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Zezo Silva, transformista, artista e professor de Balé, foi vítima de latrocínio ontem (5). Segundo a suspeita levantada pela mídia, um namorado o golpeou com uma chave de fenda para

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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O fumacê sírio e o apocalipse-cráu

10/04/2017|

Croniqueta da Burakera #7, por Ruben G Nunes Os atuais Cavaleiros do Apocalipse-Cráu, meu camarada, são PutoPutin and TrumpTrampo and o BaiximKibe-Al-Assado, o fogueteiro KingJongPingPong, mais o desgraçado MaduroPéDuroBolivarianusErectus… …. são uns porraloucas, velho, quétudo-tocáfogo assimétrico na bundona de MãeTerra, ou Gea, a primeira entidade da Vida, de cuja GranXana todos nós viemos, seja por partenogênese-self-masturbatória, seja por incesto dela com o filho Uranos, segundo o aedo grego Hesíodo, um danado de sábio-poeta. … e daí começar de uma vez o Apocalipse-Cráu, dos geniais Copolla e Marlon Brando. AnjaMerkelComeQuieta chanceler da Bundesrepublik vai comendo pelas beiradas, doida pra ficar bundesnua pros Cavaleiros do Apocalipse-Cráu, doida pra levar um chupada assimétrica, como nos tempos de sua juventude-trans (vide foto ao lado – e olhe, até que ela dava pro gasto, m’ermão). Esse baratotal do gás sírio, é um fumacê-mix de haxixe-sarin-krokodil-crack-e-alcorão, que pode até matar meio planeta com uma putaguerra entre os Cavaleiros do Apocalipse-Cráu. Menos nosso BrasilMalandrinho que, segundo nosso hino, desafia a própria Morte chupando a Petrobrás nos seios da Liberdade e nas coxas dos Paraísos Fiscais, como honestamente nos ensinou nosso profeta-salvador Lulalá. Ò PatriAmada Salve! Salve! Nossos políticos são uma raçafidaputa de zumbis-quase-imortais, pior que o mosquitame...

Aluno da UFRN é selecionado para participar do Projeto Broadway Brasil

09/04/2017|

Concorrendo com pessoas de todo o país, o estudante Eduardo Zayit, do curso de Bacharel em Design e bolsista da Companhia Livre de Teatro Musical, foi um dos 60 selecionados para participar de uma semana de capacitação gratuita, com grandes nomes do teatro musical internacional, e da montagem de um espetáculo do Projeto Broadway Brasil, que acontecerá entre os dias 17 e 23 de abril, em Fortaleza – CE. Nascido no interior de Goiás e radicado em Natal há 7 anos, Eduardo veio para a capital potiguar a fim de cursar Direito, na UFRN. Concluiu o curso e resolveu investir em seu sonho de infância: o teatro musical. Mesmo morando longe da capital berço desse gênero artístico, ele tem realizado diversas audições dentro e fora do estado. Entre tantos “nãos”, o resultado do Broadway Brasil foi uma ponta de esperança para continuar sua busca pela sua realização pessoal e artística. “Eu sinto que finalmente estou num nível melhor que quando comecei. Mesmo sendo um projeto de incentivo a quem está iniciando, é a primeira seleção de teatro musical em que sou aprovado, então esse momento sempre vai ter muita importância pra mim”, comenta o estudante. Apaixonado por todo tipo de...

10 dicas práticas para você fotografar melhor

09/04/2017|

1) Leia o manual Ninguém se acostuma a ler os manuais dos aparelhos eletrônicos. Mas é muito importante ler o manual da câmera fotográfica antes de usá-la para se familiarizar com os novos recursos. A internet está cheia de alternativas como You Tube com vídeos e tutoriais, além de sites e blogs espalhados pelo mundo virtual. 2) Estude fotografia Quanto mais você estuda fotografia, melhores ficam suas fotos. Não pense que a “minha-máquina-faz-tudo”. Diafragma; obturador; regra dos terços; qualidade de luz; ISO; composição; tudo isso é imprescindível para fazer boa foto. O caminho mais rápido para esses conhecimentos é fazer cursos de fotografia ou participar de congressos, oficinas, workshops, etc. 3) Tenha paciência para fotografar Ter em mãos um equipamento que contem um cartão de armazenamento quase que infinito não lhe obriga a apertar o botão de disparo a cada segundo na tentativa de obter uma boa foto. Ao invés de contar com a capacidade de seu cartão, conte com a sua criatividade para se obter uma boa fotografia. Prepare a câmera, observe, componha e fotografe. 4) Fotografe com “um olho” É assim que deveríamos pensar quando estamos empunhando uma câmera. Feche o outro olho para criar toda atenção na...

1943 – Um dia diferente em Ponta Negra

08/04/2017|

por Rostand Medeiros Todos nós sabemos que diante da relevância da história da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, são bastante escassos os trabalhos ligados as memórias dos brasileiros que estiveram no front europeu. Se a situação dos trabalhos de história ligados as pessoas que cruzaram o oceano para lutar na Itália é no mínimo limitada, mais difícil são os depoimentos daqueles que estiveram patrulhando as nossas praias, aguardando a chegada de um inimigo que poderia desembarcar a qualquer momento. Defendendo o Nosso Litoral Quatro meses antes do dia 22 de agosto de 1942, dia oficial da declaração de guerra do Brasil contra a Alemanha e a Itália, o então ministro da guerra, general Zenóbio da Costa cria o chamado “Plano de Defesa do Exército do Nordeste”. Em suas linhas estão as ordens para milhares de soldados brasileiros designados para esta missão. Eles deveriam exercer forte vigilância sobre o litoral e este trabalho cabia aos homens ligados a 7ª Região Militar, então um órgão de comando regional (atualmente extinto) do Exército Brasileiro, com sede em Recife. A Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil também participavam destes esforços de defesa, mas de outras maneiras. Unidades do exército foram deslocadas...

[Leia Mulheres] Como se estivéssemos em palimpsesto de putas

08/04/2017|

O título acima é o nome do livro da escritora e jornalista Elvira Vigna. Mais uma escritora, aliás. Mais uma mulher em mais uma edição do grupo de leitura ‘Leia Mulheres’, já com um ano de atividades. “Como se estivéssemos em palimpsesto de putas” será lido e discutido a partir das 17h do próximo dia 22, no auditório da Saraiva, no Midway. Assim tem sido durante um ano, em edições mensais. Sempre um novo livro escrito por uma mulher e discutido por quem estiver interessado em participar do grupo de leitura. O Leia Mulheres-Natal é uma célula de um projeto presente em vários Estados. E por aqui tem funcionado com a mediação de Maíra Dal’Maz, Isabela Helena e Danielle Sousa. “Num breve balanço de um ano podemos afirmar que a coletividade, organização e diálogo tem sido a pedra de toque, afinal esta é a intenção do projeto: nos organizarmos frente às opressões da lógica mercadológica que subalterniza a mulher que escreve”, escreveu as mediadoras. A união e a democracia têm sido os motes para os encontros sempre motivos de novas experiências, onde há se escutam diferentes histórias, mulheres se reconhecendo, se experimentando, e repensando sobre práticas, discursos, medos, desejos e...

POETA DA SEMANA: Victor H

07/04/2017|

Victor H. Azevedo nasceu e reside em Natal. É poeta da nova safra de talentos potiguares. Publicou diversos zines, de quadrinhos e poesia. Entre eles estão “ao vivo do deserto”, “fábrica de flores” e “19xx”. Tem seu trabalho publicado em diversas revistas online, como a Germina, a Garupa e Enfermaria 6. Também traduz, nas horas vagas, poetas como Patti Smith, Roberto Bolaño, César Vallejo, entre outros. Acumula suas traduções na Guarita. Entre outras coisas, publica suas “quinquilharias” por AQUI. Seu livro de estreia sai esse ano. Victor H é o nosso POETA DA SEMANA! ————— PERSONA NON GRATA não posso mais sair de casa nos recitais minha presença é barrada nas lanchonetes só me servem pastel de vento nos aeroportos uma passagem custa o equivalente a uma artéria coronária nas praias furtam minhas sandálias nas livrarias escondem os poemários na seção de autoajuda nos clubes só discutem sobre meus dentes amarelos como se eu fosse um magnânimo personagem autárquico nos bares não servem vat 69 nem suco de cajá nos chats não me dizem oi nas drogarias distrações e codeína estão em falta e até os cães ensolarados cães não partilham nenhum filete de olhar comigo resta mesmo ficar aqui,...

10 anos sem Oswaldo Lamartine. Sua última entrevista

06/04/2017|

No último 27 de março completou uma década da morte de Oswaldo Lamartine. Como homenagem ao nosso maior sertanista, publico a talvez entrevista que mais me marcou. Não pela repercussão, não por ter sido a última concedida por Oswaldo (meses depois ele atiraria em seu peito). Mas pelo impacto que a pessoa Oswaldo Lamartine de Faria causou neste então jovem repórter. Me parecia um homem bom, amigo dos mais simples, mas já descrente da vida que levava longe do seu sertão. A pauta pedia um comentário dele sobre um livro relançado de seu pai, Juvenal Lamartine. Mas logo percebi que seria muito pouco, que estava diante de alguém maior. Saí daquele Flat Potengi meio extasiado. Até esqueci a raiva pelo trabalho no horário do jogo do Brasil em plena Copa. Mas Oswaldo não esqueceu sua raiva (rs). Cerca de três meses depois, sua fonoaudióloga, com quem eu mantinha contato, me transmitiu o contentamento de Oswaldo com a entrevista e o pedido para novo encontro. Nunca fui, premido pelo tempo; esse tempo apressado, longe da vida arrastada do sertão de Lamartine. Confira a entrevista, publicada no O Poti em alguma data de agosto de 2006. O DOTÔ DO SERTÃO Essa página...

6 CURTINHAS: Encontro de Dança, Jornada de Literatura, Mada e mais

06/04/2017|

ENCONTRO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA O Encontro de Dança Contemporânea acontecerá de 2 a 7 de maio em Natal e Parnamirim. Em sua oitava edição, o Encontro já está com quase toda a programação fechada. Dentre as confirmadas estão a Companhia H (RS), Geda Cia de Dança Contemporânea (RS), Camaleão Grupo de Dança (MG), e João Paulo Gross (GO) e a Solos de Stuttgart, recentemente premiada no festival de dança da Alemanha. Para as Cias locais, o evento designou a “Plataforma do RN” a fim de selecionar trabalhos de Natal e Mossoró, uma vez que o objetivo do Encontro é promover o intercâmbio para acrescer experiências. O Encontro conta com patrocínios da Unimed, por meio da Lei Djalma Maranhão da Prefeitura do Natal, do Boticário através da Lei Rouanet/MinC e realização Espaço Vivo Promoções Culturais. ROCK DE GERAÇÕES No próximo dia 13 de abril o Whiskritório receberá um encontro de gerações do rock e pop-rock potiguar. Show com General Junkie (FOTO), Camarones Orquestra Guitarrística e a novíssima banda Seu Ninguém. Se ligue se. JORNADA DE LITERATURA Alguém estava sabendo que vai ter nesta sexta a Jornada Potiguar de Leitura e Educação, no auditório da FIERN? Não fosse a Comunique Editora enviar...

Fundação Vingt-un Rosado se encontra em situação deprimente

06/04/2017|

por Caio César Muniz Conheci a Fundação Vingt-un Rosado um ano após a sua criação. Fui levado por Cid Augusto para iniciar o processo de publicação do meu primeiro livro. Naquele ano também surgiriam para a nossa literatura os poetas Marcos Ferreira e Genildo Costa, Cid já estava na seara, já era gente grande. Em 1999 fui procurado por Vingt-un Rosado para digitar UM livro, depois, sem uma conversa prévia, digitei dois, três, mil livros… Me tornei um auxiliar próximo de Vingt-un. Que sorte a minha! Não pelo emprego, mas pela oportunidade da convivência. De 1999 a 2005 tive um aprendizado sem igual. O dinheiro da Fundação vinha de pequeno convênio quase permanente com a Prefeitura Municipal de Mossoró. Nos tempos de Vingt-un ele comprava de papel, de insumos gráficos, depois, com a necessidade de sairmos do ambiente familiar da casa de Vingt-un e ocuparmos um espaço mais neutro, este pequeno convênio servia para pagar o custeio da Fundação: (aluguel, água, luz, telefone, funcionários). Nunca foi pago em dia, mas saía. Firmamos convênios paralelos, mas específicos para fins de publicação, não podiam ser aplicado e outros fins. Desde o final do último mandato da prefeita Fafá Rosado a coisa começou...

Um dia inteiro de atividades culturais no Mercado de Petrópolis neste sábado

05/04/2017|

Livros, vinis, zines, antiguidades, artes, fotografias, artefatos, objetos, plantas, comida, música, cinema, teatro, cultura… ufa! Um sábado inteiro de feira para celebrar a vida, a arte, bater um papo, treinar o garimpo, vivenciar a cidade e o mercado para torná-lo ponto de encontro cultural que reúna múltiplas possibilidades e vivência coletiva. Neste sábado dia 8, assim como em todos os segundos sábados de cada mês, das 10h às 18h, ocorre no Mercado Cultural de Petrópolis a “Feira Livre”, projeto criado pelos permissionários do mercado e a ASPERM (Associação dos Permissionários do Mercado Cultural de Petrópolis) com o intuito de movimentar o mercado e fomentar a cultura e arte locais. O projeto foi criado com a finalidade de reunir mensalmente permissionários e parceiros em torno de atividades culturais fomentadas no espaço, abrir as portas do mercado público para a sociedade, alavancar o comércio local e incentivar a produção artística da cidade. Em abril o evento ganha sua quinta edição e tem se consolidado como opção gratuita de lazer em um ambiente que ganha cada vez mais a vocação de um mercado cultural, justo quando se encaminha para seus 50 anos de história. Para saber mais sobre toda essa trajetória do tradicional...

Quatro eventos simultâneos e de graça acontecem na Pinacoteca nesta sexta

05/04/2017|

A Pinacoteca do Estado abriga uma noite de lançamentos na área das artes visuais nesta sexta-feira (7), a partir das 18h. Quatro eventos simultâneos, promovidos pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, abrem espaço para os artistas locais e homenageiam a história do prédio centenário. Horizontem Será aberta a mostra “Horizontem”, do artista visual Avelino de Araújo, que traz obras (FOTO, Natureza Morta) do passado e peças novas, iniciada em 1979. Com obras impressas em mais de 300 livros, revistas, jornais e antologias dos cinco continentes, Avelino participou ativamente do movimento Mail Art entre os anos 70 e 90. Nascido em Patu, Avelino participou dos principais movimentos de vanguarda com poemas visuais, arte postal, processos poéticos e concretismo. “Sua obra não se parece com o que faz aqui. Uns poucos aficionados como Jota Medeiros, Dácio Galvão, Dunga e Falves Silva, formam com ele um grupo que ja teve nomes como Nei Leandro, Dailor Varela, Marcos Silva e Racine Santos, que exercitavam a arte de esgrimir versos integrando-os nas artes plásticas”, escreveu o artista visual Iaperi Araújo no texto de apresentação à exposição. A mostra que traz poemas, posters, livros e 35 vídeos do canal do youtube do artista,...

Quais os livros mais marcantes da literatura universal e da literatura potiguar?

05/04/2017|

por Manoel Onofre Jr. – Quais os livros que mais marcaram sua formação intelectual ? – indagou-me, certa vez, um repórter. E eu lhe respondi: – Romances, principalmente. Culminâncias da literatura universal. ‘Dom Quixote’, ‘Os Irmãos Karamazov’, ‘Guerra e Paz’, ‘O Vermelho e o Negro’, ‘As Aventuras do Sr. Pick Wick’… De modo especial, Eça de Queiroz: ‘Os Maias’, ‘O Primo Basílio’, ‘A Cidade e as Serras’, ‘O Crime do Padre Amaro’. Eça ainda me parece ser o maior romancista da língua portuguesa – que me perdoe José Saramago. Na literatura brasileira: ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha, cuja força verbal deixou-me atordoado, e me influenciou muito quando escrevia para jornalzinhos estudantis. Dentre os romances clássicos destaco dois, ‘Dom Casmurro’, de Machado de Assis e ‘Triste Fim de Policarpo Quaresma’, de Lima Barreto. Que mais?… ‘Memórias de um Sargento de Milícias’, de Manoel Antonio de Almeida. Está vista minha predileção pelo escritores realistas, mas gosto, também, de outros que sabem mesclar, com maestria, o real e a fantasia, como por exemplo Lygia Fagundes Telles. Vejo no romance nordestino da década de 1930 o acontecimento mais importante da moderna literatura brasileira, em termos de ficção. A valorização que esse movimento fez...

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