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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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caetano veloso - transa

03/03/2020|

O projeto “Classic Album” do El Rock recebe Felipe Nunes e banda, nesta sexta-feira, para homenagear o mitológico álbum de Caetano Veloso “Transa”, que será tocado na íntegra. A banda especialmente formada para essa homenagem conta com Felipe Nunes (Voz), Rafael Mello (Guitarra), Humberto Diógenes (Baixo), Victor Paes (Percussão) e Adler Barros (Bateria). Além das músicas do álbum “Transa”, para completar a noite, o repertório contará com outras canções marcantes de Caetano. O El Rock abre a casa a partir das 20h. A entrada custa apenas 10 reais. SOBRE O ÁLBUM “TRANSA” No exílio em Londres, Caetano Veloso grava, sob a direção de Jards Macalé, um dos seus álbuns mais marcantes, considerado por muitos seu melhor disco. Com músicas repletas de colagens, mistura de idiomas, arranjos arrojados, misturando o moderno e o arcaico, MPB e Rock n Roll, Luiz Gonzaga, Zé do Norte e Beatles. O disco conta com 7 canções que incorporam todo o espírito inventivo e tropicalista de Caetano. SERVIÇO PROJETO CLASSIC ALBUM: TRIBUTO AO TRANSA DE CAETANO VELOSO 06 DE MARÇO (SEXTA) 22H | EL ROCK (R.Raimundo Chaves, 1892 – Candelária, Natal – RN) ENTRADA: 10 REAIS

teresa custodio, presidente da UBE/RN

03/03/2020|

por José de Castro A União Brasileira de Escritores do Rio Grande do Norte (UBE/RN) publicou uma coletânea de prosa em comemoração ao seu aniversário de 60 anos, celebrados ano passado. Os textos contemplam os gêneros “contos e crônicas”. A coletânea reuniu um total de 60 autores, a maioria associados da instituição e alguns convidados especiais, principalmente de outras UBE’s do país. Além disso, a coletânea prestou homenagem a sete cronistas do RN, sendo cinco homens e duas mulheres: Berilo Wanderley, Dorian Gray Caldas, Luís Carlos Guimarães, Myriam Coeli, Newton Navarro, Palmyra Wanderley e Sanderson Negreiros. A coletânea foi lançada no dia 01 de outubro de 2019, no mês que, convencionalmente, se celebra a criança e o livro, no Teatro de Cultura Popular da FJA, contando com a presença de autores, intelectuais, professores e mediadores de leitura. A Comissão Editorial responsável pela obra, sob a presidência do organizador, contou com a participação da professora, escritora e poeta Gilvânia Machado, da escritora Jânia Souza, dos escritores e poetas José Ivam Pinheiro e Paulo Caldas Neto e também teve a colaboração da atual presidente da UBE/RN, a autora Tereza Custódio. A obra teve uma tiragem de 800 exemplares. Cada um dos autores...

cafezinho com poesia

02/03/2020|

Incentivar o hábito da leitura e promover encontros entre os amantes de café e da literatura. É com esse objetivo que a Secretaria de Estado da Administração (Sead), por meio da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales (EGRN), inicia a partir do próximo dia 04 de março o projeto “Cafezinho com Poesia”. A ideia é reunir, semanalmente, durante uma hora, pessoas interessadas em declamar poemas e trechos literários. Ao mesmo tempo, os participantes poderão desfrutar de um cafezinho saboroso recém-saído do fogo. A ação será realizada na sala de descompressão da Biblioteca da EGRN (lateral da recepção do espaço), sempre às quartas-feiras, em dois horários: 9h e 14h. Podem participar servidores e usuários regulares do espaço, além de quaisquer outras pessoas interessadas. A iniciativa do projeto é das bolsistas de Biblioteconomia lotadas na EGRN, Monise Vila e Emily Araújo. Segundo elas, o “Cafezinho com Poesia” visa não só o incentivo à leitura, mas também aproximar as pessoas por meio dos livros e das boas conversas. “À priori vamos sugerir alguns títulos para leitura, mas a intenção é que os participantes também tragam suas contribuições no futuro. Vamos também registrar todos os encontros e reuni-los em um mural...

acampamento para chuva

02/03/2020|

Sempre gostei de anotar fatos importantes e informações úteis em meus caderninhos. Hoje, ao acordar, recebi uma mensagem do meu velho amigo Jorge, preocupado comigo porque tinha assistido na TV sobre a forte chuva de ontem em Mossoró; mais de 100 mm/m² de chuva, que causaram certo estrago na cidade. Tranquilizado Jorge (aqui ontem choveu só 2,5 mm/m²), fui conferir em meus caderninhos as maiores chuvas no Sítio Araras*, ao longo dos anos que estou registrando isso. Desde outubro de 2015, quando comecei a anotar sistematicamente cada chuva, as maiores precipitações foram registradas nesses dias: 10 mar 2017 ………….. 76 mm/m² 20 jul 2017 …………….. 72 mm/m² 1º mar 2017 …………… 70 mm/m² 16 abr 2018 …………… 70 mm/m² Folheando os caderninhos, as memórias voltam à tona. Essa chuva gigante em julho de 2017 foi absolutamente inesperada, pela época e tamanho. Eu estava acampado com Cabeça, a cadela que me acompanha nessas peripécias, pouco distante da ponte de Alto do Rodrigues/RN, última noite de uma aventura de seis dias em canoa. À tarde já tinha dado para ver que ia chover, assim preparei o acampamento para aguentar a chuva. No começo, principiou a cair uma chuvinha normal, mas com o...

patricia cz

02/03/2020|

A artista performer e professora Patrícia CZ vem movimentando a cena artística potiguar brasileira performática, enquanto produção de arte independente em união com outros artistas. E neste novo trabalho, intitulado ‘Salinha 3’, ela mostra a diversidade dos artistas existentes que andam pela arte quebrando qualquer paradigma e apresentando aquilo que existe: que tudo sabe, que tudo vê, que tudo sente, que tudo diz. Na Salinha 3 diversos sentimentos entram em combustão e se transformam em luz. A luz do colorido, a luz do preto e branco. A luz do invisível. A luz que sabe de tudo, mas não sabe de nada. Uma diversidade até nas sombras onde nos encontramos e nos percebemos enquanto pessoas importantes. Salinha 3 é uma produção que apresenta uma representatividade trans que a produção independente potiguar ainda não conhecia. Ao contrário do clipe “Me conectar”, que conecta todas as extraterrestres desse mundo, salinha 3, vem para quebrar com o colorido, para inovar com seu teor estético, vem para mostrar essa pluralidade transformada em meio a toda obra visual. Esta obra de arte foi inspirada no cinema preto e branco de filmes antigos, caminhando junto a estética do expressionismo alemão. Salinha 3 é fruto de uma transformação...

burburinho festival de artes - brunno martins

02/03/2020|

O Burburinho Festival de Artes chega a sua quarta edição mantendo o foco na integração de diversos segmentos artísticos, oferecendo ao público potiguar uma programação cultural de qualidade, com acesso gratuito e classificação livre. O festival acontece nos dias 13, 14 e 15 de março, na área externa sul da Arena das Dunas. O Festival tem buscado a cada edição uma aproximação com o seu público, pautando novidades em seu modo de produção e comunicação e proporcionando aos seus visitantes um ambiente de experiências, culturais, sociais, gastronômicas e econômicas, através das suas atrações e da feirinha de economia criativa. A programação contará com atrações artísticas, oficinas lúdicas, brincadeiras com recreadores, feira criativa, praça de alimentação, playgame, além de duas exposições de artes fixas ao longo dos três dias de evento, “Recortando Universos”, de Danielle Paulo e “Brvxaria Digital”, de Christalina. Na categoria teatro os selecionados foram: Julieta Mais Romeu – Grupo Asavessa de Teatro; Estação dos Contos – Grupo Estação de Teatro e Piruá de Circo – Palhaço Piruá. Na categoria dança os selecionados foram: Quintal de Faz de Conta – Coletivo Cida & Sociedade; Querendo – Entre Nós Coletivo de Criação e Myoclonus – Alexandre Américo. E no segmento...

SEPTO 3T

02/03/2020|

Premiada nacional e internacionalmente a websérie potiguar Septo chega ao fim com a terceira temporada. E assim como nas edições anteriores, o coletivo e produtora Caboré Audiovisual promove, neste sábado (7), o pré-lançamento da season finale com uma festa. O evento será realizado no Tecesol, em Neópolis, a partir das 16 horas. Já o lançamento oficial acontecerá no domingo (8), no canal do Brasileiríssimos no youtube. No sábado, serão exibidos o primeiro episódio da última temporada de Septo, seguido pelo Making Of, além dos episódios das novas temporadas das webséries Manu (SP) e Esconderijo (RJ). Os três projetos se uniram esse ano e criaram um movimento nas redes sociais chamado #3VezesMaisFortes. O objetivo é somar forças para ampliar o alcance das produções independentes brasileiras que abordam a temática LGBTQI+. A festa contará com a presença da equipe e elenco de Septo, dos integrantes do Caboré Audiovisual e também de parte do elenco de Manu e Esconderijo. A entrada será gratuita e a música ficará por conta do show da cantora e compositora Dani Cruz e das discotecagens de Amanda Lisboa, Alice Carvalho, Ajé e Blue&Red. SEPTO é uma realização do coletivo e produtora Caboré Audiovisual. Além de diversos apoiadores culturais,...

02/03/2020|

Na juventude, o fanatismo pode ser ingenuidade ou lavagem cerebral. O da ingenuidade se cura com o amadurecimento. O da lavagem cerebral se gruda à mente feito tatuagem, e deságua no fundamentalismo. É assim o fanatismo da mocidade. Na idade adulta, o fanatismo nasce decorrente da esclerose intelectual. Não tem cura. O único jeito é evitar o contato, que não produz contágio mas enche o saco…

leo araújo

01/03/2020|

A cultura popular do nordeste brasileiro, especificamente a musical, é considerada um tesouro nacional de diversidade e manifestações. De uma maneira mais conceitual se trata de expressões musicais típicas do território nordeste do Brasil, que engloba nove estados de grande referência para música nacional. Destacamos o forró como um dos grandes gêneros dominantes neste território. Com toda sua riqueza de possibilidades e variações de gênero musical a tradição do uso e fabricação do Pífano, instrumento de sopro feito com taquara utilizado nas bandas de pífanos representa uma mistura milenar de cultura que se perpetuam até os dias de hoje. No nordeste o Pífano retrata o sertão, o cangaço, a roça, o vaqueiro, as festas juninas, as procissões, tudo que é mais “raíz” de um povo com identidade própria, marcado por suas expressões de lutas e sorrisos que se misturam num emaranhado de cores, músicas e danças. Música nordestina no México Pois é esta música popular nordestina brasileira que integra a linha de pesquisa do músico Leo Araújo no programa de mestrado em música da UFRN. Esse trabalho será representado no México pelo Duo Instrumental de música composto por Leo (pífano) e Tiago Mota (percussão). A pesquisa será apresentada durante o...

bar do pedrinho  catombofoto augusto ratis novo jornal  05 01 2010

29/02/2020|

E não é só continuidade do carnaval, é estreia também. O Bloco Me Enrola Que Tô Com Frio dá o ar da graça neste sábado de cinzas. A concentração acontece às 14h no Bar do Pedrinho (por trás do Banco do Brasil da Cidade Alta) e as 16h30 sai pelas ruas do Centro Histórico em direção ao Bar de Ciço, na rua Princesa Isabel. A organização do Bloco é dos produtores culturais Dorian Lima e Raquel Lucena. Segundo Dorian, infelizmente não foi possível conseguir patrocínio para este primeiro ano do bloco, se não o de amigos e companheiros de trabalho. “Foi o suficiente para uma estreia e creio que vai dar certo”, estimou. As camisas do bloco, opcional, estão à venda no Bar de Pedrinho ao valor de R$ 30.

romildo soares

28/02/2020|

O cantor e compositor Romildo Soares se encontra neste momento no Hospital Gizelda Trigueiro. Romildo deu entrada na unidade ainda no carnaval. Ele aproveitava os festejos no polo do Centro Histórico de Natal quando passou mal e, sem conseguir uma ambulância do Samu, foi de táxi com ajuda de amigos ao Hospital. No Gizelda foi verificado que Romildo sofre dos sintomas provocados por três abscessos, que são causados por infecções bacterianas. Geralmente os abcessos vêm acompanhados de febre alta, calafrios, suores, mal-estar e dor ao toque. Esses abscessos são mais frequentes em pessoas obesas, pessoas que apresentam seborreia, higiene deficiente, diabetes mellitus, que fazem tratamentos com corticoides, usam roupas apertadas, ou com sistema imunológico debilitado. Talvez Romildo se encaixe nesse último quesito. Pessoas próximas informam que ele está bem debilitado, mas está recebendo cuidados médicos, está bem alimentado e retomando a medicação necessária ao seu quadro geral. Amigos têm iniciado uma coleta de dinheiro e materais para organizar a vida de Romildo após sua internação. Sua situação pessoal, dizem, está bastante difícil. Quem quiser contribuir entre em contato pelo zap: 9988-8166. FOTO: Eduardo Alexandre

curso para teatro e tv

28/02/2020|

Que tal inserir seu filho no universo lúdico da arte e ainda prepará-lo para vencer a timidez, o déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e até a depressão infantil? É o que propõe o ‘Curso de Interpretação para Teatro e TV’ em que a ênfase terapêutica também é protagonista neste palco. O Curso será ministrado em Natal, na Cidade da Criança, a partir de 7 de março. As aulas são semanais, sempre aos sábados, e têm duração de três horas, das 14h às 17h. A duração é de oito meses, se encerrando em 28 de novembro. A faixa etária é a partir de 6 anos, com turma de até 30 alunos. Conteúdo e metas Estão envolvidos na construção desse curso uma psicóloga e um ator e diretor teatral para que a formação do aluno desenvolva não só o potencial artístico, com aulas teóricas e práticas, mas também o estímulo ao desenvolvimento de suas capacidades e da segurança nas apresentações. As aulas incluem gravação de vídeos para o youtube usando recursos lúdicos para técnicas de interpretação, expressão corporal e postura em cena, sempre com orientação psicológica para melhor uso desses recursos. E no conteúdo se inserem jogos teatrais, improvisação, técnicas...

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