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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Jovens Escribas lança pacotes promocionais de livros incluindo o Leia Mulheres

08/03/2017|

Uma marca da Editora Jovens Escribas nestes 13 anos de atuação é criar oportunidades para divulgar a literatura de seus autores, promover bons livros e viabilizar comercialmente sua permanência no mercado através da participação em eventos e a elaboração de estratégias de vendas de livros. Neste início de 2017, a editora optou por oferecer ao público leitor a oportunidade de adquirir títulos em boa quantidade, economizando nos valores unitários das edições e podendo atualizar-se com a “Coleção Jovens Escribas” que muitos clientes fiéis têm feito no decorrer dos anos. “Percebemos que o público leitor é composto por um recorte relativamente pequeno da sociedade, mas em contrapartida são pessoas dedicadas ao hábito da leitura. Por isso, elaboramos pacotes promocionais a fim de atender a este público específico que está disposto a ler vários livros seguidos desde que sejam bons. De quebra, ainda podemos ajudar projetos de incentivo à leitura que acompanhamos e apoiamos”, comentou Carlos Fialho. Os pacotes podem ser adquiridos através da Loja Virtual da Jovens Escribas (AQUI) com entrega em domicílio gratuita ou encomendados presencialmente em eventos com a presença da editora como feiras ou lançamentos. PACOTE – RETROSPECTIVA 2016 – R$ 300 10 obras de ficção publicadas em...

Curiosidades da cidade de Martins e sua relação com Henrique Castriciano

07/03/2017|

por Manoel Onofre Jr. Situada no alto de uma serra paradisíaca, Martins tornou-se uma das principais cidades turísticas do interior do Estado. O seu potencial, como estância climática, vem sendo explorado, pouco a pouco. Mas, não só o frio e belas paisagens fazem o encanto de Martins. Velha cidade, outrora denominada Imperatriz, ela tem outras atrações, de interesse histórico e artístico, como, por exemplo, o Museu Demétrio Lemos, com uma extraordinária coleção de bustos e estatuetas em bronze, afora numerosas raridades bibliográficas doadas pelo coronel Demétrio, um benfeitor da terra. Não menos interessante, o Sobrado, construção de 1871, antiga residência do senador Almino Afonso, abriga atualmente o Museu Histórico e o Museu Arqueológico. Pouca gente sabe que, até as primeiras décadas do século XX, Martins era tida e havida como cidade-sanatório, “lugar pra héticos” (tísicos), no dizer do escritor Mário de Andrade, que a visitou em janeiro de 1929. Muitas pessoas acometidas de tuberculose iam para Martins em busca de cura nos ares serranos. Uma destas pessoas, o poeta e escritor Henrique Castriciano, ainda jovem, esteve lá, por volta de 1895. Em sua temporada na serra, segundo seu biógrafo, Câmara Cascudo, passeou pelos arredores a cavalo e a pé. E,...

Você pode assistir de graça um concerto com pianista alemão na UFRN

07/03/2017|

A Orquestra Sinfônica da UFRN abre a “Temporada Oficial 2017”. O concerto acontece no outro sábado (18) e mantém o projeto de internacionalização da OSUFRN com a participação especial do pianista alemão Markus Stange, fruto da parceria mantida nos últimos anos entre a UFRN e a Universidade de Karlsruhe – Alemanha. O evento começa às 20h e a entrada é gratuita. O maestro André Muniz conta que o público vai apreciar duas obras brasileiras e o “Concerto n.03 para piano e orquestra” do compositor húngaro Bela Bartók. Do repertório tupiniquim, o maestro destaca a abertura da ópera “O Guarani” de Carlos Gomes, popularmente conhecida através do tema do programa radiofônico “A Voz do Brasil”. O primeiro concerto marca também a estreia dos instrumentistas selecionados no início deste ano para “Temporada 2017”. É prática da Orquestra Sinfônica da UFRN fazer seleção para novos instrumentistas a cada início de temporada. Segundo André Muniz, a audição é a preparação dos alunos dos cursos técnicos, bacharelado e pós-graduação para o mercado. “Mantemos a qualidade sonora no mais alto nível, bem como preparamos nossos alunos para seleções existentes dos grandes conjuntos orquestrais”, afirma o maestro. O pianista Markus Stange atua a mais de 20 anos...

Você pode assistir de graça filme premiado que discute estupro e ética na Justiça

07/03/2017|

O propósito mor do projeto ‘América Latina no Cinema’ é nobre: promover maior aproximação cultural e política com os países co-irmãos da América Latina através da exibição de filmes e debates. Mas tem mais. A produção audiovisual potiguar também tem sido exibida. Já foram inúmeros curtas-metragens na esteira dos filmes da nossa latina América. Em resumo: um projeto de acesso gratuito, que mostra filmes pouco conhecidos e produzidos na América Latina e ignorados pela programação das grandes redes de cinema nacional, e ainda um meio de difusão do audiovisual potiguar. Ah, e mesmo sendo um projeto de extensão da UFRN realizado já desde 2012, a galera procura difundir o ‘América Latina no Cinema’ para além dos muros da UFRN, o que não deixa de ser papel da universidade. As sessões são mensais e acontecem no auditório da Biblioteca Central Zila Mamede, na própria UFRN, sempre ás 18h45. A data para exibição do filme deste mês será na próxima terça-feira (14). O filme escolhido deste mês foi ‘Paulina’ (2015), do diretor argentino Santiago Mitre. E o curta potiguar será o ‘Em Torno do Sol’ (2016), de Júlio Castro e Vlamir Cruz. O primeiro com 103 min e o curta com 12...

O curioso caso do espião nazista em Natal durante a Segunda Guerra Mundial

06/03/2017|

por Rostand Medeiros Muitos hoje desconhecem a importância estratégica do Brasil durante o maior conflito bélico da humanidade. Além de grande fornecedor de matérias primas e materiais de alto valor estratégico, o Brasil possuía alguns locais de extrema importância geográfica para uso da aviação e das forças navais, caso principalmente de Natal e Recife. Não é surpresa que antes mesmo da entrada do Brasil na conflagração, os nazistas já tinham olhos postos e muito atentos sobre o território nacional. Foi o Abwehr, uma organização de inteligência militar alemã que existiu entre 1920 a 1945, que cumpriu esta missão. O objetivo inicial da Abwehr era a defesa contra a espionagem estrangeira – um papel organizacional que mais tarde evoluiu consideravelmente, principalmente após a ascensão dos nazistas ao poder em 1933. Esta organização sempre esteve muito próxima ao Comando Supremo das Forças Armadas (Oberkommando der Wehrmacht – OKW) e do próprio Adolf Hitler, com seu quartel general em Berlim, adjacente aos escritórios do OKW. Quem comandou por nove anos a Abwehr foi o vice-almirante Wilhem Franz Canaris. Considerado até os dias atuais como uma verdadeira lenda e um dos indivíduos mais interessantes e misteriosos da história da Segunda Guerra Mundial. Canaris nasceu...

Peça que aborda realidade dos idosos em asilos reestreia neste sábado e domingo

06/03/2017|

O espetáculo “Sem Sal, Sem Açúcar” da Sociedade T volta em nova temporada na Aboca Cultural. Tendo estreado em novembro do ano passado, este solo de teatrodança surge das pesquisas de Moisés Ferreira sobre as corporalidades de idosos residentes em asilos e do seu avô Luiz Antônio. Corpos antigos que vão perdendo as memórias, as funções, a cama, o açúcar, os filhos, a casa, as articulações, a fala, o sal. Entre gestos que se repetem e que se perdem, encontramos rascunhos de um mundo reduzido, sem narrativas, apenas a presença de quem carrega o peso dos anos no coração, no fígado, nos rins, nos olhos. O espetáculo encerra a programação do evento “Diálogos Transversais” promovido pelo grupo que acontece entre 08 e 10 de março e conta com aulas-debates ministradas por Felipe Fagundes, Heloísa Sousa e Pablo Vieira que discutem sobre aspectos diversos da cena contemporânea e do fazer teatral em grupo. Sempre às 15h, cada aula custa R$ 10,00. Este projeto foi beneficiado pelo Fundo de Incentivo a Cultura de Natal – FIC 2015 e tem patrocínio da Unimed Natal. Serviço: Local: ABOCA Cultural Classificação Indicativa: 10 anos Ingresso: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia) Dias: 11 e...

CURTINHAS: Vagas no Instituto Waldemar de Almeida, Simona e Mirabô, Dosinho…

06/03/2017|

SIMONA E MIRABÔ O Bardallos mantém a excelente programação esta semana com shows de Mirabô e convidados, na sexta, e Simona Talma acompanhada de Zé Caxangá, no sábado, com o show Ficção. A partir das 20h. A lembrar que todas as quartas-feiras deste mês de março acontece a mais nova temporada do projeto Insurgências Poéticas, sempre às 19h. Para cada uma dessas programações, entrada de R$ 10. E nesta terça, de graça, acontece o lançamento do zine Liberdade Palavra Poesia, de Aluizio Mathias, com pocket show de Nelson Coêlho a partir das 19h. O zine custa R$ 12. All right? CONCURSO DOSINHO Final do Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas acontece nesta terça, 07 de março, durante a entrega do Prêmio Dosinho aos destaques do Carnaval 2017. Programação acontecerá no Sesc/RN da Cidade Alta, com entrada gratuita a partir das 19h, com apresentações do Grupo Folia de Rua, Músicos de Orquestras de Frevo e da bateria do G.R.E.S Balanço do Morro. Às 20h tem início a entrega das premiações aos destaques do carnaval em 2017 e final do Concurso de Marchinhas carnavalescas, quando Isaque Galvão fará homenagem a Dosinho. Em seguida, a premiação especial do Prêmio Dosinho para Jarita Night And...

História de um dos maiores atores do RN será exibido nesta sexta

06/03/2017|

O documentário de curta-metragem “Athayde” revisita vida e obra do ator natalense Fernando Athayde, que ultrapassou as divisas do Rio Grande do Norte para conquistar os palcos do Brasil. Roteirizado e dirigido pelo realizador audiovisual Paulo Dumaresq, a obra fílmica é uma produção independente, que lança luzes sobre a trajetória do artista, com depoimentos de familiares e amigos. Com o apoio do IFRN e da Cinemateca Potiguar, o curta será lançado no dia 10 de março, às 20 horas, no auditório do IFRN Cidade Alta. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 10 anos. Foram convidados e aceitaram participar do documentário a mãe Terezinha Costa e o irmão Fábio Henrique, além dos amigos Ana Cristina, produtores culturais Lula Belmont, Marcos Sá e Ricardo Nelson, dramaturgo Jobel Costa, atriz Kinha Costa, e o diretor teatral João Marcelino. No evento, serão exibidos, ainda, os curtas-metragens “Não faça silêncio” (preto & branco e cor, 11’, 2014), de Suerda Morais, e “Reformatório Krenak” (cor, 21’, 2016), de Rogério Corrêa. TRAJETÓRIA Fernando inicia a carreira no teatro natalense nos anos 1970, integrando a Companhia de Teatro Jesiel Figueiredo, onde atua na peça “O santo inquérito”, de Dias Gomes. Em seguida, transfere-se para...

Música potiguar chega às escolas de Natal por meio de campanha

06/03/2017|

A campanha “Música Potiguar – Nosso Som Tem Valor” lança nesta quarta-feira, dia 8 de março, o Programa “Música Potiguar na Escola” com a intenção de apresentar o trabalho dos artistas potiguares à nova geração, despertar para a valorização do talento desses profissionais e incentivar o acompanhamento de shows e espetáculos de nossos cantores e músicos. O “Música Potiguar na Escola” promoverá “pocket shows” regulares em escolas públicas e privadas por meio de parcerias a serem firmadas com a Green Point. Além disso, a temática do artista potiguar deve ser incorporada na proposta pedagógica das escolas sendo trabalhada nas salas de aula e a campanha “Música Potiguar – Nosso Som Tem Valor” deverá ser amplamente divulgada na comunidade escolar. Ao longo do ano outras parcerias poderão ser firmadas entre a Green Point e escolas públicas e particulares da cidade. A primeira escola a aderir à campanha foi o CEI Romualdo Galvão, que já incorpora em suas práticas escolares a temática e apresentações de artistas potiguares. O início do Programa “Música Potiguar na Escola” acontece na próxima quarta-feira, às 10h, com “pocket show” da banda Plutão Já Foi Planeta e participação da cantora Valéria Oliveira no Colégio CEI Romualdo Galvão. O...

O ‘Empodera’ discutirá estereótipo feminino com série de ações na Casa da Ribeira

06/03/2017|

Quarta-feira (08/02) é Dia Internacional da Mulher. Data que será lembrada em todo o mundo, inclusive por grupos de mulheres unidas a fim de jogar luz sobre um tema: a quebra de estereótipos relacionados ao feminino. Em Natal, uma das ações será o Empodera!, que contará com bate-papo, exposição fotográfica, intervenções artísticas e show da cantora Camila Masiso e convidadas. O evento começa às 18h, na Casa da Ribeira, com entrada gratuita. No espaço superior da Casa da Ribeira, o Empodera! terá bate-papo sobre temas como empoderamento a partir do ato de assumir o cabelo original, com Nalva Melo (Nalva Melo Café Salão) e Silvia Alves (coletivo Afra); e exibições de vídeos. Também acontecerão duas performances: numa delas, O Ser de Luana, a artista plástica Luana Cavalcante fará uma pintura no corpo de uma mulher ao vivo, chamando atenção para a questão da libertação do corpo e da beleza que habita em toda mulher. Além disso, a artista Marília Negra Flor (Mãe Preta Moda e Cultura Afro), fará turbantes em quem levar lenço, e ainda venderá suas peças. Na exposição fotográfica Corpo, Elisa Else traduz em imagens traços de relações afetivas, de memórias e propõe uma ressignificação do corpo feminino...

O ombro do garçon

05/03/2017|

Croniketa da Burakera #3, por Ruben G Nunes Pra entrar no climão bar-garçon-cotovêlo sugiro tomar antes um aperitivo musical dasantigas. Vamunessa??? Pois então dê um stop. E clic AQUI pra curtir o porretíssimo vídeo da Alcione, La Marron, com aquele vozeirão de putadivina, arrazando com Bar da Noite, música das madrugasvadias e dores-de-cotovêlo. “Garçom, se o telefone bater E se for pra mim…” Quero dizer, meus camaradas, que o garçon é uma das entidades pós-metafísicas que protegem as madrugadas, as buraqueiras e as safadezas do coração destrambelhado. Seguinte, meu santo: nessa trepidante civilização de bósons, mésons e mil partículas de deuses-uivantes, com quantos megabytes se mede a intensidade de um xifre? Há um xifre pior? Há um xifre mais manero? Há xifres amigáveis? Bom, a tecnociência ainda não chegou lá. Nas estruturas últimas das xifrâncias. Mas o xifre é virose universal, tá ligado? Encostou, pegou. Mas cada um é cada um. Xifres têm seus segredos, diversidades, mistérios e motéis particulares na tardemansa. Só sei é que desde que inventaram bares-e-garçons, pra cada xifre há sempre uma lentamadruga, uma penúltima dose, um último bar e aquele ombro-último do garçon amigo. [os puristas que esperneiem, mas é xifre-com-x mesmo; xifre-humano daquele que...

Músico potiguar leva show ao interior do Estado neste mês de março

05/03/2017|

O cantor/compositor Esso faz agora em março uma turnê pelo estado com o objetivo de plantar a ideia de uma circulação musical da produção autoral potiguar, alcançando um público além da capital. Batizado de C.I.M.A. – Circuito Itinerante de Música Autoral, o projeto quer abrir um maior intercâmbio entre os músicos do estado, atingindo também produtores e demais profissionais da área, apostando num formato mais autônomo de aproximação do público estadual com seus artistas, via processos coletivos que engajam, dinamizam e socializam através das redes de compartilhamentos e também das apresentações presenciais. Tomando como mote a poesia e a celebração do Dia Nacional da Poesia em março, o artista adotou o mês para viajar com a turnê do concerto-recital ‘Alma de Poeta’, homônimo do seu disco dedicado à poesia, e pega a estrada para visitar cidades como Santa Cruz (09), no Agreste, e Currais Novos (10), Caicó (11) e Cruzeta (12) no Seridó, além de outras que ainda estão sendo confirmadas. A viagem vai promover também a campanha de financiamento colaborativo da gravação de seu terceiro trabalho em estúdio, o CD Várzea da Caatinga, previsto para sair no segundo semestre. A campanha será lançada em pocket-show no Espaço Cultural MAPA...

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