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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Crítico opina que livro cânone da literatura potiguar precisa ser reavaliado

03/02/2017|

Aproveito a tarde de domingo para reler ‘Roseira Brava’, de Palmyra Wanderley. Despertam-me especial interesse, nesse livro de poemas, uns versos sem grande preocupação quanto à forma, mas que contêm, na essência, uma musicalidade quase imperceptível. Outras virtudes podem ser destacadas: graça, simplicidade, sentimento telúrico. Algo que se posso associar à ideia de uma manhã verãnica, plena de sons e cores. Dizem que Palmyra faz lembrar Tagore. A poetisa não esconde sua admiração pelo grande artista do verso. Mas, não se trata de imitação, e sim de uma coincidência de gostos e valores estéticos. Almas irmãs, Palmyra e Tagore. Vejam se estes versos não são dignos do vate detentor do Prêmio Nobel de Literatura (1913).   “A brisa é quem nos traz O som da serenata Num bafejo cheirando A flor de cajueiro: A resina escorrendo na alvorada, O fruto azedo e doce, Amadurecendo de madrugada.” “Ai, como sabe amar O pescador! Bem o quisera saber O homem da cidade, Seu coração é sempre um preamar De amor e de saudade. ”   Pena que em poemas de tão boas imagens, como estes, haja expressões caducas: “voz perra de sono”, “tasca do vício”, “em convulsões rouqueja” etc. Resquícios de classicismo...

[HISTÓRICO] Autores do RN representarão o Brasil em importante feira em Cuba

03/02/2017|

Outro marco histórico será o lançamento de uma coletânea composta por 49 autores potiguares, em Natal e em Cuba Um feito histórico para a literatura potiguar acontecerá nas próximas semanas. Aliás, dois. Após verdadeira saga, uma comitiva de autores norte-rio-grandenses conseguiu viabilizar participação na Feira Internacional do Livro de Havana, que acontece na ex-ilha do comandante Fidel. Nada de embargos, mas intercâmbio literário entre a capital cubana e Natal. E não bastasse, será lançada na próxima terça-feira, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, uma coletânea homogênea e volumosa com uma expressiva representação de 49 autores potiguares, de gêneros e épocas distintas. Este mesmo livro ficará exposto também ao cubano e aos milhões de visitantes da feira internacional. Acredito que são dois feitos inéditos para nossas letras. O Papo Cultura conversou com o escritor Aluísio Azevedo Junior para pegar detalhes das duas novidades: E COMO CONSEGUIRAM? Trata-se de uma participação inédita da Literatura Potiguar nessa Feira Internacional, que se realiza anualmente. Com muita vontade, persistência, e alguma dose de sorte, conseguimos viabilizar nossa participação. Foram dezenas de contatos com instituições cubanas. Universidade de Havana, Câmara Cubana do Livro, Governo Cubano. Começamos em março de 2016. Basicamente, três escritores: eu, Damião...

Você pode levar seu filho para ganhar uma bela pintura facial na Cidade da Criança

03/02/2017|

Para entrar no clima carnavalesco, a Fundação José Augusto promove neste sábado (4) e domingo (5), a partir das 15h30, na Cidade da Criança uma oficina de pintura facial e máscaras de Carnaval para meninada dos 5 aos 12 anos. A ação será realizada pelo artista visual, arte-educador e escultor Novenil Barros, sob a coordenação do Centro de Promoções Culturais (CPC), da FJA. Inscrições e maiores informações pelos telefones 3232 5320 e 981273936. Nos dias 11 e 12 será ministrada uma oficina de máscaras e adereços carnavalescos infantis com a arte-educadora Geruza Câmara. As oficinas integram uma atividade comemorativa do carnaval promovido pela FJA, que terá um grande baile infantil no dia 19 de fevereiro e que contará com apresentação de grupos de frevo e maracatu, escolas de samba com uma bateria formada por crianças e o show da cantora infantil Bia Vilar.

2 prévias carnavalescas gratuitas para curtir neste fim de semana

03/02/2017|

Prévias carnavalescas estão a todo vapor nesses dias que antecedem o carnaval. Abaixo seguem mais duas já para este fim de semana Folia de Rua Neste sábado ocorre a terceira edição do Bloco Folia Potiguar. O evento acontece a partir das 13h, no Espaço Cultural Ruy Pereira, ao lado do IFRN Cdade Alta. Feijoada, ensaio aberto do bloco e uma oficina de iniciação à percussão prometem esquentar a atividade. O Bloco desfila dia 23 de fevereiro, às 19h30. O cortejo sai do Espaço Cultural Ruy Pereira, ao lado do IFRN na Cidade Alta, até o Largo do Atheneu. A feijoada de lançamento terá um valor de R$ 15 para contribuir com o financiamento coletivo da atividade. No dia 23, o cortejo é gratuito e aberto a toda comunidade. O Bloco Folia de Rua Potiguar estreou em 2015. Em 2016, levou mais de 300 pessoas às ruas da cidade com a proposta de fazer um carnaval marcado por manifestações e ritmos da cultura popular norte-rio-grandense. O principal intuito do bloco contribuir com o enriquecimento do carnaval local por meio da produção e da difusão de ritmos percussivos característicos da cultura potiguar, como o Côco-de-Zambê, Bambelô e Congos de Calçola, de origem...

A arte sertaneja de Assis Marinho

03/02/2017|

Nascido na cidade de Cubati, sertão da Paraíba, Assis Marinho veio para o Rio Grande do Norte com a família, quando ainda era menino, começando uma peregrinação para fugir das mazelas provocadas pelas constantes secas. Não frequentou escola de pintura, teve uma convivência artística com Vicente Vitoriano no início da sua carreira. Mas a arte estava em sua veia. Seu pai, Walfredo Marinho, fazia santos de madeira e barro (santeiro profissional) e tocava sanfona. “Já sofrido por anos de seca, conheci amarguras de fome, de forma miserável. Desenhando nas feiras das cidades vizinhas, aumentava um pãozinho a mais em nossa mesa”, afirma Assis Marinho, dizendo que tinha vocação para a pintura desde os cinco anos de idade. Os quadros de Assis Marinho, em giz de cera, aquarela ou óleo, são imagens barrocas, lembranças dos anos vivenciando as secas pelo sertão do Seridó. Nas pinturas, agricultores são retratados em momentos de trabalho e religiosidade, como se fosse uma imagem revelada do artista e sua família, no tempo em que sua mãe, Luzia Jacinto de Medeiros, cuidava das crianças e da lavoura de feijão. Assis Marinho ganhou alguns prêmios em sua carreira, realizou várias exposições, individuais e coletivas, mas prefere vender seus...

14 artistas se apresentam no lançamento do carnaval de Natal nesta sexta

02/02/2017|

Prévia do Carnaval de Natal reunirá apenas artistas potiguares para dar o start da programação municipal Tem festança carnavalesca nesta sexta-feira, no Largo do Atheneu. Uma espécie de prévia do Carnaval Multicultural de Natal, bancada pelo município para apresentar as atrações da folia deste ano. O evento começa às 17h30. Um time de estrelas da nossa música subirá ao palco: Fobica do Jubila, Paulo Dusouto, Bloco Cosplay, Chico Bethoven e Gilberto Cabral. Também estarão presentes as baterias da escolas de samba Malandros do Samba e Balanço do Morro, além do maestro Neemias Lopes, e os cantores Cleudo Freire e Luna Hesse. A noitada registra também a participação de Erick Von Sosten, Isaque Galvão, Laryssa Costa e Silva Sol, graças à sensibilidade do produtor cultural Chico Alves com seu Luar de Natal. “Temos muito que agradecer neste momento, pois tivemos uma grande e espontânea adesão dos artistas, produtores, blocos, troças e escolas que reconhecem e apoiam esta retomada que hoje é uma realidade do Carnaval Multicultural”, comentou o secretário de Cultura, Dácio Galvão. Além da programação oficial, o lançamento desta sexta-feira irá revelar também o vencedor (a) do concurso de Decoração Carnavalesca lançado pela Prefeitura do Natal através da Semsur e...

Tributo a Chico Science reúne vários artistas na Praia da Redinha

02/02/2017|

Data desta sétima edição do tributo coincide com a da morte precoce de Chico Science, 20 anos atrás Uma homenagem a Chico Science, um dos grandes nomes da música contemporânea brasileira, será realizada neste domingo, a partir das 9h, na Barraca do Pastel, na Praia da Redinha Nova. O Tributo a Chico Science marca o aniversário de 20 anos do falecimento deste artista completo, que se tornou mito e ainda é responsável por forte influência na atual música brasileira. O evento, que está em sétima edição, contará com a apresentação das bandas Ponta d’Lança Potiguar, DJ Russo Camarão Nativo (FOTO), Catumbi e vários convidados. O evento tem entrada gratuita. Chico Science Francisco de Assis França Caldas Brandão, mais conhecido pela alcunha de Chico Science foi um dos artistas mais inovadores do cenário musical brasileiro, um dos principais colaboradores do movimento manguebeat em meados da década de 1990. Líder da banda Chico Science & Nação Zumbi, deixou dois discos gravados: ‘Da Lama ao Caos’ e ‘Afrociberdelia’, tendo sua carreira precocemente encerrada por um acidente de carro numa das vias que ligam Olinda ao Recife. Seus dois álbuns foram incluídos na lista dos 100 melhores discos da música brasileira da revista Rolling...

Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.

02/02/2017|

Serão shows e atividades esportivas no ritmo da folia nas unidades do Sesc RN de Natal, Mossoró e Caicó As unidades do Sesc RN, instituição do Sistema Fecomércio, entrarão no ritmo de carnaval durante todo o mês de fevereiro. Em Natal, Mossoró e Caicó, serão promovidas programações gratuitas que incluem shows temáticos, atividades esportivas com ritmos carnavalescos e manhãs carnavalescas com parques aquáticos abertos e petiscos à venda. Em Natal, o projeto musical Terraço do Relógio, no Sesc Cidade Alta, dá o ritmo da folia de momo todas as sextas-feiras, sempre com início às 19h. Quem abre a programação do mês é o cantor e compositor carioca Alfredo Del-Penho, acompanhado da roda de samba do Ribeira Boêmia e com participação especial da cantora potiguar Liz Rosa. Na mesma data, a academia da unidade será reinaugurada, com nova estrutura, novos equipamentos e climatizada. Dia 10/02, Andiara Freitas comanda o palco do Terraço; no dia 17/02, acontece a já tradicional parada carnavalesca do Terraço do Relógio, que contará com shows da Banda Independente da Ribeira e do cantor potiguar Rodolfo Amaral; encerrando a agenda musical do mês, tem Mônica Jucá em ritmo de carnaval. Na mesma unidade, os professores de educação física...

Bandas da nova safra musical do RN participam de projeto musical em Recife

02/02/2017|

As bandas Seu Ninguém e Selenita Aparte participam neste sábado de mais uma edição do Rock na Calçada Neste final de semana, duas bandas da nova safra musical de Natal saem pela primeira vez do Estado para se apresentarem na capital de Pernambuco, em busca de expandir o som produzido na esquina do continente para além de suas dimensões. As bandas Seu Ninguém (FOTO) e Selenita Aparte farão parte do line-up do Rock Na Calçada, evento que está se consolidando na cena musical pernambucana. O Rock Na Calçada foi criado há um ano pela necessidade de promover novas ações culturais em Recife e, consequentemente, integrar cenas de outras localidades ao evento, o que resultou por edições do evento em João Pessoa-PB e em Natal, em dezembro do ano passado. Agora o RNC pretende se expandir por outras capitais do Nordeste e organizar um festival dentro da programação do Dia da Música, que acontecerá em junho deste ano por todo o Brasil. E para fomentar aos poucos as expectativas para o futuro festival, o evento traz ao Recife Antigo, neste sábado (4), bandas de diferentes estados do Nordeste: além da Seu Ninguém e da Selenita Aparte, representando o Rio Grande do...

A pena poética de Maria Maria no romance ‘Na Sétima Curva do Sol’

02/02/2017|

Só quem sobe a Serra do Doutor, rasgando a BR 226 até chegar à cabeceira da Chapada da Borborema, deixando para trás os serrotes agresteiros no horizonte, consegue ver a tradição literária que há em Currais Novos, uma cidade cercada pelo mato ralo da caatinga e dos facheiros, onde começa o sertão. Naquela terra, onde é possível ouvir dos velhos vaqueiros o aboio, há uma gama de poetas e romancistas conhecidos pela qualidade da literatura cultivada nesse chão. É nesse cenário árido seridoense que a escritora currais-novense Maria Gomes, ou Maria Maria como gosta de assinar seus escritos, ambienta seu romance “Na Sétima Curva do Sol”, lançado no final do ano passado pela 8 Editora, de Natal. Posso afirmar sem medo de errar que esse romance de Maria Maria é o livro mais importante da Literatura Currais-novense desde o clássico “Os Brutos”, do cultuado escritor José Bezerra Gomes. A obra tem todo tempero de uma narrativa madura com personagens redondos, literatura fantástica, cenários sertanejos descritos poeticamente e um importante resgate social com a descrição de antigos costumes de um povo cigano que permeia o sertão nordestino. Como todo bom romance de cavalaria, o herói é o cigano Talismã, do grupo...

Melhores blocos, marchinhas e orquestras de frevo do carnaval em Natal serão premiados

01/02/2017|

Prêmio Dosinho de Carnaval foi idealizado pelo produtor Marcelo Veni para prestigiar os melhores do Carnaval em Natal Nos 90 anos de nascimento do compositor DOSINHO, este ano, o carnaval de Natal vai ganhar uma premiação para os destaques da folia em 2017. O PRÊMIO DOSINHO DE CARNAVAL foi criado para incentivar iniciativas culturais que mantenham vivas as tradições carnavalescas da cidade.   Haverá premiações divididas por categorias para agremiações carnavalescas como escolas de samba, blocos, orquestras de frevo, eventos pré ou carnavalescos e festas de carnaval no município. Inserido na premiação também acontecerá o “1º Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas’’, que terá divulgação do regulamento na próxima segunda-feira, dia 06 de fevereiro. O objetivo do prêmio e do concurso é incentivar a criação artística em todas as suas formas de expressão, a pesquisa de novas linguagens, a formação e o aprimoramento da celebração popular mais difundida no país. O Prêmio Dosinho terá um núcleo de convidados envolvendo diversos profissionais e artistas que vão indicar, sugerir e apontar os destaques observados nos pólos do carnaval 2017. Em seguida uma curadoria final fará a divulgação das categorias e definirá os premiados. O e-mail pr*********************@***il.com é disponibilizado para que os organizadores, produtores,...

Fest Bossa & Jazz pode acontecer em 7 cidades do RN este ano

01/02/2017|

O Fest Bossa & Jazz em 2016 manteve as edições de Natal e Pipa, repetiu a dose em São Miguel do Gostoso e estreou no palco de Mossoró. Foi, sem dúvida, o melhor ano em termos de expansão deste que pode ser considerado o maior festival de música com acesso livre no Estado potiguar. O feito conquistado ano passado se deveu ao patrocínio do RN Sustentável a partir do projeto e da idealização da secretaria estadual de Turismo e da Emprotur, que colaborou para as edições de Natal e Pipa e bancou o festival em Gostoso e Mossoró. Parte também da Setur a ideia de expandir o festival, em menores proporções, para mais três municípios: Martins, Currais Novos e Serra de São Bento. Ainda serão buscadas parcerias para viabilizar esse projeto e dinamizar o fluxo turístico na baixa temporada. Ano passado estive presente em Natal, Mossoró e Pipa. Achei um público aquém do esperado na capital, um número razoável para uma estreia em Mossoró, e a maior edição já realizada em Pipa – carro-chefe do festival. Então, não há dúvida que o evento movimenta, sim, a cidade. E apostar no turismo cultural e apostar também no viés econômico, na economia...

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