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A realidade da Comunidade Cigana de Tangará em 10 imagens

Theo Alves14 de fevereiro de 2020Artes Visuais, Image

Fotografar comunidades em situação de risco tem sido sempre uma experiência ambígua: um compadecimento pelo sofrimento em que vivem e alguma esperança que emana do acolhimento que oferecem.

A Comunidade Cigana de Tangará, cidade do Trairi potiguar, a 82 quilômetros de Natal, está assentada próxima às margens da BR 226 há cerca de dezoito anos. São aproximadamente 50 pessoas vivendo em uma pequena área destinada pela prefeitura local.

Entre os moradores, que ocupam algumas casas e várias tendas, estão pessoas de todas as idades, mas especialmente crianças.

A comunidade de origem Calon, ciganos conhecidos como “ibéricos”, prefere falar sobre o presente em lugar do passado.

Sobre o autor

Theo Alves

Theo G. Alves nasceu em dezembro de 1980, em Natal, mas cresceu em Currais Novos e é radicado em Santa Cruz, cidades do interior potiguar. Escritor e fotógrafo, publicou os livros artesanais Loa de Pedra (poesia) e A Casa Miúda (contos), além de ter participado das coletâneas Tamborete (poesia) e Triacanto: Trilogia da Dor e Outras Mazelas. Em 2009 lançou seu Pequeno Manual Prático de Coisas Inúteis (poesia e contos); em 2015, A Máquina de Avessar os Dias (poesia), ambos pela Editora Flor do Sal. Em 2018, através da Editora Moinhos, publicou Doce Azedo Amaro (poesia). Como fotógrafo, dedica-se em especial à fotografia documental e de rua, tendo participado de exposições que discutiam relações de trabalho e a vida em comunidades das regiões Trairi e Seridó. Também ministra aulas de fotografia digital com aparelhos celulares em projetos de extensão do IFRN, onde é servidor.

COMMENTS

Ruben G Nunes
Ruben G Nunes

Theo-velho gostei muito das suas fotografias sobre os calóns de Tangará. Meu pai era calón português. Parabéns pelas imagens. Optchá!

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