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jaime hipolito dantas

Jaime Hipólito Dantas e Mossoró

Se tivéssemos de erigir um panteão em honra dos mais ilustres mossoroenses (natos e adotivos), na área cultural, não poderíamos deixar de incluir nele o jornalista e escritor Jaime Hipólito

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Espetáculo Meu Seridó volta à Casa da Ribeira nesta sexta e sábado

21/05/2018|

O sertão que vibra, pulsa e faz viver. O sertão das mulheres esquecidas e das mulheres que sonham. O não lugar, como escreveu Guimarães Rosa, o sertão que é seca e água, e é também o espaço da imensidão. Com fortes questões norteadoras, o espetáculo Meu Seridó traz a condição da mulher no sertão, a extinção do indígena em detrimento do boi e a desertificação, na luta diária pela sobrevivência como força bruta do ser. Como o próprio autor escreveu: “A nossa história acontece em algum lugar entre a realidade, o delírio e a nostalgia”. Idealizado pela atriz Titina Medeiros, com direção de César Ferrario, texto de Filipe Miguez (autor da novela Cheias de Charme) e grande elenco, Meu Seridó estreou em novembro de 2017, realizando uma circulação por oito bairros de Natal, além de uma temporada no TECESOL e sua estreia no palco no FICA (Festival Internacional da Casa da Ribeira). Acompanhada pelos atores Nara Kelly, Igor Fortunato, Caio Padilha – assinando também a trilha sonora – e Marcílio Amorim, Titina fez ao lado da equipe uma árdua pesquisa histórica, conduzidos pela historiadora Leusa Araújo, através de imersões no próprio Seridó. Natural de Acari, Titina sonhou com esse espetáculo...

Tem edição do Sarau Insurgências Poéticas nesta quarta com artistas LGBT

20/05/2018|

Na semana em que se luta contra a LGBTfobia no Brasil, o Sarau Insurgências Poéticas promove mais uma edição no Bardallos Comida e Arte neste quarta-feira (23), a partir das 19h. No dia 17 de maio de 1990 a OMS retirou a homossexualidade da lista de doenças psicológicas no Brasil. E nestes 28 anos seguintes algumas conquistas foram possíveis através da representatividade e da coragem em muitas esferas, inclusive na arte. No entanto, algumas lutas permanecem, o RN é considerado um dos estados mais violentos do Brasil para a existência de LGBTs, Natal é a 10ª cidade mais violenta para existência de LGBTs, a cada 19 horas uma lésbica, um gay, uma travesti, um transexual, um bissexual é brutalmente assassinado no país. “É sobre essas questões, é sobre resistir em tempos temerosos, é sobre dar pinta e mostrar com arte a nossa resistência. É o momento de VISIBILIZAR (nem que seja uma minúscula parte) da produção artística LGBT da cidade do Natal, seja na poesia (falada e escrita), na dança contemporânea, na música, na conversa que trazemos mais uma edição do nosso Sarau”, destaca o poeta e um dos idealizadores do evento, Thiago Medeiros. O Sarau Insurgências Poéticas junta sua...

Abertas inscrições para concurso de artes visuais e oficina Brainstorn

18/05/2018|

Estão abertas as inscrições para o concurso 6º Prêmio Ruy Pereira de Artes Visuais e para a Oficina visual Brainstorm, que acontecem no dia 8 de junho. As ações fazem parte do Ateliê a Céu Aberto, evento promovido pelo IFRN Cidade Alta, em comemoração ao Dia Nacional do Artista Plástico. O concurso é voltado para artistas, profissionais, alunos, aprendizes e demais interessados. O candidato pode concorrer com um único trabalho de tema livre. As produções artísticas têm início previsto para às 9h e finalização às 17h, com divulgação do resultado e premiação às 19h. O evento vai premiar cinco trabalhos, do primeiro ao quinto lugar. Os artistas classificados cedem os direitos de propriedade sobre as obras premiadas para comporem o acervo do Instituto Ruy Pereira. As inscrições presenciais são realizadas de segunda a sexta-feira, na Coordenação da Galeria de Arte, localizada na unidade da Rio Branco, das 10h às 13h e das 15h às 19h. Para realizar a inscrição via e-mail, o interessado deve encaminhar uma mensagem ao endereço at******************@***il.com contendo em anexo a Ficha de Inscrição (Anexo I do edital) preenchida e a cópia digitalizada do documento de identificação oficial com foto. O edital pode ser acessado clicando AQUI....

O descobrimento do Brasil foi no RN, mas não foi Cabral. Foi Vespúcio.

17/05/2018|

O descobridor do Brasil se chama Américo Vespúcio. Esteve na costa norte do hoje Rio Grande do Norte em 1499 e, em decorrência, Dom Manoel, rei de Portugal, fez questão de tê-lo na esquadra de 1501, enviada para o mesmo lugar onde ele estivera, que tinha por objetivo oficializar a posse da terra descoberta e dimensioná-la. Vespúcio era um navegador conduzido pela ciência e Dom Manoel sabia disso. E sabia que onde ele estivera em 1499 eram terras asseguradas a Portugal pelo Tratado de Tordesilhas, aquele que dividia o mundo entre Portugal e Espanha. E que dali, tomando rumo sul, em “derrota”, como chamavam, muita terra devia haver, como as registradas por Cabral em 1500. Foi nesta viagem de 1501 que Américo Vespúcio constatou tratar-se de um imenso continente as terras encontradas. Essa concepção mereceu tanta importância que deu ao Novo Mundo o nome de América. Não o homenageamos pelo simples quesito da nacionalidade não portuguesa. O Rio Grande do Norte deve-lhe um Memorial junto ao Marco (de Touros) no lugar onde foi chantado. Um memorial à importância dessa viagem. É o capítulo mais fascinante – e tétrico – do início do Brasil o relato deixado por Vespúcio da cena...

CURTINHAS: Novo diretor da FJA está definido

17/05/2018|

NOVO DIRETOR DA FJA É… Se este blog adiantou que o novo diretor geral da Fundação José Augusto seria indicado pelo vereador Raniere Barbosa, e o que jornalista e produtor Toinho Silveira teria negado o convite, o nome certo permanecia uma incógnita. Pois está praticamente oficializado o nome do produtor cultural Amaury Jr. para o cargo deixado pela professora Isaura Rosado. E mais: o que se cogita é que o novo diretor da pasta estadual da cultura chegará com equipe completa, sacando nomes experientes do órgão. De cá, não falo mais nada. A notícia merece tão somente uma nota. Mas boa sorte… a todos! NOVOS ARTICULISTAS Por aqui também temos novidade. Se o músico e professor Giancarlo Vieira estreou essa semana neste Papo Cultura a coluna Discos que Mudaram Minha Vida, amanhã é a vez do bardo jornalista, poeta e artista plástico Eduardo Alexandre colocar seus textos de cunho histórico e folclórico para engordar nosso time de bambas. MADA CONFIRMA MAIS DOIS Um dos mais importantes festivais indie pop do país comemora 20 anos em 2018 e está preparando uma grande festa! Com data marcada para os dias 12 e 13 de outubro, no estádio Arena das Dunas, em Natal-RN,...

Yrahn Barreto toca de graça neste domingo no Arena das Dunas

17/05/2018|

O cantor e compositor potiguar Yrahn Barreto será uma das atrações do ‘Domingo na Arena’ deste dia 20. O palco principal ainda receberá o espetáculo infantil ‘Bisteca & Bochechinha e Banda Brincantus’ e a turma da CarboFIT, com o balanço dançante da zumba. O evento realizado aos domingos, sempre a partir das 15h, ao lado sul da praça da arena multiuso, tem o apoio do Sistema FIERN e do projeto ‘Cultura na Praça’. A entrada é gratuita. A tarde e noite do domingo de lazer e entretenimento conta ainda com o mini-campeonato de beach tennis, promovido pelo Sesi Clube e quem tem conquistado cada vez mais adeptos em Natal. A equipe da Iron Taf Boot Camp e do BP Choque RN vai estar, mais uma vez, ministrando um treinamento de Boot Camp (para o aulão Boot Camp, é cobrada uma taxa de R$ 15 hora/aula por pessoa). Para a criançada também o espaço kids, carrinhos de aluguel e muito espaço para lazer e diversão, com brinquedos infláveis e pula-pula; e quem quiser aprender e se divertir com maquiagens artísticas poderá participar do projeto ‘Bora Pintar’, com a maquiadora Larissa Fontes. Os grupos 52º Grupo Escoteiro Henrique Castriciano e 64º Grupo...

SONHOS TORTOS: Ao passo

16/05/2018|

Ao passo Possa ser que suma, Que por mim de ti se esconda, Então que voe feito plumas Entre linhas, dentre ondas. Mesmo sem dizer que sim. É intenso assim, que amo viver. Sem ter certeza do que quero ter. Sem noção de onde será o fim.

Dia do Orgulho Nerd será celebrado durante uma semana em Natal

16/05/2018|

Cinema, literatura, games, história em quadrinhos, cosplay. Tudo isso e muito mais estará presente na comemoração Dia do Orgulho Nerd do Serviço Social do Comércio (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio. A Invasão Nerd deste ano está com uma super programação, que acontece de 21 a 29 de maio, na unidade Sesc Cidade Alta. Confira a programação completa clicando AQUI Nesta segunda edição do evento terá também o concurso “Dia da Toalha”, que acontece no dia 25 de maio, e as melhores fantasias concorrerão a prêmios. A programação também inclui oficina de construção de personagem para game com Michelle Ferret (24/05) e oficina de super poderes, com Neto Machado e Jorge Alencar (28 e 29/05). O espetáculo Desastro do projeto Palco Giratório também faz parte do evento e terá apresentação no domingo (27.05), com sessão às 17h, na Casa da Ribeira. Ao longo de toda a semana serão exibidos clássicos da Ficção Científica. A Mostra Sci-Fi trará obras-primas do gênero que abordam temas como viagens no espaço e no tempo, universos paralelos e vida extraterrestre, trazendo reflexões importantes para nossa vida atual. A relação do homem com a tecnologia e o impacto da ciência sobre os indivíduos e a sociedade...

Confere aí a canção Trans do novo álbum do TalmaeGadelha

16/05/2018|

A banda potiguar Talma&Gadelha acaba de lançar a música de trabalho do seu quarto álbum, o Marfim. A canção “Trans” foi composta por Simona Talma e Luiz Gadelha junto a dois convidados transgêneros, Eliza Cavalcante e Garu, que ajudaram a criar a letra sobre a realidade vivida pelas pessoas que não se identificam com o gênero convencionado pelo sexo de nascimento. Simona Talma comentou que o novo álbum está sendo produzido com ajuda de várias parcerias musicais. “Para o primeiro single, que aborda o assunto identidade de gênero, convidamos esses dois artistas transgêneros que nos mostraram seus pontos de vista, suas rotinas e dificuldades. Todo o disco terá esse caráter; é um projeto que envolve muitos artistas”, revelou a cantora. Marfim está sendo gravado no estúdio DoSol e é uma das ações da Incubadora DoSol, que tem a Talma&Gadelha como artista residente desde o início do grupo, em 2011. O disco tem previsão de lançamento para o começo do segundo semestre. Confira o lyric vídeo de Trans no Youtube Sobre o segundo álbum da banda e um pouquinho do primeiro, clique AQUI.

Um dia foi o biquíni e hoje é o Maiô e a liberdade moderna do TalmaeGadelha

16/05/2018|

No fim da década de 1940, Natal vivia um momento de aculturamento oriundo da presença norte-americana na cidade. Havia um clima de vanguarda; de pensamentos e atitudes ousados. E no verão de 1948, Leda Wanderley “causou” na capital potiguar ao desfilar com um inédito biquíni pelas areias da praia da Redinha. 65 anos depois e a vanguarda não se desgrudou de Natal. Nos próximos dias essa vocação à liberdade virá em novo formato, mais moderninho: um CD, com músicas para download gratuito na internet. Moderno? O nome do novo álbum do Talma&Gadelha se chama Maiô. Ora, Maiô é mais retrô do que o biquíni de Leda Wanderley nos cenários preto e branco da memória. É que a banda passeia entre esses dois universos – do antes e do tempo-hoje – com propriedade. Mas há que se concordar: o clamor pela liberdade atravessou esses 65 anos de maiôs, biquínis e nudez. Está em voga. E essa é a mensagem subliminar do novo e esperado álbum do quinteto potiguar – uma liberdade dos dias de hoje, relacionada à falta de afetividade. Primeira foto publicitária do novo álbum “Maiô está presente em uma das canções do disco. A música fala da vida corrida...

CURTINHAS: Show no Bardallos celebra música afrobrasileira e mais

16/05/2018|

ANCESTRALIDADE DA MÚSICA NEGRA Sábado, às 20h, o palco do Bardallos Comida & Arte se transformará num grande terreiro para celebrar a ancestralidade negra. As Irradiações Ancestrais da noite ficarão por conta de Marília Negra-Flor (FOTO), cantora e compositora, acompanhada dos batuqueiros/as e percussionistas Kleber Moreira, Ranah Duarte e Omar Sena, com o show autoral “Motubaxé, Motumbá”, que apresenta ritmos populares afro-brasileiros influenciados pela cultura afro religiosa. ANCESTRALIDADE DA MÚSICA NEGRA 2 Além de Marília e dos batuques, tem apresentação do trio “Agô”, composto por Felipe Nunes (voz e violão), Humberto Diógenes (Baixo) e Victor Paes (percussão) apresentando o show “África-Brasil” com canções autorais e clássicos da música brasileira com influências afro-ameríndias, tais como “Canto de Ossanha”, “Nem Ouro, Nem Prata”, “Reconvexo” e outras. A ideia do projeto Irradiações Ancestrais é fortalecer e divulgar a música negra potiguar, apresentando ao público artistas que fazem parte da cena cultural potiguar. A entrada colaborativa custará 10 reais. ROCK NO PORÃO Verdadeira nostalgia por-rockeira no Porão das Artes neste domingo, a partir das 13h. Isso se a banda Terrarzone for a mesma de décadas atrás, quando este blogueiro se dava conta que existia rock em Natal. E ainda na programação as bandas Perfect...

Ação Leitura 2018 traz Márcia Tiburi e programação mais extensa

16/05/2018|

A Ação Leitura 2018 está chegando. Um evento idealizado pela Editora e coletivo de escritores Jovens Escribas chega a mais uma edição com diversos patrocínios, parcerias e apoios. Na última edição realizada (2016), o público contemplado superou as 7.500 pessoas. Desta vez, a meta é passar das 10 mil pessoas. Para isso, o evento se estenderá muito além do mês de maio, sustentando um calendário de circulação por instituições de ensino que seguirá até o mês de setembro. O evento segue com a mesma metodologia e a premissa de anos anteriores, mantendo o objetivo de promover a leitura durante uma semana inteira por meio de uma mensagem simples e essencial: “ler pode ser muito divertido”. ESCOLAS MUNICIPAIS – ESTADUAIS – IFRNs – COLÉGIOS PRIVADOS O trabalho da Ação Leitura começa antes mesmo do encontro promovido entre estudantes e escritores. A equipe de produção articula com equipes de professores de várias escolas, o envio de textos dos autores convidados do evento. Com isso, professores de português e literatura trabalham textos dos escritores em salas de aula. Este trabalho prévio estimula um envolvimento muito maior de escolas e estudantes com a leitura dos autores com quem vão encontrar. MÉTODO DE TRABALHO A...

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