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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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[ENTREVISTA] Saiba como surgiu o movimento “Toda merda agora é arte”

11/03/2017|

Fábio Araújo virou Fábio Di Ojuara muito antes do personagem das pelejas de Nei Leandro de Castro. Fábio é originalidade pura. Principalmente quando o assunto é arte contemporânea – segmento que o leva e traz da Europa para Natal. Pelo velho continente já realizou inúmeras exposições, muitas delas amparadas no mote que o tornou mais notório: a de que “toda merda agora é arte”. A entrevista abaixo diz mais. Foi publicada originalmente na 13ª edição da Revista Palumbo, em 2011. Confiram: 1. Do grafite erótico à arte contemporânea. Qual o caminho? Quando criança já fazia grafites eróticos e provocantes pelas calçadas e paredes de Natal. Vem daí minha formação artística. No final dos anos 70 fui morar no Recife onde fiz escola de arte no Vivencial Diverciones – um espaço cultural contemporâneo em Olinda, dirigido pelo sociólogo Guilherme Coelho e frequentado pela mais importante camada artística do Recife: Pauulo Bruscky, Jomar Muniz, Daniel Santiago, João Câmara, Abelardo da Hora, Delano, Macira, Dom Troncho, Tito Lívio, Lula Cortez, Bráulio Tavares e outros mais. Todos faziam uma revolução cultural de época. No final dos anos 80 retorno a Natal e me junto ao Nucleart, formado por um grupo de artistas contemporâneos: Jota...

Domingo tem lançamento literário, recital e show de Sílvia Sol na Feira da Diversidade

10/03/2017|

A poesia está tudo. Basta olhar com carinho as belezas e mazelas da vida. Mas a arte mesclada à poesia não é para todos nem para tudo. Neste caso precisa uma boa dose de talento. E se arte/poesia é artigo mais raro na prateleira, teremos em abundância neste domingo durante a programação do Dia da Poesia do point mais legal do Pium: o Porão das Artes. A já tradicional Feira da Diversidade adentra sua vigésima sétima edição com um leque de opções artísticas/poéticas: lançamento literário, show e recital. E o melhor: tudo com entrada franca. O Portão do Porão estará aberto a partir do meio dia para negócios, leros e almoço. A programação começa a partir das 15h numa tarde dedicada não só à poesia, mas às mulheres. Começa com o relançamento do livro “CidadELAS – vozes poéticas de 7 mulheres”, organizado por Cláudia Gazzola. Na sequência vem os recitais com Guadalupe Segunda, Mariana Flor, Vânia Maria e outros nomes em confirmações. O show musical Canto do Mar, com Sílvia Sol acompanhada de Leonardo Costa é a cereja do bolo. Linda voz, lindas canções e um show novo cuja estreia aconteceu na última quinta, no IFRN Central. Mas se a...

PAPO RETO com Regina Azevedo

10/03/2017|

Depois de um tempo, de um bom tempo, passei a criticar os que adjetivavam Pablo Capistrano como escritor da nova geração. O cara já quarentão, vários livros lançados, um tirarrei de novos autores na vitrine e continuava “escritor da nova geração”. Mas já estancaram. Já há buchichos até de merecida indicação à Academia Norte-rio-grandense de Letras, o que somaria 20 anos à sua idade – o preço para ser imortal. Autora legítima da nova geração e com alcunha preservada por mais uns bons anos é a poetisa Regina Azevedo. Isso porque, apesar do terceiro livro a ser lançado próxima semana, tem apenas 17 anos. Mas, por favor, não a classifiquem como “promissora”. Abaixo seguem poesias e até respostas à esse curto Papo Reto para atestar a maturidade de sua persona e de seus versos. Ah, e o Pirueta sairá com 80 páginas e duas opções de capa (uma laranja, outra roxa) e pode ser adquirido ao preço de R$ 30. 1. Pirueta. Por que o título? Porque os poemas foram escritos numa fase de queda e dança. Dor e delícia. Muita coisa pessoal e forte aconteceu, como a morte da minha avó, o término de um namoro… e eu tive...

Eduardo Alexandre pregando cartazes na Galeria do Povo

09/03/2017|

Todos os anos Natal é das poucas capitais do Brasil a celebrar, realmente, o Dia da Poesia, instituído em 14 de março como homenagem ao poeta Castro Alves, nascido nesta data. Mas como começou essa história? Há alguns relatos. Um deles traz como mote dessa justificativa o artista visual Jota Medeiros e Eduardo Alexandre como espécie de coautor. Foi Jota quem idealizou, em 1977, a exposição comemorativa ao 10º aniversário de surgimento do Poema Processo, promovida na Biblioteca Pública. Por lá compareceu Eduardo Alexandre, já idealizador da Galeria do Povo – um aglomerado de artes visuais e poesia ao ar livre, expostos na Praia dos Artista e que reunia artistas, amantes da arte e jornalistas. Um projeto cultural já admirado na cidade. Jota Medeiros tinha seu trabalho relacionado ao Mail Art mais disseminado em Pernambuco. E por lá já se comemorava o Dia da Poesia mostrando jornal que trazia Paulo Bruski em performance comemorativa. Por aqui, o movimento da Galeria do Povo adentrava a vigésima exposição e já dispunha de grande acervo de poemas, deixados pelos participantes. O 14 de Março estava próximo e ficou então decidido que Natal aderiria ao movimento do Dia da Poesia. A partir daí, o...

Precisamos falar da liberdade de expressão nas redes sociais

09/03/2017|

A liberdade de expressão é direito conquistado e postulado democrático inalienável sob qualquer argumento. E isso vale do tempo paleolítico, quando ninguém sabia do que se tratava, até hoje. Porque o desejo de liberdade sempre existiu. Mas a valorização dessa prerrogativa mudou durante o tempo. Se era objeto de desejo em tempos ditatoriais, por exemplo, na era das redes (anti)sociais a fartura é tanta que tem extrapolado um limite que sequer se imaginaria ter. Ou seja: a liberdade de expressão não é e não pode ser tão libertária assim; não pode ser um princípio absoluto. O caso do atentado terrorista em Paris contra uma publicação satírica alertou o mundo para o debate sobre o tema e mostrou que opiniões precisam ter certos limites, sejam éticos ou morais. Talvez por falta de regulação da mídia virtual ou exemplos de linchamento público nas redes sociais – merecidos ou não – sem qualquer interferência jurídica, há a falsa impressão de liberdade anarquista na opinião. E não é bem assim. E nisso o comportamento mais comum é “surfar na onda”. É seguir a opinião da maioria ou da tendência do momento. É jogar mais uma pedra, sendo mais confortável do que ser apedrejado. Uma...

Pititinga, a doce enseada do sossego

09/03/2017|

Pititinga! Provavelmente, a grande maioria dos potiguares nunca ouviu falar desse lugar. Imagina os turistas! Tranquilidade, sucesso, sol, mar, água fresca, lugar inóspito é a receita para fugir alguns dias da vida e deixar as horas passarem sem ter notícias da “terra civilizada”. É essa atmosfera que torna a praia de Pititinga um dos melhores lugares para relaxar, deixar a vida passar como se o amanhã demorasse os quatro dias de carnaval. Para quem quer fugir, ficar bem longe do estresse, a praia de Pititinga é o local ideal para se esconder de todo o caos urbano. Naquele beiço de mar, os únicos ruídos são das ondas do mar quebrando na praia. É o local certo pra quem quer tirar a cabeça fora do ar, se desligar de tudo e ficar curtindo o tempo passar calmamente. É como se os nativos de Pititinga se esquecessem de que há relógio e hora marcada. E ali as pessoas fazem questão de manter o sossego. Mesmo durante o período carnavalesco é possível que se escute música de carnaval de algum carro que passa ligeiro, um barzinho na vizinhança, ou algum bêbado se equilibrando no passo do samba imaginário… e mais nada. Pititinga é...

[DIA DA POESIA] Veja programação completa no Mercado de Petrópolis, Funcarte e FJA

09/03/2017|

Dia da Poesia em Natal é motivo de festa e, pelo menos antigamente, anos 70 e até 80, de desbunde. Mas a festa, a celebração, acontece todos os anos. Abaixo, sugerimos as programações montadas pelo Mercado de Petrópolis e as do poder público, com a Funcarte e Fundação José Augusto. MERCADO DE PETRÓPOLIS Na semana da poesia, o Mercado de Petrópolis convida o grande público a viajar nesse reino encantado e celebrá-lo entre poetas e feirantes, amigos, passantes – artistas de rua e versos ao ar livre. Então, a programação para o Dia da Poesia do Mercado estará inserida na quarta edição da Feira Livre, que acontece já neste sábado com o tema ‘Poema-Processo faz 50 anos: a Arte está na Comunidade’. Na programação terá recital, música, cordel, feira de vinil e livros, brechós, objetos e artesanato, artes e antiquários, comidinhas e botecos. Um encontro fortuito de poetas, escritores, artistas e músicos locais em terreno fértil: no mercado público! Garimpe livros, ouça um disco, circule entre as banquinhas e vivencie o mercado público. A programação do encontro tem início às 10h e conta com: – Exposição “Geometric Signal”, do artista plástico Falves Silva, em comemoração aos 50 anos do Poema-Processo;...

8 CURTINHAS: Projetos captados para 2017, textos no Substantivo Plural, Kukukaya…

09/03/2017|

PROJETOS CULTURAIS CAPTADOS O Grupo Vila anunciou o patrocínio de três projetos culturais do Rio Grande do Norte para 2017, sendo dois novos projetos: a programação em homenagem aos 80 anos de nascimento do cantor Elino Julião, previsto para junho; e ainda o lançamento do livro e exposição “Quando a pele incendeia a memória”, sobre a obra do fotógrafo caicoense José Ezelino, idealizado pela professora Ângela Almeida e previsto para setembro. Além dessas novidades, o Morada da Paz segue, já há dois anos, com o patrocínio do projeto Quartas Clássicas, da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte. TEXTOS NO SUBSTANTIVO PLURAL Infelizmente um erro acidental transferiu mais de 6500 textos meus publicados no Substantivo Plural para o nome de Conrado Carlos. Erro aparentemente irreversível. Uma lástima. Estavam ali armazenados também os do meu antigo Diário do Tempo. Ou seja: dez anos de produção. Repito, erro acidental, sem intenção. Então não carece apontar culpados. Me resta só o lamento e o trabalho de formiguinha de reverter um por um. Quando lembro de algum texto peço à galera e eles alteram para meu nome. Claro, vou conseguir recordar 1% do total. Já não bastasse o Diário de Natal sumir com meus...

Projeto Mulheres Retratadas quer contribuir para autoestima de mulheres com câncer

08/03/2017|

Neste Dia Internacional da Mulher, o projeto cultural “Mulheres Retratadas” realizou seu primeiro ensaio fotográfico. A sessão piloto teve Amanda Albuquerque (do canal no YouTube “Vencendo o Câncer de Mama”) como modelo, intervenções artísticas de Ariel Guerra e registro fotográfico por Mylena Sousa. O projeto engloba várias linguagens artísticas, tais como: artes plásticas, fotografia, audiovisual e literatura, e tem como objetivo contribuir para a autoestima das mulheres com câncer. Seu resultado será a realização de uma exposição fotográfica itinerante que abrangerá as quatro zonas da capital potiguar. Essa exposição visa favorecer a melhoria da autoimagem, da representação e do empoderamento das mulheres com câncer durante e após o tratamento por meio da arte, uma vez que esta se constitui como elemento estético sensível, que tem o poder de trazer à tona questões e/ou sentimentos guardados bem como de provocar a própria mudança do olhar e da percepção a partir do contato com a obra de arte e a participação na construção deste processo. A ação desenvolvida por Camilla Kaciane e Nizia Klosouski, produtoras executivas do projeto, quer chamar a atenção de futuros patrocinadores, já que o projeto está apto à captação de recursos por meio da Lei Câmara Cascudo. Sendo...

Veja como participar da nova fase da campanha ‘Música Potiguar, Nosso Som Tem Valor’

08/03/2017|

A campanha ‘Música Potiguar, Nosso Som Tem Valor’ tem o propósito de ressaltar o talento e o valor do artista local. Lançada ano passado com adesão voluntária da mídia, instituições e, claro, dos próprios artistas, a campanha adentra agora uma nova fase. Após o sucesso da 1ª etapa que teve suas principais peças publicitárias protagonizadas pelos artistas Antônio de Pádua, Carlos Zens, Hilkélia, Jubileu Filho, Nara Costa, Simona Talma, Valéria Oliveira e as bandas Macaxeira Jazz e Plutão Já foi Planeta, a campanha abre inscrição para seleção de outros artistas para suas novas peças. Com o propósito de ampliar o impacto da campanha, que tem neste Papo Cultura um dos parceiros, e renovar as peças publicitárias, os artistas potiguares poderão se inscrever para nova a seleção. COMO SE INSCREVER Artistas com carreira consolidada em Natal deverão encaminhar email para Green Point (mo****@************rt.br) com os seguintes materiais: 1- Vídeo em full HD ou HD (720) com excelente qualidade de áudio 2- Três músicas em wav ou mp3 com pelo menos 192 kbps 3- Três fotos em alta 4- Mini currículo contendo discografia e datas e locais de suas principais apresentações O prazo para envio do material é 12 de março de...

Confira os 17 vencedores do Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas

08/03/2017|

A primeira edição do Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas elegeu “Beco da Lama”, de Antônio Luiz Souza, como campeã e Diego Brasil como intérprete da noite. O anúncio dos vencedores aconteceu na noite de ontem, em uma festa repleta de frevos e sambas no Sesc Cidade Alta. Foram entregues 17 as premiações divididas por categorias para agremiações carnavalescas como escolas de samba, tribos, blocos, orquestras de frevo, profissionais criativos, eventos pré ou carnavalescos além de iniciativas culturais que mantenham vivas as tradições carnavalescas e da cidade. 21 convidados participaram das curadorias, etapas e indicações que definiram os vencedores. E para representação do Prêmio Dosinho de Carnaval, uma peça artística que foi criada pelo artista visual Guaraci Gabriel inspirada nos tradicionais estandartes dos blocos carnavalescos. O concurso foi concebido pelo produtor Marcelo Veni para incentivar e reconhecer a criação artística em todas as suas formas de expressão, a pesquisa de novas linguagens, a formação e o aprimoramento da celebração popular mais difundida no país. Durante todo o concurso a Universitária FM, parceira do projeto, vem tocando as classificadas desde a primeira etapa. Um programa especial também foi feito para divulgar as semifinalistas. O Prêmio e o Concurso de Marchinhas marcam os...

[DIA DA MULHER] 20 poetisas potiguares para você ler e admirar

08/03/2017|

Natal: em cada esquina hoje há uma poeta, em cada canto, uma feminista orgulhosa de si, do espaço ocupado a duras penas e por cima de preconceitos ora camuflados, ora escancarados, ora até despercebidos pelo inconsciente machista – herança milenar.E mesmo na poesia essa dor causou chagas. Quão reprimidas foram. Por que temos tão poucas quando os poetas apareceram e hoje temos tantas poetisas potiguares? Vontade reprimida de mostrar sentimento! Mas o Rio Grande do Norte se orgulha da história de pioneirismos femininos única no Brasil. Inclusive do feminismo, com Nísia Floresta. E ainda o primeiro voto feminino, a primeira prefeita eleita da América Latina (Alzira Soriano), primeira vereadora (Joanna Bessa) e primeira deputada estadual (Maria do Céu), maior romanceira do mundo (Dona Militana) e até a primeira professora com síndrome de down do Brasil (Deborah Seabra). E se poetisas há pelos quatro cantos do Brasil e do mundo, o Estado potiguar tem mais e melhor por metro quadrado. Abaixo segue pequena mostra desse talento. De autoras vivas, de autoras saudosas. Poesias publicadas em livros ou no universo solto da internet. Poesias entre gerações. Poesias femininas, poesias feministas, mas todas poesias. Todas mulheres-poesias. ———— CARMEM VASCONCELOS LINHAS E VÃOS A...

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