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10 perguntas à escritora-poeta Jania Souza

A escritora-poeta natalense Jania Souza é também artista plástica e articuladora cultural. É sócia em entidades literárias nacionais e internacionais, laureada com reconhecimento literário no Brasil e exterior. Escreve literatura

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Renato-Carvalho

28/02/2020|

O Som da Mata deste domingo, às 16h30, no Anfiteatro Pau-Brasil contará com a presença do saxofonista Renato Carvalho com o seu show Afrolatinjazz. Em formato quarteto, Renato se apresenta ao lado dos músicos potiguares Daniel Ribeiro (contrabaixo), Eduardo Taufic (piano) e Ramon Gabriel (percussão). O concerto consiste em apresentar músicas autorais e grandes temas da música afro-latina. E na manhã do mesmo domingo, o Bosque Encena recebe a Companhia os Ladrões de Sorrisos, composta pelos palhaços Chaveirinho, Alfinete e Todynho com o espetáculo ‘Roubando Sorrisos`. A apresentação acontece às 10h, no mesmo Anfiteatro Pau-Brasil, no Parque das Dunas. A trupe segue a linha do circo clássico: números tradicionais, malabarismo, acrobacia, mágica e muita palhaçada são os ingredientes desta divertida apresentação.

isaura rosado

27/02/2020|

A professora Isaura Rosado assume mais um posto de comando na seara cultural nesta quinta-feira (27) quando assume a recriada secretaria municipal de Cultura de Mossoró. Ela substitui o arquiteto e produtor de eventos Eduardo Falcão, nomeado no início da gestão Rosalba Ciarlini. Isaura Rosado é, ao lado de Dácio Galvão, uma das gestoras mais longevas da cultura potiguar. Dirigiu a Fundação José Augusto nos governos de Wilma de Faria, Rosalba Ciarlini e de Robinson Faria (deixou o cargo em março de 2018 para se dedicar à campanha do sobrinho Betinho Rosado). Isaura também dirigiu a Funcarte no início deste século. Foi dela a ideia da criação do Auto de Natal.

caio padilha

27/02/2020|

Sobre o Show “De Fora à Fora”: Prestes a gravar o terceiro disco de sua trilogia poética, Caio Padilha apresenta o novo show “De Fora à Fora”. Um retrato de seu trabalho como compositor nos últimos dez anos. Dia 6 de março às 19h30 no Tecesol, em Natal, o músico potiguar apresentará um show identificado com a tradição voz e violão na MPB. Padilha parte do desejo de evocar tanto as imagens do nordeste brasileiro e sua cultura popular, quanto um repertório de canções inéditas que ficaram fora de sua discografia recente. Serão apresentados arranjos especiais para Curador de Rastros, Cena Silvestre, Olhos de Arribação, Cobra Metropolitana, Dindin de Tetê, e Candeeiro Acordeon. Um panorama geral do trabalho desse compositor peculiar circulando de Fora à Fora no Brasil contemporâneo, e para além das plataformas digitais. Será uma temporada única e imperdível que estreia em Natal no dia 6 de março e nas semanas seguintes chega até Recife, João Pessoa, Campina Grande, Fortaleza e São Luís! SOBRE CAIO PADILHA: Caio Padilha é ator, músico e compositor com 10 anos de carreira dentro e fora do Brasil, tendo recebido o Prêmio Culturas Populares Funarte (2012 e 2018). Lançou recentemente o segundo disco...

Poeta Xexeu - patrimônio vivo

27/02/2020|

As inscrições para o 3º Concurso Público do Registro do Patrimônio Vivo (RPV-RN), dirigido a mestres e mestras com significativa importância à cultura tradicional e popular do Rio Grande do Norte, estarão abertas a partir de 6 de abril. Os contemplados ganharão benefício de bolsas de incentivo financeiro pelo Governo do Estado. O regulamento do Concurso poderá ser obtido no portal eletrônico da Fundação José Augusto (FJA): /Editais /Editais Culturais/ Editais abertos. O RPV-RN tem por finalidade o apoio financeiro à preservação dos processos de criação, técnicas, modos de fazer e saberes da Cultura Tradicional e Popular do RN, mediante o desenvolvimento de ações, atividades e/ou projetos realizados por pessoas naturais ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Rio Grande do Norte, com atuação comprovada no Estado há mais de 20 anos. O edital irá contemplar quatro candidaturas, sendo duas pessoas naturais e duas pessoas jurídicas – na forma do Decreto Estadual nº 20.666, de 19 de agosto de 2008, modificado pelo Decreto Estadual n.º 21.193, de 16 de junho de 2009. As bolsas de incentivo financeiro serão pagas mensalmente pela Fundação José Augusto aos inscritos com base nos seguintes valores: Pessoa física: R$ 1.518,66 e; Pessoa Jurídica, sem fins lucrativos,...

festival mossoró

27/02/2020|

A cena da produção audiovisual potiguar tem ganhado força nos últimos anos com o crescimento no número de filmes produzidos por realizadores potiguares. Além disso, festivais de cinema começam a se espalhar pelo estado, inclusive em cidades do interior. Muito disso, através da força e dedicação de artistas e produtores independentes movidos por uma coisa em comum: a paixão pelo cinema. É com essa energia e vontade de fazer que um grupo de profissionais mossoroenses construiu a ideia do I Festival de Cinema Alternativo de Mossoró (FACIM). O festival acontecerá entre os dias 26 a 28 de março de 2020, na Estação das Artes Elizeu Ventania. Com uma programação totalmente gratuita, com mostras de filmes, workshops, oficinas e debates, o I FACIM constitui-se como um movimento alternativo e colaborativo que objetiva mobilizar a cena artístico-cultural regional. “É a realização de um sonho coletivo que quer trazer para a juventude mossoroense um espaço cultural e artístico, fomentando nas pessoas o interesse e vontade de contar histórias através do cinema”, comenta Plínio Sá, idealizador e coordenador geral do festival. As inscrições de filmes para participação nas mostras competitivas podem ser feitas clicando AQUI. O I FACIM conta com apoio da Universidade do...

A lição do carnaval

27/02/2020|

As ruas estão cheias. Onde chove ou onde não chove. Em todas as cidades a festa do povo derrete em cinzas a máscara da hipocrisia. O Brasil tem tão poucos evangélicos assim? Pergunto por que com tantas igrejas fanáticas, vendendo milagres, era de se esperar um país recolhido ao retiro. (aqui, excluo da crítica os evangélicos luteranos, das igrejas protestantes que merecem meu respeito, trato das “igrejas” empresas da picaretagem dos Malafaias, Edir Macedo, Romildo Soares, Valdomiro e et caterva.) Mentiram. Tem retiro nenhum. Ou “evangélicos” de mentira no meio da esbórnia. Onde estão os evangélicos do poder? Farreando nos escombros. Quantos blocos ou movimentações de ruas são movidos por “artistas” vinculados ao fascismo? Ou ao humor? Quantos? Nenhum. Por quê? Porque o fascismo não tem graça. É uma nojeira fantasiada de ordem, de sossego, de união. Sem ordem legal, sem sossego pessoal, sem união social. Isso é o fascismo.

bode expiatório

20/02/2020|

O carnaval de Ponta Negra começa nesta sexta-feira (21) e quem abre os festejos é o Bode Expiatório. A orquestra do bloco, composta de 40 músicos, levará o público para o show de Alceu Valença pelas ruas do bairro até chegar ao palco principal. Em sua 5a edição, o bloco explora a temática “Em defesa da causa indígena”, apresentando na avenida uma orquestra de metais e percussâo, sob a regência do maestro Mateus Daniel. “Estamos felizes com a evolução do bloco. Começamos na avenida com 13 componentes, depois 26, e agora contratamos, através de seleção pública no edital da FUNCARTE, uma orquestra com 40 músicos. Isso só mostra que o grupo do Bode Expiatório está no caminho certo para fazer história no carnaval da cidade”, disse Henrique Cavalcanti, coordenador do bloco. A concentração está marcada para começar às 17h horas e terá a presença da Bateria da Escola de Samba Acadêmicos do Morro com suas passistas, em frente ao estacionamento do Praia Shopping, na avenida Praia de Ponta Negra. A previsão de saída é às 19h30 em direção ao palco no qual o cantor pernambucano Alceu Valença vai fazer seu show.

Cellina Muniz lança hoje romance sobre jornalista na 2ª Guerra

19/02/2020|

A escritora Cellina Muniz lança, nesta quarta-feira (19) seu primeiro romance, após publicação de uma trilogia de contos. O livro “O Bombo: guerra e paz em Natal. 1945” pode ser comprado e autografado pela autora a partir das 18h no Bardallos Comida e Arte, com acesso livre. Trata-se de uma narrativa meio ficção, meio não: a história de um jornalista/escritor/boêmio que queria lançar em Natal seu jornal de humor no tempo em que a cidade estava ocupada pelos americanos na Segunda Guerra. O anti-herói dessa história tem mil jeitos de se nomear: sua mãe o batizou José Fagundes. Nas colunas de humor ele assinava Zé do Frevo. Suas amizades e credores o chamavam de Fafá. E a narradora o conhecia por José. Ele era jovem, lia e escrevia, amava a cidade e tinha fé na vida, apesar de seu amor secreto gostar de outro, um tal de Johnatan, mais um “galado” gringo que circulava entre a Ribeira e Parnamirim em meados dos anos de 1940. Esta é a história de José, que com seu grande amigo Chico sonhou um dia em editar o “O Bombo”. Este primeiro romance de Cellina Muniz conta então as (des)aventuras de Zé do Frevo para...

FREVO_SergioBernardo_PCR

18/02/2020|

“Pernambuco tem uma dança que nenhuma terra tem” Estes versinhos bem expressam a pernambucanidade do frevo. O legítimo, só made in Recife. Foi aí, que, no começo do século XX, ele nasceu, filho do maxixe e da habanera, segundo alguns estudiosos. Num excelente ensaio, já clássico, Valdemar de Oliveira, estudando as fontes do mais carnavalesco dos gêneros musicais, esclarece: “Recuando-se (…) de uma geração para outra – de pais, a avós, bisavós, trisavós, compreende-se a dificuldade em conceituar, rigorosamente, a origem do frevo, isto é, em abrir caminho na terra do Tempo para descobrir-se até onde vão suas radículas. De começo, é claro, não era maxixe, nem polca, nem quadrilha, nem dobrado ou modinha, e era tudo isso, no fim de contas, em solução perfeita.” (“Frevo, Capoeira e Passo” – 1971, pág. 33). Música popular (mas não folclórica) e forma de dança, o frevo, talvez a mais engenhosa expressão musical brasileira, ficou meio enjeitado. Perdeu terreno para o samba e a marchinha, por causa de sua regionalidade e do seu caráter estritamente carnavalesco.  Só nos últimos anos tem obtido maior difusão nacional, e é executado com mais frequência fora dos dias de Momo. Compositores como Alceu Valença e Morais Moreira...

racine santos

14/02/2020|

A Academia Norte-Rio-Grandense de Letras (ALRN) declarou vaga a Cadeira 16 da instituição. Dessa forma estão abertas inscrições pelo prazo de 60 dias, a partir da publicação, no último dia 11, aos candidatos que se sentirem habilitados a ocupar o posto, puderem realizar sua inscrição. Para tal, basta apresentar currículo atualizado e exemplares de suas obras publicados em formato de livro individual. A Cadeira 16 da ANLR tem como patrono o médico Segundo Wanderley. O fundador da cadeira foi o poeta Francisco Palma. E os ocupantes, até o momento, foram o professor Rômulo Wanderley, a poeta assuense Maria Eugênia Montenegro e, por último, o advogado Eider Furtado. Por enquanto, dois nomes prometem a disputa: o advogado Armando Holanda, e o dramaturgo e poeta Racine Santos. Racine, macaibense, tem longa trajetória de militância no teatro e na literatura. Ano passado lançou novo romance “…De susto, de bala ou vício”. Armando Holanda é mineiro, ex-presidente da OAB/RN e tem dois livros publicados de sua autoria na área do direito. Como se sabe, a Academia é formada por 40 nomes. Neste post AQUI, eu sugeri outros 40 nomes, afora os já nomeados imortais. E nesta lista já consta o nome de Racine. Sem dúvida, um intelectual...

Pastoril do Boi de Reis da Associação Cultural do Bom Pastor. Crédito Canindé Soares

14/02/2020|

Sete grupos culturais serão as grandes atrações do cortejo do bloco Se Parar Eu Caio, terça-feira (18) do Largo do Atheneu ao Clube de Rádio Amadores. São elas: Boi de Reis Bom Pastoril, Pastoril do Bom Pastor, Boi de Reis Mestre Manoel Marinheiro, Araruna, Cia Circo Ladrões do Sorriso, Cia All Hanna Dança do ventre e Trupe de Pernas pro Ar. Assim será a largada para a 6ª edição do bloco “Se Parar Eu Caio”, cujas as vendas do último lote de camisetas ocorre na Aerotur (Rua Apodi, 583 – Tirol, 3220-2999). A concentração do bloco será a partir das 17h, no Largo do Atheneu, com apresentação de Leandro (O Homem banda). O trio pranchão com o Frevo do Xico levará os foliões pelas ruas do bairro de Petrópolis até o Clube de Radioamadores para os shows de Márcia Freire e Banda Rojão. Márcia Freire foi vocalista durante 13 anos da banda Cheiro de Amor e tem muito folião na expectativa de reviver os tempos bons do Caju com Sal que este ano comemora 30 anos. Emplacou diversas músicas na banda entre elas: “Auê”, “Rebentão”, “Canto ao Pescador”, “É O Ouro”, “Doce Obsessão”, “Lero-Lero”, “Pureza da Paixão”, “Vermelho”, o Hino...

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