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O chopp é uma festa

Croniketa da Burakera #19, por Rubens G Nunes Sem essa de que cerveja é mais refinada. Pra mim o chopp é uma festa! A cerva é mais séria. Mais responsa.

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Projeto cultural vai difundir choro potiguar em apresentações gratuitas

15/03/2017|

Em cada uma das três edições do Roda de Choro Potiguar subirão ao palco dois convidados e banda base formada por seis músicos No próximo dia 25 de março (sábado) estreará o projeto que pretende enaltecer a música autoral papa-jerimum, especialmente o choro: o Roda de Choro Potiguar. Na primeira edição, se unirão à banda base, formada por seis músicos potiguares, o cantor e compositor Carlos Zens e a cantora Laryssa Costa. O show começa às 16h, no Bar do Zé Reeira, com entrada gratuita. A apresentação será a primeira de três edições, realizadas sempre aos sábados nos mesmos local e horário. A proposta do Roda de Choro Potiguar é apresentar ao público um repertório composto em sua maioria por choros de compositores potiguares, como João Juvanklin, K-Ximbinho, Chico Elion e Tico da Costa. Além disso, o projeto pretende fortalecer a cena do choro em Natal, apresentando grandes artistas locais num espaço tradicional e popular da cidade. Desse modo, o projeto divulga a produção autoral local desse gênero centenário à plateia. No palco, o sexteto, composto por Alexandre Moreira (bandolim), Deo do Pandeiro, Diogo Guanabara (bandolim), Fernando Botelho (violão de sete cordas), Henrique Pacheco (baixo) e Raphael Bender (bateria), se...

Reveladas capa e participação especial do novo álbum do Plutão Já Foi Planeta!

14/03/2017|

Em primeira mão – pelo menos pela imprensa daqui – adianto o nome do novo álbum do quinteto potiguar Plutão Já Foi Planeta, a arte da capa e também a misteriosa participação especialíssima. O disco ‘À Última Palavra Feche a Porta’ será lançado em todas as plataformas digitais no próximo dia 24 de março. Já há até página virtual para pré-venda do álbum. Este é o disco de estreia da banda pelo selo slap, da Som Livre. Este será o segundo disco da banda, depois do ‘Daqui Pra Lá’ e a galera já segue essa semana para Sampa em tour de lançamento pelo interior e capitais do Sudeste. Infelizmente houve um ruído com a Fundação José Augusto e o show agendado exatamente para hoje na Cidade da Criança foi suspenso, sem muita justificativa pelo órgão, segundo a produção da banda. Show da banda pelo RN agora só em setembro. A última apresentação do Plutão por aqui será nesta quarta, quando estarão nas celebrações dos 25 anos do Natal Shopping. Lá, tocarão uma música composta especialmente para o evento e uma outra. Mas o evento é fechado para convidados e imprensa. FAIXAS Seis das dez faixas do ‘A Última Palavra Feche...

Você pode inscrever sua prosa ou poesia em premiação literária da língua portuguesa

14/03/2017|

Oportunidade ímpar para ter seu livro publicado e ainda participar de um grande evento literário da língua portuguesa A segunda edição do Prêmio Literário UCCLA – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa tem prazo de inscrição até o próximo dia 21 de março, Dia Mundial da Poesia. O Prêmio é uma iniciativa conjunta da UCCLA, Editora A Bela e o Monstro e Movimento 2014, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, e tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela e conto) e da poesia, em língua portuguesa, por novos escritores. São admitidas candidaturas de concorrentes que sejam pessoas singulares, de qualquer nacionalidade, fluentes na língua portuguesa, com idade não inferior a 16 anos. No caso dos menores de 18 anos, a atribuição de prêmios ficará sujeita à entrega de declaração de aceitação pelos respectivos titulares do poder paternal. A obra precisa ser entregue ao endereço pr**********************@***il.com Também anexado ao email devem vir as seguintes informações: A Obra, nos termos e com o formato previsto neste artigo ( ver abaixo); Declaração de Conformidade (também ver mais abaixo); Cópia do documento de identificação do autor. A OBRA A...

4 shows imperdíveis para curtir a partir desta quinta em Natal

14/03/2017|

LARYSSA COSTA Amor, desilusão, dor, raiva e paixão inspiram e compõem o show A Bossa da Fossa que estreia nessa quinta (16) no palco do Bardallos Comida & Arte. O show da cantora Laryssa Costa surgiu da necessidade de um repertório em que pudesse trabalhar suas interpretações de forma mais profunda, minimalista e performática. São clássicos como Tortura de Amor, Ronda, Meu Mundo Caiu e outros compõem a seara musical e são apresentados primorosamente com versões contemporâneas. Laryssa promete caprichar e cantar o amor e a solidão como ninguém neste show. Além de outras surpresas que poderão ser intervenções cênicas e performances de artistas convidados. O sagrado feminino não fica de fora e é expressado em canções que foram sucesso nas vozes de grandes mulheres da nossa música popular brasileira e que tão bem representam este cancioneiro mais melancólico. Portanto, um convite para ouvir Maysa, Dolores Duran, Dalva de Oliveira e a conterrânea Núbia Lafayete. O acompanhamento instrumental fica por conta de Toni Gregório, instrumentista diversas vezes premiado por suas composições, arranjos inovadores e habilidades criativas. O show se apresenta em curta temporada nas quintas (16, 23 e 30) com sessões sempre as 21h no cultuado Bardallos Comida e Arte,...

CURTINHAS: Septo na Argentina, Festival de Swingueira, Selenita Aparte no Bardallos

14/03/2017|

FESTIVAL DE SWINGUEIRA A prefeitura de São Gonçalo do Amarante realizou no último domingo um Festival de Suingueira, já em quarta edição. Acho lamentável um município rico em tradições se prestar a isso. Não se trata de gosto musical, mas de respeito aos valores culturais. Que tal um festival de Congadas ou outros folguedos? Como vencedores desta edição do festival, vejam os grupos: Kebrart, Gogoboys e Kebraxé. Só podia ser promoção da Secretária para Assuntos “Extraordinários”. SEPTO NA ARGENTINA A websérie Septo, filmada aqui e feita por gente daqui concorre à “Melhor Série Iberoamericana” no festival internacional de Buenos Aires, o BAWEBFEST, que acontece próxima semana. Quer ver a série todinha, sem procurar novos capítulos? Clique AQUI. Mas, já que dei esse presentinho, ajuda a galera também. Eles precisam do seu voto. Basta clicar AQUI, procura por SEPTO e clica em Votar. Prontinho! A galera merece. Fez todo o trabalho de forma independente, via financiamento coletivo e representa noix na terra dos hermanos. Aliás, representa mais que isso: é a luta contra homofobia e o feminismo. LENO E LILIAN O potiguar Leno resgatou a parceria com Lilian para uma temporada de shows em homenagem aos 50 anos da Jovem Guarda....

Projeto Pixinguinha deve passar por 60 cidades ainda este ano

13/03/2017|

Os projetos Pixinguinha e Mambembão, nas áreas da música e das artes cênicas, respectivamente, voltarão em novo formato ainda este ano. Pelo menos essa é a expectativa do ministro da Cultura, Roberto Freire e do presidente da Funarte, Stepan Nercessian, o eterno motorista das novelas globais. Durante reunião na sede da Funarte na última sexta, ficou decidido que será lançado em breve um edital para os projetos. E uma das principais mudanças é a descentralização das caravanas e incentivar as apresentações não só nas capitais e grandes cidades, mas também nos municípios do interior. Para quem não lembra, o Pixinguinha marcou época em Natal com apresentações memoráveis, sobretudo as realizadas no Teatro Sandoval Wanderley. Sem a reabertura do Teatro Alberto Maranhão e sem qualquer perspectiva da volta do “teatrinho”, imagino que o TCP Chico Daniel pudesse abrigar os novos shows. Isso se passar por aqui. As apresentações do projeto Pixinguinha – que promove caravanas com encontros entre dois grandes nomes da música ou nomes emergentes – passarão por 60 cidades, que estão sendo definidas. “Antes, as caravanas iam muito às capitais, até por questões de espaço para apresentação. Mas hoje muitas cidades do interior tem feito um trabalho muito importante...

[DIA DA POESIA] Bardallos monta programação alternativa com sarau, feira livre e música

13/03/2017|

Para além das programações montadas pelos órgãos oficiais de cultura, há também muita poética alternativa para celebrar o Dia da Poesia nesta terça-feira. E o Bardallos Comida & Arte estará pronto pare receber poetas, loucos e afins a partir das 16h, quando acontece a Feira Livre Literária, com livros, zines, pôsteres, postais, papearias e outras artesanias. Também às 16h tem a mostra coletiva Expoética Suversivas, no salão do Bardallos. A Casa do Cordel comanda a programação das 16h e às 19h começa o lançamento do livro da Jeovania P, com sessão de autógrafos e pocket show de Pedro Mendes até 21h. E a partir de então o comando é do Sarau POeTIGUARES com discotecagem de Ju Ataíde e microfone livre à toda poesia. Poéticas cantadas de Rousi Flor Caeté, Poéticas de Civone Medeiros, Leonam Cunha & Você(s) e ainda lançamento e leituras do livro CidadELAS, das 21h à 0h. O Bardallos está fincado no Centro Histórico de Natal, à rua Gonçalvez Lêdo, por trás das lojas Renner. O acesso para a programação é totalmente livre. Para saber sobre o Dia da Poesia da Funcarte e da Fundação José Augusto, clique AQUI.

O extermínio da arte e a implosão da liberdade

13/03/2017|

por Marcius Cortez “Pra que a censura se temos a blindagem”. “Globo, a escória humana brasileira”. “Fora Michelzinho”. Vou escrever essas frases nos muros de São Paulo. Os franceses escreveram os melhores muros da história: “Prenons la révolution au sérieux mais ne nous prenons pas au serieux”. “Bientôt de charmantes ruines”. “Le sexe de la nuit souri a l’oeil unanime de la révolution”. Não acredito nesse Brasil abençoado pela vara de condão da economia neoliberal. O mercado senhor e feitor da sociedade não deu certo em lugar nenhum, desde os tempos do John Maynard Keines. Desenvolvimento é mais do que o controle da inflação, do câmbio e da balança comercial. Quando se fala de uma nação se fala de um povo. Ignorar isso é ignorar que o oxigênio de qualquer país que se pretende grandioso é a sua cultura e sua autonomia. Os tempos são de facada na inteligência. De censura, manipulação, divulgação de informações falsas e blindagem. As quatro principais trevas da fogueira do atraso. Quem filtrou uma informação pertinente e deseja reparti-la com a sociedade pode tirar o cavalinho da chuva que vai ficar tocando harpa no Himalaia. Reina a lei dos canalhas. Marcham firme e forte os...

[BELO BAFO DA BOCA] Poesia pão e palco

13/03/2017|

por Carlos Gurgel Parece que foi ontem. Passeatas aconteciam como se a crina do tempo pedisse vinho e verbo. Sim, todos nós íamos, ao sabor dos paralelepípedos e da insurrecta mania de dizer versos. E lá se vão mais de 35 anos. Orgulho de pertencer a essa raça de uma geração que suou, sua e suará, entre mangueiras, postes, pastas e pistas. Sim, o amanhã sempre chega, ele sempre se renova a cada dia. Assim como a mãe de todas as bocas, ecoando pelos ares, lares, bares: nossa poesia. Foi por ela, que bêbados boêmios convictos entraram nessa corrente. Foi por ela que as moças de pele litorânea e intensamente bronzeada se enfileiram de versos e vida. Pois a poesia está na gente e faz parte, real e imaginariamente de um séquito de crenças e de uma alforria sem fim. Hoje, véspera do dia 14, percebo a diversa programação que nos cerca. Poetas novíssimos, outros se vestindo de enormes promessas suburbanas, apocalípticas e solares. Enriquecedor perceber que as primeiras caminhadas, deu no que hoje se vê pelos bares, beco da lama insólito e com papos na língua, e de tantas correntes e correntezas. Dia 15 agora (quarta-feira), fará um ano...

O poeta estrangeiro

13/03/2017|

Na decadência do mundo capitalista, miséria e crise do homem do fin-de-siècle, somado a influência de Heine-Baudelaire-Rimbaud-Corbière, surge o paradoxo da poesia moderna, ou seja, Jules Laforgue (Montevidéu, Uruguai, 1860 – Paris, França, 1887) exibindo as feridas da separação entre a não-identidade e a tradição. Por entre estas feridas se abrem a sua poesia que quanto mais imita a fala comum da linguagem coloquial e quanto mais se afasta da retórica antiquada e imponente, mais ela se torna incompreensível no sentido vulgar. Vinte e um poemas e quatro ensaios sobre: Baudelaire, Cargière, Rimbaud e Mallarmé. Assim está organizada e traduzida por Régis Bonvecino a coletânea Litanias da Lua, do poeta franco-uruguaio Jules Laforgue. A coletânea é uma oportunidade ímpar para um acesso imediato, quase uma intromissão, à sua trajetória dos alexandrinos aos versos livres dos “Derniers Vers”. Em Litanias da Lua, a poesia de Laforgue é a constante transposição de imagens que não são telas mofadas no conformismo estético, mas são imagens sobrepostas através do fenômeno que se realiza em perspectivas únicas a cada mirada. É uma poesia que se nos dá sem apriorismos, levando em conta o seu teor de ironia (simulatio, illusio, permutatio ex contrario ducto) que nos...

Museu da Fotografia é inaugurado em Fortaleza

12/03/2017|

A capital alencarina deu um salto grande na arte fotográfica, inaugurando do Museu da Fotografia de Fortaleza (MMF), na noite de ontem (sábado,11 de março), cuja primeira exposição tem duas mil obras de grandes nomes da fotografia e 440 exposições de vários fotógrafos renomados mundialmente como Steve McCurry, Henri Cartier-Bresson e Sebastião Salgado. Há anos Fortaleza é palco de eventos culturais de importância nacional que já lhe deu o título de “Cidade das Artes Visuais do Nordeste”. A cidade dispõe de diversos equipamentos, muitos públicos e de acesso gratuito, para divulgação e propagação das mais diversas expressões culturais. Museus, galerias, centros de eventos e teatros (todos no plural) sempre foram exigência dos artistas que contaram com a sensibilidade dos gestores culturais. A icônica “Menina afegã” tem 25 originais espalhados pelo mundo e um deles foi o primeiro item comprado pelo colecionador e empresário cearense Sílvio Frota, que viabilizou a construção do Museu da Fotografia. A garota se tornou a “Mona Lisa da fotografia” após perder os pais durante a invasão soviética ao Afeganistão e ser registrada por McCurry, capa da revista National Geographic em 1985. O primeiro andar do prédio terá o revezamento de exposições temporárias com mais de duas...

O (en)canto da sereia

11/03/2017|

Quando ela singrou pelo corredor em direção ao palco, o mar foi se abrindo. E através de seu canto, todos os seres marinhos também cantaram. Como na fábula – na qual a menina mergulha em busca do espelho e, refletida nele, torna-se uma sereia –, a cantora Sílvia Sol seduziu a plateia presente no auditório do IFRN-Central na noite da última quinta-feira 9 para assistir ao seu show “O Canto do Mar”. Assim como ondas arrebentando na praia, cada música conduziu o público para um mergulho na beleza, na delicadeza e na potencialidade de sua voz e de seu arrebatador repertório. Vestida em tons de azul (Iemanjá) e vermelho (Iansã), começou com “No Mar Ele É Um Peixe”, que integra o ritual religioso da casa de candomblé Fanti Ashanti, de São Luís do Maranhão, e que foi registrada pelo grupo paulista A Barca no álbum “Baião de Princesas” (2002). Já sobre o pepelê (altar/palco) com todos os búzios, todas as conchas, emendou com o bumba meu boi “Se Não Existisse o Sol”, do igualmente maranhense Boi da Maioba – que também teve “Negra Profecia” interpretada na metade do show. Em seguida, houve a primeira das três intervenções da poetisa Drika...

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