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Solidão do copo vazio

Croniketa da Burakera #20, por Ruben G Nunes Habitamos a solidão. Que gruda-enrosca a qualquer momento. Nas esquinas, bares, favelas, praias, estradas, sertões, shopinngs, motéis, sungas e calcinhas. Cenários cotidianos

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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9 CURTINHAS: Yrahn Barreto, Som de Pedrita, Dia do Jornalista, e mais

05/04/2017|

YRAHN BARRETO EM NORONHA Yrahn Barreto comemora com musica o recorde de desovas das tartarugas marinhas em Fernando de Noronha. O cantor e compositor potiguar fará show nesta quinta juntamente com Elton Felipe, Tamarazul e Maurício Cardin. Yrahn apresentará o seu show “ao gosto dos anjos” a partir das 20h no anfiteatro do centro de visitantes do projeto TAMAR, parceira da Petrobras no projeto de proteção às tartarugas há 35 anos. SOM DE PEDRITA Pedida boa para este sábado é ouvir o novíssimo Som de Pedrita, com Luana Alves, que venceu o último Prêmio Hangar de melhor música, com composição em parceria com Natália Noronha, do Plutão Já Foi Planeta, e o violão e parceiro de composições, Matheus Ribeiro. O show acontece no Bardallos Comida & Arte a partir das 21h. Em outro post falei do surgimento de revelações da música autoral potiguar a cada mês. Eis um exemplo. O Som de Pedrita até já tem uma estrada de pelo menos um ano com covers em bares e restaurantes, mas de um tempo curto pra cá, vieram as composições próprias. Ingresso por apenas 10 reais. DIA DO JORNALISTA O Dia do Jornalista é celebrado nesta sexta, dia 7, por decisão...

Nesta quinta e sexta acontece Feira de livros e artesanatos no Centro Histórico

04/04/2017|

Se o Espaço Cultural Ruy Pereira tem sido tomado por música como opção de entretenimento, nesta próxima quinta e sexta a ideia é outra e muito bacana. A partir das 14h acontece a Feira Itinerante de Livros e Outros (Filó). O evento segue até as 19h. Aquela ruazinha ao lado IFRN Cidade Alta, onde está fincado o bar de Zé Reeira e chamaram de Espaço Ruy Pereira estará repleto de banquinhas para venda e troca de material literário e também de artesanatos. O intuito do evento, segundo a idealizadora e mercadóloga Lilianne Marciano, é despertar o interesse de novos públicos, e com isso a população conhecer a nossa cultura local. O Filó tem produção de Leiroy Cheridan (nome invocado!). Esta primeira edição da feira conta com o apoio do IFRN e contará com obras literárias como cordel, sebo, quadrinhos, poesias, artesanato, contos de histórias e, no final, uma banda local encerrando a exposição de livros e materiais artesanais. “Acreditamos que com esta feira estaremos fomentando ainda mais a área artística, levando as pessoas a saírem com suas famílias e amigos para conhecer um pouco mais da arte e história da nossa cidade”, concluiu Lilianne.

Ideofrenia, ou quando o golpe é incoerente

04/04/2017|

Radical defensor do Estado Legal e de Direito (quando se diz de esquerda, sic!), acusa o “Golpe” contra a presidenta Dilma, mesmo que tenha atendido aos trâmites constitucionais. Mas, o que esperar desse congresso vendido, vide: mensalões e falcatruas assistencialistas, que de repente viraram “golpistamente” contra o governo até então aliados? Quando oposição lançou mão dezenas de vezes do artifício do impedimento (50 petições de 1990 a 2002), mas em 2016, foi golpe! Luta intransigentemente pelos ideais democráticos, mas, apoia o (des)governo Maduro na Venezuela, que fecha congresso e dá poderes legislativos à Corte do Supremo, onde todos os membros foram indicados pelo caricatural ditador e tem posições fechadas com governo – lá, eles “não são acovardados”! Denunciam as manifestações populares e invasão do congresso no Paraguai, quando à surdina tentam aprovar a reeleição, mesmo não estando prevista na constituição. Alegam que a revolta do povo é articulação da extrema direita (“Barras Bravas” + FLRA) para impedir a eleição da Frente Guasú, aliados ao conservador partido Colorado, visando um futuro gobierno progressista, no país vizinho. Exemplos de coerência, esses insofismáveis paladinos revolucionários, seres plurais, são a favor da diversidade – menos do pensamento contrário. Hegemônicos da verdade são militantes ferozes...

Vocês precisam conhecer a paulista Iara Rennó, que fará show em Natal

04/04/2017|

Milito no jornalismo cultural desde 2004 e tenho alguma noção da cena cultural natalense. Digo com alguma propriedade que nunca vi tanta gente boa fazendo música autoral. E o melhor: muita coisa nova apresentada a todo momento e que vale o ingresso. Para este mês de abril, a dica nem é um talento potiguar, mas uma artista dessas menos badaladas, mas de uma originalidade interessante que se precisa mesmo conhecer. Basta uma pesquisa rápida pelos googles e youtubes da vida para conferir um som modernoso da Iara Rennó, antenado às tendências sonoras e temáticas atuais. Iara é uma cantora e compositora paulista que está de passagem pelo Nordeste e no próximo dia 20 (quinta-feira, véspera de feriado) desembarca em Natal para show único na florestinha do ZenBar, em Pium, dentro do projeto Caosmose Apresenta, que objetiva mesmo trazer o som contemporâneo para cá. Iara já foi backing vocal de Itamar Assumpção e desde o início dos anos 2000 tem feito de sua obra um inventário de experimentações e ótimas parcerias, como nos álbuns Macunaíma Opera Tupi, de 2008, quando musicou fragmentos de um livro de Mário de Andrade, com parceiros do nível de Tom Zé, Arrigo Barnabé e Siba. Ano...

Veja toda a programação da Feira do Livro que começa hoje

04/04/2017|

A Cooperativa Cultural Universitária, da UFRN, celebra 40 anos de existência e a programação comemorativa começa hoje (4) com o lançamento da Feira do Livro 2017, em parceria com o Núcleo de Arte e Cultura (NAC) e atividades artísticas e culturais, no Centro de Convivência. Às 9h30 a mesa-redonda Escrita acadêmica e literária, com os professores Sandra Erickson, Durval Muniz e Tânia Lima abre a programação. E às 11h acontece o lançamento do livro Encouramento e Arreios do Vaqueiro no Seridó, do sertanista norte-riograndense Oswaldo Lamartine de Farias. A programação segue até sexta-feira (7). Segue abaixo toda a programação do evento. Mais informações com José Correia Neto, coordenador da Feira de Livros pelo telefone (84) 9 9136-3641. Programação de Mesas Redondas e Lançamentos de Livros Terça – 4 de abril 9h30 – Mesa Redonda: Escrita acadêmica e literária Convidados: Profa. Sandra Erickson, Prof. Durval Muniz e Profa. Tânia Lima 11h – Lançamento Encouramento e Arreios do Vaqueiro no Seridó – Oswaldo Lamartine de Farias Quarta – 5 de abril 9h30 – Mesa Redonda: Leia Mulheres Convidados: Maíra Dal’mas, Alice Carvalho e Maria Luiza Chacon 11h – Lançamento Novos Contos Potiguares, Organização de Thiago Jefferson Galdino Quinta – 6 de abril...

CURTINHAS: Burburinho Festival, Brasil Junino, Palco Giratório, Jovens Escribas e mais

03/04/2017|

BURBURINHO FESTIVAL DE ARTES O Burburinho Festival de Artes acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Bosque das Mangueiras (Lagoa Nova). Mas o edital para seleção dos artistas envolvidos nos três dias de evento foi lançado hoje. Interessados devem preencher o formulário de sua categoria até o próximo domingo, dia 9. O resultado da seleção será divulgado dia 17 de abril. O evento busca artistas consolidados na cidade e também novidades em todos os segmentos envolvidos. Todo processo é realizado on-line clicando AQUI. E para facilitar o rolé, seguem os links para cada categoria. Formulário para Dança AQUI. Formulário para Teatro AQUI. Formulário para Música AQUI. Formulário para Mostra Burburinho Audiovisual AQUI. BRASIL JUNINO SEM KHRYSTAL O Brasil Junino começa a ser divulgado pela Embratur e pelo Instituto Brasileiro de Integração. O projeto percorrerá quatro capitais europeias para divulgar o turismo das cidades onde são realizadas as maiores festas juninas do Brasil. E na caravana, artistas como Elba Ramalho, Lucy Alves, Os Gonzagas e Quinteto Violado. Ora, temos o Mossoró Cidade Junina, o maior em número de visitantes do país. Estamos na fita e não temos um representante nessa caravana? Por essas e outras mantenho opinião de...

Alterações na Lei Câmara Cascudo foram discutidas hoje

03/04/2017|

A comissão da Lei Câmara Cascudo esteve reunida nesta segunda-feira (3) na Fundação José Augusto para avaliar as mudanças nos mecanismos do incentivo à cultura estadual. A Lei Câmara Cascudo foi Criada em 2000 como o principal mecanismo de apoio e financiamento de projetos culturais nas mais diversas áreas do RN, a através da renúncia fiscal do ICMS. Durante a reunião desta segunda foram analisadas as sugestões recebidas do Fórum Potiguar, através da intensa participação de produtores e artistas locais, além dos pontos colhidos na audiência pública da Assembleia Legislativa, realizada em 18 de outubro de 2016. Neste mês de abril o Governo do Estado deverá apresentar a proposta de mudança da Lei na Assembleia Legislativa. Elevação do percentual Entre as modificações propostas está a ampliação da base de contribuintes por meio da elevação dos percentuais de 2%, 4% e 6%, correspondente à taxa de contribuição do ICMS das empresas. O debate aponta para uma alteração na sistemática do controle dos gastos dos projetos, através da conta no Banco do Brasil e da utilização de um cartão com publicação em tempo real no Portal da Transparência. Tal procedimento foi recentemente adotado pela Lei Rouanet e pela CAPES e CNPQ em...

A poesia derramada de Iara Maria Carvalho

03/04/2017|

Ao abrir o livro “Saraivada” (Sarau das Letras, 2015), de Iara Maria Carvalho, somos atingidos por uma torrente: arroio múltiplo, feito de palavras, emoções, dores e cores trazendo ao mundo a força interior da sensibilidade da poeta. Muito além das emoções individuais do ser poeta, do ser mulher. Mas as emoções profundamente humanas. Enchem-se e esvaziam-se, transitam e imobilizam, acolhem e expulsam, ferem e cicatrizam: “Pouco me importa se as palavras/ são inúteis.” (Rosário, pág.19.) O que importa então? A poeta, o leitor, cada ser vivo? O brilho. Não o exterior, mas o que está dentro da concha, composta não com as trinta contas do rosário, nem com os trinta anos de uma cronologia como uma medida, mas um rosário feito de verbos, adjetivos, sujeitos vivos, que “me rangeu os dentes, gostei./ alegria da palavra é doer.”, (E gemer, pág.21), que fica além da lembrança, como “Ofício” porque é feito – só das palavras” (pág.23) que, no entanto, sibilam ao ouvido, ao coração, a alma e tocam como uma “Saraivada” (pág.33), no que o leitor é sentenciado: “Desfira um golpe/misericordioso/no corpo sem carne/ do silêncio.” O gatilho feito de palavras foi disparado. O estopim aceso “Caminhos abertos/ com a navalha...

Uiskmeditation no Cais 43

02/04/2017|

Croniketa da Burakera #6, por Ruben G Nunes … a tardemansa vai preguiçando neste final de 2015. Dezembro, 30, quarta-feira. Tô aqui, no clube de uisk do Cais 43, barzão de responsa, pendurado nos penhascos da Ponta do Morcêgo, Praia do Meio, Natal/RN, Brasil/Esquina. O Dj-do-Cotovêlo, entidade-pestinha, que zoa os perdidos-de-amor, os amores-perdidos, e os amores-xifrados, joga no telão das Emotions o sambinha porretinha Vai Doer, do mossoroense Nazareno e o parceiro Pena Branca, que bombava, nos anos 70, nas rádios, buates e cafofos potiguares. “Vai doer quando o sol do amanhã me acordar” E a dor-de-cotovêlo vai chegando. Abro dois parêntesis. [Seguinte, velha-guarda: os perrengues morais e cornais, enganchados nas gamations, xifrations, separations e recordations – ou seja, na dor-de-xifre mesmo – no espremer do limão da saudade vira suco de fossa-e-arrêgo. Daí o Dj-do-Cotovêlo atacar com musiquinhas de lascar as arritmias. E tome de pedra na Geni! – nénão velho-Chico!?] [os puristas que esperneiem, mas é xifre com “x” simsinhô – pois, trata-se de xifre humano que tem a ver com xanas, xotas, xereca, xibiu…e até ximbas… enganadoras e enganadas; já o chifre com “ch” é coisa de animais e gramáticos pé-duro]. Fecho os dois parêntesis rapidinho. Tô...

autismo-angelo-e-augusto

02/04/2017|

Nas ideias meio desconexas, o desejo de dominar o céu como pilotos de avião. Nem é sonho buscado ou meta planejada de vida. Ângelo e Augusto têm compulsão mesmo é pela amizade, pelo contato com pessoas desconhecidas e potencialmente amigas. Sim, eles parecem de outro mundo. Um mundo mais inocente, mais afetuoso, sem violências ou casais falidos presos às tentações efêmeras dos papos do zap. No universo gigantesco desses irmãos gêmeos, cabem dois quarteirões perto de casa e possibilidades infinitas. Alguns se assustam com eles. Outros se incomodam. E eles nem ligam. Estão noutra vibe, mais útil ao mundo deles ou do nosso. É energia positiva ligada no automático. E tentam esse contágio junto aos “amigos” que nunca viram, que encontram em mesas de bares e de shoppings do seu mundo único. Essa semana, último dia 2, foi o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Obra do acaso e foi também aniversário de 35 anos de Ângelo e Augusto. O tema ainda é delicado e muito estudado. Hoje e amanhã, por exemplo, acontece no hotel Holiday Inn, aqui em Natal, o Simpósio Dialogando com o Autismo. Delicado porque ainda resta preconceito e dificuldade de inserção social. “Estudado” porque muitas descobertas...

As Elzas de Paulo Freire

31/03/2017|

por Marcius Cortez As Elzas da vida de Paulo Freire pertencem a dois cenários. O primeiro é o cenário real: Paulo e a Professora Elza Maia Costa Oliveira, que foi a sua primeira esposa, de 1944 a 1986, quando faleceu. O casamento gerou cinco filhos, fui testemunha do amor que os unia e do companheirismo que se completava no fato deles exercerem a mesma profissão. Fui, aos dezessete anos, o menino do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, instituição que Paulo dirigia e que se constituiria no órgão de apoio ao trabalho de alfabetização de adultos em desenvolvimento em todo o país durante o governo do Presidente João Goulart. Lembro da Dona Elza, revoltada, porque nos primeiros meses da Ditadura, Paulo era preso e solto, preso e solto, uma tática perversa, humilhar para meter medo. Pois bem, Elza começara a tramar uma solução contando com a ajuda de pessoas ligadas à Embaixada da França e em segredo nos confidenciava que “dessa vez Paulo foge nem que fosse vestido de baiana”. Conheci Paulo Freire na intimidade. Ele gostava de almoçar com as pessoas de sua equipe. A gente sabia o risco que estava correndo, mas tratamos de arregaçar as...

O tom marrom da Praia de Pipa

31/03/2017|

Considerada uma das praias mais bonitas do Brasil, a atmosfera charmosa da Pipa só é comparada a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro; Bombinhas, em Santa Catarina; Arraial d’Ajuda, na Bahia; e Jericoacoara, no Ceará. A mais badalada praia potiguar é cosmopolita. Um lugar onde se fala todas as línguas do mundo e todos os sotaques brasileiros, como uma Torre de Babel reunindo as mais diversas tribos para festejar os encantos da vida num prazer sem fim. Para aqueles que também gostam da noite, as ruas estreitas de Pipa se enche de gente bonita para curtir nos barzinhos e boates, com MPB, reggae, forró ou batidas do Techno. Diante da efervescência de Pipa, a revista Viaje Mais elegeu a noite pipense a “mais quente acima do Recife”. A boa musicalidade de Pipa tem nome, sobrenome e acordes mágicos: “Daniel Marrom”, um músico natalense que se divide entre Pipa e Pamplona, na Espanha, já que sua esposa é espanhola, a fotógrafa Allende Saenz, e canta nos bares de Pipa, encantando turistas e fãs locais. Se for curtir a praia da Pipa no final de semana, não deixe de curtir o som de Daniel Marrom, tocando no Orishas (um barzinho super...

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