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“IPA de Supermercado”

Hey, HopHeads, saudações! Mesmo que você não seja um beer geek, fascinado pelo mundo das cervejas artesanais, e mesmo que não seja muito observador de modo geral, já deve ter

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Para amanhecer poesia de Junior Damasceno

DELATÓRIO Descrevo sentimentos que antes Eu não sabia existentes. Esqueço amigos de infância, Velo os inimigos de hoje. Revelo amores antigos, Publico segredos de polichinelo. Planto tempestades. Ponho-me, me exponho,

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Confira quem foram eleitos destaques do Carnaval 2020 em Natal

06/03/2020|

O bloquinho revelação, a marchinha inédita, o folião mais bem fantasiado e muitos outros destaques do Carnaval de Natal 2020 foram conhecidos na noite de quinta-feira (5), durante o Baile do Prêmio Dosinho de Carnaval, na AABB. Marchinhas A noite também foi de revelação para o 4º Prêmio Dosinho de Marchinhas Carnavalescas. A vencedora foi “Carnavalizar”, de autoria de Manassés Campos, Clara Menezes, Didi Avelino e Lene Macedo, interpretada por Manassés e Didi Avelino (foto acima). Além do troféu, os vencedores levaram premiação em dinheiro no valor de R$ 3 mil. O 2º lugar ficou para “O Tampa de Furico”, do intérprete e compositor Yrahn Barreto, que levou R$ 1.500. O 3º lugar foi para a marchinha “Mais uma Dose de Alegria”, de Carlos Santa Rosa e Sérvulo Godeiro e interpretada por Isaque Galvão, premiada com R$ 1 mil. O cantor Isaque Galvão ainda levou para casa o troféu de Intérprete de destaque, com mais R$ 2 mil. Homenagem especial e mais vencedores Aos 62 anos, o sambista Debinha Ramos foi o homenageado especial. O bloco Pipoca & Picolé venceu na categoria infantil, enquanto o Bloco do Abraço, que promoveu a inclusão, foi escolhido a revelação do ano. Valéria Oliveira...

câmara municipal de natal

05/03/2020|

Após consenso entre os parlamentares de situação e oposição, foi mantido o veto integral do poder Executivo ao Projeto de Lei N° 63/2018, de autoria da vereadora Nina Souza (PDT), que modificava as alíquotas da Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão. A votação aconteceu na tarde desta quinta-feira (05), durante a sessão ordinária. De acordo com o líder do prefeito na Casa, vereador Kleber Fernandes (PDT), o pedido de veto acontece, pois já existe outra lei que contempla as mesmas características da que foi apresentada pela vereadora Nina Souza. “Nós fizemos uma argumentação de que já existe uma lei em vigor, que foi aprovada por esta Casa, apresentada por todos os membros da Comissão de Cultura, que após amplo debate, audiência pública e após ouvirem produtores culturais, Funcarte, representantes do poder público e outras instituições, fizeram um novo projeto e esse projeto foi aprovado, sancionado, está em vigor e contempla as mesmas características e os artigos que foram aprovados pela vereadora Nina Souza”, explicou Kleber. Para o vereador Raniere Barbosa (Avante), a manutenção do veto, que foi consensual, foi a melhor alternativa para que uma lei não revogasse a outra. “O líder do governo apresentou que foi sancionada, agora...

Samba pras Moças

05/03/2020|

Para inserir as mulheres na música, colaborar com o crescimento de artistas do gênero e ampliar a representatividade feminina na música potiguar, o projeto Samba pras Moças, idealizado pela cantora Andiara Freitas, ensina e estimula a participação de mulheres em rodas de samba, seja como cantoras ou instrumentistas. Com oficinas de canto, violão, cavaquinho e percussão o grupo já reúne mais de 40 participantes, que se encontram semanalmente para momentos de musicalização. Pandeiro, tamborim, ganzá, surdo, repique e bandolim também fazem parte dos instrumentos musicais. Valorização das sambistas nacionais Além de incluir mulheres no samba, o projeto também tem como objetivo a valorização das já consolidadas sambistas do país, por isso, preza por um repertório primordialmente feminino, com músicas assinadas por nomes como Dona Ivone Lara, Clara Nunes, Mart’nália, Maria Rita, Beth Carvalho, Elis Regina, Maria Betânia, Roberta Sá, Teresa Cristina, Elza Soares, Elizeth Cardoso e mais. “Exploramos grandes sucessos do samba composto por todas as pessoas, mas dedicamos um tempo especial para aprender músicas cantadas e / ou compostas por mulheres sambistas, para que reconheçamos, percebamos a pouca visibilidade das moças, passemos a valorizar ainda mais essas mulheres e nos tornemos propagadoras da artistas do gênero feminino”, comentou Andiara...

mulherio das letras zila mamede

05/03/2020|

O primeiro Encontro 8M do Mulherio das Letras Zila Mamede acontece neste sábado no Museu Câmara Cascudo, situado à avenida Hermes da Fonseca, 1398, em Tirol, próximo ao Quartel do Exército. O evento tem acesso livre para apresentações musicais, oficinas, debates, filmes e exposição. Confira a programação completa! Encontro Mulherio das Letras Zila Mamede – PROGRAMAÇÃO: 8h30: Credenciamento 9h-9h30: ABERTURA – Apresentação Cultural: ‘Pocket show com Maria Fxntes’ 9h30-11h30: FILME – Democracia em Vertigem (Direção: Petra Costa) 9h30-10h30: OFICINA – Confecção de Abayomi FACILITADORA: Prof. Ana Paula Campos OBS: Serão 15 vagas, com inscrições no credenciamento por ordem de chegada. 10h30-11h30: CURTA ESPECIAL – ‘Hair Love’ (Direção: Matthew A. Cherry) + MICROFONE ABERTO (Depoimentos) 11h30-12h30: RODA DE CONVERSA – ‘Democracia e Direitos das Mulheres’ CONVIDADAS: 1. Roselma Rocha (Secretaria de Mulheres – SEMJIDH) 2. Penha Casado (UFRN) 3. Francisca Bezerra (Comunidade Indígena de Lagoa do Tapará) 4. Teresa Freire (Bandeira Lilás/ Movimentos de Mulheres) MEDIADORA: Kalina Paiva (IFRN) 12h30-14h: Intervalo (almoço) 14h-14h20: Apresentação Cultural – Performance ‘SANGUE’ com Célia Melo. 14h30-16h30: OFICINA – ‘Poesia Feminina Potiguar em Suporte Alternativo: Produção em Livro Cartonero’ FACILITADORA: Prof. Gilvânia Machado OBS: Serão 10 vagas com inscrições no credenciamento por ordem de chegada. 14h30-16h:...

O Homem Invisível é terror de peso para compreender relações abusivas

05/03/2020|

A construção de um universo cinematográfico requer alguns sacrifícios. O maior e mais transparente deles é fazer com que vários filmes consigam, juntos, chegar a uma unidade, mesmo que existam mudanças na cadeira da direção. Nesse sentido, os filmes passam a ser uma obra mais da produção do que da direção. Suprime-se o artista individual para dar voz à individualidade do conjunto. O maior exemplo disso – na história do cinema – é Kevin Feige frente ao Universo Cinematográfico Marvel: por mais que os diretores tenham alguma liberdade, ela precisa ser exercida dentro de um contexto planejado e programado. A Universal planejava algo parecido. A criação de um universo que interligasse seus monstros, o Dark Universe, parecia certa antes do lançamento do primeiro filme, A Múmia (de Alex Kutzman, 2017). O filme morno e o desempenho nas bilheterias bem abaixo do esperado acabou sabotando a ideia. Mas, talvez, o maior erro tenha sido imaginar que o terror e o suspense, sempre marcados pela genialidade dos seus diretores – Mario Bava, George A. Romero, Alfred Hitchcock, Dario Argento, José Mojica Marins, John Carpenter e, mais recentemente, Kiyoshi Kurosawa, Robert Eggers e Ari Aster (e tantos outros) –, iriam conseguir contornar a...

Slam Mossoró 2020

05/03/2020|

Acabou a expectativa! Poetisas e poetas já podem se preparar para emocionar o público com muita poesia autoral. A primeira etapa do Slam Mossoró está agendada para esta segunda-feira (9), às 19h30min, no auditório Eliseu Ventania, na Estação das Artes. Essa primeira etapa vai celebrar o dia internacional da mulher. Por isso, na primeira etapa da competição o tema mulher é obrigatório. Nas outras duas etapas, as poesias são de tema livre como habitual. Para participar do Slam, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas na hora. Para participar, as poetisas e poetas devem apenas levar três poesias de até três minutos. Daí, o evento acontece em três etapas eliminatórias. Ao final, a/o campeã/o terá participação garantida no Slam RN, o Campeonato Estadual de Poesia e Perfomance, a ser realizado em outubro em Mossoró. Para refletir e celebrar sobre o Dia Internacional da Mulher, a programação do evento ainda contará com uma roda de conversa com a cientista social Ailana Nogueira e a cantora Eva Rocha, do grupo Soul Negra. O grupo musical da convidada foca principalmente no feminismo negro e a artista irá presentear o público com um pocket show.

leide-camara-anrl

04/03/2020|

Natal terá, na próxima sexta-feira (6), a partir das 18h, na Sede da Academia Norte-rio-grandense de Letras (rua Mipibu, 443), a primeira apresentação de uma série que espelhará o projeto cultural “Música e Poesia na Academia”, que conta com a coordenação de dois dos membros daquela Casa de Letras: Leide Câmara e Carlos Roberto de Miranda Gomes. A nova realização, decorrente de uma parceria entre a Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL, o Instituto de Música Waldemar de Almeida – IMWA, o grupo Águas Claras Ópera e o Acervo da Música Potiguar – AMP, visa especificamente valorizar a canção de concerto de origem potiguar, trabalhada por compositores do Rio Grande do Norte. Águas Claras Nesse primeiro evento da série (gratuita ao público), que homenageará os compositores Paulino Chaves e Oswaldo de Souza, apresentar-se-á o Grupo Ópera Águas Claras, coordenado por Kaio Morais, Mestre em Música pela UFRN, Professor permanente do Instituto de Música Waldemar de Almeida (Estado do Rio Grande do Norte). O Águas Claras reúne escritores, cantores, compositores, instrumentistas, bailarinos e atores com o objetivo de criar novas óperas em língua portuguesa. O projeto abraçado visa justamente valorizar o nosso idioma e ampliar o acesso ao gênero musical da...

10 mulherees potiguares

04/03/2020|

A Casa do Cordel lançará, neste sábado (7), a Coleção Dez Mulheres Potiguares, alusiva ao Dia Internacional da Mulher e que conta, em cordel, o perfil biográfico de dez mulheres que fizeram história no Rio Grande do Norte e no mundo. A coleção, que já está em sua terceira edição, é totalmente escrita por mulheres cordelistas e traz em suas capas as xilogravuras da artista plástica Célia Albuquerque. Com o objetivo de valorizar as mulheres no campo da poesia e da história, a coleção traz as seguintes homenageadas e suas poetisas: – Alzira Soriano, em versos de Jardia Maia; – Amélia Duarte Machado, por Jussiara Soares; – Celina Guimarães, na poesia de Fátima Régis; – Débora Seabra, nas estrofes de Ana Caroline; – Dona Militana, nas rimas de Rosa Regis; – Joana Cacilda Bessa, no lirismo de Rita Cruz; – Mãe Luiza, na métrica de Sírlia Lima; – Margareth Gondim, na poesia de Célia Melo (Bombom); – Maria do Céu Fernandes, nos versos de Geralda Efigênia; – Marise Paiva, na poética de Vani Fragosa. Um percentual de 15% das vendas da coleção durante o lançamento será destinado, em forma de contribuição, ao cantor e compositor Romildo Soares, que está internado...

rodolfo amaral foto caninde soares

04/03/2020|

O carnaval ainda não terminou para aqueles que brilharam nos dias de folia na capital. Chegou o momento de conhecer os vencedores e premiar as categorias especiais do Prêmio Dosinho de Carnaval. Nesta quinta-feira, a partir das 19h, no clube AABB, haverá um grande baile aberto ao público para a programação final do Prêmio Dosinho 2020. Na chegada à AABB, o público será recepcionado pela Orquestra das Marchinhas do Maestro Papão, a partir das 19h. Depois tem a Final do Concurso Dosinho de Marchinhas e as participações de Khrystal, Dodora Cardoso, Analuh Soares e João Batista do Fama. Oito intérpretes vão defender as 05 finalistas. Vai acontecer ainda a 2ª edição do Concurso de Fantasias, às 19h30, e a banda Moby Dick fará show baile de carnaval no encerramento até 22h. O acesso é gratuito e a produção incentiva a ida do público com suas fantasias usadas no carnaval 2020. A programação integra o projeto Palco das Marchinhas que tem o patrocínio da Prefeitura do Natal através do Programa Djalma Maranhão e apoio da Universitária FM. Os melhores do carnaval 2020 Resultado da pesquisa com diversos profissionais entre músicos, produtores culturais, artistas, profissionais autônomos, coordenadores de polos e palcos, maestros...

Pelo-Pescoço

04/03/2020|

A exposição ‘Pelo Pescoço’ do artista visual Daniel Torres, vista por mais de 4 mil pessoas, tem vernissage marcada para o dia 08 de março, dia internacional da mulher. Acontecerá na Sala Ruy Pereira Junior da Biblioteca Municipal Dr. José Pacheco Dantas (em Ceará-Mirim), das 19h às 21h. A mostra ficará aberta a visitação do dia 9 de março a 10 de abril, de segunda a sexta, das 09 às 21h. A exposição contará com ações de mediação com a presença do próprio artista, além de oficina. A exposição foi pensada a partir do incômodo gerado pela exibição de uma matéria televisionada sobre o caso de duas mulheres mortas, ambas pelo pescoço, no Estado do RN em menos de 24 horas. Daniel Torres criou um personagem antropozoomórfico, cabeça de girafa e corpo feminino, em que relaciona o comportamento e situações vividas por mulheres que sofrem violência às forças e fragilidades do animal – uma vez que esses mamíferos, atualmente, estão na lista dos animais ameaçados de extinção. Seu intuito com essa relação é referir-se à essa condição de vulnerabilidade e morte. Essa metáfora pode ser vista em desenhos feitos ponto a ponto, nas 29 telas da exposição, usando a técnica...

Dois dos maiores guitarristas potiguares juntos no Som da Mata deste domingo

04/03/2020|

Neste domingo (8), no Parque das Dunas, o projeto Som da Mata promove o encontro entre dois grandes nomes da guitarra potiguar: Roberto Taufic e Jubileu Filho, duas diferentes gerações, dois percursos paralelos repletos de grandes experiências nos palcos e estúdios do Brasil e do mundo. A guitarra é um dos instrumentos mais versáteis que existe. Do Rock ao Jazz, do Pop à Música Popular Brasileira e nas mais diversas culturas ela é usada para enriquecer e colorir qualquer contexto musical. Foi pensando nisso que Roberto e Jubileu escolheram um repertório variado onde os diferentes estilos e a riqueza tímbrica da guitarra pudesse colorir os espaços sonoros com elegância e bom gosto, marcas registradas desses dois grandes músicos potiguares. Para completar esta aquarela musical, contam com a presença de um dos baixistas mais experiente do panorama nacional, Erick Firmino, além de Darlan Marley, baterista de extremo bom gosto e musicalidade, importante referência para os bateristas do panorama brasileiro atual. Cor das Cordas é o nome deste show em que Roberto Taufic, Jubileu Filho, Erick Firmino e Darlan Marley sobem ao palco do Anfiteatro Pau-brasil, no Parque das Dunas, para compartilharem o que mais os realizam: a música e a amizade....

sarita bitu

03/03/2020|

O Sarau Insurgências Poéticas realiza a primeira edição em celebração aos 4 anos de resistência nesta quarta feira (4), no Abayomi, a partir das 19h30. Quatro anos de resistência e muito a celebrar e a agradecer. É dentro desse clima que as Insurgências Poéticas abrem suas festividades. Com poesia & jazz, a edição traz o lançamento do livro da poeta Sarita Bitu e o duo jazz e blues com Heliana Pinheiro e Joca Costa. SOBRE O LIVRO DE SARITA BITU: Sobre.poesia[s]: é o primeiro livro de poesias de Sarita Bitu. Seus versos nascem entre amores, ciúmes, saudades e carnavais e atrevem-se em vivências e devaneios, trazendo criações tão cruas quanto livres. A programação inicia às 19:30, no Abayomi Espaços Compartilhados (Tirol), a colaboração é consciente. SERVIÇO O que? Sarau Insurgências Poéticas – Lançamento do livro de Sarita Bitu Quando? Quarta, 04 de março de 2020 Onde? Abayomi (R. Ezequias Pegado, 1021 – Tirol) Quanto? Colaboração consciente Contato: (84) 998500524

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