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Para amanhecer poesia de Zé Saldanha

SERTÃO FLORIDO Ergue-te sertão florido, Com tua gleba risonha, Teu horizonte dourado, Com que o poeta sonha. Sertão, amado sertão, Eu te amo loucamente, Tua terra primorosa, Teu panorama excelente.

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Para amanhecer poesia de Lívio Oliveira

GEOGRAFIA Geografia estranha explorei Não encontrei a gema que explodia em cores entre os teus seios pulsantes. Mergulhei mais uma vez, loucamente, como quem busca o colostro. Boca infantil saciada

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Inscrições abertas para o 4º Curta Caicó

A organização do 4º Curta Caicó abriu convocatória de filmes para a sua quarta edição, que será realizada no segundo semestre de 2021. Os realizadores interessados podem inscrever curtas-metragens de qualquer

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Festival online abre inscrição para artistas do rock em todo o Brasil

13/05/2020|

Pedrada At Home nasceu em março de 2020, inspirado nos festivais online surgidos para difundir a música durante a quarentena. Estamos em casa, público e artistas, mas dispomos das novas tecnologias para ajudar a diminuir esse nosso isolamento. O Pedrada At Home permite que bandas e artistas solo autorais do Brasil inteiro e de todas as vertentes do Rock – blues, hard, pop, folk, indie, progressivo, metal… -, direto de suas residências e em formato intimista, usem do mundo digital para interagir com seus fãs, atingir um público mais amplo e oxigenar a própria criatividade, ao conectar-se a outros projetos. Os shows acontecem sábado e domingo, das 18h às 22h. A cada dia, ocorrem 12 apresentações, totalizando 24 trabalhos selecionados e 8h de transmissão por edição. O formato é de entrevista ao vivo de cerca de 5 min com, pelo menos, um dos integrantes, seguidos de 15 minutos de show em média, totalizando aproximados 20 minutos de participação. Lembrando que o evento é essencialmente voltado a repertório autoral. No somatório das duas primeiras edições, tivemos mais de 120 inscritos, e a equipe responsável pela curadoria teve trabalho devido à quantidade de ótimos projetos envolvidos. Entre os participantes do Pedrada #1,...

vanessa macedo

13/05/2020|

O projeto Diálogos Culturais, que consiste em lives promovidas pela Fundação José Augusto com artistas potiguares transmitidas pelo instagram do órgão, acontece mais uma vez nesta quinta-feira com a coreógrafa potiguar Vanessa Macedo, diretora da Companhia Fragmento de Dança (SP). O papo começa às 17h e abordará o caminho da dança contemporânea. E o blog já tem o próximo convidado do projeto. Será o hoje artista internacional, compositor e musicista Diogo Guanabara, residente em Portugal há anos. E a equipe da Fundação também está firmando compromissos com artistas nacionais para as próximas edições do Diálogos Culturais. Pelo menos três nomes estão praticamente confirmados. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em casa para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. Vanessa Macedo Vanessa Macedo é natalense, coreógrafa e diretora da Cia Fragmento de Dança, fundada em 2002, na cidade de São Paulo. Doutora em artes cênicas pela ECA – USP, foi professora visitante no curso de graduação em dança da UNICAMP no ano de 2019. Desenvolve pesquisa sobre dramaturgia na dança, autodepoimento nas artes e performatividade do feminino. É idealizadora dos...

Sobre quando o tempo parou e uma janela se abriu

13/05/2020|

O tempo parou, não porque os relógios tenham tramando em conspiração de não mais mexer seus ponteiros, mas por consequência do cessar dos movimentos frenéticos das cidades, do vai e vem dos automóveis, das idas e vindas aos shoppings e às academias. Como que a um retiro forçado, fomos enviados para casa para proteger a si mesmos e aos outros da entrada do invisível invasor, o covid-19, nos nossos corpos. Desde então, a realidade como a conhecemos foi interrompida e neste contexto, nos restou exclusivamente estar face-a-face com a inescapável incerteza de como se configurará o futuro quando tudo passar. Neste tempo de suspensão, do fundo de si desafios vieram à tona: começamos a ser visitados por angústias, ansiedades, depressões, raiva… enfim, tantos sentimentos comuns ao luto por, de repente, ter perdido o senso de controle da realidade e o sentido de orientação. Além disso, os problemas se multiplicaram e se agravaram para os menos privilegiados devido à necessidade de sobreviver em meio às dificuldades sanitárias e de escassez financeira. Insistentemente, a crise continua a se alastrar com seus tentáculos e prematuramente já somos convidados a deixar o nosso casulo apesar de tudo indicar que o recolhimento ainda é preciso....

Festival DoSol Sessions traz mais 28 atrações musicais para assistir de casa

13/05/2020|

O Festival DoSol Sessions já está no ar e começa a colher frutos dos primeiros dias da maratona agora com 37 apresentações. A atividade que acrescentou mais 5 artistas à sua programação, que segue até o dia 10 de junho. Skarimbó, Bruno Alexandre, Maria Fxntes, Mariano Tavares e Bex integram a programação agora. Outra novidade boa é a parceria com a Mídia Ninja, rede de comunicação livre, que está dando o suporte necessário para que as transmissões aconteçam de forma simultânea no Instagram (@festivaldosol), Facebook (DoSol Cultura) e Youtube (/DoSolTV) do DoSol. O recado dado tanto pelos realizadores quanto pelos artistas é claro: fique em casa! A dinâmica é totalmente online e consiste em, a cada dia, um artista potiguar diferente fazer uma live sempre às 18h em todas as mídias sociais do DoSol e ter uma session pré gravada com duas músicas no youtube do DoSolTV. É importante lembrar que as sessions pré gravadas pelos artistas são feitas de forma caseira com os recursos que cada um tem disponível em casa. “Os que tiverem como mixar e editar, ótimo, mas para quem não tem esses recursos, a equipe do DoSol vai dar o acabamento e deixar o material mais...

Veja os 105 selecionados no Edital “Tô em Casa, Tô na Rede” da FJA

13/05/2020|

A Fundação José Augusto divulgou nesta quarta-feira (13/05) no Diário Oficial do Estado (DOE) o resultado do Edital “Tô em Casa, Tô na Rede” na ordem classificatória por segmento artístico. O edital beneficia 105 iniciativas artístico-culturais no RN, desenvolvidas nas redes sociais na Internet com pagamento de prêmios no valor individual de R$ 1.900,00. São R$ 199,5 mil de investimentos para atender em caráter emergencial trabalhadores e trabalhadoras da cultura do RN que tiveram suas atividades paralisadas em virtude da pandemia da COVID 19. Segue o resultado: ARTES VISUAIS AUDIOVISUAL CIRCO CULTURA POPULAR DANÇA LITERATURA MÚSICA PERFORMANCE / DIVERSIDADE TEATRO

A pátria de François Silvestre devia ser a de todos nós

08/05/2020|

Uma nuvem cinzenta ainda encobre os quase 25 anos do regime ditatorial brasileiro. Corrupção nos quartéis. Corpos desaparecidos. Wladimir Herzog… O livro A Pátria Não é Ninguém, do escritor François Silvestre joga luzes nos escuros bastidores desses tempos nefastos a partir de uma visão apartidária, anarquista e deliciosamente real. Um livro para os dias de hoje. A obra teve a segunda edição lançada pela editora mossoroense Sarau das Letras. São 358 páginas conduzidas pelo narrador personagem Paulo Inácio. Paulo é um interiorano que, já na capital Recife para cursar o científico, se envolve no movimento estudantil de resistência à ditadura. Daí para um assalto a banco em São Paulo e um mergulho na clandestinidade e em toda a atmosfera cultural e ditatorial que cercou os anos 60 e 70 no Brasil. Quem conhece a história e, principalmente, o pensamento e a intelectualidade de François Silvestre enxerga em Paulo Inácio uma espécie de alter ego do autor. François vivenciou muitos dos lugares e situações tratadas no livro, considerado por críticos um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. A Pátria Não é Ninguém é romance? Bom, não serei eu a contradizer o próprio autor. Em diversas passagens do...

circo grock

06/05/2020|

A vida no picadeiro da arte circense será o tema da live “Diálogos Culturais” nesta quinta-feira (7/05) a partir das 17h. Os entrevistados são os artistas Nil Moura e Gena Leão, criadores do Circo Grock e dos personagens Espaguete e Ferrugem, que levam alegria ao público de todas as idades. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em casa para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. A live terá a apresentação do Coordenador dos Teatros da FJA, Ronaldo Costa. Nil e Gena O artista e empresário Potiguar Nil Moura tem formação em teatro pela Escola Macunaíma de São Paulo e especialização na arte de ser clown, pela Last Minute ZIrkus Theater, da Suíça. É criador da escola Potiguar das Artes do Circo e do Circo Grock, representante Nacional dos circos no Brasil pelo Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. Idealizou, dirigiu e atuou no espetáculo “Equilíbrio Motivador”, ao lado de Gena Leão, também artista e diretora do projeto. Serviço Tô em Casa, Tô na Rede” Diálogos Culturais Data: Quinta-feira (07/05) Horário:17h Canais: Instagram(@culturarn) e Facebook da FJA

ademilde fonseca

03/05/2020|

O Rio Grande do Norte tem uma dívida de gratidão para com uma de suas mais ilustres filhas, a cantora Ademilde Fonseca. Decorridos cerca de sete anos do seu falecimento, não se registrou nenhuma homenagem significativa à sua memória, nem sequer um nome de rua lhe foi dado. Lamentável omissão. Ainda bem que o seu nome não ficou totalmente esquecido. Em 2015, a pesquisadora Leide Câmara publicou, pela 8 editora, em parceria com o Selo Cultural Caravela, “Ademilde Fonseca – A potiguar no choro brasileiro”, livro bem documentado, em que aborda aspectos da vida e da obra dessa que é considerada, por muitos, a maior das cantoras que o Rio Grande do Norte já doou ao Brasil. Ademilde Ferreira Fonseca nasceu na localidade Pirituba, município de Macaíba, a 4 de março de 1921. Ainda criança veio para Natal, onde sua família fixou residência; aqui se casou e daqui se lançou no mundo musical. Uma de suas primeiras apresentações ao público deu-se através da famosa rede de amplificadoras de Luiz Romão, com sede no bairro da Ribeira. Mudando-se, com a família, para o Rio de Janeiro, então capital da República, Ademilde tornou-se, ao longo das décadas de 40 e 50, uma...

hotel thermas

30/04/2020|

O maior hotel de Mossoró fechou as portas. Uma referência no segmento turístico potiguar. O Hotel Thermas construiu uma história exemplar durante 40 anos. Marcou história no Nordeste com piscinas termais. Abrigou inúmeros shows e artistas nacionais. Elevou o nome de Mossoró ao Brasil e exterior. Tudo fruto do visionário e saudoso empresário Raimundo Barbosa. Há quase uma década tocado pelas filhas, o hotel se sustentava com sucesso até o fenômeno do novo coronavírus, que pôs toda a cadeia do setor turístico em cheque. O segmento, sobretudo em um estado com essa vocação, é dos mais prejudicados. A diretoria do hotel não estima a possível volta. E nisso são aproximadamente 230 empregos diretos engordando a triste estatística da pandemia. Segue abaixo a carta oficial do Hotel: Quarenta anos depois de abrir suas portas, trazendo alegria e entretenimento a milhares de pessoas e gerando emprego e renda para o Rio Grande do Norte, o Hotel Thermas comunica o encerramento de suas atividades. Um dia triste para todos nós, que fazemos este hotel. Infelizmente, a pandemia do novo coronavírus tornou-se uma ameaça não só para as pessoas, mas também para a saúde das empresas. O setor de turismo foi um dos mais...

Christiane Ramirez

29/04/2020|

A live “Diálogos Culturais” traz nesta quinta (30) às 17h como convidada a produtora Christiane Ramirez que abordará temas voltados para as políticas públicas na área cultural. A transmissão será feita pelo Instagram e pela pagina do Facebook da Fundação José Augusto. A ação integra o projeto “Tô em Casa e Tô na Rede” que apresenta iniciativas de arte e cultura realizadas na internet, cujo objetivo principal é incentivar as pessoas a permanecerem em suas casas durante a quarentena preventiva contra o coronavírus. Durante a live, Christiane Ramirez abordará informações importantes sobre o Acesso à Fundos Públicos, Participação Social e as iniciativas culturais, legislativas, que estão rolando na Câmara Federal, através da Comissão de Cultura. Residente em Brasília, Christiane é gestora, coordenadora, assessora e produtora cultural, com capacitação e especialização em articulação e implementação de processos de participação social e execução de projetos culturais. A transmissão terá a mediação do poeta, produtor cultural e Coordenador de Projetos e Articulação Institucional da FJA, Aluízio Matias. Diálogos Culturais Convidada: Christiane Ramirez Data: Quinta ( 30/04) às 17h Canais: @culturaRN (Instagram) e Facebook da FJA

… Ôa boa!…discrição ao abrir!

24/04/2020|

Croniketa da Burakera #42, por Ruben G Nunes É de babar! Meu mano-velho Enoch Domingos, de mais de 30 anos de boa amizade, músico, escritor, poeta, pintor, especialista nos mistérios de criar o belo, me envia um vídeo com uma dessas coroas de fechar comércios, Bolsas e Commoditties. Tem que fechar tudo, velhão. Tem que baixar MedidaProvisória de feriadão em homenagem às SuperBarangas. Quarentena geral! Ô corôa boa, sô! De uma boazura carnespiritual! Tanto que cutucou bregas bagas poeteiras desse velho desfilósofo nerudiano: bela velha mulha que mistérios escondes nas tuas ancas nuas? Mas pera lá! A mensagem lá embaixo vem com um aviso moral caretóide: “discrição ao abrir”. Como assim discrição ao abrir, cumpadi Enoch? A “ôa-boa” nem nua está. Tá de blusa, calcinha, colarzão, piercing no biguinho, sandalinha, cabelão pentecostal. E mais a marca branquinha de fio dental cobrindo “suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam.”, como escrevia Mestre Caminha em sua célebre Carta sobre o fashion-look das indiazinhas. Quer dizer, tudo nos conformes da moral natural, desde o Descobrimento do Brasil. A portuguesada sabia da coisas. Ancas são ancas. Sem essa de...

Marcos Eduardo Neves - biografia Alex

21/04/2020|

O Diálogos Culturais, ação da Fundação José Augusto (FJA) dentro do projeto “Tô em Casa, Tô na Rede”, apresenta uma live com o escritor Marcos Eduardo Neves nesta quinta-feira (23/04) a partir das 17h. A transmissão será feita pelo Youtube, através dos canais Cultura RN (YouTube) e Facebook da FJA, com mediação do coordenador do Livro, Biblioteca e Leitura do órgão, jornalista Ailton Medeiros. Biógrafo Especialista em biografias, Marcos Eduardo Neves é autor de dez livros publicados no Brasil e no exterior. Entre suas obras estão “Nunca houve um homem como Heleno”, “Alex A Biografia” e “Vendedor de Sonhos, A vida e a obra de Roberto Medina”. O projeto “Tô em Casa, Tô na Rede” apresenta iniciativas de arte e cultura realizadas na internet, cujo objetivo principal é incentivar as pessoas a permanecerem em suas casas durante a quarentena preventiva contra o coronavírus. Serviço “Tô em Casa, Tô na Rede” Diálogos Culturais Data: Quinta-feira (23/04) Horário:17h Canais: Cultura RN (YouTube) e Facebook da FJA

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