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Mossoró do meu tempo

Sem a menor originalidade, mas falando do fundo da alma, posso dizer que tenho no coração quatro cidades: Santana do Matos, Martins, Mossoró e Natal. Afora Santana, minha terra-berço, de

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Alcione, marrom de todas as cores

Bravo. Sua resposta a esse destemperado, analfabeto e racista Bolsonaro, só confirma o que eu tenho dito aqui e alhures: Nordestino que se baba de afeto por essa figura ou

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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Aberta inscrições para longas e curtas-metragens da 5ª Mostra de Cinema de Gostoso

03/07/2018|

Um dos melhores e mais atraentes destinos turísticos do mundo, São Miguel do Gostoso, localizado no litoral norte do Rio Grande do Norte, vai sediar a 5ª Mostra de Cinema de Gostoso e as inscrições para filmes de longas e curtas-metragens estão disponíveis no site do festival até 31 de agosto. A Mostra faz parte da programação da cidade pelo quinto ano consecutivo e, em 2018, acontece de 23 a 28 de novembro agitando o cenário cultural da cidade. A tela de cinema será montada ao ar livre na Praia do Maceió, com projeção em resolução 2k e som 5.1. Na lista de exibições, lançamentos cinematográficos brasileiros. Serão seis sessões por dia, entre mostras: Competitiva, Panorama e Infantil, além das Sessões Especiais. Debates com personalidades, diretores e atores dos filmes fazem parte da programação das sessões em ambientes fechados e, o melhor longa e curta-metragem vão ser escolhidos pelo público para receber o Troféu Luís da Câmara Cascudo. A curadoria coletiva é feita por Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, em parceria com os alunos dos cursos de formação técnica e audiovisual, o coletivo “Nós do Audivisual” OFICINAS Como em todos os anos do festival, oficinas de Linguagem Audiovisual, Roteiro, Produção...

Livro de Júlio Lima ensina música de forma lúdica para crianças

03/07/2018|

Nesta quinta, a Editora Escribas lança mais um livro, desta vez o romance de fantasia musical concebido pelo professor Júlio Lima, “Caio no mundo da música – Capítulo Dó”, que aborda de forma lúdica o ensino de música para crianças e adolescentes. “CAIO NO MUNDO DA MÚSICA” Imagine um mundo sem música: sem harmonias, ritmos e principalmente melodias. É Justamente nesse cenário, que se inicia essa aventura musical, quando Caio, um músico adolescente, vê a música ser roubada do nosso mundo, sendo então, convidado por Ritornello, um dos sinais da partitura, a ir até o fabuloso mundo da “Terra da Música”, para resgatá-la. Nesse mundo “Musimágico”, Caio conhece o rei Ritmo, a rainha Harmonia e a princesa Melodia, que lhes dão o poder das claves de Sol, de Dó, e de Fá, que se transformam em suas principais armas para atravessar a terras dos agudos, dos médios, e dos graves até o mundo Atonal onde enfrentará diversos vilões musicais, contando ainda com a ajuda de sinais de partituras, instrumentos vivos, além de vários músicos eruditos e populares que já habitaram nosso mundo e que hoje habitam a terra da música. JÚLIO LIMA Júlio Lima é escritor, professor, cantor, compositor, ator...

Tem tributo a Belchior neste sábado em Natal

02/07/2018|

Se tem uma coisa que os nordestinos adoram é a música de Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, mais conhecido como Belchior. Em se tratando dos potiguares, não é diferente. Após um ano de sua morte, seus versos cortantes, cheios de fúria e pressa de viver continuam inspirando seguidores de variados gêneros e gerações. Uma prova disso é o show Entre o Sonho e o Som de Belchior, que segue circulando pela capital potiguar, homenageando o célebre compositor cearense e movimentando fãs do artista por onde passa. Em atividade desde dezembro de 2017 o tributo se prepara para mais uma edição. Desta vez com estreia no Buds Pub, casa de show referência em clássicos do rock, pop e blues localizada no coração da cidade, próximo a árvore de Mirassol. O show está marcado para as 21h do dia 07 de julho.Entrada R$ 10.00. Nos vocais, timbres e cores se misturam para cantar Belchior e trazem Rafael Barros, Laryssa Costa e Analuh Soares (foto). Ingredientes essenciais para interpretar a poesia que no palco é mostrada em performances individuais e coletivas. O acompanhamento instrumental fica por conta de Toni Gregório na guitarra, Betão Tavares no baixo e especialmente nesta edição o projeto...

Livro sobre violência contra a mulher será lançado em Natal

01/07/2018|

A militante feminista, assistente social e advogada Vani Fragosa lança no próximo dia 5 de julho, às 18h, na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, o livro “Violência doméstica contra a mulher – da invisibilidade à luta pela superação. A publicação, inicialmente fruto da defesa de monografia no curso de Direito da UFRN, obteve nota máxima e menção honrosa por parte da banca examinadora. “Recebi, com muita alegria, a indicação para concorrer à melhor monografia do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFRN, além de sugestão da banca examinadora para transformar o trabalho em livro”, afirma Vani. O livro trata da questão da violência contra a mulher, fazendo uma espécie de linha do tempo das lutas das mulheres até a conquista da Lei Maria da Penha. Também aborda a previsão dos Grupos Reflexivos de Homens, os quais, no caso dos implementados pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte em Natal, têm destaque especial no livro, haja vista estarem alcançando resultados bastante positivos em que o índice de reincidência processual dos homens que por eles passaram mantem-se em zero. A noite de lançamento contará com show de Jamily Mendonça, recebendo a participação de Yrahn Barreto e Rousi...

Exposição sobre memórias e como nos construímos com elas está aberta à visitação

01/07/2018|

A exposição Eu Queria Ver e Tentei, de Sofia Bauchwitz (RJ, 1988) está aberta à visitação no Bólide1050, um espaço cultural autônomo, ligado às artes visuais e situado no bairro do Tirol. A exposição é um ensaio visual que fala dos abismos, do desconhecido, do que apenas pode-se ver, do instante do quase. É uma mostra sobre memórias e como nos construímos com elas. Na mostra são recorrentes as imagens aquáticas, a baleia e outros animais carregados de simbolismos, fortemente relacionados ao imaginário feminino, e o livro como dispositivo narrativo e inventivo. A mostra é composta por dois núcleos. Um espaço de leitura, com documentos antigos e traduções visuais, e duas instalações escultóricas. Ambas as peças recuperam o imaginário da pesca e do mar, entrelaçando fragmentos de histórias e mal-entendidos. A mostra fica aberta ao público até o dia 3 de agosto. Visitas devem ser agendadas através de telefone (84) 994238098 ou redes sociais do Bólide1050. Sobre Sofia Bauchwitz Sofia Bauchwitz é formada em artes visuais (UFRN, 2012), mestra em Criação Artística e investigação (Universidad Complutense de Madrid, 2013) e doutora em Belas Artes (Universidad Complutense de Madrid, 2017). Sua tese, El artista errante y el discurso como cartografia, gira...

Chorinho, cerveja e poesia na Cidade Alta na manhã deste sábado

29/06/2018|

O projeto Choro no Caçuá, evento voltado ao choro de raiz e ao encontro de músicos/professores e alunos para troca de experiências acontecerá novamente neste sábado na Estação do Cordel, Cidade Alta, a partir das 10h e até 12h. O projeto acontece sempre no segundo e no último sábado de cada mês. Para este sábado o evento contará novamente com a participação de Carlos Zens. Na edição passada, contou com a participação de Rodolfo Amaral, que nos presenteou com interpretação de canções como “Carinhoso” e “No tico tico lá.” A edição deste sábado virá acompanhada de uma cerveja bem gelada, muita poesia e venda de cordéis. Além da música e poesia, o evento também terá a feirinha de artesanato, e bazar de compra e troca, capitaneado por Lilianne Marciano, que trará também suas camisetas e bottons. “Do Projeto Choro no caçuá, participam músicos, professores e alunos da escola de música. Este é o primeiro ano do projeto e em sua quinta edição, com total aceitação e interação entre público em geral e professores que fomentam o projeto”, ressaltou Moura Galvão, responsável pela Estação do Cordel. Choro no Cacuá foi criado por Carlos Zens, Fernandinho Regis, Anchieta Menezes, e total apoio...

Confira as atrações do Som da Mata e do Bosque Encena deste domingo

29/06/2018|

Gilberto Cabral e Edmilson Cardoso unem seus talentos no Duetto Cabroso e dão um show no Som da Mata, desse domingo (01), às 16h30, no Anfiteatro Pau-brasil | Parque das Dunas. O repertório foi cuidadosamente composto e arranjado pela dupla, que consiste em um passeio pela música popular brasileira e internacional, além de composições autorais. Os músicos também integram as Orquestra Sinfônica do RN e a Banda Sinfônica Cidade do Natal. Essa experiência dá suporte para eles fazerem desse espetáculo um espaço aonde os instrumentos possam dialogar e expandir as possibilidades técnicas de execução. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, CEI Romualdo Galvão e Intercity Hotels, além do apoio do Governo do Estado através do Idema que cede o espaço onde acontece o evento. BOSQUE ENCENA Mais cedo, às 10h, o Bosque Encena alegra a criançada no mesmo Anfiteatro Pau-brasil, com o grupo Fábrica das Maravilhas, com o espetáculo Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Bom. A apresentação terá uma versão moderna da história da menina do capuz vermelho, mas sem perder a essência clássica da história. Dona Chapelão, a mãe de Chapeuzinho, manda...

O Circuito Cultural Ribeira está de volta; veja como participar

28/06/2018|

Ruas felizes, público animado, produção cultural de Natal em ação e Ribeira viva. É nesse clima de alegria e compromisso com nosso bairro histórico, que o Dosol e a Casa da Ribeira anunciam a volta do Circuito Cultural Ribeira, no dia 12 de agosto de 2018. Serão ao todo cinco etapas, até dezembro, sempre no segundo domingo do mês. “Recebemos o patrocínio da Oi, através do programa Oi Futuro, Lei Câmara Cascudo e Governo do RN. Essa retomada vem numa hora importante para a Ribeira, momento de repensar e reposicionar o bairro histórico como propulsor e incubador da cultura no município”, diz Henrique Fontes da Casa da Ribeira. O Circuito Cultural Ribeira é uma ocupação do bairro da Ribeira que envolve além de várias ruas, sete equipamentos culturais abertos das 16h as 22h. São diversos tipos de manifestações culturais e ideias povoando o bairro. Todos os espaços do Circuito abrem com entrada gratuita. “Desde 2011 já tivemos de tudo, diversidade incrível de atividades, mais de 500 artistas em ação, além de mais de 150.000 pessoas participando. Isso dá a ideia do tamanho da importância dessa retomada. Que esse novo ciclo traga injeção de ânimo e atitude ao bairro e seus...

Paredão Eletrônico na UFRN proporcionará experiências multissensoriais

28/06/2018|

O Laboratório 10 Dimensões no Departamento de Artes da UFRN apresentará nesta sexta-feira (29) a intervenção artística interativa Paredão Eletrônico II, um espetáculo sonoro, visual, poético que inclui a participação aberta e ativa do público presente com ações multimídia envolvendo sensores de cor, luz, interação com celulares em composições sonoras, entre outras. A intervenção acontece na CIENTEC 2018, às 17h30. O projeto, realizado em parceria com a empresa Savox envolve realizar inovações proporcionadas pela interatividade nesta aparelhagem aparentada aos sound systems originários da Jamaica, com características próprias e tornada móvel no NE. Foram introduzidas nesta estrutura de uso generalizado no Nordeste e em outras regiões do país: animações eletrônicas na parte de luz com trilha sonora das animações de Leonardo Pereira (EM/UFRN); composição sonora interativa via celulares de Gabriel Gagliano (também da EM/UFRN) e outras inovações interativas como mudança de cor e som dos módulos de led do grande painel a partir de sensores de cor e de frequência cardíaca manipuláveis pelo público. Ou seja, o público poderá ver e ouvir no paredão representações animadas do ritmo de seu coração, ou animações luminosas e sonoras conforme as cores de objetos do público e suas próprias roupas. PAREDÃO ELETRÔNICO O Projeto...

SetCenas e Instituto de Cinema de SP promovem curso de Edição e Montagem em Natal

28/06/2018|

Para dar continuidade a série de cursos que será realizada em Natal através da parceria do SetCenas e o Instituto de Cinema de São Paulo, do dia 23 a 27 de julho acontece o curso de Edição e Montagem ministrado pelo editor, fotógrafo e diretor de fotografia, Koji FreeMind, no laboratório de computação da UnP – unidade Roberto Freire. Koji tem graduação na Tokyo Design Academy, teve aula de animação com o professor Masatoshi Fukuyama e, atua no mercado audiovisual há mais de 12 anos, criando vinhetas e animações para o mercado publicitário. Em 2017 participou do longa-metragem “3 Reis” assinando a Direção de Fotografia e a pós-produção da obra. Destinado a todos os profissionais, estudantes e entusiastas da área do audiovisual do Rio Grande do Norte e região, o curso chega com os seguintes objetivos: apresentar o papel do editor; as referências artísticas; a relação com as outras equipes da produção de filme; uso dos equipamentos e tecnologias; a necessária prática em aula; os principais conceitos e técnicas de edição de áudio e vídeo em Adobe Premiere. As aulas acontecem das 19h às 22h, totalizando uma carga horária de 15h. Uma grande oportunidade para se especializar e aprimorar suas...

Banda Alfândega leva 30 anos de rock de volta aos palcos nesta sexta

28/06/2018|

O Alfândega, um dos principais nomes do rock potiguar da década de 90, está de volta. Completando 30 anos de existência em 2018, a banda volta aos palcos com o novo show Todo Amor, que será apresentado nesta sexta-feira (29), às 19h45, na Cientec, Praça Cívica do Campus da UFRN. A banda foi presença marcante na cena pop rock e conquistou um público fiel na cena musical natalense, influenciando e abrindo caminho para toda uma geração de grupos e artistas locais. A formação ainda conta com todos os integrantes originais: Carlos Lucena (voz), Pedro Queiroga (bateria e vocais), Arthur Winston Jr. (guitarra) e Rômulo Tavares (baixo e vocais) que estão juntos mais uma vez, ensaiando, compondo e gravando novas músicas. “O retorno do Alfândega já era aguardado há um tempo por vários amigos e fãs que vivenciaram a história da banda. Além de ser uma oportunidade para que as novas gerações conheçam o trabalho do grupo e possam presenciar nosso show ao vivo. A apresentação terá um novíssimo repertório, lançando músicas como Todo Amor, As Chaves e os Anéis, Errante e Flores, mas também contará com os hits do primeiro álbum como Florbela, Homens Maus, Babel e Luz dos Corações”,...

Cachê e respeito aos músicos potiguares

27/06/2018|

Nunca existiu um tempo bom para os músicos potiguares sobreviverem com dignidade nesta província. Alias, para quase nenhum artista potiguar que faz das tripas coração para pagar as contas e colocar o prato na mesa. Coisas do mercado de uma terra que sempre pagou muito bem aqueles consagrados que vêm de fora e deixa uns trocados chorados a quem batalha por aqui. O cachê continua indigno para um trabalhador diferenciado, que faz do talento o principal diferencial. Na realidade as ofertas dos produtores e donos de bares estão é piorando com o passar dos anos. Antes se pagava mal, mas eram valores compatíveis com o mercado da época. O tempo passou e hoje se remunera ao músico e local percentualmente pior do que há 20 anos. “Crise”, “insegurança”, dizem os patrões ao mostrarem o baixo faturamento de uma noite após a apresentação. Muitas vezes mandam o músico para casa sem dinheiro, pois “só entrou cartão”, choram eles. Aí se passam três, quatro dias, uma semana ou nunca para se receber pelo trabalho feito. É preciso se pagar valores dignos não somente para garantir a sobrevivência, como também para manutenção de instrumentos e acessórios que permitam uma melhor performances nos palcos....

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