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Coragem, mostra tua cara

Não era a leveza do radinho FM, nem a rebeldia tipo zona sul, tampouco o colorido da tv pré-MTV ou o último refrão da banda mais recente a subir ao

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Luan Bates por Clara Cortêz

14/02/2020|

O cantor potiguar Luan Bates lançará, na próxima sexta-feira (14), a versão alternativa de “Damned Poetry”, último single do álbum “The Morning Sun”. A canção estará disponível em todas as plataformas via streaming. Luan Bates faz parte do atual cenário efervescente de Natal, trazendo um som distinto em relação às demais bandas da cidade, com influências do rock da década de 1990, folk e country alternativo, mas mantendo a tradição natalense/potiguar de letras escritas em inglês. A canção do “Damned Poetry” tem forte influência de bandas como New Radicals, Stone Temple Pilots, Oasis e dentre outros artistas que foram sucessos nos anos 90. “Damned Poetry é, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre os desafios da vida e o desejo de enfrentá-los, e uma homenagem às inspirações que me fizeram escrever todo o disco”, disse o cantor. Luan já conta com dois EPs lançados sob outros codinomes: o homônimo Scangledcrow (2014) e o Guia Prático Contra o Bloqueio Criativo, sob o nome Tendre (2016). Ainda em 2016, Luan lançou seu primeiro EP “apropriadamente” solo, “Listen Up, Mates”, com três faixas que elaboram o início de uma autobiografia entre o final de sua adolescência e o início de sua vida adulta. Seu...

comunidade cigana

14/02/2020|

Fotografar comunidades em situação de risco tem sido sempre uma experiência ambígua: um compadecimento pelo sofrimento em que vivem e alguma esperança que emana do acolhimento que oferecem. A Comunidade Cigana de Tangará, cidade do Trairi potiguar, a 82 quilômetros de Natal, está assentada próxima às margens da BR 226 há cerca de dezoito anos. São aproximadamente 50 pessoas vivendo em uma pequena área destinada pela prefeitura local. Entre os moradores, que ocupam algumas casas e várias tendas, estão pessoas de todas as idades, mas especialmente crianças. A comunidade de origem Calon, ciganos conhecidos como “ibéricos”, prefere falar sobre o presente em lugar do passado.

Gileno Escóssia bloco das Kengas_baixa

14/02/2020|

O fotógrafo Gileno Escóssia será homenageado pelo bloco Só Tem Artista em 2020 promovendo a sua primeira exposição que somará ao encerramento da programação do bloco neste domingo junto com banda de frevo, Hélia Braga e Roda de Samba das Moças. A minimostra exibirá registros do fotógrafo em eventos carnavalescos como o desfile das Kengas, a Banda Independente da Ribeira e o Carnaval Multicultural de São Gonçalo do Amarante. “Acho muito legal o foco da pluralidade artística na região de Morro Branco e adjacências e fiquei muito lisonjeado com a homenagem”, comenta Gileno Escóssia. SOBRE GILENO ESCÓSSIA Gileno é fotógrafo, ex-bancário e nasceu em Mossoró/RN, mas mora em Natal desde a década de 60 e no bairro de Morro Branco há mais de 30 anos. Seu interesse pela fotografia surgiu há pouco mais de 10 anos inspirado por uma ex-namorada fotógrafa. Participou de diversos cursos e workshops de fotografia em Natal/RN e teve fotos selecionadas para mostras fotográficas produzidas pelo Duas Estúdio (Expo Contemporâneo) e Movimento Lumiar de Fotografia (Encontro Sertões). Suas referências de fotografia em Natal/RN são os professores Hugo Macedo, Henrique José, Elisa Elsie, Mariana do Vale e o fotógrafo e amigo João Maria Alves. Admira também o...

o corvo

13/02/2020|

A HQ INSONHO (roteiro, Leander Moura e arte, Cristal Moura) será lançada, neste sábado (15), das 10h às 15h, no Seburubu, Av. Deodoro da Fonseca, 307 – Cidade Alta, Natal. A obra teve seu pré-lançamento no Butantã Gibicon, e o primeiro lançamento oficial na CCXP 2019. INSONHO Sinopse Em um edifício vivem isolados uma mãe e seu filho pequeno. Eles não sabem, mas algo está à espreita no escuro. Às vezes, o horror só precisa de certas condições para se instalar. Depois, toma conta de uma frágil realidade. Mas o que é real? Seria apenas tudo um sonho ruim? Manipulação? A resposta pode trazer um gosto amargo. A publicação no gênero terror foi feita de forma independente. A obra tem formato 20 x 27 cm, 32 páginas em papel offset 90gª, capa cartão e grampeada. Na mesma ocasião também será lançada a HQ O Corvo, baseada no poema de Edgar Allan Poe, por Leander Moura. Meses atrás saiu uma edição de forma independente, e pouco depois ganhou uma publicação ampliada pela editora Diário Macabro, a qual teve lançamento em outubro, na Horror Expo 2019, e depois no 1ª Butantã Gibicon. A nova edição tem 42 páginas), papel couchê, grampeada e...

10 prévias carnavalescas gratuitas para você curtir de quinta a domingo

13/02/2020|

QUINTA (13) SUBMARINO AMARELO O Bloco do Submarino Amarelo realiza sua última prévia antes do desfile nesta quinta-feira, em frente ao espaço Letra & Música, na Av. Floriano Peixoto, 284, entre 18h e 21h. O Bloco foi a grande novidade do Carnaval, ganhando o Prêmio Dosinho como Revelação do Carnaval Multicultural de Natal em 2018. A super banda do bloco é formada por: Paulo Henrique (cantor), Fernando Suassuna (bateria), Paulo de Oliveira (contrabaixo), Roberto Taufic (guitarra), Eduardo Taufic (teclados), Ramon Gabriel (percussão), Fábio Isaac (saxofone), Isaque Ferreira (trombone), Sylas Henrique (trompete), Luiz Cláudio e Bárbara Mattiuci (vocais). Para garantir a animação, o bloco executa músicas clássicas dos Beatles, transformadas pela direção musical em ritmos comuns nos bailes de Carnaval, como a Marchinha, o Frevo, o Axé, o Samba, etc. O bloco, promete muita diversão para um público de todas as idades. MUITOS CARNAVAIS Os saudosos foliões já podem comemorar, o tradicional bloco Muitos Carnavais comemora seus 25 anos em grande estilo e agitará mais uma terça-feira de carnaval, 25 de fevereiro de 2020, no Polo Petrópolis, dentro da programação oficial do Carnaval de Natal. E pra iniciar a festança, nesta quinta, a partir das 19h30, acontecerá uma prévia com a...

piabas magras

13/02/2020|

Hoje acordei com o meu joelho direito doendo um pouco. Deve ser a chuva, que diz que vem e não vem, deve ser a idade, também… Contudo, eu acredito que o dito-cujo fique doendo mais quando estou sentado que quando estou fazendo coisas, pedalando, andando etc. Assim, como hoje não fosse preciso ir na rua nem para comprar o coentro (rss), peguei a bicicleta e fui dar uma pedalada até o sangradouro da Barragem ARG. Como disse outro dia, o sertão está começando a mudar de cor, depois das chuvas de janeiro e fevereiro, mas não está todo verde ainda. Já desde o dia daquela chuva boa, que rolou duas semanas atrás, eu tinha ficado com vontade de ir tomar um banho no “secret point”. Passaram-se os dias; choveu de novo, outra chuva boa, anteontem. E hoje fui. Antônio, pescador do Sítio Araras, chama o meu “secret point” de “Lagoa das Piabas Magras”. Trata-se de uma lagoazinha que se forma, às escondidas, entre os maciços de pedra que do sangradouro descem até o vale. Quando chove muito, se forma uma pequena queda de água bem bonita, que abastece a lagoa. O local é muito pouco frequentado porque o acesso não...

Somerset Maugham

13/02/2020|

Croniketa da Burakera #40, por Ruben G Nunes … espicha daqui, espicha dali… um trago longo no chopp espumante… então estaquei naquele trecho do livro “As Três Mulheres de Antibes”, 1936, de Somerset Maugham… e nele mergulhei… “nunca poderemos conhecer tudo o que esconde a natureza humana. Só se pode ter certeza de uma coisa: ela jamais deixará de reservar-nos uma surpresa”. Ruminando o texto, agora. Sormeset Maugham, escritor inglês, famoso em sua época, mas parece que pouco lido hoje. Ele próprio se considerava “um contador de histórias”, “um escritor de viagens” e “escritor de segunda fila”. Todavia, muitos de seus romances e contos foram adaptados para o teatro e cinema, como os filmes “Servidão Humana”, 1964 e  “O Fio da Navalha”, 1946. … peço o terceiro chopp ao garça – na faixa, véi, na faixa!… ruminando o texto, ainda… daí baixa poesia, teorias, musicálias, paixonálias, dor-de-cotô, o escambau… acabamos escrevendo-junto-com… e qualquer escriba revive nos nós-de-nós dentro de nós. A leitura de um texto é sempre um quase-morte-revivência do texto. É que nem picada d’abelha africana. Doi e coça. Um rolé daporra, cumpadi… Reinterpretamos o texto segundo nossas crenças, querências, gamâncias, idade, valores, sonhos, desejos, ideologias, esperanças. Como também recauchutamos...

Musical em homenagem a Dosinho acontece nesta quinta com acesso livre

13/02/2020|

O espetáculo é uma importante homenagem ao compositor Claudomiro Batista de Oliveira, (1926-2014), o nosso Dosinho, que se notabilizou no cenário carnavalesco como importante e criativo construtor de marchinhas gravadas por vários intérpretes brasileiros. Ele é a principal referência potiguar de marchinhas e carnaval de tradição. O patrocínio Prefeitura do Natal através do Fundo de Incentivo a Cultura – 2018 e apoio do IFRN – Campus da Cidade Alta, onde será realizado o musical, a partir das 17h30. O escritor e dramaturgo Junior Dalberto que assina texto e direção cênica concebeu um encontro de personagens folclóricos da cidade como Zé Areia, Embaixatriz do Brasil e Gardênia do Beco da Lama para brincar e reverenciar a obra de Dosinho. “É também uma valorização cultural de personagens icônicas, divertidas e reais que viveram de maneira inusitada e fora dos padrões “normais” de época na sociedade potiguar.” observa o diretor. Percebemos que este espírito de brincadeira influencia diretamente o jeito de ser dos brasileiros, e faz parte de sua formação cultural. No elenco experientes artistas dão vida aos personagens escolhidos: Eliene Albuquerque (Embaixatriz do Brasil), Ijailson Moreira (Palhaço), João Antônio Valle (Zé Areia), Jocélio Nunes (Gardênia) e a participação de Wecsley Mariano (Porta...

Evento reúne música, dança e audiovisual de artistas negros neste sábado em Natal

12/02/2020|

O evento Arte Negra na Terra dos Potiguares acontecerá neste sábado no Espaço A3 (Rua Frei Miguelinho, 99, Ribeira), das 18h às 21h. O objetivo da festa é evidenciar o trabalho de artistas negrxs e sua condição de existência na cidade de Natal. Para isso o evento contará em sua programação, com apresentações artísticas do espetáculo “Maré” do Coletivo Cida e do pocket show “Vira Lata” da Cantora Clara Pinheiro, além da exibição do documentário em curta-metragem “O Povo de Zumbi na Terra dos Potiguares” do diretor Sérgio Caetano e ainda uma mesa redonda com os artistas que compõem a programação, mediada pela produtora cultural Evelyn Santos de Sousa sobre a condição do artista negro na cidade de Natal. Em paralelo ao evento ocorrerá a Feira da Ancestralidade, onde serão vendidos turbantes, biojoias, objetos de arte e decoração de artistas negros. SERVIÇO Evento: Arte Negra na Terra dos Potiguares: Data: 15/02/2020 Horário: 18:00 às 21:00 Local: Espaço A3 (Rua Frei Miguelinho, 99, Ribeira) Ingressos: Antecipados: https://www.sympla.com.br/arte-negra-na-terra-dos-potiguares__769123 • Inteira: R$ 40,00 • Meia: R$ 20,00 Serão aceitos cartões de débito e crédito no dia do evento para a compra de ingressos. Informações: • Ardume Produções Artísticas (Felipe Fagundes): (84) 99402-7993 •...

Márcio-Benjamim

12/02/2020|

Márcio Benjamin, um dos maiores expoentes do terror nacional e potiguar, participará de um importante movimento literário internacional. Entre fevereiro e junho de 2020, mais de 70 romancistas, contistas, poetas, ensaístas e atores ligados ao mundo do livro latino-americano, norte-americano e europeu participarão da 7° edição do Printemps Littéraire Brésilien (Primavera Literária Brasileira) que acontecerá em cinco países europeus (França, Portugal, Itália, Alemanha e Bélgica) e em diversas cidades dos Estados Unidos. Primavera Literária Brasileira Debates, leituras, saraus literários, ateliês de escrita criativa e lançamentos de livros serão organizados em livrarias, centros culturais, espaços institucionais ou voltados ao ensino primário, secundário e universitário. A Primavera Literária Brasileira inscreve-se numa perspectiva pedagógica e se estende aos campos da promoção e divulgação da cultura e da literatura lusófonas. Trata-se de um encontro anual inicialmente idealizado para promover e ampliar a formação de estudantes em letras inscritos nos cursos de português em instituições de ensino. Desde a sua criação, em 2014, pelo professor Leonardo Tonus (Universidade de Sorbonne) o evento já se consolidou como um importante espaço de discussão literária, potencializando leituras e enriquecedoras experiências culturais em torno da língua portuguesa. O conjunto das atividades compreende uma comissão organizadora composta por diversos atores...

laryssa costa

12/02/2020|

O clima carnavalesco vai contagiar a praia de Ponta Negra neste sábado (15) com mais uma grande prévia do Bloco Bode Expiatório. O bloco que não espera o carnaval chegar para festejar está de volta com o tema: Defenda a causa indígena, trazendo grandes atrações. A cantora Laryssa Costa está preparando um repertório especial e cheio de novidades que promete agitar os foliões do bloco. A festa contará também com a Orquestra Dragões do Frevo, com a regente Galega do Sax. O esquenta da prévia começa às 15h no Querubinaz Beach Bar, na Avenida Erivan França, 1000 – Orla de Ponta Negra, e quem receberá as atrações será o cantor e compositor MagoDaSilva que interpretará o hino do bloco e comandará a comunicação da festa. “Estamos comemorando cinco anos de carnaval e preparando uma linda festa na orla de Ponta Negra, disponibilizando estacionamento próprio (limitado) e banheiros químicos para dar conforto ao nosso folião”, disse Jaime Dias, coordenador do bloco. O valor da entrada custa R$ 15 (antecipada) e R$ 20 (no local) e podem ser adquiridos na Cigarreira do Gil (Capim Macio), atrás da Universidade Estácio de Sá, de segunda a sexta-feira das 17h às 20h ou através do...

terraço do relógio

11/02/2020|

Nesta sexta-feira (14), acontece a 9ª prévia carnavalesca do Terraço do Relógio. Neste ano, o projeto cultural do Sesc RN, instituição do Sistema Fecomércio reúne o tradicional Bloco Carecas, Poetas, Bruxas e Lobisomens, que há 16 anos anima os foliões de Ponta Negra, e a Orquestra Freviação de Santa Cruz, em cortejo pelas ruas do Centro de Natal. A concentração será a partir das 17h30, na Praça do Estudante, com trajeto pelas ruas Ulisses Caldas, Câmara Cascudo em direção ao Sesc Cidade Alta. Ao chegar na unidade Sesc, os foliões serão recebidos com o show da potiguar Jaina Elne, às 19h, no espaço do Terraço do Relógio. O acesso é gratuito e o público pode vir fantasiado para entrar no clima festivo. Sobre o Terraço do Relógio Desde fevereiro de 2002, o Espaço Cultural Terraço do Relógio incentiva a cultura local, ao oferecer espaço para os artistas potiguares e possibilitar o surgimento de novos talentos. O projeto é realizado quinzenalmente, nas sextas-feiras, a partir das 19h e com acesso gratuito. A história do relógio e da balaustrada, ambos localizados no Terraço, remonta ao início do século XX. Em 1911, o governador em exercício, Alberto Maranhão, solicitou a elaboração de um...

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