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Cerveja e futebol, duas paixões

Olá, futebolistas cervejeiros, saudações rubro-negras para todos! Hoje a coluna vai se dedicar a um tema polêmico, mas quem foge de polêmica é político do centrão. Aqui é raiz mesmo,

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Terroir cervejeiro… existe?

Olá, cervejeiros! Saudações! A palavra terroir, de origem francesa, ainda que tão indescritível em seu significado de tradução quanto outras palavras de diversos idiomas, como, por exemplo, hype em inglês

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Ouça ‘O Horror da Vida Real’, novo EP da banda Derrame Verbal

18/05/2020|

O Horror da Vida real é o novo EP da banda de horror punk Derrame Verbal. Nesse trabalho a banda, bem mais madura do que no seu primeiro disco, apresenta como tema histórias do cotidiano urbano brasileiro com uma boa pitada de humor. As músicas da banda falam do horror real, como também nos inspiramos nas histórias reais e macabras contadas por populares. “Achamos que a realidade supera qualquer filme de horror”, conta Arandi Sales, vocalista e compositor da banda. Ouça o EP clicando AQUI

leningrado linha 41

16/05/2020|

O Projeto Kurta na Kombi #EmCasa, em parceria com Dênia Cruz e com a Produtora Casu Filmes, está disponibilizando o curta Lenigrado Linha 41 para acesso gratuito ao longo de uma semana. Você agora poderá conferir essa obra Potiguar aí mesmo na telinha de casa através da plataforma Vimeo. Corre lá para assistir e fortalecer o cinema Potiguar! Sinopse de Leningrado Linha 41 Na madrugada da sexta-feira santa de 2004 inicia-se uma ocupação. Cerca de 120 famílias armam seus barracos e começam a luta pelo direito à moradia. Surge o assentamento Leningrado em Natal, uma alusão a cidade soviética sitiada em 1941 durante a segunda guerra mundial. Ambos lugares de resistência e dignidade. Após anos de existência Leningrado ainda não tem serviços básicos como escola, saúde, segurança e lazer. Sua única ligação com a cidade é a linha 41, que precisa ser ampliada. Leningrado, linha 41 é uma história de luta por direitos humanos. Assista a Leningrado Linha 41 clicando AQUI.

mc prisma

15/05/2020|

Pelo menos oito artistas da cidade lançaram músicas no último mês e apostam em um conteúdo educativo e transformador A cultura hip-hop em Mossoró está em constante crescimento. Alguns artistas novatos somam-se a outros já veteranos na cena e, com isso, são lançadas várias músicas e clipes na cidade. Ao contrário de uma tendência mainstream e voltada para industrialização que acompanha essa cultura a nível global, os artistas de Mossoró têm apostado nas raízes do movimento. Surgimento do hip hop O hip-hop surgiu na década de 1970 no bairro do Bronx, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, local que vivia momento de grande crise social e constantes casos de violência. O movimento surgiu com o tema “Paz, Amor, União e Diversão” colocando as disputas entre grupos apenas para o campo artístico, reconfigurando o bairro e promovendo rap, grafite, break dance, com festas promovidas pelos DJ´s, os criadores da cena. Em Mossoró, hip hop contra o crime Em Mossoró, uma das cidades mais violentas do Brasil, os rappers locais também buscam contrapor as estatísticas sociais e promover a união, levando reflexões às pessoas da periferia de que o crime não compensa. “Respeito muito os princípios dessa cultura. Procuro mostrar que o...

Zé-Caxanga

15/05/2020|

O blog publica em primeira mão a programação completa do 1° Festival Live da Força, festival beneficente em prol dos Ambulantes do Centro Histórico de Natal. Serão nada menos que 23 shows distribuídos entre os dias 29, 30 e 31 de maio. A transmissão será no perfil de instagram de cada artista participante. A realização desta ação é da Toca Produções com produção do DJ Russo, constante presença em shows no Centro, e apoio do Projeto de Rua Pão com Mortadela. Live da Força – programação Sexta 29/05 15h DJ Russo abertura do Festival 16h Ponta D’Lança Potiguar 17h Laryssa Costa e Daniel Ribeiro 18h Zé caxangá e seu conjunto 19h Na Boa Reggae 20h implacável do vinil 21h Chico Bomba Sábado 30/05 14h Pretta Soul 15h kaju Poemusica DF 16h Geraldo carvalho DF 17h João Felipe Dega 18h DJ Ilton 19h homem Rasta 20h Bernardo Reggae Man 21h System Natal 22h Rharo mc Domingo 31/05 14h Jonh Negão – Pedrada Roots 15h Chico Bethoven – Sax In Live 16h Julio Lima 17h Alan Dubeux 18h Luanda Luz 19h Diego Ventura O Romântico do Coco. 20h Ras Barack FOTO: Parea Produções

Artista e estilista oferece aula online gratuita sobre colagens

15/05/2020|

O projeto Quarentena & Colagens, criado por Catarina Pessoa em parceria com Regina Azevedo, consiste em uma aula online e totalmente gratuita sobre colagem, ministrada através da ferramenta de IGTV. A aula já está disponível no instagram @catarinapessoa. O minicurso aborda questões teóricas e práticas sobre a colagem, tais como conceituações de colagem; princípios de composição e combinação; materiais; pesquisa e aprofundamento; técnicas; “desbloqueio” criativo; e algumas demonstrações práticas do processo de colagem. O processo da colagem é extremamente disruptivo, intuitivo e cheio de possibilidades, fomentando, principalmente, o autoconhecimento e a autoafirmação. Essa oficina online possibilita reinventar sem sair de casa, com auxílio de materiais diversos, que provavelmente estarão à mão. É uma excelente alternativa para esse período de quarentena. Esse projeto foi submetido ao edital Tô em casa, tô na rede!, da Fundação José Augusto. SOBRE CATARINA PESSOA Catarina Pessoa é natalense. Sua relação com a arte começou ligada ao mundo da moda e hoje ela a utiliza para expressar sua perspectiva sensível sobre o mundo e seus desdobramentos. A partir daí, começou a desenvolver técnicas relacionadas a diferentes processos criativos e se viu no mundo da colagem. Sua necessidade e sede em compartilhar conhecimento culminaram na criação de...

raphael dumaresq

15/05/2020|

No próximo dia 17 de maio, domingo, Dia Internacional contra a a LGBTfobia, tem início uma série de bate-papos pelo Coletivo LGBT+ Leilane Assunção, que se chamará ‘Leilane Convida’. A série começa com o tema “Vidas LGBT+ Importam” convidando e recebendo Raphael Dumaresq, artista e participante do The Circle Brasil. Vai ser neste domingo (17), às 15h, com a participação de Victor Varela, militante do Leilane. A live será transmitida nos perfis do Instagram @coletivoleilaneassuncao e @raphaeldumaresq. A cada encontro temas, militantes e convidados diferentes partilhando ideias, dores, sonhos, alegrias e lutas. #Ficadica

Associação de Críticos de Cinema do RN quer novos membros

14/05/2020|

A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) está com chamada aberta para admissão de novos membros, a primeira de 2020. Se você escreve sobre cinema com regularidade, quer compartilhar suas experiências e fomentar o cinema potiguar, faça parte da ACCiRN. A associação promove debates, participação em curadorias de festivais e mostras e participação em júris oficiais e júris da crítica. Para fazer parte da associação, o interessado deve escrever para co************@***il.com, manifestando interesse e indicando site ou blog com suas críticas publicadas, e a associação entrará em contato para mais detalhes. ACCIRN A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte foi fundada em 11 de novembro de 2017, com a intenção de fortalecer o desenvolvimento do cinema local e regional, além de formalizar e iniciar a construção de uma relação mais próxima entre a crítica e os realizadores e entre a crítica e o público. Desde então, a ACCiRN vem desenvolvendo um trabalho de aproximação junto aos festivais, abrindo espaço para debates e para a importância da crítica enquanto meio de confrontação de ideias, seja na manutenção de um formalismo estrutural, narrativo e estético, seja na divulgação e descoberta de trabalhos de...

antologia poética quarenta em quarentena

14/05/2020|

A Antologia Poética quarenta em quarentena é composta por poemas, entre inéditos e publicados, de 40 autores Norte-rio-grandenses. Abrimos, aqui, um parêntese para responder ao seguinte questionamento: o que é um escritor potiguar? Tal qual é consenso entre os pesquisadores do nosso Estado, escritor potiguar é todo aquele que, nascido ou não no RN, contribui ou contribuiu, através da sua obra, com o crescimento e fortalecimento da literatura local. A referida coletânea, em seu conteúdo, perpassa por temas que dialogam com o atual distanciamento social resultado da pandemia que estamos vivendo. Melancolia, tristeza e esperança são composições que se inserem no eixo do material. Todo o livro foi realizado através de apoio recíproco. Assim, capa, diagramação e textos foram confecionados em ato de solidariedade e, por conseguinte, a própria antologia está sendo distribuída, em formato de e-book, gratuitamente. Acreditamos que com a proposta se consiga, além de dialogar com valores nossos, contribuir com a democratização do acesso à literatura potiguar em um cenário de pandemia, onde a cultura se faz ainda mais necessária e é amplamente consumida. Para acessar gratuitamente esta antologia, basta clicar AQUI. FOTO: Sergio Vilar

Idolatria, mal atávico

14/05/2020|

A idolatria é a superação individual do fanatismo. A necessidade de transferir para o ídolo todas as frustrações, deficiências e carências. E nessa transferência, o idólatra se purga. É uma catarse de purificação. Um passeio pelo purgatório. É do nosso tempo? Não, não. É de todos os tempos. A idolatria sustenta o déspota, e o iconoclasta quebra o mito. Quando esse fenômeno, conhecido de tempos da incultura mais vertical, da mais brutal dominação das mentes, seja nos templos do paganismo ou nos mosteiros cristãos, na violência mais inominável da intolerância, da cobrança que exige a abolição do pensamento livre ou individual, aí você vai encontrar a idolatria nas suas mais variadas formas. E quem se opuser será o iconoclasta a ser expurgado. Exemplificar enfraquece a força abstrata do pensamento filosófico. Por isso, em respeito a este texto, não exemplifico. Taí o Brasil.

filmes telecine

14/05/2020|

Se escrever uma lista já é uma tarefa pessoal e quase que totalmente subjetiva, taxar se um filme é subestimado eleva esse sintoma. Na verdade, superestimar ou subestimar algo é muito abstrato. Essas colocações acabam criando uma noção de verdades absolutas, quando não passam de ponderações pessoais e particulares, que dependem exclusivamente de quem as escreve. Por outro lado, há filmes que passam realmente despercebidos – seja pela crítica, seja pelo público –, permanecem em alguma espécie de limbo ou são inferiorizados em sua época e ganham corpo com o passar dos anos. Alguns ficam, justamente, esperando para serem descobertos ou para terem o reconhecimento merecido. Lembrando que o que é subestimado para mim pode não ser para você; o que é bom para mim, pode ser ruim para você. Não há regras. E a lista não é de filmes taxativamente excepcionais. Escolhi 10 filmes do catálogo do streaming do Telecine que merecem uma luz, um novo olhar, um carinho a mais. Sem mais demora e dentro dessa abordagem subjetiva, sem verdades absolutas e muito pessoal, vamos à lista de 10 dos filmes mais subestimados para assistir no streaming do Telecine. 10. Cake: Uma Razão para Viver O primeiro filme...

roda de teatro de rua credito luiz filho

14/05/2020|

A Rede Brasileira de Teatro de Rua está realizando um cadastramento de grupos de teatro de rua do Brasil. Dai a importância de grupos de teatro de rua atuantes no Rio Grande do Norte preencham os formulários para que haja uma noção da atividade realizada por aqui e o que se pode oferecer. O formulário deve ser preenchido por grupos, coletivos, companhias ou artistas individuais. Todos os itens do cadastro são para que se possa identificar mais facilmente cada grupo e também facilitar pesquisas, mostras e residências. Se tiver dúvidas em relação às questões podem esclarecer inbox neste contato colocado mais abaixo. Se vc participa de mais de um coletivo e ambos são de rua, faça cadastros diferentes para cada um deles. E quem puder divulgar e multiplicar esse cadastro a todos os grupos que fazem parte da rede potiguar ou que tenham interesse de participar, também ajuda. Dúvidas, clique AQUI. FOTO: Luiz Filho

Projeto Movimento Sinfônico promove “Concurso Jovens Solistas OSRN”

13/05/2020|

O Projeto Movimento Sinfônico, da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN, com direção artística do maestro Linus Lerner e produzido pela Mapa Realizações Culturais anuncia o “Concurso Jovens Solistas OSRN”, com inscrições abertas para a etapa estadual a partir desta quinta-feira (14) e segue até 22 de maio. O Concurso será realizado totalmente por meio virtual, contará com etapa seletiva por especialistas e votação popular nas etapas finais. O resultado da Etapa Estadual será divulgado durante o Terças Clássicas Ao Vivo com o Maestro, no dia 26, a partir das 20h através dos canais do YouTube e Facebook. A programação para a temporada 2020 estava prevista para os moldes padrão, contudo, mediante o cenário de Pandemia fez-se nascer a versão online das apresentações, tendo sido realizada já duas edições: Homenagem aos 180 anos de Tchaikovsky, em março e Homenagem ao Maestro Duda, em abril. Com a finalidade de integrar outras demandas do Movimento Sinfônico, o Concurso Jovens Solistas OSRN visa incentivar os jovens instrumentistas potiguares e brasileiros que tenham entre 12 a 28 anos e cantores de 12 a 30 anos. E também tem o intuito de alcançar as metas estabelecidas no projeto, em especial os pontos...

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