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Croniketa da Burakera #21, por Ruben G Nunes “Somente o homem pode amaldiçoar” – é o que diz Dostoievski em “Memórias do Subsolo” de 1864. Romance perigoso. É preciso coragem

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Bia Vilar lança videoclipe após alcançar 7,5 milhões de visualizações com ‘Trem Bala’

12/04/2017|

Um despretencioso vídeo gravado em estúdio para interpretar a canção Trem Bala, da então desconhecida compositora Ana Vilela e já viralizada nas redes sociais, talvez tenha se tornado o de maior alcance no facebook entre as produções filmadas no Rio Grande do Norte. A cantora mirim Bia Vilar, de apenas 10 anos, convidou a cantora Mila Matoso, que havia participado do programa The Voice para cantar a composição de letra doce, de alusão à felicidade pela simplicidade, de incentivo ao ser e não ao ter. E nisso já se vão mais de 7,5 milhões de visualizações. Duas gerações de novas cantoras aderiram à simplicidade dessa canção e produziram o vídeo igualmente singelo, gravado no estúdio Megafone. E conquistaram os impressionantes números de 58 mil curtidas, mais de 178,4 mil compartilhamentos e mais de 4,4 mil comentários na postagem. Essa semana Bia Vilar gravou seu primeiro videoclipe, com passagens também no estúdio Megafone de Eduardo Pinheiro, marido de sua professora de canto, a soprano Hilkélia, e também em locações de Pium/Cotovelo. Lançado ontem (11) no facebook, já atingiu 227 compartilhamentos e mais de 510 curtidas. Bia foi procurada pela produtora desse videoclipe e escolheu a canção De Janeiro a Janeiro, da...

Natal ganha seu Mercado das Pulgas com programação dominical e gratuita

12/04/2017|

Evento será gratuito e conta com vasta programação semanal Natal ganha a partir deste mês de abril o seu Mercado das Pulgas. Um evento que preencherá as tardes de domingo do natalense, na parte externa da Arena das Dunas, em Lagoa Nova. A primeira edição será no próximo dia 16, das 15h às 21h, com entrada gratuita. Mas todos os outros domingos de abril e de maio já estão confirmados para o mesmo horário e local. A feira leva o mesmo nome original “Marché aux puces” e foi criada nos subúrbios do norte de Paris. Recebeu esse nome por causa da venda de vestuário, muitas vezes infestado por pulgas. O Mercado das Pulgas parisiense tem como característica ser um local onde diversos vendedores se reúnem para comercializar bens antigos, usados e outras mercadorias, inclusive de fabricação artesanal. Mas, na capital potiguar, o Mercado das Pulgas de Natal se propõe oferecer muito mais. Além da feira de antiguidades e artesanato, o evento vai oferecer gratuitamente aos visitantes uma vasta programação, como exposição de carros, praça de alimentação, parques, atividades esportivas, atrações infantis, shows musicais, espaço para caminhadas, patinação e pista de skate. No Brasil talvez haja um outro Mercado das Pulgas...

CURTINHAS: Insurgências Poéticas, Encontro de Trombonistas, Octo Voci e mais

12/04/2017|

INSURGÊNCIAS POÉTICAS O projeto Insurgências Poéticas volta neste mês de abril com edição especial dedicada aos arianos. Acontece no próximo dia 19 no palco afetivo do Bardallos Comida & Arte, a partir das 19h. A programação sempre recheada contará com intervenções poéticas que vai do violino de Julio Cesar, à dança de Rozeane Oliveira e as palavras de Civone e Thiago Medeiros. Se soma ao mix de atrações a jam session com a participação luxuosa de Laryssa Costa, Rodolfo Amaral, Romildo Soares e Mirabô Dantas, além de Felipe e Thereza Nunes e ainda discotecagem com vinis, de Hortência Carvalho. A exposição da noite é do artista visual Wallace Yuri. É uma celebração aos arianos que comemoram novas primaveras no período de março/abril. Já confirmados os arianos Avelino Hora, Rodolfo Amaral, Rozeane Oliveira, Marcelo Veni e Thiago Medeiros. Parabéns mais uma vez aos envolvidos. Projeto não é só bacana, é necessário. ENCONTRO DE TROMBONISTAS O Rio Grande do Norte sediará a quinta edição do Encontro de Trombonistas. Será entre 16 e 19 de abril com apresentações em diversos locais de Natal. O evento já entrou no calendário de trombonistas alunos e professores do Brasil. Na programação consta oficinas, workshops, máster classe,...

Ator potiguar é destaque como um dos melhores atores de teatro do Brasil

12/04/2017|

O ator potiguar José Neto Barbosa, nascido no município Santo Antônio do Salto da Onça, é destaque nos principais jornais e portais do teatro brasileiro após participação no Festival de Curitiba com o espetáculo “A Mulher Monstro”, encenado em temporada em nossa Pinacoteca. Sucesso de público no Centro Cultural Teatro Guaíra, o polêmico espetáculo conquistou curadores, jornalistas e críticos, além da experiente plateia curitibana. O ator e diretor José Neto, é citado no portal UOL de Miguel Arcanjo (um dos mais importantes jornalistas culturais e críticos do país) como um dos “principais nomes do teatro brasileiro”. Sua foto caraterizado da personagem aparece ao lado de Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, José Celso Martinez Corrêa, entre outras referências do teatro contemporâneo. Além disso, o jovem artista, que recentemente assumiu o cargo de Assessor de Teatro e Ópera do Governo de Pernambuco, foi matéria do portal da emissora TV Globo sobre Teatro relatando o processo de criação do seu espetáculo. Em breve, o premiado monólogo “A Mulher Monstro” retornará suas temporadas pelo Nordeste e, certamente, também em outras regiões do país. ORIGENS Festejos juninos, manifestações folclóricas, cultura interiorana. Quadrantes do Agreste potiguar. Esquinas de Santo Antônio do Salto da Onça. Nesse cenário, o...

Se come muito bem na literatura portuguesa de Eça de Queiroz (Parte 1)

11/04/2017|

por Manoel Onofre Jr. Em seu livro “As Amargas, não…”, Alvaro Moreyra diz a certa altura: – “Come-se mal nos livros de Machado de Assis…” Pois, digo eu: come-se muito bem nos livros de Eça de Queiroz. Eça, ao que tudo indica, era um gastrônomo de primeira, haja vista a descrição que faz de inúmeras especialidades, sobretudo da cozinha portuguesa, de modo a deixar o leitor com água na boca. Dia desses, dei-me ao trabalho de selecionar alguns trechos dessa riqueza culinária contida em cinco dos seus romances: “O Crime do Padre Amaro”, “O Primo Basílio”, “A Cidade e as Serras”, “A Relíquia” e “A Capital”. Transcrevo-os a seguir, sem maiores pretensões. Bom apetite, leitor. I Em “O Crime do Padre Amaro”, o personagem Cônego Dias, referindo-se aos dons culinários de sua outonal amada, a S. Joaneira, afirma: “Não há dia que me não mande o seu presente. É o covilhete de geléia, é o pratinho de arroz-doce, é a bela morcela de Arouca! Ontem me mandou ela uma torta de maçã. Ora, havia de você ver aquilo! A maçã parecia um creme! Até a mana Josefa disse: ‘Está tão boa que parece que foi cozida em água benta.'” Morcela,...

CURTINHAS: Yrahn Barreto, Canta Mais, Feira de Petrópolis, Porão das Artes e mais

11/04/2017|

70 ANOS DE SERGIO SAMPAIO Nesta quinta-feira, o cantor e compositor Yrahn Barreto irá homenagear o cantor Sérgio Sampaio (FOTO), autor de grandes sucessos, como “Eu quero botar meu bloco na rua”. Intitulada “Semana do Sampaio”, o projeto nasceu em 2014 com a iniciativa de Yrahn ao procurar uma forma de homenagear esse grande compositor da música brasileira, que estaria completando 70 anos. Show com Carol Benigno na sanfona, Darlan Marley na Bateria e Paulo Milton no Contrabaixo. E ainda a participação especialíssima do cantor e compositor Antônio Ronaldo, as poetas Civone Medeiros, Ana Mendes, Sônia Santos e Plínio Sanderson. A partir das 20h no Teatro de Cultura Popular “Chico Daniel”. Ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro. Sampaio tem uma história íntima com Natal que ainda pretendo contar um dia. Matéria trabalhosa, de muitas fontes e versões. CANTA MAIS MULHERES O Dia Mundial da Voz vai ser celebrado por aqui com um timaço de timbres femininos no show Canta Mais. Saca só: Alzeny Nelo, Ana Tomaz, Bruna Hetzel, Clara Menezes, Heli Medeiros, Lene Macedo, Lysia Condé, Nara Costa e Silvia Sol. Será sábado e é bom tu correr, visse? O Flor de Sálvia tem o aconchego dos espaços...

Fotógrafa lança hoje mostra de fotografias do RN em Portugal

11/04/2017|

Ela é carioca, mas radicada em Natal e está passando uma temporada em Lisboa para aprimorar sua fotografia, estudando a História da Arte e Fotografia da Universidade Nova de Lisboa. Hoje, Sônia Figueiredo mostra seu trabalho com a exposição “Do Lugar de Lá”, com fotos exclusivamente produzidas no Rio Grande do Norte. A exposição fica em cartaz em Lisboa até o dia 6 maio, na Avenida 24 de julho 4C. A exposição de Sônia acontece na “Pequena Galeria” , que já foi incluída nos roteiros fotográficos da cidade. Um dos objetivos da Pequena Galeria Lisboa é dinamizar o mercado do colecionismo de fotografia, e destacar a formação, além de valorizar o coletivo. Sônia está no segundo ano do Curso e encantada com Portugal. Esse ano, ela planeja fazer três exposições fotográficas, além de já ter duas palestras já agendadas. A exposição “Do Lugar de Lá” tem a curadoria do também fotógrafo e galerista português, Luis Pereira, e contém 28 imagens em preto e branco. “Escolhi para a primeira exposição, fotografias realizadas no Rio Grande do Norte. Mostrar aqui um pouco do Estado que adotei como meu, apesar de ser carioca, é uma grande satisfação”, confessa Sônia, em email para este escrevinhador....

Anuário com 480 páginas de moda masculina será lançado em Natal

11/04/2017|

Publicação reúne trabalho conceitual de imagens a partir das várias vertentes das artes visuais A moda feminina está estampada em um sem número de publicações. É o carro-chefe dos desfiles e as modelos são as mais badaladas do universo fashion. Atrás de um nicho diferente e igualmente glamouroso, o diretor criativo e curador Rodolfo Ruben criou o anuário Romeu, uma publicação com quase 500 páginas exclusivas dedicadas à moda masculina. São apenas três edições publicadas até o momento e uma delas será lançada em Natal nesta quinta-feira, às 19h, no Garage Wash Car (Rua Antonio Queiroz de Melo, 1929 – Capim Macio). Uma das iniciativas do projeto Romeu é também promover o intercâmbio de artistas visuais, designeres, ilustradores e fotógrafos da cidade onde o anuário é lançado. Por aqui o escolhido foi o artista visual Arbus. A Romeu vem aos poucos se consolidando no mercado com a união de arte + imagens em fotografias conceituais, em sua grande maioria com um olhar mais teatral. As edições são promovidas em circuito de artes. “O universo masculino é uma área pouco explorada, uma grande oportunidade de exercitarmos nossos olhares, pois 80% do mercado têm os olhos voltados para o feminino. Achamos legal...

Mais novo imortal da ANL, Humberto Hermenegildo lançará o romance ‘Rastejo’

10/04/2017|

Próximo dia 20 de abril, o professor, escritor e agora o mais novo imortal da Academia de Letras do Estado, Humberto Hermenegildo, lança “Rastejo” seu mais recente romance, pela editora Caravela Selo Cultural. A noite de autógrafos será na própria Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANL), a partir das 18h30. Nascido em Acari, mestre e doutor em Letras, Hermenegildo ocupa a cadeira número 2 da ANL, cuja patronesse é Nísia Floresta e já foi ocupada por nomes como Henrique Castriciano e Hélio Galvão. Enquanto escritor, Hermenegildo é autor de livros que tratam do modernismo no Rio Grande do Norte, com ênfase no poeta Jorge Fernandes, assim como também se debruçou sobre estudos acerca do mestre maior, Câmara Cascudo. Já se aposentou na UFRN, mas continua como professor voluntário até 2018. Atualmente também é colaborador do Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-rio-grandenses, daquela universidade. Em 2015 foi vencedor do Prêmio de Poesia do concurso “Coleção Vertentes” da Universidade Federal de Goiás, com o livro Argueirinho/Visão. “Rastejo”, o novo livro, é um desses romances para fazer parte do acervo íntimo da cabeceira da cama.

PAPO RETO com Davi Arrigucci Jr.

10/04/2017|

O escritor paulista e crítico literário Davi Arrigucci Jr. é uma espécie de representante da crítica literária pós-Antônio Cândido. É um dos grandes na seara, com vários ensaios e livros publicados sobre figuras icônicas, como Drummond, Bandeira e Murilo Mendes. E se tece críticas, também dá a cara a tapa. Mas, creio, nunca lhe jogaram pedras. Pelo contrário, foi agraciado com o Prêmio Jabuti pelo livro de ensaios ‘Achados e Perdidos’, de 1979, entre outras premiações. O cara esteve por aqui poucos anos atrás e encontrei essa entrevista com ele. Permanece atual. 1. Quais consequências da ausência crescente da crítica literária no meio impresso? É um problema seríssimo. Não há mais resenha crítica. Vemos textos a partir de indicações editoriais ou movidos por ações cujo critério não é a qualidade literária – essencial à crítica. Sabe aquele sujeito que publica livro na Veja e quer aparecer, tipo Mário Sabino? As resenhas tratam desse tipo de literatura. É o que tem acontecido. 2. E qual o prejuízo desse desvirtuamento da essência crítica? Em Minas Gerais, por exemplo, há uma poeta soberba chamada Ana Martins Marques. Ela lançou livro sem qualquer repercussão na mídia. E assim há vários casos. Acho que a...

As Mênades

10/04/2017|

por Alex de Souza O álcool diluía em suas veias quantidades generosas de metanfetaminas, antidepressivos, estimulantes, psicoativos, alucinógenos e o que mais enfeitasse prateleiras de farmácia com uma tarja preta sensual. Dava para sentir o sangue circulando, como se brincasse de tobogã, milhares de minúsculas agulhas de gelo trespassando o corpo rumo à superfície da pele. Pode parecer estranho, mas era uma sensação gostosa. A porta tremia a cada batida da música e a vidraça da janela zumbia levemente. Mesmo com a festa rolando no outro cômodo, o som quase não entrava no quarto. Parecia vir de muito longe. Ou ela nem tinha mais certeza do que ouvia. Se já esteve tão chapada, foi em outra vida. Seus pensamentos, no entanto, eram claros como há muito tempo. Ela sabia o que deveria fazer agora. *** O tédio tirou Alice de casa ao entardecer. Primeiro passou pelos botecos conhecidos, à procura de uma paquera. Uns rapazes bonitos chamaram a atenção, mas a conversa era uma merda. Pediu para ir ao banheiro, pagou a conta no balcão e saiu sem se despedir. — Que se foda. Vou descer pra Ribeira — resmungou. Quem sabe não descobriria alguma nova espelunca? O bairro boêmio...

CURTINHAS: Badú no Bardallos, Edson Soares, Bembem e fim das bandas, e mais

10/04/2017|

BADU NO BARDALLOS Iniciando a celebração pelos 12 anos de atividades, o Bardallos Comida e Arte recebe nesta quarta-feira, véspera de feriado, a partir das 20h, a atriz e cantora Badu Morais, acompanhada do músico Ricardo Baya para um show eclético e com diversas releituras da música brasileira, sem deixar de lado a poesia e a performance. No repertório, músicas consagradas de Gilberto Gil, Jorge Ben, Caetano Veloso, Ângela Castro, Maguinho da Silva, DuSolto, Bob Marley e até Raça Negra. A entrada custa 10 reais, com direito a uma cerveja. No mesmo dia, o espaço recebe a Exposição “Santa Ceia”, com 12 artistas do cenário potiguar, onde cada um apresenta sua releitura da obra “A Última Ceia” de Leonardo Da Vinci. Entre os convidados da mostra, Guaraci Gabriel, Filipe Marcus, Claudia Moreira e Arbus. Link do evento no Facebook, clique AQUI. VOZES CALADAS NO INTERIOR Repúdio total às prefeituras que esfacelaram suas bandas filarmônicas. Desde o governo Rosalba Ciarlini, passando pela atual gestão Robinson Faria, o investimento nesse filão que tanto colabora não só para a educação de milhares de jovens, mas também à nossa tradição musical, tem sido vultoso. Segundo palavras do maestro Bembem Dantas “no Brasil um dos...

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