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Para amanhecer poesia de Adriana Scherner

NOMES João, Moisés, Mariozinho, José. Quantos nomes. Quem são? Desconhecidos em meio à multidão. Invisíveis? É claro que não. São crianças. Todas têm nome, sangue, cores e coração. Na escola,

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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dudu galvão

23/03/2020|

A TV Cultura tem um programa para amantes do teatro musical. É o “Talentos“, um reality show para artistas brasileiros mostrarem seu trabalho e viverem uma experiência real do mercado na área de musicais. E na mais recente seleção, um potiguar foi selecionado entre quase mil inscritos: o ator e cantor Dudu Galvão. “Fui um dos 100 selecionados a participar da segunda fase, depois de mais de 900 inscrições de todo país. Já foi privilégio ter sido reconhecido e chamado para essa fase, onde só permanecem 24 pessoas para etapa do programa. Felicidade me define”, comemorou. Dudu disse que desde pequeno mantém vivo esse sonho de uma experiência de formação nessa área do teatro musical, do contato com profissionais renomados, de evoluir mais ainda como artista. “Apesar da minha experiência como ator e pesquisador do teatro de grupo há mais de 13 anos, além de músico do jazz, é sempre bom dar uma arejada em outras praças”. As gravações do programa estavam programadas para o mês de maio, mas diante da pandemia do Covid19, ainda não tem previsão para início. O programa é apresentado por Jarbas Homem de Mello. O programa irá escolher o grande nome do teatro musical brasileiro...

fenac

23/03/2020|

A edição comemorativa dos 50 anos do Festival Nacional da Canção, considerado o maior festival de música do Brasil, foi cancelada devido à pandemia do coronavírus. É a primeira vez na sua longa trajetória que o evento sofre uma interrupção. Este ano, ele já havia recebido inscrições de aproximadamente 100 músicas do Brasil e do exterior. Tudo já estava preparado para que ele fosse realizado de final de julho a setembro em 7 cidades mineiras: Perdões, São Thomé das Letras, Barroso, Coqueiral, Nepomuceno, Três Pontas e Boa Esperança. Além do troféu Lamartine Babo o festival iria entregar R$ 250 mil em prêmios. De comum acordo com as prefeituras o Fenac preferiu transferir a edição cinquentenária para 2021, nas mesmas cidades, com a promessa dos organizadores de preparar um evento histórico. Da mesma forma foi cancelada a 11ª edição do Festival Nacional da Cultura que leva atrações como circo, dança, teatro, música erudita e instrumental ao interior de Minas. História O Festival Nacional da Canção nasceu em 1971 no vácuo dos grandes festivais de música que eram apresentados em rede de televisão. Além de servir de palco para talentos da música brasileira ele apresenta atrações culturais às quais a população do...

conexao elefante cultural - bruuno martins

16/03/2020|

Com o objetivo de incentivar a utilização de espaços públicos e valorizar os produtos artísticos do Estado, o Conexão Elefante Cultural dá início a edição 2020 com a abertura de edital para seleção de grupos que irão compor a “Trupe da Luz”, durante a circulação estadual do projeto. Serão selecionadas três iniciativas voltadas às artes cênicas, seja circo, dança, teatro ou contação de história. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 12 de abril. O projeto é patrocinado através da Lei Câmara Cascudo e Governo do Estado, com realização de Diana Fontes Direção e Produção Cultural. Nesta edição, a “Trupe da Luz” percorrerá com espetáculos, 11 municípios do Rio Grande do Norte, além da capital potiguar. A circulação deve acontecer entre junho e outubro de 2020. Em cada cidade estão previstas também oficinas lúdicas para crianças e jovens e, técnicas, destinadas aos agentes culturais e profissionais da área. Serão realizados ainda debates sobre gestão e empreendedorismo cultural. A relação dos selecionados será divulgada até o dia 30 de abril. O edital completo está disponível AQUI. SERVIÇO: Edital Prêmio Conexão Elefante Cultural Inscrições gratuitas abertas até 12 de abril www.conexaoelefantecultural.blobspot.com Mais informações, através do co*************@***il.com FOTO: Brunno...

prescricao-fatal

16/03/2020|

Antes de começar a assistir a Prescrição Fatal (disponível na Netflix), o que mais me chamou a atenção foi o título nacional. Isso porque ele mais parece forçar a barra na caça por audiência, afinal, às vezes, é muito mais fácil e chamativo o título indicar algo sério do que ressaltar a eficiência – talvez metafórica – do original. Então, quando terminei de assistir ao quarto e último episódio da minissérie, eu percebi que estava em um dilema, quase um paradoxo: O título brasileiro realmente funciona, mas, na soma do todo, The Pharmacist (O Farmacêutico) faria mais justiça ao material exposto. Eduardo Coutinho, o maior dos nossos documentaristas, uma vez disse que o documentário chega a se tornar ficção quanto mais se aproxima de realidade. Talvez, por influência dele (de Coutinho), eu tenha percebido Prescrição Fatal por uma esfera um tanto quanto ficcional. Nesse sentido, Dan Schneider, aos poucos, foi se transformando em uma espécie de super-herói… e isso com direito a uma construção de personagem marcada inicialmente por um trauma (como Batman e outros) e por vilões que, mesmo obviamente humanos, são complexos a ponto de terem as maldades embasadas – mas nunca exatamente justificadas. Cuidado! A crítica pode...

14/03/2020|

Te Encontro na Música O Natal Shopping informa que em decorrência do avanço do Covid-19 no país, o evento Te Encontro na Música, previsto para acontecer neste sábado (14), foi suspenso como medida preventiva para garantir a segurança e o bem-estar de todos aqueles que frequentam o shopping, e reforça que segue funcionando normalmente. Em breve, uma nova data será agendada. Dia da Poesia estadual A Fundação José Augusto, atenta às questões relacionadas ao Coronavírus, preocupada com a saúde e o bem-estar da comunidade, e seguindo as recomendações da Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Norte (SESAP) para evitar aglomerações públicas, comunica que as atividades que celebrariam o Dia Nacional da Poesia, marcadas para este sábado, 14, no Memorial Câmara Cascudo, a partir das 16h, estão temporariamente suspensas. A FJA avaliará as condições para a realização do evento em nova data.

regional-choro-da-terra

13/03/2020|

A próxima atração do Som da Mata será no dia 15 de março, às 16h30, no palco do Anfiteatro Pau-Brasil com o grupo Regional Choro da Terra, composto pelos músicos Raphael Almeida (cavaquinho), Anchieta Menezes (violão 7 cordas), David Silva (pandeiro), Jonathas Marques (clarinete) e Fernandinho Regis (bandolim). Com repertório totalmente dedicado ao gênero tipicamente brasileiro, o grupo homenageará grandes compositores da música popular instrumental. O Regional constrói seu ritmo divulgando o Choro e estilos como Polca, Maxixe e Valsa. Mais cedo, às 10h, acontece o espetáculo Príncipe Feliz, voltando ao palco do Bosque da Encena para cantar e dançar os maiores sucessos da música infantil. Um espetáculo para toda a família com os vocais Décio Santiago e Mirle Silva, no violão Jorge Luis, no contrabaixo José Willians e na bateria Léo Rocha.

orquestra-sinfonica-do-rn

13/03/2020|

A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN abre processo de seleção de estudantes de música e músicos para atuação na OSRN durante a temporada 2020. São 20 vagas para estagiários e 10 vagas de contratos especiais para o Projeto Movimento Sinfônico. As inscrições, tanto para estágio quanto para os contratos, seguem até o dia 19 de março. A audição acontece no dia 21 do mesmo mês, na Sala de Ensaio da OSRN na Cidade da Criança – Av. Rodrigues Alves. Portanto, se você tem interesse em ocupar alguma dessas vagas, acesse agora mesmo o site da Orquestra, confira o regulamento, preencha a ficha de inscrição e envie para or******************@***il.com A lista com os nomes dos candidatos inscritos será divulgada no dia 20 de março, a partir das 14h, através do site. Confira para quais instrumentos as vagas estão distribuídas: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, flauta, percussão e piano. A OSRN tem o Governo do Estado do RN como seu principal mantenedor. A temporada 2020 tem patrocínio via incentivo da Lei Câmara Cascudo do Governo do Estado do RN e Prefeitura do Natal, por meio da Lei Djalma Maranhão. O projeto Movimento Sinfônico...

Teatro-Alberto-Maranhao

12/03/2020|

Artistas de Natal e outros municípios têm se organizado para um “abraço” simbólico ao Teatro Alberto Maranhão, fechado desde julho 2015. A data para o ato está previamente agendada para o próximo dia 27, Dia Internacional do Teatro, às 16h. Diante da manifestação, procuramos a direção da Fundação José Augusto a respeito do assunto. E eles emitiram uma nota oficial, que segue na íntegra: Nota sobre o Teatro Alberto Maranhão “As obras de restauro do Teatro Alberto Maranhão (TAM) prosseguem em ritmo normal desde o seu início, com serviços executados nas fachadas, portas, janelas, cadeiras, poltronas, coberturas; instalações de climatização, redes elétricas, hidráulicas, sanitárias e combate a incêndio, acessibilidade, entre outros serviços. O percentual de execução já ultrapassou os 30% e o Governo do Estado trabalha neste momento para estabelecer uma previsão oficial para a conclusão da obra. O projeto de restauração do equipamento foi aprovado e está sob fiscalização pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional (IPHAN). Para conferir total transparência na execução da obra, a Fundação José Augusto instituiu, através da portaria Nº 036/2019, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 23 de maio de 2019, uma comissão de fiscalização, composta por sete integrantes da sociedade civil,...

ozany-gomes

12/03/2020|

A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta quarta (11), o título de cidadã natalense à Ozany Gomes, de proposição do mandato da vereadora Divanide Basílio. “Na semana em que se comemora o Dia Nacional da Poesia, nada mais justo que homenagear uma mulher que lidera a Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN, a SPVA, que existe há 23 anos”, disse a vereadora. Ozany Gomes nasceu em João Pessoa, Paraíba e reside em Natal há duas décadas. Aqui, formou-se em Pedagogia e compõe o núcleo de estudos em literatura e cultura potiguar no IFRN. Na SPVA, coordenou diversos projetos voltados à poesia na cidade, dentre os quais, a Virada Poética, promovido pela Capitania das Artes; organizou o projeto Poetas nas Escolas, organizou antologias poéticas, compõe também o Círculo do Cordel e faz parte da comissão julgadora do Festival de Quadrilhas de Natal. Ozany tem toda uma vida voltada ao fortalecimento da literatura e da poesia em Natal e agora recebe o reconhecimento do legislativo municipal por suas imensas contribuições à nossa cultura.

Disco de Mariano Tavares inspirado no filósofo Jacques Derrida será lançado nesta sexta

12/03/2020|

Transitando entre a MPB, o indie folk, o rock, e seus subgêneros, o cantor e compositor potiguar Mariano Tavares lança “Otobiografia”, seu terceiro álbum, no qual entrelaça sonoridades acústicas (violão e contrabaixo) com guitarras elétricas e bateria/percussão de timbres quase minimalistas, reafirmando sua busca por uma identidade autoral que possa transitar com fluidez entre a contemporaneidade e a tradição. Com produção e direção assinadas pelo próprio artista, o título e o conceito do álbum remetem à obra do filósofo franco-argelino Jacques Derrida, mais precisamente ao livro “L’oreille de l’autre”. Para Derrida, a assinatura de todo texto, incluindo aquele que se afirma autobiográfico – como geralmente ocorre com as canções –, não se efetiva no momento de escrita, mas somente muito tempo depois, quando o “ouvido do outro” puder estar aguçado, interessado, entusiasmado o suficiente para entender como reais as narrativas daquele que declara e assina o “autos”. A canção-título do álbum é uma espécie de matriz dessa ideia: uma autobiografia que reclama a experiência, o repertório e o ouvido do outro para tomar forma, para se realizar enquanto “verdade” daquele que performa e assina, na canção, sua história, seus amores, dores, tempestades, lamentos, utopias. Um disco de renascimentos e enfrentamentos...

Os 10 melhores filmes de terror da nova geração

11/03/2020|

As expectativas raramente são benéficas quando se trata de cinema. Sempre há que se deixar levar por uma obra para que ela tenha a oportunidade de provar seu valor. Preconceber julgamentos antes de ter contato real com o objeto pode ser um gesto que desmerece ou enaltece o que, a partir de uma visão neutra, não passaria de merecedor de opiniões medianas, mornas. O cinema de gênero vem exatamente ao encontro das expectativas, abraçando-as com carinho. Isso porque o funcionamento interno de um filme que venha a se encaixar nessa definição é uma leitura específica do seu gênero. Mantém-se uma estrutura narrativa base, reafirma-se convenções tradicionais e, ao seu modo, cada filme fica livre justamente para subverter o que é preestabelecido para si: eis o surgimento das quebras de expectativas. Tais filmes criam suas próprias galáxias, mas sempre dentro de um universo corajoso, este que enfrenta as expectativas. E mesmo que possam expandir esse universo ao subverter convenções e gestos tradicionais, jamais uma produção de gênero criará o seu próprio cosmo. Um filme de gênero real – raiz – está muito mais preocupado em fazer jus ao seu universo do que posar com alguma arrogância e se dizer mais do...

Programa “Nosso Som Nas Escolas” abre inscrições para 2020

11/03/2020|

O Programa “Nosso Som nas Escolas” tem como objetivo valorizar e difundir o trabalho dos artistas potiguares para as novas gerações, despertando o interesse para a musicalidade, para os talentos locais e para a produção artística da cidade. O programa promove e facilita a articulação entre artistas do Rio Grande do Norte e instituições de ensino médio e fundamental, fortalecendo a conexão da música com a escola. Em 2020, além de Natal, o “Nosso Som nas Escolas” chega também à Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e a Parnamirim, contemplando duas escolas públicas em cada cidade mediante uma seleção prévia a ser realizada pelo programa – que é desenvolvido pela Green Point Produções em parceria com Dois.a Publicidade e conta com patrocínio via Lei Câmara Cascudo e apoio privado. As escolas selecionadas terão a oportunidade de receber “pocket shows” de artistas potiguares em suas instalações, como parte de um complemento pedagógico a ser trabalhado em várias disciplinas. O projeto fornece ainda material de divulgação e pode viabilizar oficinas com a possibilidade de participação dos artistas. Para fazer parte do programa e dos benefícios oferecidos, é preciso que as escolas assumam o compromisso de integrar a música potiguar no ambiente escolar,...

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