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Nelson Patriota: um amigo dos livros

Conheci o escritor Nelson Patriota há longos anos, e com ele sempre mantive laços de amizade e afinidades intelectuais. Éramos companheiros de geração, com os olhos voltados, teimosamente, para a

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caçadores de micróbios

Caçadores de Micróbios

Caçadores de Micróbios é o título do principal livro do norte-americano Paul de Kruif (1890-1971), no qual aborda as vidas de figuras famosas que se devotaram ao estudo e à

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Artista paraense, paraibana e potiguar juntos em show neste sábado em Ponta Negra

11/02/2020|

Criar conexões entre bandas e músicos de estados diferentes, através de iniciativas totalmente independentes, Carol Carvalho, produtora cultural, responsável pela Dale! Produções Culturais, traz AÍLA, paraense que vem pra fazer sua primeira apresentação no RN em turnê com o show “Treme Terra”, junto com o Haxixe Xavier, projeto musical criado em João Pessoa-PB pelos músicos Pedro Regada (Sanfona, Beats e Teclado) e Thiago Xavier (Composições e Voz) que teve seu último álbum lançado há menos de 1 ano – o “HxxX Vol.2”, além de BEX, compositora, beatmaker, cantora e produtora musical que vive em Natal e que fará show do seu novo disco “Clocking Days”. Além de promover uma ligação entre estes artistas e músicos que fazem parte de produção musical contemporânea e proporcionar ao público a apreciação da cena da música autoral realizada em âmbito nacional, o evento promete não deixar ninguém parado, aquecendo as prévias carnavalescas da cidade de Natal. Os shows acontecem neste sábado (15), no Frontstage Music Bar, localizado no bairro de Ponta Negra. AÍLA >>> TREME TERRA <<< Aíla é um dos principais nomes do novo pop brasileiro. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém do Pará, no Norte do país, a artista traz falas...

Escola de Música abre vagas gratuitas para cursos de música

11/02/2020|

A Escola de Música da UFRN divulga os primeiros cursos de extensão que serão ministrados no semestre letivo 2020.1. As inscrições estarão disponíveis somente a partir do dia 17 de fevereiro. Ao todo serão oferecidas 39 vagas para os instrumentos Clarinete, Saxofone, Fagote, Trompete e Flauta Doce. Os cursos são destinados a crianças, jovens e adultos (é preciso estar atento aos pré-requisitos). A inscrição deve ser realizada via Sigaa. Abaixo disponibilizamos um passo a passo sobre como se cadastrar no Sigaa e realizar a sua inscrição. PASSO A PASSO PARA INSCRIÇÃO VIA SIGAA 1 – Entre no site clicando AQUI; 2 – Na coluna da esquerda, clique em extensão; 3 – No painel do meio, você vai clicar em “acesso à área de inscritos em cursos e eventos”; 4 – Se for a sua primeira vez na página, clique em ainda não possuo cadastro e preencha os seus dados; 5 – Uma vez cadastrado, preencha o seu login e senha; 6 – Essa é a sua página. Na coluna esquerda, clique em “cursos e eventos abertos” 7 – Os cursos e eventos abertos vão aparecer em uma lista, você pode filtrá-la para ver apenas os cursos de 2020; 8 –...

Bloco infantil Pipoca e Picolé agita Arena das Dunas neste domingo

11/02/2020|

No próximo domingo (16 de fevereiro) a segunda edição do bloco infantil Pipoca & Picolé agita a criançada na rua projetada ao lado da Arena das Dunas. A entrada é gratuita, e a programação é para toda a família, então é só caprichar na fantasia e levar a sua alegria. A concentração será a partir das 15h com o Camarim Kids (Fábrica das Maravilhas) e a bandinha de frevo e fanfarra Clarin Kids; Em seguida o Trenzinho da Folia traz os personagens que estão no coração das crianças, e a bordo do trio pranchão a cantora Jaina Elne vai puxar os pequenos foliões em clima de clássicos do carnaval e da trilha sonora infantil. Na sequência O Pipoca & Picolé integra a programação do Domingo na Arena, projeto consolidado nos domingos da capital potiguar, e a festa seguirá com a animação da dupla de palhaços Bisteca e Bochechinha e da Banda Brincantos, além dos pocket shows Patrulha Canina e PJ Masks. A programação contará com toda a estrutura de segurança, praça de alimentação e promete ser uma excelente e divertida opção de lazer para mamães, papais e os pequenos que já querem fazer parte da folia. O bloco Pipoca e...

memorial câmara cascudo

10/02/2020|

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Fundação José Augusto e o Instituto Neoenergia, braço de atuação social do grupo controlador da Cosern, entregam nesta quinta-feira (13), a partir das 19h, a nova iluminação cultural do Memorial Câmara Cascudo, no Centro Histórico de Natal. Durante a entrega da nova iluminação, o público também poderá apreciar, já a partir das 18h, de apresentações do projeto Conexão Felipe Camarão, do espetáculo “Quintal de Luis”, do grupo Estação de Teatro, contando a vida do folclorista, e da inauguração do Largo Gumercindo Saraiva, espaço localizado no quintal do edifício onde serão realizados saraus e pequenas apresentações teatrais sob responsabilidade da FJA. As apresentações serão abertas ao público. A nova iluminação do Memorial é composta por 53 refletores que utilizam lâmpadas de LED para iluminar a estátua de Câmara Cascudo e a fachada do prédio histórico. O sistema é todo automatizado e, por meio de sensores, as lâmpadas são acesas e apagadas de acordo com a iluminação natural na região. A estimativa é que esse novo sistema de iluminação utilizando lâmpadas LED e sensores automáticos, comparado com os tradicionais (que utilizam as chamadas lâmpadas de descarga e são acionados manualmente)...

lula belmont

10/02/2020|

Oi Amor!!!! Quem não lembra desse bordão que marcou o rádio potiguar na voz da eterna Danusa D’Salles? A legendária drag queen potiguar, que faleceu ano passado aos 64 anos, será a homenageada do 37º ano de folia das Kengas. A abertura dos festejos ocorre neste domingo (16) com a tradicional Feijoada-baile no Solar Bela Vista a partir do meio-dia. “Fico muito feliz em celebrar esses 37 anos homenageando uma pessoa como foi a grande Danusa D’Salles, que deu brilho nos anos 90 à cidade do Sol com seu programa na rádio gritando o seu bordão: OI AMOR. Viva Danusa. Viva as Kengas!”, comenta Lula Belmont, idealizador das Kengas. A Feijoada-baile vai contar com show do Arquivo Vivo fazendo a apresentação oficial das madrinhas, além de Dani Cruz, Dodora Cardoso e Laryssa Costa e participação especial de Júnior Santos. O evento vai contar também com música eletrônica com KQTUS Duo Music. As camisetas estão sendo vendidas a R$ 50 reais no Bardallos Comida e Arte, localizado na Rua Gonçalves Lêdo -671 – Centro Histórico. Telefones: 3211-8589 e 98826-3889. A arte da camiseta é assinada pelo artista Filipe Marcus. O evento também contará com o Concurso Desfile para a escolha da...

Dias Felizes - Foto Luana Tayze

10/02/2020|

A Caboré Audiovisual promove, nesta sexta-feira (14), no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, o pré-lançamento do curta-metragem “Dias Felizes”. O novo filme do coletivo foi escrito e dirigido por André Santos, e filmado em Natal durante o mês de julho de 2019. Na ocasião, haverá ainda a exibição dos curtas-metragens convidados: “Tingo Lingo” (dir. Wallace Santos), “Quando as Coisas se Desmancham” (dir. Aristeu Araújo) e “Em Reforma” (dir. Diana Coelho). SOBRE OS FILMES: DIAS FELIZES | Dir. André Santos | Produtora: Caboré Audiovisual Guilherme é uma criança de 11 anos que é constantemente lembrada pelos adultos ao seu redor de suas obrigações escolares. Com a presença da figura opressora do seu pai, Guilherme presencia situações indevidas para a sua idade. Ainda assim, ele mostra a sua força e encontra em amigos e brincadeiras uma forma de lidar com as adversidades da vida. TINGO LINGO | Dir. Wallace Santos | Produtora: Casa da Praia Filmes Vitôr, Eliélson e Valtinho são três vendedores de cavaco chinês que transitam separadamente entre os cenários rural, litorâneo e urbano, percorrendo distâncias a pé mas na companhia do característico triângulo, que anuncia com sonoridade inconfundível a chegada do biscoito doce. As longas andanças propiciam encontros,...

francois_silvestre

10/02/2020|

por Tácito Costa Não poderia haver momento mais oportuno do que o atual para a reedição de “A pátria não é ninguém”, do escritor François Silvestre. Não apenas porque o livro está esgotado e tenha intrínseca qualidade, mas, sobretudo, devido a tenebrosa conjuntura política brasileira, que faz com que tudo ganhe assustadora urgência. A primeira edição veio a lume em 2002, pela saudosa Editora A.S Livros, e foi muito bem recebida por críticos e leitores. A leitura causou-me forte impressão à época. É livro obrigatório em qualquer antologia ficcional que se faça no Rio Grande do Norte. Eu, que conheço relativamente bem a literatura potiguar, o coloco sem medo entre os dez melhores. Com projeto gráfico primoroso (a capa, linda, é de Raíssa Tâmisa), a nova edição sai pela editora Sarau das Letras. Tem apresentação do escritor, crítico e integrante da ANL (Academia Norte-rio-grandense de Letras), Manoel Onofre Júnior, e prefácio do escritor e editor Clauder Arcanjo. “Esta obra, no meu modesto entender, afigura-se importante pelo seu caráter de documento – painel das trevas – mas também pelos aspectos formais, reveladores de um artesão da palavra, no pleno domínio do seu ofício”, afirma Manoel Onofre Jr. Em seguida, ele comenta...

fuleragem abayomi

07/02/2020|

O Bloco Fuleragem Carnavalesca Abayomi promove sua prévia neste sábado (8) com show de Dodora Cardoso a partir das 20h na sede do Abayomi. O intuito de arrecadar despesas para o bloco do carnaval. O acesso é livre, assim como a contribuição voluntária. O desfile do bloco acontece na segunda de carnaval, precisamente às 16h20. A largada parte da sede do Abayomi, point cultural situado em Tirol, à Rua Ezequias Pegado, em direção ao Centro Histórico de Natal. O bloco não têm cordas nem cordões de isolamento. O homenageado este ano será o inesquecível artista plástico Antônio Hare, falecido em 2017 deixando muita saudade. Fuleragem Abayomi O bloco foi criado em 2018, e desfilou a primeira vez em 2019. Os amigos Valéria, Hélder, Júlio Pimenta, Walter Romero Jr, Alice Sales, Tuya e Maíra, se reuniram para sair pelas ruas do Tirol e Centro de Natal, levando os foliões a pularem e cantarem muito frevo sem deixar de denunciar e clamar por justiças sociais, o que marcou o bloco. O “Fuleragem” foi criado para ajudar na construção de um carnaval participativo e que contribua para a valorização do Centro Histórico de Natal. Este ano o bloco terá o apoio da SAMBA...

oficina de teatro

07/02/2020|

A Fundação José Augusto (FJA), abre nesta sexta-feira (7) as inscrições para Oficinas de Teatro nas cidades de Natal e Mossoró para a reestruturação do Centro Experimental de Teatro. As inscrições serão encerradas em 26 de fevereiro. O Centro Experimental de Teatro, em parceria com o Centro Educacional Norte-rio-grandense de Artes (CENA), é um espaço destinado ao ensino, reflexão e experimentação da linguagem teatral, cujo foco inicial será oferecer Oficinas de Teatro para a comunidade potiguar. Fechado há cerca de oito anos, o Centro Experimental de Teatro retoma suas atividades com um projeto piloto contemplando cinco Oficinas desenvolvidas durante o ano de 2020, três delas no primeiro semestre e duas delas no segundo semestre. Oficinas No primeiro semestre de 2020 serão oferecidas três Oficinas de Teatro, divididas em “Iniciação Teatral” e “Práticas para Atuação” com número de vagas limitado, conforme quadro abaixo: Março e Junho As oficinas de Iniciação Teatral terão carga horária, cada uma, de 60 horas, enquanto a Oficina Prática para Atuação terá carga horária de 90 horas. As oficinas ocorrerão entre os meses de março e junho de 2020, conforme informações apresentadas no quadro acima. O início das aulas está previsto para o dia 2 de março...

Ze Caxanga, por Luana Tayze

07/02/2020|

No segundo semestre de 2019, Zé Caxangá e Seu Conjunto lançou o álbum ​Demons pelo selo Rizomarte Records, desenvolvendo ainda mais uma estética sonora, poética e visual povoada pela good e pela bad vibe da vida cotidiana. Ao assumir essa oscilação de emoções e situações – tão característica do ser humano – Zé Caxangá nos presenteia a cada lançamento com a força de composições que vão se tornando clássicos do cancioneiro potiguar, como “Conchinha Whit You”, “Lambadafoxé” e a excelente “Bloqueou Meu Coração”, esta última lançada no EP de 2018. Se na sofrência amorosa o compositor – um dos músicos mais atuantes dos últimos 20 anos aqui em Natal – já provou que sabe dar vida a letras intensas, 2020 começa numa vibe mais debochada. A oscilação segue dando o tom, mas agora o clima é reggae/dub entre o ir e vir das ondas. “Coisa Boa” é uma parceria entre Zé Caxangá e o produtor musical paraibano Amaro Mann – vulgo de Léo Marinho – músico experiente que já deixou sua marca em projetos como Cabruêra, Burro Morto e que nos últimos anos vem se dedicando às sonoridades jamaicanas, com destaque para o álbum ​Mo’Faya Kombo lançado em 2018. Com...

carlota_nogueira

06/02/2020|

O Estúdio Carlota, loja colaborativa em Candelária comandada pela empreendedora Carlota Nogueira, promove nesta sexta-feira a quarta edição do ‘Na Calçada’, e desta vez é em ritmo de carnaval. “O ‘Na Calçada’ é um evento com o objetivo de promover a integração do Estúdio Carlota com a comunidade, além de promover a economia criativa, convidando pessoas a curtir a rua e um belo pôr do sol no coração do bairro Candelária. O evento tem crescido e é muito gratificante ver o público abraçando o projeto e ver as marcas autorais prospectando negócios”, declara Carlota Nogueira. O evento vai contar com poesia e teatro do Sarau Insurgências Poéticas com o espetáculo “Cartas para corações selvagens” e um bailinho de carnaval com Yrahn Barreto e Jamilly Mendonça. Abrindo a festa, o set list de músicas especiais de Carlota. Feira Criativa O ‘Na Calçada’ conta com feira criativa com muitas marcas novas e produtos carnavalescos, além de área de alimentação com muitas variedades e a participação da Cervejaria Perversa trazendo a melhor cerveja artesanal da cidade. Durante o evento, as marcas selecionadas do Estúdio estarão com descontos de até 50%. Participam da quarta edição do ‘Na Calçada’ as marcas: Janine Artesanato, Espaço-tempo Tabacaria,...

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06/02/2020|

A programação de shows do Carnaval de Natal 2020, sem dúvida, é das mais robustas dos últimos anos, se não a maior. A qualidade das atrações é sempre discutível. E o cachê, mais ainda. A edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial de Natal publicou o valor de cada um dos artistas nacionais convidados. O total chega a quase R$ 2 milhões. Confira aqui a programação completa do Carnaval de Natal por cada pólo. O valor maior coube ao baiano Carlinhos Brown, um artista renomado, com história, com pegada percussiva e bem encaixado em uma programação carnavalesca. Na sequência vem duas bandas de forró: a Cavaleiros do Forró, dos maiores nomes potiguares no cenário nacional, mas forró no carnaval? E uma banda que esteve há um mês no Natal em Natal? E ainda a Saia Rodada. Empatados estão Alceu Valença e Margareth Menezes, que como previ neste vídeo AQUI, após apresentação do Natal em Natal, também voltam ao carnaval de Natal. Com o mesmo valor, a apagada banda Babado Novo, que também esteve no Natal em Natal – na minha opinião, o maior desperdício de dinheiro de toda a programação e repetida agora. Também com o mesmo valor de cachê...

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