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A Moeda e o Medo

“Quatro rios há nos espaços tenebrosos e subterrâneos dos Infernos: o Estige, o Aqueronte, o Cocito e o Flegetonte ou Piriflegetonte. Os três primeiros levam suas águas lentas, através de

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JJ Cale

JJ Cale : O som de Tulsa

A obra musical do norte-americano JJ Cale passou ao largo no Brasil e hoje ainda é aqui desconhecida. A emblemática e crítica “Cocaine”,catapultada, pelo amigo Éric Clapton, foi sucesso mundial,

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Fotografia, realidade e instagram

Desde que a fotografia passou a fazer parte de nossas vidas, uma questão é discutida com mais afinco em determinados períodos: o papel e a intervenção do fotógrafo diante do

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Nó de marujo no coração

Croniketa da Burakera #38, por Ruben G Nunes … sabe como é… daqueles trancos no coração que faz você se sentir flutuando nas nuvens que nem gaivotas enlouquecidas e aquecidas

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Fora do casulo… Greta Thunberg

É um sopro de brisa na escassez do vento. Uma luz de lamparina no fogão sem lenha. Um cantar da mãe-da-lua no silêncio da madrugada. Um ranger de carro de

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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Batuque escola

07/03/2019|

A produção do Prêmio Dosinho de Carnaval divulgou hoje, 7 de março, os vencedores do Estandarte Dosinho de Carnaval para os destaques da avenida do samba em 2019 em seis categorias e premiação especial para a Tribo de Índios que desfilou em Ponta Negra na segunda de Carnaval. A premiação em cada categoria acontecerá na sexta dia 15, a partir das 19h30, no clube AABB. com acesso gratuito. A noite de premiações fecha a programação oficial do Carnaval Em Natal. “A ideia é que a noite seja uma grande confraternização de todos que fazem o carnaval da cidade, juntar numa mesma noite os polos, os músicos, os foliões e as representações de blocos, prévias e agremiações carnavalescas. Um momento de destacar a importância de cada um no fortalecimento do carnaval da cidade e da programação de rua e de ações gratuitas, criativas e de fomento artístico, econômico e cultural”, comentou o secretário de cultura, Dácio Galvão Na programação haverá shows, desfile de fantasias com apresentação de Jarita, bateria da Escola de Samba Balanço do Morro, Orquestra do Papão e a final do 3º Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas onde as cinco finalistas disputam troféus e premiação financeira, e a entrega...

balanço do morro 2019 com tema São João

07/03/2019|

O bairro das Rocas ditou o ritmo mais uma vez do carnaval das escolas de samba de Natal. A agremiação Balanço do Morro se sagrou campeã pelo quarto ano consecutivo, seguido de outra representante do bairro e com quem costume disputar o primeiro lugar, a Malandros do Samba. Em terceiro lugar, a escola Águia Dourada. A sequência foi exatamente a mesma de 2018. A apuração das escolas se encerrou agora há pouco, no auditório do Museu de Cultura Popular Djlama Maranhão, na Praça Augusto Severo, Ribeira. Claro, sempre acompanhada pelos diretores de cada Escola. A escola somou 113,75 pontos, apenas 0,15 acima da Malandros do Samba e dois pontos superior à Águia Dourada. Conseguiu nota 10 em três quesitos: duração, enredo e conjunto. Este é o 29º título da escola que apresentou como tema este ano outra festa de apelo popular: o São João. A Balanço do Morro é uma das mais antigas em atividade. Ela foi fundada em 1966 pela família Lucarino, nas Rocas. Desfila anualmente com aproximadamente 600 integrantes.

maria prestes

07/03/2019|

Escrevi o texto abaixo há quatro anos. Acredito que tenha validade. E o republico porque hoje, a morte do capitão Prestes completa 29 anos. Recomendo o livro A Noite das Grandes Fogueiras, um livro reportagem do jornalista Domingos Meireles com mais de 700 páginas sobre a saga da Coluna Prestes, que merece mais reverência como grande líder social deste país. Na pacata e paradisíaca praia de Baía Formosa, no Litoral Sul do Estado potiguar, logo após a badalada praia de Pipa, reside hoje, no escolhido anonimato, a filha de quem reputo uma das maiores personalidades da história do Brasil: Luiz Carlos Prestes. Maria Prestes é também filha da ex-militante comunista e recifense Maria do Carmo Ribeiro Prestes, que conta hoje 83 anos. Maria, a ex-esposa, casou-se com Prestes em 1950, com quem teve os filhos: Antônio João Ribeiro Prestes, Rosa Ribeiro Prestes, Ermelinda Ribeiro Prestes, Luiz Carlos Ribeiro Prestes (Luiz Carlos Prestes Filho), Mariana Ribeiro Prestes, Zoia Ribeiro Prestes e Yuri Alexandre Ribeiro. (com Olga Benário, personagem de livro e filme, Prestes foi pai de Anita Leocádio Prestes, nascida ainda no campo de concentração nazista e hoje com 79 anos). Maria viuvou em 1990. Foram 40 anos de matrimônio com...

clotilde tavares

07/03/2019|

A Casa do Cordel lançará, neste sábado, a partir das 9h, a coleção Dez Mulheres Potiguares. Uma coleção com o perfil biográfico, em cordel, de dez mulheres que fizeram história em diferentes áreas na sociedade potiguar. O lançamento contará com apresentações culturais variadas. Na coleção estão representadas mulheres que atuaram em diversas áreas da cena Norte-rio-grandense. Ana Maria Cascudo, Zila Mamede e Glorinha Oliveira são biografadas por Rosa Regis; Noilde Ramalho e Nísia Floresta, por Sírlia Lima; Clotilde Tavares teve o seu perfil biográfico escrito por Emília Carla; Auta de Souza vem nos versos de Rita Cruz; Leilane Assunção tem suas ideias em versos da estreante no cordel Vani Fragosa; Júlia Augusta de Medeiros (A Rocas-Quintas) é versejada por Jussiara Soares e, Palmyra Wanderley tem sua vida narrada em cordel por Járdia Maia. Serviço Lançamento da coleção Dez Mulheres Potiguares Onde? Casa do Cordel (Rua Vigário Bartolomeu 605, Cidade Alta). Quando? Dia 9 de março (sábado) Das 9h às 12h. A coleção estará disponível para venda na Casa do cordel e com as autoras ao preço de R$ 20 reais.

07/03/2019|

A coordenação de Negros, Negras e Cotistas do DCE da UERN realizará, após três anos do primeiro encontro com esta temática, a segunda edição do Encontro de Negros, Negras e Cotistas da UERN. Será no próximo dia 4 de abril, no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais em Mossoró. O evento terá como tema “Meu Quilombo, meu lugar: a UERN ninguém nos tira!”. Após a importante conquista das cotas étnicorraciais no ano de 2019, a intenção do encontro é aprofundar o debate da implementação dessas cotas, assim como a importância da implementação da lei 10.639/2003 no âmbito da UERN. Para tanto, a diretoria de Negros e Negras da UEE RN, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UERN, o Coletivo Nacional de Juventude Negra (Enegrecer) e a Rede de Jovens de Matriz Africana e Terreiros do RN convoca toda a comunidade “uerniana” e comunidade externa para estarem presentes no encontro..

07/03/2019|

Nesta sexta-feira, 8 de março, durante a solenidade alusiva ao Dia Internacional da Mulher, às 9h da manhã na Escola de Governo, a Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (CDTAM) apresenta a Coreografia Green Light, da coreógrafa norte americana Debi Irons. A direção artística é da professora Wanie Rose. As bailarinas são: Júlia Vasques, Margoth Lima e Olivia Macedo. O evento terá a presença da governadora Fátima Bezerra. Em sua trajetória de 18 anos, o CDTAM recebeu 81 prêmios ao participar de Festivais de Dança em nível nacional e internacional e realizou seisTurnês Internacionais: Alemanha(2011), Suíça(2012), México(2013), França(2014) e Estados Unidos(2015 e 2016). A companhia foi contemplada em 2012 com o prêmio Funarte Petrobrás de Dança Klauss Vianna e em 2014 no Programa Mais cultura nas escolas pelo Ministério da Cultura.

Troféu Cultura 2018 anuncia os 5 mais votados pelo público

07/03/2019|

Os internautas fizeram sua parte. Foram quase 35 mil votos responsáveis pela seleção de 70 artistas em 14 categorias da 15ª edição do Troféu Cultura 2018. Os vencedores serão anunciados durante cerimônia realizada no Teatro Riachuelo no próximo dia 2 de abril, com várias atrações e acesso gratuito ao público. “Acredito que a decisão de dividirmos a responsabilidade na escolha entre o público e os jurados foi acertada. De forma democrática, internautas votaram nos seus preferidos. E se os jurados teriam outra seleção, terão que escolher o vencedor a partir do voto do público”, reforçou o idealizador do Troféu, Toinho Silveira. Foram contabilizados 34.524 votos no sistema instalado no blog Papo Cultura durante 70 dias, entre 19 de dezembro e 26 de fevereiro. A cantora Khrystal, com 905 votos, foi a mais votada, seguida do espetáculo Meu Seridó, com 840, a banda Plutão Já Foi Planeta, com 800, a atriz Titina Medeiros, com 751 e a artista visual Renata Lisieux, com 586. Mas esses números se encerraram junto com a votação. Agora serão os jurados convidados pela coordenação do evento os responsáveis pela decisão final na escolha dos vencedores, independentemente de quantos votos receberam. Os critérios de avaliação serão, tão...

07/03/2019|

No final de tarde deste domingo (10), às 16h30, sobe no palco do Som da Mata, no Parque das Dunas a banda Mahmed. Conhecidos pela identidade artística autoral, os integrantes apresentam o trabalho ‘Sinto Muito’, além dos velhos clássicos já conhecidos do público que curte o projeto Som da Mata. Nesse espetáculo, Ian Medeiros (bateria), Leandro Menezes (contrabaixo), Rodolfo Almeida (guitarra e sampler) e Walter Nazário (guitarra e sampler) propõem o mesmo diálogo entre brisas aconchegantes e ventos fortes que marca a dinâmica da banda nas apresentações e fizeram esses potiguares serem reconhecidos e aplaudidos ao circularem pelo Brasil e Europa. SERVIÇO Show: Mahmed Local: Anfiteatro Pau-Brasil | Parque das Dunas End: Av. Alexandrino de Alencar – Tirol Dia: 10 de Março Hora: 16H30 Acesso ao Parque: R$ 1 (o show é gratuito)

07/03/2019|

Faça chuva ou faça sol vai ter Celebration na Terra Natal. Dance Dance Dance to the radio… de tênis, sandália ou de coturno, com clima londrino ou no calor de incendiar almas. Neste sábado acontece o Disorder Celebrate Joy Division, uma homenagem à banda que mudou o som dos anos 80. E será no Galpão 29, no Largo da Rua Chile, Ribeira, a partir das 20h. Ingresso a R$10. Shows com a banda paraibana Mãos Fúnebres, DJ Ilton e, claro, Joy Division Cover. Além dos shows musicais, terá ainda exposição de vídeos e vinis, zines antológicos da cena punk-rock potiguar e muito mais.

07/03/2019|

Rua (TRAIRI) Nos cubos desse sal que me encarcera (Pedras, silêncios, picaretas, luas, anoitecidos braços na paisagem) a duna antiga faz-se pavimento. Meu chão se muda em novos alicerces, sob as pedreiras rasgam-se meus passos; e a velha grama (pasto de lirismos) afoga-se nos sulcos das enxadas, nas ânsias do caminho vertical. Ao sono das areias abandonam- se nesta rua vívidos fantasmas De seus rios meninos que descalços apascentavam lamas e enxurradas. Meu chão de agora: a rua está calçada. (Zila Mamede)

grupo estação de teatro

06/03/2019|

Com texto de César Ferrario e direção de Rogerio Ferraz, a peça ‘Guerra, Formigas e Palhaços’, do Grupo Estação de Teatro terá apresentações neste sábado e domingo na Casa da Ribeira, ambas às 19h. A peça conta a história de dois militares, últimos remanescentes de um batalhão de combate, que se encontram perdidos em uma guerra. Ao tenente e ao soldado cabe agora a tarefa de defenderem o pequeno território ainda não tomado pelas forças inimigas. Os dois sabem que a única forma de saírem vivos da situação é a possível chegada de reforços. Porém, quando todas as saídas parecem se fechar, um fato inusitado acontece: o batalhão de dois homens finalmente se depara, estupefato, diante daquele que pode carregar o último fio de esperança, mesmo que vestido com roupas extravagantes, sapatos grandes e nariz de bola encarnado. GUERRA EM FORMATO DE LIVRO Além do espetáculo, o Grupo Estação de Teatro fará também o relançamento do livro com a dramaturgia do espetáculo, em parceria com a editora Fortunela. Ainda em março a peça realizará uma circulação pelo Paraná, nas cidades de Curitiba, Maringá e Londrina. A editora Fortunella Casa Editrice lançou em 2015, em formato de livro, o texto “Guerra,...

06/03/2019|

O circuito Rock de Mulher será lançado oficialmente nesta sexta-feira, dia 8 de março (Dia da Mulher), às 10h30 no Praia Shopping. O projeto, acontecerá em Natal de 12 a 15 de março, e também em Recife e João Pessoa nos dias 16 e 17. Com uma banda formada só por mulheres, com vozes como Simona Talma, Ana Morena, Nathalia Noronha e Andréa Martins, o circuito terá oficinas, shows e debates voltados para o engajamento das mulheres no mercado de trabalho. As inscrições para as oficinas estão ocorrendo até o dia 08 de março e toda a programação é gratuita.

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