltou matéria com o resultado quatro dias antes do anúncio oficial. E aí uma série de infelicidades ocorreu para isso. Primeiro, Diva Cunha informou à assessoria do IHGRN que receberia o troféu, sem qualquer informação sobre isso porque sequer o resultado – definido por uma comissão de jurados e não por votação popular, como se tem dito! – havia sido apurado. Talvez pelo fato de ter sido apenas convidada a comparecer à cerimônia, pensou que seria a vencedora de antemão. Outro indicado, o escritor Otávio Santigado chegou a informar à assessoria o erro da informação, que Diva apenas tinha sido uma das indicadas. Mas a assessoria não corrigiu e soltou a matéria antes do resultado. E por pura coincidência ela foi mesmo quem recebeu melhor pontuação dos jurados e recebeu o troféu. Então correu-se o boato de favorecimento ou vazamento de informações. Mas acredito piamente na lisura do processo conduzido pela produtora e diretora do Troféu, Tatiane Fernandes, que está injuriada com todo esse bafafá provocado por equívocos de Diva e da assessoria do Instituto.
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