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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Inscrições abertas para concurso de cantores e cantoras em Natal

04/03/2017|

Uma espécie de The Voice potiguar abriu inscrição para a segunda edição. O ‘Solte a Voz’ é um concurso de cantores e cantoras que ano passado recebeu centenas de inscrições e um público numeroso em cada semana de eliminatória promovida na praça de alimentação do Norte Shopping. Assisti de perto à edição Kids, só para talentos mirins porque minha sobrinha concorreu, foi vice-campeã e posso afirmar: o nível dos participantes mirins foi bem alto, na proporção também da pressão sofrida. A torcida é barulhenta, a transmissão é ao vivo pela FM 96 e se sabe que é preciso mandar bem porque a concorrência está sempre no páreo com ótimas performances. Este ano as apresentações acontecerão todas as terças-feiras, às 20h, a partir do dia 4 de abril. O evento acontece mais uma vez em parceria com a rádio 96 FM. Os interessados, maiores de 16 anos, poderão se inscrever AQUI até o dia 19 de março. A lista dos 20 escolhidos estará disponível, no dia 22, no portal do empreendimento. Importante frisar: são apenas talentos individuais, sem permissão para duplas, trios ou bandas. Já há um grupo de músicos profissionais que acompanham cada concorrente. Os convocados se apresentarão nas semanas...

Veja como ser mediador de artes visuais da Galeria Sesc RN

03/03/2017|

O Sesc RN recebe, entre os dias 6 e 17 de março, currículos de interessados em ser mediadores em artes visuais da Galeria Sesc, localizada no Sesc Cidade Alta, em Natal. São ofertadas quatro vagas, sendo duas para o 1º e duas para o 2º semestre de 2017. Os currículos devem ser enviados ao e-mail cu***********@***il.com durante o período estipulado. Os selecionados receberão um auxílio de R$ 700 para cumprir a carga horária de 5h por dia, de segunda a sexta-feira. São disponibilizadas duas opções de horário: das 9h às 14h e das 14h às 19h. O mediador será o elo entre as exposições artísticas e o público visitante. Além de contextualizar o espectador, o profissional desenvolverá ações de arte-educação com o público, incluindo grupos escolares. A lista com os selecionados será divulgada dia 27/03 no site do Sesc RN, o www.sescrn.com.br. A Galeria Sesc é o único espaço cultural de Natal que conta com mediadores em arte visuais durante o período das exposições. Sobre a Galeria Sesc Em sua terceira edição, o projeto Galeria Sesc selecionou seis trabalhos de artistas potiguares para exposições no Sesc Cidade Alta, unidade localizada em Natal. Foram escolhidos para expor este ano entre março...

Vamos manter Aboca aberta porque a vida não basta

03/03/2017|

A campanha no Catarse para arrecadação de recursos e permanência de atividades no Aboca Cultural por mais dois anos não é apenas questão de sobrevivência de mais um espaço voltado às artes em Natal. O fim pelo qual foi criado exige uma reflexão maior. Por que um espaço de resistência a partir da arte independente de grupos de teatro e outras diversas manifestações artísticas agregadas suplica por recursos para se manter? A questão retrata um pouco do consumo de arte na capital potiguar cujas frases mais manjadas são de que aqui ninguém se dá muito mal ou que Natal não consagra nem desconsagra ninguém. Ou seja: a inércia reina na terra dos reis magos. Já comentei que a música potiguar só é consumida se vier num pacote bem embrulhado. O Festival Ribeira 360º mostrou isso. Várias bandas locais, boa estrutura e divulgação, público fiel da Ribeira. E a coisa bombou. O Teatro Riachuelo lota às quartas-feiras para concertos eruditos da Orquestra Sinfônica do RN. Mas é de graça. E é em shopping, onde o povo vê e quer ser visto. Não é pela boa música em si. Em resumo: o pacote Preço em Conta + Bom Produto + Divulgação/Marketing + Estrutura...

Festival reúne músicos potiguares em prol da castração de animais de rua

03/03/2017|

Mais do que o aniversário de três anos do FestivAU Miau, a maior comemoração é mesmo o número impressionante de quase sete mil felinos de rua castrados. Todos eles atendidos com a grana dos shows promovidos pelo evento e totalmente revertida para esse propósito. A 30ª edição do Festival acontece no próximo 11 de março (sábado). Depois de dois anos e oito meses promovido no Salão Nobre da AABB, o evento migra para o Beleza Bar, em Ponta Negra, de portas abertas aos talentos potiguares que fazem a festa e também abraçam a causa. Então, no outro sábado (11) estarão por lá, a partir das 14h, Samba e Cena, com participações de Dodora Cardoso, Nara Costa, Silvia Benigno, Silvana Martins, Diana Rafaelly, Jôsy Ribeiro, Laryssa Costa e Tânia Soares. Time de peso da música potiguar. O Festival é idealizado pela produtora Nilza Rebouças e conta com apoio de patrocinadores já renovados para edições durante todo esse ano, que investem na logística de som e equipamentos e nos cachês simbólicos dos artistas. O ingresso é R$ 10, como disse, todo revertido para a castração de animais de rua. Um evento de celebração regular da música potiguar, com vários artistas já integrados,...

CURTINHAS: Jam das Mina, Programação Remuin e Feira da Diversidade

03/03/2017|

PORÃO DAS ARTES Com as águas de março, a programação do Porão das Artes fica assim: já neste domingo tem Cidadão 193 a partir das 16h, com ingresso a R$ 10. E vejam só a programação para o domingo seguinte, dia 12. A 27ª Feira da Diversidade traz uma penca de coisa boa e tudo de graça. Programação artística/cultural a partir das 15h numa tarde dedicada às mulheres com o relançamento do livro “Cidadelas – vozes poéticas de 7 mulheres”, organizado por Cláudia Gazzola, recitais, show musical de Silvia Sol com Leonardo Costa (FOTO), Maíra Soares e Cibele Guedes + participação de Luan Bates e outros a confirmarem. Imperdível! RN/PB Todas as quartas-feiras do Ateliê estão dedicadas à música local, autoral e independente, em uma ação da Rede de Música Independente do Natal (Remuin) em parceria com o Ateliê Bar. Neste pós-carnaval, durante os meses de março e abril serão convidadas 8 bandas/grupos da Paraíba para compor a Noite Natalense dividindo o palco com artistas da terrinha! A primeira noite será dedicada à música eletrônica, com Pedras, Guilas e Bidu (PB), a partir das 20h. Entrada: R$ 20 inteira R$ 10 meia. Paga meia nas noites Remuin, estudante, professor, autônomo,...

Músico potiguar precisa do seu voto para se apresentar no Lollapalooza 2017

02/03/2017|

Um dos bons artistas da nova geração musical potiguar concorre a uma vaga no disputado Festival Lollapalooza 2017 – um dos maiores do país. Depois de os Camarones Orquestra Guitarrística no Rock in Rio e o Far From Alaska no próprio Lollapalooza ano passado, quem sabe o rapper Daniel GetUP não tem a chance? O processo é através de votação pública. Quem puder dar essa força basta clicar AQUI. Ao abrir a página você procura a imagem de Daniel do lado direito com os dizeres para logar pelo face. Você clica e, logo depois, volta à mesma imagem para votar. Simples. Eu já votei! A votação segue até às 23h59 desta sexta-feira. Daniel GetUP traz a proposta de rap com banda e apresenta um disco autêntico, orgânico e progressista, com letras inteligentes e envolventes que fustigam a mente para a reflexão sobre caráter e conduta. O disco ‘Caindo e Levantando’ mescla ritmos com versatilidade e apresenta mensagens positivas, metáforas fustigantes em batidas dançantes, além de questionamentos políticos e sociais. Daniel possui influências de Criolo, Gabriel o Pensador, Sublime, Charlie Brown Jr e Mato Seco. Com videoclipe na MTV e desenvoltura única e marcante no palco, Daniel GetUP tem quebrado barreiras...

Anderson Foca comenta 7 pontos cruciais para melhoria do carnaval de Natal

02/03/2017|

Por Anderson Foca Pelo segundo ano seguido passei o carnaval inteiro em Natal e foi muito legal em todos os aspectos. Vamos comentar algumas coisas e causos sempre no intuito de contribuir e melhorar (se é que alguém da prefeitura se importa com essas opiniões, mas vamos lá). 1. Sobre artistas e shows. Dessa vez vi pouquíssimos shows desses ditos “nacionais”, por um motivo só: eram os mesmos do ano passado e possivelmente serão os mesmos do ano que vem. Bangalafumenga, Antônio Nóbrega e Casuarina eram as exceções, mas devido ao meu roteiro momesco, não vi nenhum dos três. 2. Sobre a chamada pública Sobre a chamada pública da prefeitura pra artistas locais, o de sempre. Concentração em demasia de aprovados de uma ou duas produtoras, resultado e divulgação de quem toca muito em cima da festa e por aí vai. Essas chamadas públicas são coisa séria e quem tá a frente disso tem que ficar esperto para uma hora ou outra alguém embargar esses editais por falta de clareza nos resultados e até nos critérios de escolha. Dá para melhorar muito e dá para debater com a classe o que fazer. É bem fácil organizar isso. A prefeitura sempre...

CURTINHAS: Jorge Vercillo no Shopping, edital para audiovisual, MAPA, Beatles na Favela

02/03/2017|

SESI BIG BAND E JORGE VERCILLO O show da SESI BIG BAND convida Jorge Vercillo, que foi adiado em janeiro deste ano, está com nova data confirmada. A apresentação acontece no dia 25 de março, no estacionamento externo do Natal Shopping, a partir das 19h. O novo lote de ingressos apresenta os seguintes valores: R$ 40 pista e R$ 80 cadeira. Com relação aos ingressos adquiridos anteriormente, os mesmos terão validade, porém, mediante a substituição. Neste caso, tanto a compra como a troca, poderão ser feitas a partir da próxima terça-feira (07), na loja Romance Brazil do Natal Shopping. AUDIOVISUAL POTIGUAR NO XOPIS É hoje, quinta-feira pós folia! A Mostra Diversidade de Cinema de Natal será exibida no Espaço Cultural MAPA (3º piso do Midway, ao lado do Café São Braz). Serão duas sessões e entre elas haverá um bate-papo com os realizadores dos filmes. Na programação serão exibidos quatro audiovisuais: ‘Cuscuz Peitinho’, dirigido por Rodrigo Sena e Júlio Castro; ‘Ainda não lhe fiz uma Canção de Amor’, por Henrique Arruda; ‘Pedro’, por Pedro Borges; e a Web Série ‘Septo’, com Alice Carvalho. A partir das 18h, beleza? ZINE BARDALADO O poeta e agitador cultural Aluizio Mathias lançará na próxima...

CD de sambista potiguar será lançado próxima semana, mas já pode escutar agora

02/03/2017|

O “Todos os sambas” é o segundo álbum da artista e será lançado no dia 8 de março no Teatro Chico Daniel O disco pode ser baixado no site de Andiara Freitas e possui 11 faixas. Neste trabalho ela faz sua estreia como compositora e interpreta obras dos potiguares Anna Fernandez, Marieta Maia, Pedro Neto, Mário Lúcio, Vinícius Lins, Babal, Jubileu Filho, Filipe Toca e também de Marcinho Moreira (RJ), Arlindo Jr (SP), Christóvão Nascimento (RO), Kojak do Banjo (PB), Pedro Nascimento (PB), Marina Gomes (MG), Gabriel Goulart (MG), Ytalo Mota (PB), Cartolinha (PE) e Selma do Samba (PE). O álbum foi gravado no estúdio Beju entre os meses de março e abril de 2016 e teve a direção musical e arranjos do potiguar Jubileu Filho. O disco conta com participações de várias sambistas (Grazzi Brasil-SP, Andrea Nery-BA, Gerlane Lopes-PE e Dhi Ribeiro-GO) e também presta homenageia ao grupo potiguar Quarteto Linha. Sobre o nome do álbum, a artista detalha: “Ele foi sugerido pelo meu marido César Henrique após eu explicar a proposta do álbum que seria unir as várias nuances de samba e os amigos que fiz durante esses últimos anos”. O show de lançamento acontecerá na próxima quarta-feira,...

Projeto de intercâmbio entre artistas nordestinos leva Khrystal à Paraíba nesta sexta

01/03/2017|

Buscando sempre a valorização das mais diversas expressões artísticas e o intercâmbio entre os artistas paraibanos e nacionais, o Projeto Oito em Ponto traz mais surpresas em sua nova temporada. Na sua primeira edição do ano, apresentamos o show ‘Não deixe pra amanhã’, da cantora potiguar Khrystal, com participações especiais de Sandra Belê e Nathalia Bellar, e ainda, show de abertura de Wister. Será nesta próxima sexta, a partir das 20h, na Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa João Pessoa. Os ingressos antecipados estão sendo vendidos através do site Sympla ao preço de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). O Projeto Oito em Ponto passou a ser mensal a partir dessa temporada, sempre nas primeiras sextas de cada mês. Nas dez edições o grupo Qu4tro, também de Natal e com Khrystal entre os integrantes, participou do projeto. E segundo a produtora Anne Fernandes, a ideia é “receber outros potiguares e nordestinos”. Anne disse que está “analisando o material” já enviado. E olha a dica: quem quiser participar pode enviar seu material para a própria, que é a curadora do projeto: an*************@***il.com NÃO DEIXE PRA AMANHÃ Com a proposta de celebrar a vida, Khrystal – uma das artistas de...

10 perguntas sobre os 10 anos do Camarones Orquestra Guitarrística

01/03/2017|

Uma das bandas mais longevas do atual cenário musical potiguar completa este ano 10 anos e não faltam motivos para o Camarones Orquestra Guitarrística celebrar. Além do aniversário, o grupo está com o terceiro álbum Feeexta na praça e uma turnê de divulgação com dezenas de shows pela Europa com início nas próximas semanas. Então é bom aproveitar os dois shows do quarteto por aqui antes da tour. O primeiro acontece neste sábado, às 22h, no El Rock. E o segundo, no dia seguinte, no Som da Mata, por volta das 16h. Depois disso, nada programado senão shows em Portugal, Alemanha, etc. Para saber mais sobre essas novidades e a trajetória da banda, batemos um papo com o produtor e músico do Camarones, Anderson Foca e postamos mais abaixo um mini doc de 17 minutos sobre o processo de gravação do novo disco: 1) Como se deu a primeira conversa para formação da banda, da criação do nome? Desde o início a proposta foi a música instrumental ou isso chegou a ser discutido? Foi um processo engraçado. Eu tinha uma ideia de nome antes mesmo de ter a banda. No fim de 2007 reuni um grupo de jovens que estavam...

Meu carnaval de Natal ideal tem mais de 120 músicos locais e 4 nacionais

01/03/2017|

Já discriminei por aqui o valor do cachê recebido por cada artista convidado, os ditos nacionais. Os 10 artistas listados somam R$ 828,5 mil, afora Cavaleiros do Forró e Grafith. Então a cifra alcança quase R$ 1 milhão. Isso para shows divididos nos polos Ponta Negra, Redinha (Buiu e Crueiro), Petrópolis (Atheneu e Praça Pedro Velho) e Rocas (a Ribeira se volta às Escolas de Samba e Tribos de Índio. Foram 12 artistas convidados, pelo menos, e 44 via edital, sendo 34 para o palco dos polos e 10 para a Virada Carnavalesca. A aposta do carnaval multicultural foi escancaradamente em Ponta Negra. Este ano recebeu shows de Alceu Valença, Moraes Moreira, Margareth Menezes, Elba Ramalho e Antônio Nóbrega. E ainda a Virada Carnavalesca. Não à toa é o carnaval que mais cresceu nos últimos anos. É também uma visão estratégica visando o turista, mais concentrado naquela região, com mais facilidade do fluxo no trânsito, com mais opções de ruas e acesso. A Redinha – polo mais tradicional da cidade – é um congestionamento atrás do outro durante o horário de concentração e desfile dos blocos. As Rocas têm por tradição o samba e este ano, como nos anteriores, recebeu...

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