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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Em Pipa desfila hoje um bloco liderado por mulheres, com gays, trans e “machos sem bloqueio”

01/03/2017|

Nada de cinzas na quarta-feira da Pipa. Ao contrário, a diversidade das cores marca o carnaval da praia com o desfile da Estação Primeira das Priquiteiras da Praia da Pipa. O bloco fundado por mulheres tem atraído gays, trans e “machos sem bloqueios”. Um bloco transgressor da heteronormatividade, conforme classifica a multiartista Civone Medeiros. E hoje, o mais antigo em atividade na Pipa, já com 17 anos de irreverência. A concentração dos foliões acontece às 15h na Praça do Pescador e segue em cortejo até o estacionamento puxado pela banda percussiva Pau e Lata. De lá ao Largo da Igreja São Sebastião e rumo à boate Calangos, quando volta à Praça do Pescador para o concurso à fantasia no encontro dos blocos do carnaval de Pipa. Tudo livre de cordões e totalmente aberto a quem deseja participar. “Um carnaval de rua imperdível, dessas ocupações urbanas divertidas e libertárias, ainda com espaço para dançar, livre de manipulação capitalista ou política, mantido na raça, criado por foliões que trabalham durante o carnaval. São vários blocos. Eu vou na Estação Primeira das Priquiteiras da Praia da Pipa este ano com uma Banda de Frevo e muita FechAção”, diz a alegre Civone. No Palco...

CURTINHAS: Concurso de arte urbana, Andiara Freitas, sugestões pro Carnaval 2018

28/02/2017|

CONCURSO DE ARTE URBANA A UnP abriu inscrições para o I Concurso de Arte Urbana e as seis melhores ideias serão executadas em um muro exclusivo na UnP. O período de inscrições segue até 21 de março. Os selecionados receberão tintas e sprays para darem vida aos seus projetos artísticos. A melhor arte (que será escolhida pelos jurados) ganhará uma viagem para São Paulo, o polo de Arte Urbana no Brasil, com tudo pago. Se bateu aquela curiosidade, olha os detalhes AQUI. NOVO DISCO DE ANDIARA FREITAS Artista que sempre abre espaço e divulgação para o samba potiguar, Andiara Freitas lança agora o seu próprio trabalho nesta quarta-feira. Seu segundo álbum “Todos os sambas” será apresentado no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, às 20h. Ingresso: R$ 10, no local. A moça estará mui bien acompanhada por Jubileu (direção musical e violão de 6 cordas), Arthur Canuto (violão de 7 cordas), Paulo Pereira (cavaquinho), Jane Eyre (flauta e sax), Aluizio Pereira (percussão), Toninho Melé (percussão) e Andrey Feitosa (percussão). MARGARETH MENEZES A baiana Margareth Menezes agradeceu a Natal ou à Prefeitura pelo alto cachê? Insisto: um único cachê desse pagaria mais 30 artistas locais. Que tal pelo menos diminuir o...

Confira a programação de hoje no Carnaval Multicultural de Parnamirim

28/02/2017|

Não é só Natal que tem seu multiculturalismo no carnaval. Parnamirim adotou a mesma alcunha, mas com o diferencial de uma programação apenas com artistas locais, montada pela Fundação Parnamirim de Cultura. Já passaram pelos palcos as bandas Dusouto, Rosa de Pedra, Nara Costa, Rodolfo Amaral, Luisa & Os Alquimistas, Luna Hessee muito mais. É possível! O Palco Praia fica nas proximidades da Barraca do Duca, em Pirangi do Norte. E o Palco São Sebastião, na Praça São Sebastião, também em Pirangi. PROGRAMAÇÃO PALCOS Palco Praia – O som que vem do mar 11h – Tânia Soares apresenta canções do saudoso compositor potiguar, Dosinho. 13h – Alphorria apresenta um show com o melhor do reggae potiguar. 15h – Plutão Já Foi Planeta apresenta o melhor do seu repertório indie pop. Palco Praça de São Sebastião 20h – Orquestra Metamorfose apresenta muito axé, swingueira e frevo. 22h – Orquestra Frevo do Chico, composta por 30 músicos e cheios de frevo e marchinhas clássicas. 00h – Isaque Galvão fecha a programação com show baseado em canções populares de carnaval.

Kenyan author Ngugi wa Thiong’o, Distinguished Professor of English and comparative literature at UC Irvine, is on the short list for the 2010 Nobel Prize in literature, for xxx(add phrase or blurb here from award announcement; 

Chancellor quote? Christine writing and getting approved quote).

Ngugi, whose name is pronounced “Googy” and means “work,” is a prolific writer of novels, plays, essays and children’s literature. Many of these have skewered the harsh sociopolitical conditions of post-Colonial Kenya, where he was born, imprisoned by the government and forced into exile.

His recent works have been among his most highly acclaimed and include what some consider his finest novel, “Murogi wa Kagogo” (“Wizard of the Crow”), a sweeping 2006 satire about globalization that he wrote in his native Gikuyu language. In his 2009 book “Something Torn & New: An African Renaissance,” Ngugi argues that a resurgence of African languages is necessary to the restoration of African wholeness.

“I use the novel form to explore issues of wealth, power and values in society and how their production and organization in society impinge on the quality of a people’s spiritual life,” he has said.

28/02/2017|

O queniano Ngũgĩ wa Thiong’o (pronunciado “ingugui uá tiongô), tem publicado no Brasil o romance “Um grão de trigo”, em 2014, pela Alfagara e, “Sombra em Tempo de Guerra”, em 2010, pela Biblioteca Azul, primeira parte de uma trilogia ainda não finalizada de memórias. Autor de novelas, peças teatrais, contos e ensaios, da crítica social à literatura infantil, estudou inglês na Universidade de Makerere, em Uganda, e é o fundador e editor da revista Mutiiri. Das obras escritas em inglês, estreou com o romance Weep not, Child (1964). Em 1977 escreveu uma peça com críticas políticas propondo a espontaneidade e a participação do público na execução da peça como possibilidade de libertar o processo teatral do “sistema geral de educação burguês”. A peça não teve boa acolhida pelo autoritário regime queniano e o autor passou mais de um ano na cadeia. Ainda na cela, escreveu no papel higiênico o romance Devil on the Cross. Desde então, passou a escrever no dialeto gĩkũyũ, da língua bantu, por não gostar de adotar como sua a língua colonial, afirmando que “as línguas africanas estão muito vivas, mas, se não as usamos para escrever, podemos levá-las à morte. Meu idioma é o gĩkũyũ, e...

Conheça toda a história de fundação do bloco Os Cão e do carnaval da Redinha

27/02/2017|

Este blogueiro tem um livro semipronto sobre a história da Redinha. E, claro, o carnaval é parte fundamental desse escrito. E dentro desse universo, o bloco Os Cão, que desfila nesta terça, é talvez o mais emblemático da “praia bonita”, como se referia Cascudo à Redinha. A história do carnaval em Natal só começou em 1877, ano em que foi encontrado o primeiro registro de uma movimentação carnavalesca, segundo o pesquisador Gutenberg Costa. Na praia da Redinha, somente nos idos da década de 1930, quando da chegada de seus veranistas, o primeiro “cordão” de carnaval – naquela época, os “blocos” eram chamados de cordões – passou pelos arruados de areia da praia. As ideias de criação dos blocos quase sempre fluíam nos alpendres das casas da costa marítima. Assim nasceu o bloco Chiquitas Bacanas, composta por homens vestidos em roupas femininas percorrendo as principais ruas da praia, ao som de músicas executadas por instrumentos percussivos e de sopro. O segundo bloco de veranistas e moradores da Redinha foi o Dois de Ouro, seguindo-se de Jacu no Pau. Na década de 1960, o carnavalesco Hélio Rocha marca época fazendo prévias, criando e financiando sua própria bandinha. Percorria ruas “assaltando” bares e...

Veja 5 blocos tradicionais de Natal para você curtir neste domingo

25/02/2017|

AS RAPARIGAS O bloco As Raparigas é dos mais tradicionais do polo carnavalesco mais tradicional: a Redinha. Surgiu 14 anos depois de Os Cão e já conta com 41 anos de fundação, desde 1976. E claro, com um nome desses o escracho não poderia deixar de ser a marca registrada da troça. Não são bem fantasias de homens vestidos de mulher e com certeza a “produção” das vestimentas deixa a desejar. E nisso reside a essência irreverente do bloco As Raparigas. A concentração dos foliões acontece na Praça do Cruzeiro, no torrente sol do meio dia. O percurso puxado por uma numerosa orquestra de frevo deságua no Nana Banana, onde a festa continua. AS KENGAS Se a produção dos disfarces no bloco As Raparigas da Redinha são no improviso, no bloco As Kengas a coisa muda de figura. A sofisticação das fantasias dá o tom, sem deixar o deboche de lado.. São 34 anos de presença alegre no Centro-Histórico. A partir das 16h toda área da praça Sete de Setembro será ocupada pelo bloco que terá a realização de seu tradicional Desfile que elege a Kenga do Ano, entre 50 candidatas. O desfile mais um ano será comandado e narrado...

Canção de músico seridoense é citada pelo poeta moçambicano Mia Couto

25/02/2017|

Um dos maiores poetas da língua portuguesa, Mia Couto postou em sua fanpage, com mais de 465 mil seguidores, a belíssima canção Amanhecerá, do poemúsico Wescley Gama em parceria com a poetisa Iara Maria Carvalho, ambos currais novenses. A postagem já vai com mais de 50 compartilhamentos. A música é um dos destaques do álbum Campos Grandes Reunidos, o terceiro lançado por Wescley, depois do “chuva estiagem água lampiões”, lançado em 2007 mais como um experimento poético, e do excelente Seridolendas. A canção é um dueto de vozes, entre o grave de Wescley e o contraponto agudo de Milena Carvalho, irmã de Iara. Fico à vontade para elogiar a música porque o fiz já publicamente à época do lançamento do disco e para o próprio Wescley, quando lhe contei da predileção da minha filha de 3 anos pela música quando ia à escola. Convidado para colaborar com o Prêmio Hangar, até inclui essa música entre as cinco mais bonitas do ano passado. Amanhecerá traz a essência do álbum Campos Grandes Reunidos, repleto de verdades universais emergidas de qualquer aldeia, perfeitamente captadas por qualquer alma minimamente sensível, apenas com o recheio das lembranças e vivências do compositor, filho da riqueza de...

Festival Dosol vai ser exibido para 11 milhões de pessoas na TV

24/02/2017|

No último post que escrevi falei dos momentos diferentes da cena musical potiguar dos anos 80 e deste novo século. Comentei que, embora nos dois cenários a qualidade da música autoral fosse boa, as chances de visibilidade eram bem distintas já que hoje há uma democratização na difusão da música nos meios digitais e uma crescente da música independente. E vejam a notícia quentinha de hoje, totalmente comungada com o que eu disse: um produtor de um dos canais mais legais da TV Paga, o Music Box Brazil acessou o canal Dosol TV no youtube, gostou do que viu – são 1077 vídeos de música hospedados lá – e lançou proposta ao coleguinha Anderson Foca para exibir um especial sobre o decano Festival Dosol. O Music Box Brazil tem mais de 11 milhões de assinantes e atingem praticamente todas as tvs por assinatura do país. É para essa galera que serão exibidos oito episódios do Festival, só nessa primeira leva. Há possibilidade ainda de expandir essa parceria, segundo Foca. E o primeiro programa do Festival Dosol estreia já nesta quarta-feira de cinzas na Music Box Brazil. Mas quem estiver de ressaca da folia momesca, não se preocupe. Vão ter várias...

Boneco gigante será apresentado hoje como símbolo do Carnaval de Natal

24/02/2017|

As secretarias de Cultura e de Serviços Urbanos entregam hoje à cidade do Natal o símbolo do Carnaval Multicultural que retrata nossa cultura e as tradições da folia potiguar. O boneco gigante Zérimum, criação do artista plástico Flávio Freitas, será levantado hoje às 18h em Ponta Negra. Zérimum tem 12 metros de altura e base de 3 metros. O boneco é um Galante do nosso Boi de Reis e carrega um instrumento de sopro desfilando alegria pela cidade. O boneco tem assinatura do mestre Gouveia, escultor e renomado criador dos bonecos do Carnaval de Olinda. Gouveia passou os últimos 15 dias em Natal trabalhando na obra que será entregue hoje à população como marco do Carnaval Multicultural. Trata-se de uma ação inédita e que inicia uma nova era na nossa folia, com personagens e tradições marcantes da nossa cultura popular. Para Dácio Galvão, secretário de Cultura de Natal, a criação do boneco é mais uma marca forte que o Carnaval passa a ter e um dos símbolos da nossa cultura. “Ele é muito representativo, criado por um artista nosso que é Flávio Freitas e feito por outro grande artista que é Gouveia de Olinda”, comentou. Para a entrega do Zérimum...

Veja 3 blocos inusitados que irão desfilar no Carnaval de Natal

24/02/2017|

Os Cão, As Kengas, As Raparigas? Não, o Carnaval de Natal tem mais irreverência e criatividade do que se imagina OS IMORTAIS Você pensa que os problemas deste Brasil varonil são esquecidos durante a folia de momo? Não para os bloco Os Imortais. Fundado pela Frente Potiguar em Defesa da Previdência, o bloco vai desfilar neste sábado pela primeira vez no Carnaval de Natal. A concentração está marcada para as 17h, na Praça do Gringos, em Ponta Negra, e promete misturar folia e protesto contra a Reforma da Previdência do governo Temer. A brincadeira é séria e já tem camisa, estandarte e será animada por uma orquestra de frevo. BLOCO DO GOIAMUM Tudo bem que carnaval permite você soltar a franga do jeito que gosta. Mas um bloco carnavalesco teve a ideia de “restringir” essa brincadeira ao imenso universo cinematográfico. Sim, a ideia é vir fantasiado de algum personagem da sétima arte. Pelo terceiro ano consecutivo o Bloco do Goiamum desfila assim no sábado de carnaval, pelas ruas de Ponta Negra. Este ano a concentração acontece no Bar dos Doidos, a partir das 15h. E já imaginou uma tropa do Star Trek protegendo o coringa do Batman, o Superman, uma...

Singularidade de uma Rapariga Loura

23/02/2017|

À luz dos pressupostos estéticos do Realismo, se faz necessário uma apreciação crítica do conto “Singularidade de uma Rapariga Loura”, de Eça de Queiroz, onde é possível apontar alguma moralidade embutida no desfecho do conto. “Os Marcarios eram uma antiga família, quase uma dinastia de comerciantes, que mantinham com uma severidade religiosa a sua velha tradição de honra e escrúpulos”. A Revolução Industrial, iniciada no século XVII, entra numa nova fase, caracterizada pela utilização do petróleo e o desenvolvimento do comércio. O protagonista trabalha em um armazém quando conhece a formosura de uma mulher loura. Essa nova sociedade serve de pano de fundo para esse conto de Eça de Queiroz, que pode gerar uma postura ideológica da realidade, preocupando-se com a verossimilhança no arranjo dos fatos selecionados, unificando, apontando numa direção. O autor expressa uma certa preferência por personagens populares e vulgares: um tradicional comerciante cego de amor por uma loura, cujo comportamento é condenável e moralmente delituoso. Na casa de Vilaça há uma descrição de uma reunião social burguesa, segundo os padrões do romantismo. Ideologicamente, o autor é visivelmente antimonárquico, assumindo uma defesa clara do ideal republicano. Nega a burguesia a partir da célula-mãe da sociedade: a família. A...

Escute de graça o que há de mais atual na música potiguar em 44 canções

23/02/2017|

A música potiguar vive seu melhor momento. Não sei se em qualidade, realmente eu precisaria mais conhecimento. Mas com certeza em quantidade e visibilidade. E a comparação recai diretamente à geração dos anos 80, com a profusão da música autoral potiguar na voz de tantos talentos. Foi nosso outro grande momento. Vejo uma explicação para isso. A música potiguar sempre esbarrou nas cercanias do Estado. Nossos vizinhos exportavam celebridades da música nacional. A Paraíba com Zé Ramalho e Elba Ramalho e na década de 90, Chico César. E a Turma do Ceará. E o Manguebeat. E o axé. E o reggae maranhense ou o samba de Alcione. A MPB do sergipano Djavan… E tínhamos qualidade tão boa ou até melhor do que a maioria deles. Quanto mais adentro a obra musical de Babal mais emputecido fico com a muralha potiguar. Pedro Mendes exala música pelos poros. E o Cantocalismo, e o Flor de Cactus. Canções com nosso jeito potiguar. Tínhamos uma identidade musical, sim. Mas passamos batido pelo brasileiro. Acontece que aquela década foi dominada pela indústria fonográfica, pelo jabá das rádios, pelo poder da mídia televisiva. E quem não estava no Chacrinha ou nos grandes centros, esquece. E assim...

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