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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Renomado quarteto cearense vem a Natal para show e oficinas gratuitas de música

18/04/2017|

A Marimbanda, um dos mais aclamados grupos de música instrumental em atividade no Ceará inicia um projeto de circulação com concertos e formação artística em capitais e cidades do interior nordestino. Em Natal, a parceria se dá com a UFRN. No dia 24 de abril, o projeto desembarca na capital potiguar com uma série de atividades gratuitas: a oficina acontece na Escola de Música UFRN às 9h e o show será realizado no Auditório Onofre Lopes da UFRN, às 20h. Com 18 anos de sucesso no Brasil e no exterior, os quatro músicos da Marimbanda são considerados grandes referências em seus instrumentos no Ceará. A banda é formada pelo baterista e compositor Luizinho Duarte, o flautista Heriberto Porto, o tecladista Thiago Almeida e o contrabaixista Miqueias dos Santos. O projeto “Caminhar pelo Nordeste”, apresentado em Natal, trará uma série de concertos e oficinas, masterclasses e prática de conjunto. A intenção é o enriquecimento cultural da população e valorização da riqueza dos ritmos brasileiros. Graças à Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal e o patrocínio do Banco do Nordeste, todas as ações, entre show e oficinas, são gratuitas. Show Caminhar O quarteto Marimbanda traz ao público nordestino o show...

De ‘Negra Onawale’ de Drika Duarte e a presença do negro na literatura potiguar

18/04/2017|

Um canto de liberdade que permanece vivo: Negra Onawale, de Drika Duarte Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele. Martin Luther King por Chumbo Pinheiro A comemoração, ou melhor, a celebração do dia da consciência negra é uma conquista dos movimentos e organizações afro-brasileiras que vai muito além do ato histórico e simbólico da assinatura da Lei Áurea e suas precedentes promulgadas pela monarquia vigente no Brasil, para atender aos interesses econômicos e as pressões dos ingleses, que no final do século XIX desejavam ampliar o seu mercado e impor o desenvolvimento ou o fortalecimento do capitalismo. É uma comemoração que, põe em evidência a trajetória histórica dos negros, desde as dores sofridas nos porões dos navios, passa pelas torturas e fugas para as matas brasileiras de milhares de negras e negros, que ansiavam e lutavam pela liberdade. É a celebração da resistência, da vida e da esperança. É a luta contra o chicote, que fez o sangue escorrer pelas costas e abrir fendas, cujas cicatrizes não ficaram marcadas apenas na pele, porém, marcam até hoje as nossas memórias. Surge, pois, desta pele e desta memória o...

CURTINHAS: Lei municipal aberta, Clássicos Cinemark, vídeo de Hermenegildo…

18/04/2017|

LEI DJALMA MARANHÃO Está aberto o período para apresentação dos projetos na Lei Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura. O prazo começou oficialmente segunda-feira (17) e vai até 17 de outubro. Na última quinta-feira (13) foram publicados no Diário Oficial do Município (DOM) os critérios para que os projetos sejam apresentados na Lei. Entre eles está o limite de 4 projetos por proponente, desde que a soma dos valores não ultrapasse o limite de 2% do valor total da Renúncia Fiscal. O programa de incentivo à cultura através de renúncia fiscal funciona na sede da Secretaria de Cultura (Secult/Funcarte), das 8h às 14h, de segunda à sexta. Informações: 3232-4956. CLÁSSICOS CINEMARK Os Clássicos Cinemark estão de volta. Depois de 12 temporadas de sucesso nos últimos quatro anos, o projeto abre sua 13ª edição neste mês de abril com uma novidade: os filmes que marcaram época terão exibição única na última terça-feira dos próximos três meses. Já no próximo dia 25 é a vez do drama “E o Vento Levou” (1939), vencedor de oito estatuetas do Oscar em 1940, incluindo a de Melhor Filme e a de Melhor Diretor. Para os amantes de ficção cientifica, o filme em cartaz no mês...

Você pode ajudar o Dusouto a gravar seu novo CD e ainda ser recompensado

17/04/2017|

Como talvez você já saiba, a banda DuSouto iniciou uma campanha no Catarse, site de financiamento coletivo (crowdfunding) em busca de parceiros para concluir seu 4º álbum, intitulado ‘Conecta’. A galera está precisando de cada pessoa que curta o som, os integrantes ou até mesmo essa nova forma independente de viabilizar projetos via crowdfunding. Dá uma sacada aí no vídeo da galera, com o trio mais escroto da música potiguar comentando sobre o Conecta e já com um tiragostozinho. COMO AJUDAR? É simples. Clica AQUI e colabore com alguma quantia e… seja recompensado! Isso mesmo. Você ainda ganha algumas recompensas, de acordo a cota de apoio. Você escolhe um valor/recompensa e, quando os fundos arrecadados atingirem a meta para concluir o projeto, acontecerá a pré-venda do novo disco em formato EXCLUSIVO para colaboradores do Catarse. E mais: quem colaborou pode baixar o download ANTECIPADO e EXCLUSIVO do álbum, além de outras recompensas, como camisetas, senhas pra festas, pendrive PERSONALIZADO E EXCLUSIVO DA CAMPANHA com toda a discografia da banda, pré escuta com a galera numa noite de comes e bebes, quadro do grafiteiro Cranio (SP), venda de show acústico, show completo do novo disco, show para empresas/e ou festas particulares...

Iara Carvalho, espalhando versos pela janela do Seridó

17/04/2017|

por Alex Gurgel e Lívio Oliveira Sol abrasador o ano inteiro, solo pedregoso e longas estiagens são as principais características de uma terra seca, imprestável para a lavoura que sustenta a vida. Nesse cenário caatingueiro do Seridó, onde a desertificação do solo predomina, germina a poesia de Iara Carvalho, jorrando versos como se a palavra nascesse em cada palmo de chão, resplandecendo a tradição literária currais-novense. “Meu nome é Iara. Minha mãe quisera me batizar como Uiara. Mesmo sem saber nadar, como sereias deveriam, mesmo sem cantar, muito menos enfeitiçar paladares e sonhos. Sou Iara”, é um lampejo próprio dessa poetisa inquieta, quando se auto-define na apresentação de seu perfil no blog Mulher na Janela. Apaixonada por Clarice Lispector, Carlos Drummond, Zila Mamede, Luís Carlos Guimarães, Augusto dos Anjos, Florbela Espanca, Adélia Prado, entre outros, Iara confessa que começou a escrever poesias quando era criança, mas não lembra dos primeiros versos. “Os poemas da adolescência prefiro esquecer. Eram horríveis. Diria que passei a entender poesia com maior desejo depois que passei a cursar Letras. Um mundo de possibilidades. Sensibilidade no lugar certo”, ressalta. Segundo Iara Carvalho, atuar como poeta no Rio Grande do Norte é um grande desafio, ao mesmo...

Se come muito bem na literatura portuguesa de Eça de Queiroz (parte 2)

17/04/2017|

por Manoel Onofre Jr. O romance Os Maias é considerado por muitos estudiosos a obra-prima de Eça. Alguns críticos, em menor número, dão a primazia a O Primo Basílio, e ainda outros, encantados com os primores estilísticos do autor, preferem A Cidade e as Serras. Certo é que Os Maias constitui-se no trabalho mais ambicioso do grande ficcionista – a obra que mais exigiu da sua capacidade de fabulação e do seu engenho na construção da narrativa e dos personagens. Um vasto painel da alta-sociedade lisboeta em determinados períodos do século XIX, tendo, no enredo, como piéce de resistence, um caso de incesto: Carlos da Maia, jovem e diletante médico, neto querido do fidalgo Afonso da Maia, senhor do “Ramalhete”, apaixona-se por uma bela mulher, Maria Eduarda, mas vem a descobrir, tardiamente, que ela é sua irmã. E em tudo se faz presente o espírito crítico, por vezes irreverente e cáustico, do autor. Assim se define, de modo simplista, essa obra inigualável, verdadeira culminância do Realismo em língua portuguesa. Curiosamente, não é nas suas páginas que se encontra o Eça gastrônomo por excelência. Ao longo dos dois alentados volumes, que compõem o livro, surgem apenas sete referências à culinária portuguesa...

Confira os artistas selecionados no Burburinho Festival de Artes

17/04/2017|

O Burburinho Festival de Artes, que terá a sua primeira edição realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio, acaba de selecionar os artistas e produções audiovisuais que irão compor a programação do evento em sua 1ª edição. Algumas dezenas de inscrições foram realizadas desde o dia 3 deste mês e por fim foram selecionados 3 grupos de dança, 3 grupos de teatro e 3 atrações musicais, além de 10 curtas metragens. Todos os espetáculos, shows e curtas são de artistas potiguares. Os dias do Burburinho serão de muito movimento cultural no Bosque das Mangueiras, com programação gratuita das 10h às 21h. Dança Na categoria dança foram selecionados: o grupo Passurbano, com o espetáculo Boombox; a CDTAM com, o espetáculo Gonzagando; e o Entre Nós Coletivo de Criação, com o espetáculo Combo Entre Nós. Música No segmento musical os selecionados foram: a cantora Khrystal e as bandas Rosa de Pedra e Skarimbó. Teatro E no âmbito teatral teremos: o Grupo Estação de Teatro, com o espetáculo infantil Um sonho de Rabeca no Reino da Bicharada; o Coletivo Atores à Deriva, com a apresentação de Flúvio e o Mar; e o Grupo de Teatro Facetas, Mutretas e Outras Histórias que...

CURTINHAS: Sete e Meia, Peça no TCP, romance sobre distúrbios sexuais, e mais

17/04/2017|

MOSTRA DE MÚSICA SETE E MEIA Se antes estava marcada a estreia do Mostra de Música Sete e Meia para o próximo dia 25, na Pinacoteca, a data será agora para apresentação do projeto a artistas e interessados. Acontecerá no Bardallos, com discotecagem de DJ e venda de produtos relacionados ao projeto, como bottons, camisetas e outros suvenires. Infelizmente a produção ainda espera definição de local, se na Pinacoteca ou em outro espaço. Até a data de 25, a resposta estará em mãos e será divulgada aos presentes. SEM SAL, SEM AÇÚCAR O espetáculo ‘Sem Sal, Sem Açúcar’ (FOTO) da Sociedade T volta em apresentação única no TCP Chico Daniel nesta quarta. Este solo de teatrodança surgiu das pesquisas de Moisés Ferreira sobre as corporalidades de idosos residentes em asilos e do seu avô Luiz Antônio. Corpos antigos que vão perdendo as memórias, as funções, a cama, o açúcar, os filhos, a casa, as articulações, a fala, o sal. Entre gestos que se repetem e que se perdem, encontramos rascunhos de um mundo reduzido, sem narrativas, apenas a presença de quem carrega o peso dos anos no coração, no fígado, nos rins, nos olhos. No dia da apresentação, os atores...

POETA DA SEMANA: Nivaldete Ferreira

14/04/2017|

Nivaldete Ferreira é paraibana de Nova Palmeira, radicada em Natal desde 1972. Graduada em Letras pela UFRN, tornou-se professora na mesma instituição. Publicou os livros de poema ‘Sertanía’ (1979) e o ‘Trapézio e outros movimentos’ (1994). Também o texto teatral ‘Entre o carrossel e a lei’ (2007) e o romance ‘Memórias de Bárbara Cabarrús’ (2008). Produziu ainda para o público infantil: ‘Psilinha Cosmo de Caramelo’, de cunho literário, ‘O clubinho da água’, paradidático, e o ‘CD Cantando e aprendendo’ (disponibilizado no site do IGARN), ambos voltados ao tema ecológico. Tem publicado no Facebook poemas que farão parte do próximo livro. Alguns dos que seguem foram publicados também na revista 7faces. Nivaldete Ferreira é nossa POETA DA SEMANA! ———— Mais tarde Um nascediço débil sussurra alguma coisa debaixo dos meus cabelos Bato nas orelhas, paciência não vês que estou ocupada assistindo ao pugilato dos homens sobre suas almas de vidro? Vem mais tarde, pequeno, prometo ouvir-te como quem ouve uma criança de pouco vocabulário que quer dizer as descobertas do dia e não sabe o nome das coisas Mais tarde me trancarei num lugar ameno sem zumbidos sem som de quebra em média luz paredes flexíveis que posso baixar ao chão...

CURTINHAS: Mulheres que fazem Literatura, Juana Juaquina no MAPA e mais

13/04/2017|

MULHERES QUE FAZEM LITERATURA Vai ter um papo bacanérrimo no próximo dia 21 no Mahalila Café & Livros. Poetas excelentes, potiguares ou não, publicadas ou não, irão conversar sobre o que move, como e porque se movem escritoras contemporâneas e também sobre suas experiências, inspirações, aspirações e vivências. Para papear estarão lá as poetas Adélia Danielli, Déa Paulino, Marina Rabelo, Michelle Ferret e Regina Azevedo. Vamos agregar ao papo comparecendo? Aberto a todos. Esta é a segunda edição do ‘Mulheres que fazem Literatura’. O primeiro aconteceu em Campinas-SP, na Casa do Sol do Instituto Hilda Hilst. O evento conta com o apoio do coletivo Leia Mulheres, que como divulgamos neste Papo Cultura, fará mais um encontro mensal no dia seguinte, dia 22 de abril. JULIANA JUAQUINA NO ESPAÇO CULTURAL MAPA E neste domingo, as 16h, no Espaço Cultural MAPA Midway Mall, Juliana Juaquina abrirá sua exposição e realizará um bate-papo falando sobre seu processo criativo e as ferramentas que ela utiliza para o feito de suas obras!​ ​​”Nem só pincel e tinta constroem uma boa tela. Em tempos de total dependência do mundo tecnológico, a arte que nasce dentro do computador, com todos os seus pixels e codecs também estão...

Conheçam a nova geração do rap natalense: Lili Bélica

13/04/2017|

O movimento do rap e do hip hop em Natal tem crescido nos últimos anos e alguns dos representantes dessa cena são mulheres. Uma delas é promessa no gênero: a rapper natalense Eliane Dias Romeiro, mais conhecida como Lilí Bélica. Desde os 12 de idade Lilí Bélica era fortemente adepta do rock. Já compôs várias canções para um projeto de uma banda com suas amigas do colegial. Mas aos 16 ganhou seu primeiro CD de rap do grupo norte-americano Cypress Hill e logo decidiu ser rapper. E hoje, aos 28 anos, lançou seu primeiro Extended Play (EP), com sete faixas, intitulado ‘Errants’. Ainda adolescente Lilí compôs varias rimas, mas não sabia onde e como conseguir apoio para encaixar as batidas. Sem incentivo, ficou um tempo parada tentando entender como se decifrava a rotina dos mcs da cidade, dedicando-se apenas às composições e ao coral que participara como mezzo-soprano. Em 2011 foi convidada para ser backing-vocal em uma banda local, onde participou dos principais festivais de Natal: Festival Mada, Mpbeco, Festival do Sol e Circo da Luz. E com esse empurrão, Lilí deixou a banda e se dedicou apenas ao rap. E lembrou de suas antigas composições ainda da adolescência. Confiram...

Uma droga demasiadamente humana no caminho de Lady Di

13/04/2017|

por Marcius Cortez A Rainha Mãe sabia a hora que Diana e Dodi costumavam deixar o hotel para se encantar na noite da charmosa Paris. Nesse momento, os paparazzis já estavam programados para abordar o casal dentro do túnel. O reputado motorista Henri Paul, que conduzia a Mercedes-Benz do noivo, mordeu a isca e quis correr mais do que a luz. Na Ponte D’Alma havia uma curva fechada e a armadilha provocou a amargura que marcou o mundo. O fim da Princesa do Povo, que estava esperando um filho do Dodi, foi chorado em todos os recantos do planeta por bilhões de pessoas sob o efeito de uma droga humana demasiadamente humana chamada ilusão. Passado o impacto, seguiu-se a secreta apuração. Como costuma acontecer nesses procedimentos, a pizza demorou para ficar pronta. Por fim, um dia saiu o exame laboratorial provando que Henri Paul estava bêbado e que o seu sangue estava mais branco do que o álcool. Nisso os fiéis servos da Rainha Elizabeth são perfeitos. Logo o planeta que chorou a morte da Princesa se convenceu que a fatalidade abraçou a Lady e que sua hora chegara. No entanto, apenas uma voz se levantou contra a unanimidade mundial,...

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