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Zila: um rio de poesia

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Amar é vidar!

Croniketa da Burakera #37, por Ruben G Nunes Só o Amor não sustenta nenhuma relação. Falo do Amor banalizado. Do amor como pura burocraciafetiva, em sua querência de trivialidade. Esse

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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06/03/2019|

O maior escritor colombiano da história e um dos maiores da América Latina, Gabriel García Márquez faria 92 anos hoje e ganhou um senhor anúncio de presente: seu mais célebre livro, 100 Anos de Solidão, será adaptado às telas e virará série da Netflix. De acordo com matéria do Estadão, a série será toda “gravada na Colômbia e apenas com atores latinos, condições impostas pela família Márquez”. García Márquez morreu em 2014 e desde muito tempo recebia convites para transformar a obra literária em audiovisual. Mas exigências de que fosse feita em espanhol espantava gigantes de Hollywood. “Em realismo fantástico, 100 anos de solidão narra a história da família Buendía ao longo de gerações. O livro, que já vendeu mais de 50 milhões de cópias e foi traduzido para 46 idiomas, é considerado uma obra-prima da literatura latino-americana, alçando Gabriel García Márquez à condição de grande autor do século XX e ganhador do Nobel de Literatura em 1982”, completa a matéria.

06/03/2019|

Nesta quinta tem apuração das Escolas de Samba do Carnaval de Natal 2019, a partir das 15h, no Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão (Praça Augusto Severo, Ribeira). Os desfiles ocorreram sábado e domingo de carnaval, na avenida Duque de Caxias, com 11 escolas em disputa: Confiança do Samba, Batuque Ancestral, União do Samba, Acadêmicos do Morro, Império do Vale, Asas de Ouro, Imperatriz Alecrinense, Grande Rio do Norte, Malandros do Samba, Águia Dourada, e Balanço do Morro.

quincy na netlix

06/03/2019|

Se você tem zapeado o controle por um bom tempo em busca de algo bacana na Netlix, estacione no documentário Quincy. Claro, precisa ter alguma curiosidade musical. Mas o doc, por si só, é bem interessante e vai além da biografia do talvez maior produtor musical de todos os tempos, o também maestro, cantor e compositor Quincy Jones. ‘Quincy’ retrata muito também da história do racismo de quem viveu na Chicago dominada por gangues e mafiosos nas décadas de 30 e 40. Mostra também os obstáculos que mesmo a genialidade de um músico como Quincy Jones precisou enfrentar para alcançar o reconhecimento. Além de sua luta própria pelo fim do preconceito. E como o cara foi parceiro e amigo íntimo de alguns dos maiores nomes da música no século 20, como Ray Charles, Frank Sinatra e Michael Jackson, entre muitos, mas muitos outros mesmo, a trajetória deles também passa pela tela, como bastidores de gravação do Thriller, de Michael, o disco mais vendido da história. Ah, e o filme foi indicado e, salvo engano, venceu o documentário de Melhor Documentário de Música no último Grammy. Premiação, inclusive, que o cara foi indicado 79 vezes e venceu 27. #FicaDica

as kengas, por caninde soares

06/03/2019|

Me visto de “bicha” no domingo de carnaval desde o século passado. Esse ano participei apenas do bloco As Kengas, no Centro Histórico, e abandonei As Raparigas da Redinha pelo segundo ano consecutivo. Gosto desse dia pela irreverência, pela brincadeira, pela tiração de onda. Mas também vibro com a ilusão proporcionada nesses domingos carnavalescos. Coincidentemente assisti hoje ao clássico documentário ‘Paris is Burning‘ (Paris é ardente, em tradução livre), lançado em 1991 e de contexto sociocultural ainda atualíssimo. O filme retrata o cenário comportamental dos gays de uma época devastada pelo preconceito, reforçado pela disseminação do HIV. As “houses” do Harlem, em Nova Iorque, bairro conhecido pela concentração de afro-americanos, se transformam no universo paralelo onde drags queens e travestis encontram ambientes de aceitação e uma nova família. E ali se forma uma nova cultura musical, linguística, comportamental. Algo parecido com a cena clubber no início dos anos 80 (tem um filme sobre a trajetória de Boy George que mostra bem isso). E no Harlem, os desfiles eram o ponto alto desse novo mundo. E nesses desfiles havia o corpo modelado, a criatividade, o luxo e, mais do que isso, um objetivo de vida. Vencer esses desfiles representava a projeção...

06/03/2019|

PARTIDA Quero abraçar, na fuga, o pensamento da brisa, das areias, dos sargaços; quero partir levando nos meus braços a paisagem que bebo no momento. Quero que os céus me levem; meu intento é ganhar novas rotas; mas os traços do virgem mar molhando-me de abraços serão brancas tristezas, meu tormento. Legando-te meus mares e rochedos, serei tranqüila. Rumarei sem medos de arrancar dessas praias meu carinho. Amando-as me verás nas puras vagas. Eu te verei nos ventos de outras plagas: juntos – o mar em nós será caminho. (Zila Mamede)

05/03/2019|

O publicitário Gustavo Negreiros tem escutado boas críticas nas redes sociais em razão de uma postagem do qual ataca um dos baluartes da cultura nordestina, Antônio Nóbrega. Resolvi, só assim, visitar o tal blog e poucas vezes li tanta asneira num veículo de mídia. É de cair o queixo. E não falo tão somente da ignorância, do desconhecimento de quem seja Antônio Nóbrega, um artista fora da mídia convencional, infelizmente. Muito mais pela parcialidade, aliás presente em cada post. Me dei ao trabalho de procurar e não vi crítica alguma aos artistas que criticaram abertamente o Lula nas tantas manifestações públicas, bancadas com dinheiro público ou não. Pior: o blogueiro sugere ao prefeito procurar uma “cláusula” no contrato firmado para “punir” o artista? Onde está a liberdade de expressão, sobretudo numa festa tradicionalmente repleta de protestos sociopolíticos de todos os lados? Um ato coronelista, despeitado. Por isso, acho que não é o desconhecimento de quem seja Antônio Nóbrega, um artista conhecido a quem se debruça mais à cultura do que às micuinhas políticas. Mas sim, a ignorância, a insensatez ou a estúpida sugestão de punir a liberdade numa festa libertária.

05/03/2019|

A série X-Men exibirá seu nono filme este ano. Trata-se da Fênix Negra, repletas de cenas inéditas da infância de Jean Grey e estrelado pela atriz Sophie Turner, bem conhecida pelo papel de Sansa Stark, na aclamada série Geme of Thrones. O filme está agendado para chegar aos cinemas no próximo 7 de junho. Simon Kinberg já dirigiu pelo menos outros 4 filmes da franquia, além de outros super-heróis, como Deadpool 1 e 2 e os dois filmes meaboca do Quarteto Fantástico. O X-Men vem produzindo novos longas desde 2000, quando estreou com ‘X-Men, o Filme’. Depois vieram ‘X-Men 2’ (2003); ‘X-Men 3: o confronto final’ (2006); ‘X-Men Origens: Wolverine’ (2009); ‘X-Men – Primeira Classe’ (2011); ‘Wolverine Imortal’ (2013); ‘X-Men: Dias de um futuro esquecido’ (2014); ‘X-Men: Apocalipse’ (2016). Assisti todos. O meu preferido é X-Men Origens: Wolverine’. Qual o seu?

05/03/2019|

Os cinco mais votados em cada uma das 14 categorias do Troféu Cultura 2018 serão anunciados nesta quinta-feira em alguns dos principais veículos da imprensa e neste blog. Uma comissão de jurados especialistas em suas áreas está sendo montada para julgar o melhor colocado entre esses 5 nomes. O anúncio do vencedor será feito durante cerimônia no próximo dia 2 de abril no Teatro Riachuelo, com acesso gratuito.

insurgencias poéticas

05/03/2019|

Passando o carnaval é hora de respirar homenagens. E o Sarau Insurgências Poéticas retoma suas atividades a todo vapor no mês onde se celebra três dias importantes: o da mulher (que também é todos os dias), o da poesia e do teatro. O Sarau preparou uma programação extensa para celebrar seustrês anos e, para começar nessa sexta-feira, em parceria com a Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências (Samba), tem o Insurgências Poéticas – especial Mulheres, no Beco da Lama. A edição, além de ser um juntêro celebrativo de importantes mulheres do RN é, também, um espaço de reflexão sobre representatividade. A edição com poesia, dança, música, diálogos e feira criativa começa às 15 horas dessa sexta, 08 de março, seguindo até às 22 horas. PROGRAMAÇÃO #Poesia – Gessyka Santos, Luara Carvalho, Marina Rabelo e Renata Marques; #Dança – Rozeane Oliveira; #Música – Discotecagem de Carla Nogueira e show da banda Luaz; #FeiraCriativa/Bazar – Insurgências Poéticas, Estúdio Carlota, Brena Marinho; #Diálogo “Representatividade” na política: Divaneide Basílio. Na poesia: Priscilla Rosa. No jornalismo: Luiza Mendes. No empreendedorismo: Carla Nogueira. Na produção cultural: Renata Marques. Na SAMBA: Hortência Carvalho. Serviço Sarau Insurgências Poéticas – Especial Mulheres, sexta 08 de março...

Brahms

05/03/2019|

…na Segunda do carnaval. Após o pirão de carne na casa de Geraldo e Maria, pais do meu genro Daniel Rocha, voltei à casa de mim mesmo. Não à casa paterna dos versos românticos de tantos poetas. Pois bem. Voltei. E das músicas que tanto me moviam e empolgavam tempos atrás ou das troças e blocos passantes, senti enfado. Abri o computador e procurei Carmina Burana, de Carl Orff. Dele a compilação e melodia dos versos “perdidos” de séculos medievais, com a abertura fantástica da busca da fortuna. E o fracasso dessa procura. Depois, a beleza minimalista em acordes e repetições do Bolero de Ravel. O Maurice celebrizado por este bolero. Cuja empolgação melódica vai num crescendo lento, rítmico, suave e repetitivo que consegue ganhar até meus ouvidos rombudos. Sou péssimo absorvente de música, do ponto de vista da reprodução, mas possuo um ouvido razoável para deleite e descoberta da boa melodia. Aí fui à quinta dança húngara de Johannes Brahms, um sossego nostálgico. Que se não me trai a memória é um dos compositores preferidos de Laurence Nóbrega. Ou de Florentino Vereda. Se eu estiver errado é culpa dessa Segunda de carnaval, ou desse carnaval de segunda. Sei lá…

Próxima terça-feira tem Muitos Carnavais 2019 no Polo Petrópolis

02/03/2019|

Os saudosos foliões poderão matar as saudades dos Muitos Carnavais, que acontecerá nesta terça-feira de carnaval. O evento continua no formato do ano passado integrando a programação oficial do Polo Petrópolis do Carnaval de Natal 2019. A concentração será na Praça das Flores ao som de Dodora Cardoso e Bruno Josuá. De lá, o percurso sairá por volta das 18h ao som da Orquestra Frevo do Acupe em direção ao Largo do Atheneu, passando pelas principais ruas de Petrópolis. No ponto final num grande palco serão realizados os grandes shows com a Banda Soanata, Jaina Elne e Monobloco, promovido pela Prefeitura do Natal, a partir das 18h. O evento deverá repetir o sucesso do ano passando e mobilizar mais de 50 mil pessoas pelas ruas do bairro. HISTÓRIA O Muitos Carnavais foi criado em 1995 por ex-integrantes dos blocos de elite de Natal, com o objetivo de resgatar os carnavais das décadas de 70 e 80 e que percorriam as ruas da cidade, principalmente pelos bairros de Petrópolis e Tirol. Desde o início o público aderiu ao evento, porém, anos após ter sido criado, o Muitos Carnavais mudou o seu formato e seu roteiro, devido às inúmeras reclamações dos moradores...

02/03/2019|

Com a folia já batendo na porta, o Bloco Se Brincar Eu Pego inicia a venda do 2º lote de camisetas neste sábado (02), na loja do bloco no Shopping Cidade Jardim, das 9h às 21h e, no domingo de Carnaval, dia da saída do bloco, venda no Catita Praia, a partir das 13h. Esse já é o quarto ano consecutivo que o Se Brincar Eu Pego agita as ruas de Ponta Negra. O folião também pode garantir seu passaporte de forma online pelo www.outgo.com.br/blocosebrincareupego. Na programação tem concentração às 14h no Catita Praia – Av. Eng. Roberto Freire; às 15h Alexandre Moreira de Pau e Corda; às 18h saída do bloco comandada pela Orquestra de Frevo Arrasta Tudo até o Polo Ponta Negra do Carnaval de Natal 2019 (show do Titãs) e, after no Catita Praia com a banda Gota Elétrica – entrada livre para os foliões do bloco que estiverem com a camisa. Se Brincar Eu Pego é o único de Natal que oferece Open Bar aos participantes com whisky 8 anos, cerveja, refrigerante e água ao longo de todo o trajeto. É dirigido pela advogada Lígia Limeira, o publicitário Jener Tinôco e o empresário Habib Chalita e...

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Sergio Vilar
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