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Há elitismo na cultura cervejeira?

Olá, cervejeiros! Falar sobre cultura e cerveja é sempre um desafio, ainda mais quando se propõe a ter uma opinião independente e desvinculada de qualquer amarra comercial. E isto, todos

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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isonomia

11/03/2020|

Neste mês marcado pela luta de mulheres, foi apresentado, na Câmara Municipal de Natal, o Projeto de Lei nº 34/2020, que garante isonomia na concessão de premiações em competições financiadas pela administração pública. Se aprovada, a legislação se aplicará a eventos esportivos, culturais e artísticos, organizados direta ou indiretamente por órgãos públicos do município, e que disponham de categorias iguais ou análogas entre homens e mulheres. A iniciativa, da vereadora Júlia Arruda, foi motivada por diversos relatos, sobretudo no âmbito esportivo, de desigualdades em premiações e nas condições de trabalho entre homens e mulheres. Pesquisa da BBC apontou que em 30% das principais competições esportivas mundiais, as vencedoras de modalidades femininas recebem menos dinheiro do que os atletas homens. “O sexismo segue sendo o maior adversário das mulheres, seja nos campos, nas quadras ou fora deles. Porque a desigualdade de gênero é algo que transpassa todas as esferas da sociedade, inclusive no meio artístico e cultural. E o nosso papel na Câmara é criar legislações que revertam essa situação e garantam igualdade de condições”, comenta a vereadora. O PL nº 34/2020 está tramitando nas comissões técnicas da Câmara Municipal de Natal e deve ir a plenário ainda neste mês de...

Insurgências Poéticas

11/03/2020|

O Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, mantém a tradição potiguar de celebrar os versos e a literatura poética no 14 de Marco, Dia Nacional da Poesia, e preparou uma programação especial que contempla ações na capital e no interior do Estado. A comemoração teve início em 7 de março na Casa de Cordel, localizado na Cidade de Alta em Natal, com o lançamento da coleção “Dez Mulheres Potiguares”, também alusiva ao Dia Internacional da mulher. Nesta quinta (12) a partir das 18h na Livraria Manimbu haverá o lançamento “Temporalibus”, de Maria Gomes, além de uma apresentação do poeta Antônio Francisco. Livraria Manimbu No sábado, 14 de março, na Livraria Manimbu (Rua Açu), a partir das 8h tem a Alvorada Poética que terá apresentação de um duo da Banda da PM, integrado pelo sargento Walterklayson (teclado) e o subtenente Guedes (saxofone). E ainda recitais poéticos e lançamentos de três livros: “Quintessência”, Shauara David, “Meu Canto de Amor é um Gemido de Blues”, Luíza Oliveira; e “Quem abriu a boca da pedra?”, de Jeovânia P., além da Folha Poética e a realização de shows musicais com Wescley Gama e da banda DEP, apresentando a obra de Belchior. Memorial Câmara...

aroeira

11/03/2020|

Com direção, roteiro e produção de Mônica Mac Dowell, o filme “Rosa de Aroeira” terá sua estreia em terras potiguares na Mostra Macambira, nesta quinta-feira (12), no auditório do Departamento de Educação Física da UFRN. O curta mostra de maneira simples, autêntica e emocionante, a força das mulheres da pequena comunidade do Reduto, localizada em São Miguel do Gostoso/RN. Quatro mulheres contam suas histórias de vida por meio do relato de suas longas jornadas de trabalho. Seja no roçado, no trabalho coletivo na casa de farinha, no incansável e constante trabalho das rendeiras de labirinto, seja na busca por melhores condições de vida para seus filhos. Filmado apenas com um celular, o documentário surpreende e apresenta cenários de uma beleza única onde vivem Dona Neusa (99 anos), Dona Deuzuíte e Dona Gracinha – símbolos de resistência e tradição – além de Robéria, jovem mulher trabalhadora que luta pela inclusão do filho com deficiência. Costurado por uma trilha sonora original, criada por Valéria Oliveira especialmente para o curta, o filme conta com montagem e finalização de Larinha Dantas. Ficha Técnica Direção, Produção, Fotografia e Roteiro: Mônica Mac Dowell Montagem e Finalização: Larinha R. Dantas Trilha Sonora Original: Valéria Oliveira Mixagem: Gabriel...

mamute sound

11/03/2020|

Nos idos dos anos 2000 o guitarrista e compositor Songy decidiu montar um novo grupo de rock autoral na capital potiguar. Em momento de hiatos culturais na cidade e sua inquietude decidiu batizar a nova banda de Mamute Sound. Em 2005 com sua formação original lançou o primeiro trabalho (o disco 11) e a banda excursionou pelo estado apresentando a turnê do disco. No segundo álbum intitulado ironicamente de “O Ilustre Popstar Desconhecido”, pois apesar de ter um trabalho consistente a banda não passava de um mero coadjuvante da música potiguar. A Mamute Sound tomou uma nova roupagem por conta de sua nova cozinha: Filipe Marcus (Joseph Little Drop / baixo) e Franco Mathson (bateria) e ainda com os vocais de Nillo Fernandes, agora somando as guitarras com Songy. O disco começou a ser gravado em 2007 mas aos trancos e barrancos só teve seu lançamento oficial em 2010 em formato digital. Destaque para a animada porém forte “Linhas Tortas” e as faixas “Fuga Entorpecida” e “Multiverso”, parcerias de Vini D´ávilla e Songy. A canção “Útero” fecha o disco com ares de Radiohead na fase The Bends. Durante 13 anos de história no circuito de música alternativa em Natal/RN, a...

Curta Caicó

11/03/2020|

Os filmes selecionados para as Mostras Competitivas do 3º Festival de Cinema Curta Caicó irão concorrer a importantes prêmios, concedidos por empresas de destaque no cenário cinematográfico nacional: Místika e Elo Company. A novidade desta edição será o prêmio concedido pelo CTAv, instituição pública pertencente à estrutura da Secretaria do Audiovisual. O Prêmio de Aquisição Elo Company consiste na representação comercial em território nacional da obra escolhida pelo período de doze meses. A empresa trabalha como distribuidora e agente de vendas, acumulando mais de 10 anos de experiência no mercado audiovisual. Outro prêmio será concedido pela empresa Místika, uma das empresas mais conceituadas do segmento, com experiência de duas décadas dedicadas a projetos audiovisuais, assinando mais de 100 projetos para cinema e TV ao longo de sua existência. O prêmio Místika será em serviços de pós-produção de imagem. O CTAv irá conceder a premiação de 20 horas de Mixagem de Som para o Melhor Filme Potiguar. O Centro Técnico Audiovisual é uma instituição pública pertencente à estrutura da Secretaria do Audiovisual (SAv) – Secretaria Especial da Cultura. Além dessas premiações nacionais, o Curta Caicó irá entregar o prêmio da Associação de Críticos de Cinema do RN para o Melhor Curta...

dani cruz

10/03/2020|

As celebrações em homenagem às mulheres, em referência ao Dia Internacional da Mulher – comemorado último domingo (8), seguem neste sábado (14) com um dia voltado ao protagonismo feminino com show, venda de cervejas artesanais e feira com empreendedoras potiguares. Tudo isso acontece no estacionamento externo a partir das 15h. Ao todo, são nove expositoras que participam da feira de mulheres empreendedoras de Natal e região metropolitana. Elas levarão produtos fabricados por elas mesmas, como artesanato, moda, acessórios e cosméticos. Além disso, quatro cervejarias locais estarão, durante o evento, vendendo cervejas artesanais e apresentando ao público o produto genuinamente potiguar. A partir das 18h acontece o ponto alto do evento, com “O Canto Delas”, show gratuito somente com artistas potiguares, dentro do projeto Te Encontro na Música. A apresentação é comandada pela cantora Dani Cruz, que se junta às musicistas Mônica Michelly (contrabaixo), Silvinha Calixto (bateria), Vitória de Santi (teclado) e Luana Mendes (guitarra) para trazer um repertório repleto de grandes nomes da Música Popular Brasileira como Elis Regina, Rita Lee e Cássia Eller. A apresentação se tornará ainda mais especial com a participação das convidadas Khrystal, Valéria Oliveira, Clara Pinheiro, Dani Fernandes e Simona Talma, que apresentam suas músicas...

maria maria

10/03/2020|

É tempo de poesia, quando se aproxima o Dia Nacional dedicado ao gênero. E a poeta seridoense Maria Maria Gomes lança seu mais novo livro de poesia, intitulado “Temporalibus: o tempo das nuvens”. A noite de autógrafos acontecerá nesta quinta-feira (12) na Livraria Manimbu (rua Açu, 666A – Tirol) a partir das 19h. “Este é o meu décimo segundo livro, escrito com toda sensibilidade e amor. Tenho me enveredado entre uma palavra e outra, afinal se eu não voasse com tanta intensidade, não seria a passarinha que sou”, comentou ao blog. A temática é voltada para as relações familiares, os contatos entre os amigos na infância… é uma verdadeira viagem no tempo através das vivências pueris de uma seridoense amante da terra onde nasceu.

E agora, João?

10/03/2020|

Croniketa da Burakera #40, por Ruben G Nunes Meus campanhas de fé e cabaré, essa croniketa foi escrita em 2007. O poder da  bandidagem já era uma perigosa e tristeparanóica realidade. E hoje nada mudou. Vamos dar uma olhada no retrovisor do tempo e da consciência… …………………………………………………………………………………………………………………….. …. e agora João Hélio? O que você vai dizer lá no céu? Você que, até agora, talvez nem saiba bem o que aconteceu. Você que ainda deve estar brincando lá onde você brincava. Você que em plena inocência de seus 6 aninhos foi barbaramente arrastado por 7 kms de ruas do Rio, pendurado do lado de fora do carro roubado, em alta velocidade, preso pelo cinto de segurança, numa pavorosa cena de terror urbano. Batendo cabeça, corpo, pernas, na roda, no asfalto, quicando, flutuando, como um boneco de pesadelo, morrendo se esbagaçando numa dor infinita que ecoa fundo em todos nós. Dor de carne e alma. Dor da civilização. Assaltar e matar desse modo – o que é isso? O que são esses assaltantes, capazes de matar assim um menino? São homens iguais a nós? Como compreender essa neobarbárie civilizada? Será que o próprio Eterno compreende isso? Vivemos o tempo da banalização...

break dance

10/03/2020|

A Prefeitura do Natal, através da Secretaria de Cultura (Secult-Funcarte), está com inscrições abertas para a Semana de Arte Urbana 2020, que acontece de 24 a 29 de março. Artistas e proponentes podem concorrer aos incentivos financeiros da Seleção Pública nº 09-2020, que vai premiar 42 artistas e grupos para ações de Artes Urbanas em cinco categorias distintas. As inscrições deverão ser realizadas na sede da Fundação Cultural Capitania das Artes, localizada na Avenida Câmara Cascudo, 434, Cidade Alta, no horário das 8h às 14h até 16 de março, no Setor de Protocolo. A lista dos selecionados será divulgada considerando a classificação dos habilitados por ordem de pontuação decrescente, da maior para a menor. A ordem de classificação será rigorosamente observada para que seja assegurada a sua justa convocação. Cada Selecionado poderá ser convocado para contratação apenas uma vez durante a seleção. O investimento no edital é de R$ 24 mil. Os artistas serão selecionados para apenas uma categoria, individualmente, mediante análise de currículo artístico e portfólio a serem apresentados de acordo com a categoria definida na inscrição. A Seleção contempla as seguintes categorias e vagas: CATEGORIA 1 – BANDA DE RAP …………….. 2 (duas) vagas; CATEGORIA 2 – GRUPO...

filme ilha

09/03/2020|

Durante os dias 10 a 12 de março, acontecerá na UFRN, a Macambira – Mostra de Cinema de Realizadoras, que tem como objetivo dar visibilidade e promover o debate de filmes dirigidos por mulheres. O evento é gratuito e não-competitivo que abre espaço para a produção audiovisual potiguar e nacional. Somando 215 inscrições feitas de todo o Brasil, após uma curadoria realizada, foram selecionados e serão exibidos na mostra 19 filmes nacionais e 12 potiguares, além do longa-metragem convidado “Ilha”, dirigido por Glenda Nicácio e Ary Rosa, que foi convidado pela organização do evento. A curadoria dos filmes foi realizada por Rosy Nascimento, Anti Ribeiro e Renata Pyrrho. Serão dois locais de exibição dos filmes, durante as tardes, a partir das 17h, no Auditório do Departamento de Educação Física, e à noite, a partir das 19h, no Auditório do NEPSA I, no Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), ambos dentro da UFRN. Após as exibições dos filmes, haverá um debate com convidadas e realizadoras. Oficina Afroficção Além da exibição dos filmes, haverá uma oficina de Afroficção, ministrada pela artista audiovisual sergipana, Anti Ribeiro, durante todos os dias da mostra, das 13h às 16h, no Departamento de Comunicação Social da UFRN....

quadrinhos

09/03/2020|

A partir de abril, pelo terceiro ano consecutivo, o Centro de Estudos e Biblioteca Escolar Prof. Américo de Oliveira Costa estará realizando a Formação Continuada para educadores sobre as possibilidades do uso das histórias em quadrinhos (HQs) no Ensino. O Curso ‘Quadrinhos e Educação: Possibilidades de Aplicação’ é ministrado pelo professor e historiador, Beto Potyguara, que se dedica à pesquisa deste tema há mais de dez anos. O curso é fruto da parceria do Projeto Diálogos com os Quadrinhos, coordenado por Beto, e a Gibiteca Potiguar da Biblioteca Prof. Américo de Oliveira Costa. Esta iniciativa recebeu o reconhecimento de sua relevância por parte da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura e do Lazer do Rio Grande do Norte, concedendo-lhe a Comenda RN Mais Leitor, no ano de 2018. Neste primeiro trimestre do ano serão ofertados dois Módulos independentes, na modalidade EaD semipresencial, com uma Carga Horária de 40h cada. Os cursos são gratuitos e possuem apenas cinco encontros presenciais, uma vez por semana, no horário das 8h às 11h. Introdução à HQ O Módulo 1, intitulado INTRODUÇÃO ÀS HQs: DA TEORIA À PRÁTICA, terá início no dia 06 de abril e será realizado nas segundas-feiras. O Módulo 2, TIRAS:...

antonio francisco

06/03/2020|

A Academia Mossoroense de Letras deixou de eleger o poeta Antônio Francisco para uma das suas cadeiras vagas. Quem perdeu não foi Antônio Francisco, foi a Academia. Homem simples, avesso a formalidades, ele se inscreveu já no final do prazo regimental e absteve-se de comunicar a sua candidatura aos acadêmicos. Esta a razão porque contou apenas com seis votos – alega-se. Mas, na verdade, procedeu certo. Todos o conhecem em Mossoró, sabem do seu valor; não era preciso que fizesse comunicações, muito menos pedisse votos. Deveria ter sido eleito por aclamação, sob uma salva de palmas. Antônio Francisco vale por uma academia. Niemeyer em Natal Darcy Ribeiro já disse que Oscar Niemeyer é o único brasileiro a ser lembrado, no mundo todo, daqui a mil anos. Desnecessário ressaltar a autoridade, e o peso das palavras do mestre Darcy, especialista em brasilidade. Acho que toda pessoa medianamente informada concordará com o famoso escritor e antropólogo. Pode ser que alguém junte ao nome do arquiteto o do compositor e maestro Villa-Lobos. Seria razoável. Mas, o que é fato é que ninguém contesta sua enorme importância. Niemeyer distingue-se, sobretudo pelos edifícios públicos, que projetou para Brasília, mas numerosas outras obras de sua autoria...

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