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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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sintonize, festival de cinema na praia de pipa

11/07/2018|

Entre os dias 27 e 29 de julho acontecerá na Praia de Pipa o Sintonize – um festival de cinema e autoconhecimento. Durante os dias do evento, uma tela de cinema será armada na Praia do Centro para a exibições de filmes. Também durante o Festival, oficinas sobre cinema e autoconhecimento serão realizadas na cidade. Toda a programação será gratuita e vai contemplar os mais diversos públicos com muita cultura, arte e diversão. O Sintonize é uma realização dos alunos do curso de extensão em “Produção de Festival Audiovisual” oferecido pelo IFRN, Campus Natal Cidade Alta, sob coordenação da professora Mary Land Brito. O curso está dividido em três turmas, duas em Natal e uma em Pipa e conta com a participação de 60 alunos que, sob a orientação de Mary Land e outros professores do Instituto estão executando todas ações para a realização do evento. O Curso é alicerçado na prática como metodologia educacional e no reconhecimento do saber prévio do aluno para a definição da equipe que está inserido. Nas turmas existem desde adolescentes que estão em sua primeira experiência profissional, bem como profissionais já atuantes no mercado. O autoconhecimento como qualidade de vida no trabalho fecha o...

Das mais tradicionais escolas de música de Natal abre inscrições para cursos

11/07/2018|

O Instituto de Música Waldemar de Almeida, mantido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação José Augusto, abriu inscrições para oficinas de percussão, sanfona, violão, piano e violão clássico. Os interessados podem comparecer ao Instituto das 8h às 12h e das 13h às 16h, até o dia 31 de julho. Segundo a diretora do IMWA, Celeste Andrade, as oficinas são direcionadas a iniciantes e músicos que desejam se aperfeiçoar nesses instrumentos. O Instituto de Música Waldemar de Almeida fica na Rua Açu, 666 – Tirol. A direção reforça que os interessados nas oficinas devem ter a idade acima de 10 anos e preferencialmente possuir o instrumento que pretende se aperfeiçoar. As aulas são gratuitas para os funcionários da FJA e as inscrições e mensalidades para o público em geral custam R$ 20,00. Maiores informações através do telefone (84) 99645.9188.

espetáculo Maré, do Coletivo Cida

11/07/2018|

O Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) inicia suas ações de comemoração do segundo ano de resistência/existência convidando outros artistas do cenário natalense para se juntar ao grupo no compartilhamento do espetáculo Maré. A apresentação acontece neste sábado no Barracão Clowns, a partir das 20h. Transpor as realidades do amor para a cena é o começo de tudo. MARÉ surge como uma alusão às formas como se aborda e se estereotipa a natureza híbrida desse modo de se relacionar. Uma metáfora sobre a modificação, nos vários níveis, sobre as intensidades e profundidades desse sentimento complexo. A obra tem como ponto de partida uma pesquisa sobre o conceito de dramaturgia em tempo real. Para esta ocasião, três artistas locais são convidados a participar desta experiência compartilhada. Álvaro Dantas, André Rosa e Gabriela Gorges se unem à René Loui e Rozeane Oliveira, para juntos dar corpo à obra. O espetáculo conta ainda com trilha e estímulos sonoros ao vivo do músico Paulo Oliveira. Ficha Técnica Coreografia e Direção: René Loui e Rozeane Oliveira Artistas convidados: Álvaro Dantas, André Rosa e Gabriela Gorges Produção Executiva: René Loui Assistentes de Produção: Raquel Lucena e Arthur Moura Registro de Vídeo: Diogo Ricardo Sonorização: Paulo de...

ana tomaz e thiago medeiros

10/07/2018|

Entre o Amor e a Saudade (poemas e canções) é o encontro de alma, vozes e poéticas entre a cantora Ana Tomaz e o poeta Thiago Medeiros. O show acontecerá no Douce France, em Petrópolis, nesta quinta-feira, a partir das 20h30. O show poético musical passeia pelo cancioneiro nacional de compositores e poetas como Caetano Veloso, Roberto Carlos, Peninha, Vinicius de Moraes, Marina Rabelo, Michelle Ferret e outros compositores/poetas que trazem em suas obras inspirações entre a saudade e o amor: rasgado, empoderado, dolorido e suave como as despedidas, os encontros e reencontros, seja com o amor ou com a saudade. ANA TOMAZ E THIAGO MEDEIROS Não se trata de uma dupla sertaneja, mas de dois artistas potentes, jovens e que se gostam; um encontro de almas. Ana Tomaz é uma das novas vozes da nova geração de intérpretes potiguares, apresentando versatilidade em seus repertórios em interpretações singulares. Thiago Medeiros transita pelos mundos entre a poesia e o teatro. É autor do livro de poesia Para Eu Parar de Me Doer, também nome de seu grupo de teatro. Os dois andam pelo mundo prestando atenção em cores que não sabem o nome, mas sabem que elas os atravessam e te...

exposição de dorian gray

09/07/2018|

O nome de Dorian Gray Caldas está, ao lado do de Newton Navarro, como um dos artistas que mais contribuíram para a modernização das artes plásticas no Rio Grande do Norte. Pintor e desenhista de níveis nacional e internacional, Dorian retratava com paixão as cores e a alma da cidade de Natal, traduzindo em suas pinceladas o orgulho de ser da terra potiguar. Dorian, que gostava de valorizar as coisas simples, como a vida no Canto do Mangue, o vai e vem do Beco da Quaresma, a rotina dos pescadores, as manifestações folclóricas, as cores do Rio Potengi e o entardecer em nossas praias, ganha uma exposição que já está aberta para visitação gratuita no Natal Shopping. O Espaço Cultural Dorian Gray está montado no corredor principal do Piso L2, ao lado da Granado, e reúne trabalhos assinados por Dorian Gray que compõem os acervos da família, da Fundação José Augusto e de colecionadores da obra do artista, como Isaura Rosado. “Na mostra, será possível perceber os temas mais recorrentes no trabalho do meu pai, que são o figurativo, as marinas e os casarios. A homenagem do Natal Shopping nos emociona muito, pois reafirma o nome de Dorian Gray entre...

banda revolver

09/07/2018|

A decana banda Revolver realiza, neste sábado, 14, o primeiro de uma série de shows interpretando canções da banda considerada por muitos a maior de toda a história do rock brasileiro: Mutantes. Com um repertório recheado de clássicos, o grupo promete balançar os fãs com o experimentalismo de obras como Top Top, 2001, Panis et Circenses, El Justiciero e Ando Meio Desligado, além de abrir espaço para as melancólicas Virgínia, Balada do Louco, Fuga n. II, entre outras imprescindíveis na discografia da banda paulista fundada por Rita Lee e os irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista. BANDA REVOLVER O quinteto Revolver traz Paulo Henrique nos vocais e teclado; Cleo Lima na guitarra, violão e vocais; Carlos Eduardo no contrabaixo; Felipe Rebouças na guitarra, lap steel e vocais; e Eliab Lima na bateria. O som da banda estaciona no rock’n’roll sessentista, com mergulhos naquelas melodias pop altamente dançantes, e onde os eflúvios de garagismo e blues ecoam em cada faixa. não está nem aí para a contemporaneidade do rock. O retrô aqui fala mais alto. OS MUTANTES Os Mutantes são uma banda brasileira de rock psicodélico formada durante o Tropicalismo no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado,...

O veneno da mulher brasileira

08/07/2018|

Croniketa da Burakera #18, por Ruben G Nunes De repente, o inusitado: mulher tenta matar marido com sexo-oral passando veneno na região pélvica, em torno da vagina. Pra lá de bizarra, a notícia rolou em toda web, na mídia em geral, do Brasil e de vários países da América do Sul. O atentado sexi-oral foi em São José do Rio Preto, SP. Lembrei de País Tropical, música de Jorge Ben, versão gravada em 1969, por Wilson Simonal. Simona-velho começava rindo-dizendo: “Ah… ah… ah… Em homenagem a graça, a beleza, charme e o veneno da mulher brasileira”. Cá entre nós, brasileiras ou não, há sem dúvida algo de veneno nas mulhas sedutoras. Aliás, todos os mitos e livros sagrados registram essa áurea fatal da mulherada. Na verdade, lindas ou feias, gordinhas ou magrelinhas, certas mulheres parecem ter um toque diferente. São imagéticas, perfomativas, poemáticas, fascináticas e venenáticas. Há, repito, em certas mulheres, o dom gestivisual que instila o veneno do desejo. Que faz jorrar uma energia diferente: ou positiva, ou negativa; ou mesmo negapositiva. Mas que envenena a alma e pode quase-matar de paixão e dor-de-cotovêlo. Salomão, que sabia das coisas, filho de David, séc.X AC, disse poeticamente que a mulher...

Yolanda Onandía: Sentido ao caos

06/07/2018|

Ao longo dos anos de intensa dedicação, a obra da espanhola Yolanda Onandía é resultado de estudos de praticamente todas as disciplinas artísticas. Começou pela Escola de Restauração e Conservação de Bens Culturais de Madri, onde experimentou todas as técnicas pictóricas desde a antiguidade até os dias atuais. Nesse processo, praticou com antigas telas e retábulos em diversas igrejas e conventos de seu país, quase adivinhando as zonas desaparecidas de afrescos para repintá-los posteriormente, fabricando óleos, temperados ao ovo, dominando o rigatino e o pontilhismo. Realizou diversas esculturas (categoria de arte da qual é também muito admirada) e, na atualidade, tem também se dedicado aos trabalhos de caracterização e cenografia no teatro. Em todo esse processo, tendo em vista a necessidade de registrar informações completas sobre as obras a serem restauradas, desde o início ao fim e até depois dos numerosos processos, tudo era documentado em imagens que ela mesma revelava para as aulas de fotografia. Desde então, se apaixonou por essa disciplina, fazendo da fotografia a base de sua força criativa. Na sequência, foi contratada como gravadora, quando também aprendeu tudo a calcografia, ou seja, a arte de gravar em metal através de várias técnicas, desde a gravura a...

Show de jazz clássico e moderno agita a Ribeira nesta sexta

06/07/2018|

O Ribeira ‘n Jazz idealizado por um bando de malucos amantes da boa Música e da Ribeira Velha de Guerra e Tradições Boemias, tem mais uma edição nesta sexta-feira (6). O projeto, acolhido e adotado por Nalva Melo, em seu agradabilíssimo e delicado Salão é capitaneado pelo maestro Joca Costa e pela cantora Heliana Pinheiro. Nesta quarta edição, eles recebem o saxofonista Kleiton Cassemiro, que tem mais de vinte anos de carreira, já acompanhou vários músicos de destaque na cena potiguar e toca atualmente na Big Band Jerimum Jazz. Juntos, eles vão viajar do clássico ao moderno do Jazz. A música será comandada pelo maestro e arranjador Joca Costa, que dispensa apresentações acompanhando a cantora Heliana Pinheiro. O evento acontece todas as primeiras sextas-feiras de cada mês sempre com um músico convidado. O show tem início às 20h e a entrada custa 10 Reais. Serviço: O quê? Noites Ribeira’n Jazz, Quando? Sexta-feira, 06 de julho, às 20h Onde? Café Salão Nalva Melo, em Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira, Natal. Quanto? R$10 Mais informações: 99630-8912

Terceira leva de confirmados pro Festival Dosol tem o rap como destaque

05/07/2018|

O Festival Dosol continua anunciando artistas que estarão se apresentando na edição de número 15 do evento, que acontece em Natal entre os dias 21 de outubro e 29 de novembro com patrocínio da Oi através do programa Oi Futuro, Governo do RN e Lei Câmara Cascudo, Natura, através do programa Natura Musical e tendo o Spotify como player oficial. Além dos shows em Natal o Festival Dosol vai promover dois aquecimentos, um em Brasília e outro em São Paulo, envolvendo shows e minicursos sobre música e cultura. Na próxima leva de anúncios já sairá a programação completa dessa ação que vai envolver mais de 20 artistas do RN e do resto do país. “Sentimos a necessidade de uma ampliação do projeto, de um envolvimento mais dinâmico com o resto do país. Além dos warm ups estamos tentando voltar a fazer as edições do interior do RN, mas isso depende de um patrocínio extra. Estamos na batalha pra que isso aconteça”, diz Anderson Foca, organizador do festival. ARTISTAS CONFIRMADOS – FESTIVAL DOSOL 2018 – Pense (MG) – uma das principais bandas do hard core brasileiro da atualidade. – Rodrigo Alarcon (SP) – ótimo cantor e compositor folk de São Paulo....

Saiba tudo sobre o 3º Salão Dorian Gray de Arte Potiguar

05/07/2018|

A Sociedade Amigos da Pinacoteca convoca os artistas a participarem do edital para o III Salão Dorian Gray de Arte Potiguar 2018 – NOVAS LINGUAGENS. O evento será realizado em Natal e Mossoró através dos processos de inscrição, seleção e exposição. As inscrições permanecem abertas até o próximo 15 de julho. O objetivo do III Salão Dorian Gray de Arte Potiguar 2018 é fomentar a discussão, promover a divulgação e a valorização do artista e da arte contemporânea no Rio Grande do Norte, selecionando artistas visuais, para participarem dos Salões em Natal e Mossoró. Um dia após o prazo final para inscrição tem início o período de seleção das obras, que segue até 19 de julho. O resultado será divulgado dia 20 do mesmo mês. A entrega das obras deverá ser feita entre 20 e 27 de julho. A vernissage em Natal acontece dia 1 de agosto, na Pinacoteca do Estado e permanece exposta até 15 de setembro. Em Mossoró, entre 20 de setembro a 20 de novembro na Galeria Boulier. A devolução das obras será efetuada entre 21 e 30 de novembro. INSCRIÇÕES Somente poderão ser inscritos trabalhos nas áreas de: fotografia de arte, escultura, vídeo arte, instalação, pintura,...

Contos potiguares e música nordestina no Parque das Dunas neste domingo

05/07/2018|

O Fuxico de Feira será a atração deste domingo (08), 16h30, no Som da Mata. O grupo é formado por Fernandinho Régis (viola), Felipe Érick (sanfona e violão de 7), Abner Moabe (flauta e percussão) e Valério Felipe (percussão). Inspirados pela diversidade da música brasileira, o Fuxico de Feira possui uma proposta que passa pela música nordestina e pelo universo da viola, trazendo consigo a influência de importantes movimentos da música brasileira como o Clube da Esquina, além de um trabalho de pesquisa dentro da cultura de tradição oral. O Fuxico de Feira tem como padrinho o flautista, cantor e compositor Carlos Zens, que além de possibilitar o encontro dos quatro, ainda emprestou o nome de uma de suas músicas para batizar o grupo. Para esta apresentação traz um repertório especial que passa por Carlos Zens, Milton Nascimento, Dominguinhos e remonta no palco a charmosa Bandinha de Pífano de Caruaru, além de contar com a participação especial de Zens e da sanfoneira Carol Benigno. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, CEI Romualdo Galvão, e Intercity Hotels, além do apoio do Governo do Estado...

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