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Anotações sobre alguns nomes da terra

No livro “Nomes da Terra”, Câmara Cascudo estuda, exaustivamente, a toponímia norte-rio-grandense. Trabalho criterioso, não deixa, contudo, de apresentar alguns pontos controvertidos. Por exemplo: o topônimo Mossoró, de origem indígena

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Brasil x Escócia terá evento com entrada gratuita, quatro telões de LED e shows na Prainha Via Costeira

Redação

A contagem regressiva já começou. Nesta quarta-feira (24), a Seleção Brasileira entra em campo para enfrentar a Escócia pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026 e os torcedores potiguares terão um espaço especial para acompanhar a partida em clima de festa. O projeto Pra Cima Brasil promove uma grande transmissão gratuita na Prainha Via Costeira, reunindo futebol, música e entretenimento em um dos cenários mais privilegiados da capital potiguar. A programação terá início às 16h e foi planejada para proporcionar ao público uma experiência completa durante mais um compromisso do Brasil no Mundial. Além da transmissão do jogo em 4 telões de LED, o evento contará com estrutura temática, espaço de convivência, ativações e atrações musicais que prometem manter a animação antes, durante e depois da partida. Entre os nomes confirmados estão os grupos Sambar & Love, Mesa Doze e o DJ DK, que será responsável por manter a energia do público em alta durante toda a programação. As atrações vão embalar os torcedores ao longo da tarde e transformar a transmissão em uma verdadeira celebração da paixão brasileira pelo futebol. Conhecido pela versatilidade e por estar sempre conectado às tendências musicais do momento, DJ DK chega ao Pra Cima Brasil com um repertório que mistura diferentes estilos e promete garantir a animação da galera do começo ao fim do evento. Com sets dinâmicos e leitura de pista apurada, ele será responsável por manter o clima de festa entre um gol e outro da Seleção. O confronto contra a Escócia marca o encerramento da participação brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo. A expectativa é de mais uma grande mobilização dos torcedores, repetindo o clima de celebração que tem acompanhado os jogos da Seleção em todo o país. A proposta do Pra Cima Brasil é transformar cada partida do Brasil em uma experiência coletiva, reunindo famílias, amigos e apaixonados por futebol em um ambiente descontraído, seguro e com vista para o mar. A expectativa da organização é receber um grande público para mais uma edição do projeto. Os ingressos são gratuitos e seguem disponíveis para retirada antecipada na plataforma Outgo https://outgo.com.br/pra-cima-brasil. A organização recomenda que o público garanta o acesso com antecedência, já que a capacidade do espaço é limitada. O evento conta com apoio da Lei Municipal Djalma Maranhão, da Prefeitura do Natal e da Unimed Natal. Mais informações: @pracimabrasilrn Serviço:Pra Cima...

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TERRA ESTRANGEIRA: Um mar galego

Pablo Capistrano

La Coruña – Espanha, 27 de Janeiro de 2018. Hoje, Santiago de Compostela amanheceu sobre uma densa névoa. Toda cidade parecia coberta por esse véu de branco cinza que cai por sobre os prédios sem conseguir molhar o chão, como se a umidade abraçasse a paisagem em uma bolha. Ontem, ao chegarmos no finzinho da tarde, já havíamos visto uma Santiago completamente diversa daquela de 2006 e não me pareceu ser isso apenas sintoma do inverno.   Pelas ruelas medievais haviam muitas lojas e cafés, mas a minha impressão era a de que os produtos vendidos não eram mais os mesmos de doze anos atrás. Se naquela Santiago de verão a quinquilharia turística parecia atender os anseios de um público “alternativo” do final dos anos 90 e do começo do século, uma passada rápida de olhos nas vitrines das lojas, me indicou que as preferências dos clientes haviam migrado para marcas sofisticadas e elitistas. A Santiago que encontramos não era mais uma cidade luminosa, cheia de gente colorida pelas ruas, com aquele ar neo hippie que embalou a virada do milênio. A Santiago daquele verão de 2006 me pareceu com a Cuzco que encontrei em 1995 ou com a Pipa da minha juventude. Com as ruas entupidas de música e lojas vendendo lembranças turísticas e peças que simulavam o artesanato galego, cheios de referências à cultura pagã dos antigos celtiberos, aquela Santiago de verão parecia fazer parte de uma rede invisível que juntava lugares distantes do mundo através de nódulos de turismo New Age. Agora, essa Santiago de inverno me pareceu, por sua vez, muito mais sisuda, fria e europeia, com suas lojas de roupa de estação vendendo joias caretas e brilhantes caros feitos para madames de nariz empinado da zona do euro. Em seus supermercados, suas lojas de conveniência e suas galerias de arte,  tudo soava modernoso, processado, embalado em pacotes industrializados. Tudo excessivamente kitsch ou simplesmente clássico demais para alguém como eu, nascido e criado na beira do mar, imprensado entre as dunas do Atlântico Sul e as águas salobras do Potengi. As referências ao paganismo celta pareciam ter desaparecido, junto com as bandeiras da “pátria galega” que ficavam estendidas nas sacadas dos edifícios residenciais. No lugar, referências muito mais marcantes ligadas ao catolicismo ibérico e ao culto à realeza da casa de Aragão e Castela. Seria isso apenas uma mudança no perfil dos turistas que visitam a cidade?...

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Mostra Macambira abre programação em Natal com filme inédito no RN

Redação

Natal recebe nesta semana, entre os dias 26 e 28 de junho, a quarta edição da Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero,  que visa difundir a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A programação acontece na Casa da Ribeira e reúne filmes potiguares e nacionais, oficinas e rodas de conversa, com acessibilidade comunicacional em todas as atividades, incluindo audiodescrição e tradução em Libras. Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada sessão.  A abertura, na sexta-feira (26), às 19h, traz o longa-metragem “A Fabulosa Máquina do Tempo”, dirigido por Eliza Capai, em exibição inédita no Rio Grande do Norte. O filme, que acompanha meninas do sertão do Piauí em uma travessia entre a infância e a adolescência, vem acumulando premiações importantes desde sua estreia mundial na Berlinale 2026, reforçando seu lugar entre os documentários brasileiros de maior destaque no circuito atual. Na mesma sessão, será exibido ainda o premiado curta-metragem potiguar “Pupá”, dirigido por Osani.  No sábado e domingo, a programação inicia às 15h, com sessões especiais e rodas de conversa sobre experiências de pessoas com deficiência no audiovisual e cinema transcentrado. À noite, à partir das 19h, serão exibidas as mostras nacional e potiguar, trazendo uma seleção de curtas-metragens que refletem a diversidade e potência do audiovisual contemporâneo.  Além disso, durante toda a programação, o café vegano Buena Onda estará funcionando no primeiro piso da Casa da Ribeira, oferecendo lanches e opções de alimentação para acompanhar as atividades do evento.  A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes, através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Confira a programação completa: 26/06/2026 (sexta-feira) 27/06/2026 (sábado) – Esconde-esconde (dir. Vitória Vasconcellos, PE/RN) – La Hemi (dir. Ila Giroto e Estela Lapponi, SP) – Duna (dir. Gabriela Barbalho e Paula Vanina, RN) – Estou adaptado a uma cidade não adaptável (dir. Raquel Cardozo, RN) – Lapso (dir. Carol Cavalcanti, MG) – A Nave que Nunca Pousa (dir. Ellen Morais, PB)– O carnaval é de Pelé (dir. Daniele Leite e Lucas Santos, PE)– Fronteriza (dir. Nay Mendl e Rosa Caldeira, SP/PR/Paraguai) – Batismo do Rio Pequeno...

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Pinacoteca do Estado recebe exposição Alfândega do artista potiguar Alcino Fernandes

Redação

A Pinacoteca do Estado (Palácio Potengi) recebe, a partir deste sábado (20) às 10h, a exposição Alfândega, do artista visual potiguar Alcino Fernandes. Com curadoria de Maria Sucar e Walter Arcela,  a mostra apresenta um conjunto de nove obras inéditas que investigam temas como racialidade, memória, imigração, morte e sexualidade, transformando a arte em um território de reflexão sobre os limites impostos aos corpos e às formas de existir. A exposição permanece em cartaz até 19 de julho. “Alfândega é um convite para pensar as fronteiras invisíveis que carregamos dentro de nós”, destaca Alcino. A partir de pinturas, símbolos e narrativas visuais, o artista cria uma espécie de território de passagem, onde sentimentos guardados, experiências interrompidas e memórias silenciadas encontram espaço para serem vistos e compartilhados. As obras nascem de inquietações pessoais e coletivas e dialogam diretamente com experiências de exclusão, pertencimento e resistência. Elementos recorrentes na produção de Alcino Fernandes, como paisagens secas, corpos em trânsito e objetos carregados de memória, ajudam a construir uma poética que atravessa questões urgentes da sociedade contemporânea. A exposição reafirma a potência da arte como ferramenta de encontro, escuta e transformação, convidando o público a refletir sobre uma pergunta simples e, ao mesmo tempo, profunda: o que escolhemos deixar passar pelas nossas próprias alfândegas? A exposição marca a estreia de Alcino Fernandes em mostras individuais. Com apoio institucional do Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Fundação José Augusto, o projeto contribui para ampliar a visibilidade da produção artística potiguar e fortalecer iniciativas que incentivam a circulação da arte contemporânea e o acesso da população aos espaços culturais públicos.  Conheça Alcino Fernandes – Nascido em Mossoró (RN), Alcino Fernandes é artista visual e tem em Alfândega sua primeira exposição individual no Nordeste. Em 2024, foi o primeiro artista residente do Instituto Rouanet, em Tiradentes (MG), onde apresentou a mostra Você disse que sabia amar. Em Natal, já participou de diversas exposições coletivas, consolidando uma trajetória que investiga, por meio da pintura, temas como racialidade, memória e pertencimento.  Para além da Pinacoteca –  Na primeira semana de julho, o projeto Alfândega realizará uma oficina de produção de pensamentos criativos relacionados à pintura, no Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DEART/UFRN), promovendo um espaço de experimentação artística e troca de experiências entre artistas, estudantes e o público interessado. Mais informações sobre a programação e detalhes da oficina serão...

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GGCON 2026 reúne grandes nomes da cultura geek, games e entretenimento em Natal

Redação

A contagem regressiva para a GGCON 2026 já começou. Nos dias 03, 04 e 05 de julho, o Centro de Convenções de Natal será palco de uma das maiores celebrações da cultura geek, gamer, pop e tecnológica do Nordeste brasileiro. A edição deste ano chega ainda maior, reunindo atrações nacionais e internacionais que representam diferentes universos da cultura pop, dos animes aos games, da dublagem à música, dos quadrinhos ao entretenimento digital. Entre os principais destaques está a banda japonesa Galneryus, referência mundial no power metal e uma das atrações internacionais mais aguardadas pelos fãs de anime e cultura japonesa. O evento também recebe grandes nomes da dublagem brasileira, como Wendel Bezerra, voz de personagens icônicos como Goku e Bob Esponja; Luiz Carlos Persy, conhecido por seu trabalho em séries, animações e games; e Tati Keplmair, uma das dubladoras mais reconhecidas do país. A programação contempla ainda criadores de conteúdo, artistas e personalidades que movimentam diariamente as comunidades geek e gamer nas redes sociais, entre eles Feh Dubs, Henrique Marangon e Cereaw, que participarão de painéis, encontros com fãs e atividades especiais ao longo dos três dias de evento. Além das atrações já confirmadas, a GGCON 2026 contará com uma extensa programação voltada para todos os públicos: * Campeonatos de eSports e arenas gamers;* Espaços de free play com consoles e jogos de última geração;* Concursos e desfiles de cosplay;* Painéis e bate-papos com creators, streamers e convidados especiais;* Beco dos Artistas com ilustradores, quadrinistas e produtores independentes;* Espaço retrô dedicado aos clássicos dos videogames;* Áreas temáticas de anime, cinema, séries, HQs e cultura pop;* Experiências imersivas e ativações interativas;* Espaços dedicados à tecnologia, inovação e novas tendências do entretenimento digital;* Lançamentos, exposições e atrações especiais distribuídas por toda a estrutura do evento. A expectativa da organização é receber mais de 20 mil visitantes durante os três dias de programação, fortalecendo Natal como um importante polo de eventos voltados à economia criativa, ao turismo e ao entretenimento. A GGCON se consolidou como um ambiente de encontro para fãs, artistas, criadores e empresas do segmento, promovendo experiências únicas e fortalecendo a comunidade geek no Rio Grande do Norte e em toda a região Nordeste. SERVIÇOGGCON 2026Data: 03, 04 e 05 de julho de 2026Local: Centro de Convenções de Natal/RNIngressos:(https://meaple.com.br/pedemusicaproducoes/ggcon-2026)Instagram: @ggconbr

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Após incêndio, moradores de condomínio atingido transformam angústia em rede de apoio

Redação

O incêndio que destruiu o apartamento de Iza Natália Queiroz de Arruda, moradora de um condomínio localizado no Litoral Potiguar, no último sábado, dia 13 de junho, poderia ter deixado como herança apenas o rastro da perda. Em poucas horas, o fogo consumiu móveis, eletrodomésticos, roupas e objetos alcançados ao longo de uma vida inteira. Felizmente, ninguém ficou ferido, a sua cachorrinha Sky foi resgatada com vida pela equipe do Corpo de Bombeiros. No entanto, diante da dimensão dos prejuízos, a tragédia mobilizou algo igualmente poderoso: a solidariedade de uma comunidade inteira. O que se viu nos dias seguintes foi uma impressionante rede de apoio sendo construída por vizinhos, amigos e pessoas sensibilizadas pela história de Iza. Cartazes foram elaborados e compartilhados nas redes sociais, campanhas de arrecadação foram organizadas e listas com necessidades urgentes passaram a circular. O sentimento coletivo era unânime: ninguém permitiria que ela enfrentasse sozinha o desafio de recomeçar. A mobilização entre moradores vizinhos profissionais de diferentes áreas que ofereceram serviços, produtos e vouchers para compor uma rifa solidária criada com o objetivo de arrecadar recursos para a reconstrução de sua vida, teve como resposta uma surpresa para os próprios organizadores: quase 2.000 números da rifa já foram vendidos em apenas um dia, revelando a força do engajamento e da empatia despertados pela causa.   Mais do que contribuições financeiras, a campanha passou a reunir gestos concretos de cuidado: doações de roupas, móveis, utensílios domésticos, eletrodomésticos e itens essenciais começaram a chegar. Serviços voltados à reorganização da casa também foram colocados à disposição, enquanto novos eventos beneficentes seguem sendo planejados para ampliar a corrente solidária. A tragédia que destruiu bens materiais acabou revelando uma riqueza impossível de ser consumida pelas chamas: o espírito comunitário. Em um tempo frequentemente marcado pelo individualismo, moradores mostraram que vizinhança também pode significar pertencimento, responsabilidade compartilhada e disposição para amparar quem atravessa momentos de vulnerabilidade.   Se o incêndio pareceu ter apagado parte da história construída por Iza, a mobilização coletiva tem ajudado a escrever um novo capítulo, marcado pela esperança e pela certeza de que o recomeço não precisa ser atravessado sozinho. A cada doação, número de rifa vendido, a cada mensagem compartilhada, a comunidade reafirma que a reconstrução vai muito além da reposição de objetos perdidos. Trata-se de fortalecer vínculos, devolver sonhos, e demonstrar que, diante da dor, o amor demonstrado através da solidariedade continua sendo capaz de transformar...

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13ª Mostra de Cinema de Gostoso confirma datas e abre inscrições para filmes de todo o Brasil

Redação

A Mostra de Cinema de Gostoso chega à sua 13ª edição, marcada para os dias 20 a 24 de novembro de 2026, celebrando não apenas mais um ano de programação, mas também um novo patamar institucional: desde 2025, o evento é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural, Turístico e Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte, reforçando sua relevância para a cultura e para o desenvolvimento regional. Ao longo de mais de uma década, a Mostra transformou a praia do Maceió em São Miguel do Gostoso (RN) em uma grande sala de cinema a céu aberto, atraindo público de diversas regiões e movimentando a cena audiovisual do estado. Com projeções em 4K, som 7.1 e 700 espreguiçadeiras instaladas na areia, o evento oferece uma experiência cinematográfica única no Brasil, unindo natureza, tecnologia e encontro comunitário.Inscrições para filmes brasileiros Desde 9 de junho, estão abertas as inscrições para a 13ª Mostra de Cinema de Gostoso. São gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial: www.mostradecinemadegostoso.com.br, até 9 de agosto. Filmes de todos os gêneros (obras ficcionais, não ficcionais e animações, exceto videoclipes) e durações (curtas, médias e longas-metragens) podem se inscrever na 13ª Mostra de Cinema de Gostoso, desde que tenham sido produzidos no Brasil e finalizados a partir de julho de 2025. Os filmes concorrem ao Troféu do Júri Popular (melhor curta e melhor longa) e ao Troféu da Imprensa, votado por jornalistas e críticos presentes. Formação e impacto social Desde 2013, a Mostra mantém um amplo programa de formação audiovisual voltado para jovens de São Miguel do Gostoso e comunidades vizinhas. Os cursos, realizados meses antes do evento, introduzem os participantes a diversas áreas da produção cinematográfica. O aprendizado se materializa na realização de curtas-metragens e na participação ativa dos alunos na organização da Mostra. O impacto é contínuo: muitos dos jovens formados ao longo dos anos seguem estudando e trabalhando em audiovisual e áreas correlatas, ampliando oportunidades profissionais e fortalecendo a economia criativa local. Estruturas de exibição Além da sala principal na praia do Maceió, a Mostra mantém sua já tradicional sala geodésica, instalada na entrada da praia. O espaço climatizado, com capacidade para 120 pessoas, projeção 4K e som 5.1, abriga a Mostra Panorama, dedicada a filmes de relevância artística e diversidade de linguagens. O ambiente acolhedor e a localização estratégica tornaram o espaço um dos favoritos do público. Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Troféu do Júri Popular, escolhido pelo público, e ao Troféu da Imprensa, votado por...

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Festival Miaêro de Cinema e Literatura movimenta  Seridó potiguar a partir desta segunda

Redação

Com o intuito de promover o acesso ao cinema e à cultura, além do incentivo à leitura no interior do Rio Grande do Norte, o Miaêro – Festival de Cinema e Literatura José Bezerra Gomes, chega à sua terceira edição em 2026 com programação inovadora e apresentações diversificadas em Currais Novos e em Acari, nos próximos dias 15 a 19 de junho. As atividades são todas gratuitas. O projeto foi idealizado em 2023 pelo Grupo Casarão de Poesia e tem como principal objetivo homenagear o escritor e romancista currais-novense José Bezerra Gomes (1911-1982), autor de vários livros e que abordava a temática regionalista do Nordeste. O Miaêro, que tem esse nome em referência a um poema do autor, tem patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, através do Edital Transformando Energia em Cultura, por meio da Lei Câmara Cascudo do Governo do Estado. A programação deste ano inclui oficinas em escolas públicas de Currais Novos e Acari, além de saraus de poesia, apresentações culturais, mostras de curtas-metragens e um concurso literário. Entre os destaques estão as apresentações e oficina de Teatro de João Redondo, manifestação da cultura popular que foi objeto de pesquisa constante do escritor José Bezerra Gomes. A programação inclui ainda aulas de confecção de bonecos. Espaços como escolas, praças, teatro, bibliotecas serão ocupados pelo Festival Miaêro, que também terá programação voltada para a comunidade quilombola Negros do Riacho, localizada em Currais Novos. Também estão previstas atividades no Teatro Municipal Ubirajara Galvão e na Biblioteca Municipal Othon Filho. Em relação aos filmes, a curadoria do festival selecionou uma série de produções audiovisuais de vários estados do Nordeste, com temas voltados para o público infantil, além de filmes que abordam o Seridó, o meio ambiente e a diversidade de pessoas, culturas e características do Brasil. Também estão previstas oficinas de linguagem audiovisual com o cineasta potiguar Buca Dantas. “O Festival Miaêro nasceu com a perspectiva de ampliar os horizontes da cultura, da literatura e do cinema brasileiro nos interiores, permitindo que estudantes, professores e artistas locais possam dialogar entre si e construir uma verdadeira cadeia de promoção à disseminação da cultura potiguar, que tem em suas raízes nomes de relevância regional e nacional. Nesse aspecto, chegar à terceira edição do Miaêro é motivo de alegria. Preparamos uma programação especial para que o público sinta a essência do projeto”, destaca Iara Carvalho, produtora cultural responsável pelo Festival. ServiçoMiaêro –...

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lisboa

12/06/2020|

DO MISTÉRIO DAS CIDADES Como um rio, que nunca é o mesmo, pois suas águas passam e se renovam a cada instante, também uma cidade nunca é a mesma todo o tempo. Numa conferência enfeixada em livro sob o título “Imagens & Itinerários de Paris” (edição bilíngue), Américo de Oliveira Costa cita Paul Leautaud a respeito da “perpétua mudança das fisionomias de Paris, segundo a hora, o tempo, a estação”. Diz Leautaud, em tradução não literal: “Tal bairro deve ser visto pela manhã, na primavera. Tal outro ao meio dia em pleno verão. Tal outro ainda durante o langor do outono, por volta das cinco horas da tarde. Tal outro, enfim, à noite, no inverno, dentro da clara aridez do frio”. A propósito, vejamos o que diz José Saramago no fecho do seu livro “Viagem a Portugal”: “O fim de uma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de...

Sol do amanhecer

12/06/2020|

por Hudson Lima Quando anoitecer é apenas um intervalo entre o hoje e o amanhã, que sempre vem e torna se passado do próximo dia. Quando as dores de todos dias me fazem sentir quem sabe? Compor uma infindável canção para as montanhas alpinas ou se faça ouvir entre o quebrar das ondas no infinito desejado abrir as notas da sua vida como a música que se entrega com o carinho de todos agrados. Fazer uma composição que faça do esquecimento o alimento que sacia a alma, compor a festiva canção que alegria maior há de estar em espaços distribuindo seus acordes ao som do violino invisível. Até as montanhas do sol nascente arrefecer o frio da madrugada que se esvai

Projeto feminista promove live com sambistas neste sábado

12/06/2020|

A live do Samba Pras Moças será transmitida pelo instagram do projeto (@sambaprasmocasnatal) a partir das 14h deste sábado (13) e terá como convidadas as cantoras e compositoras Gerlane Gell/PE e Kika Ribeiro/DF. A potiguar, também cantora e compositora Andiara Freitas fará a apresentação da live, que abordará o tema “Carreira em tempos de isolamento”. Sobre o Samba Pras Moças O Samba Pras Moças é um projeto criado em 2016 por Andiara Freitas e estimula mulheres a atuarem no samba através de oficinas de música, produção de vídeos e ações online, como live e festivais. Nas oficinas são oferecidas aulas de canto, violão, percussão, cavaco, flauta e dança e são realizadas em grupos virtuais para qualquer interessada com acesso a internet.

saudade

11/06/2020|

Croniketa da Burakera #45, por Ruben G Nunes Clique AQUI para ver a continuidade das croniketas da Burakera! Campanhas de copo-y-pasión! Há momentos em que aquelas emoções antigas, d’amores-perdidos-e-achados… e de novo perdidos…, arquivadas nos cotovelos, entra em refluxo e vem de maré braba pra cima da gente. Daí, chefia, tome de ressacafetiva na prainha-do-coração de cada um. É dose. E dose dupla de uísque-lembruxas. Copo na mão, olho escorregando pelos infinitos cá de dentro, o cába sai caçando mais de hum-milhão de vagalumes por ai, só pra lembrar lembruxas e relembruxas do coração…  lembrar o sorrisolhar da mulhamada… o beijo-abraço daqueles tempos-sem-tempos… o “euseiquevouteamar” dito, desdito, e cantado por Vinicius e Maria Creuza, no embalo das recíprocas-chifranações. É tome de ciuminhos, suspirinhos, porrinhos e arrêgos, antigos-e-pós-antigos. Tudo se embaralha pra todo lado, mérmão. E haja zilhões de boleros ao luar e nocautes técnicos de arrependimentos. O tranco é forte. Em pleno delírio dos xamêgos-sem-volta você lembra do mantra dos amores mais-ou-menos felizes do nosso mago-cronista XicoSá: “todo segredo está na capacidade de safadezas”. Chupa essa, mano: o amor além da parceria romântica dos tic-tacs dos corações; também é, no jogo do avesso do avesso do avesso das gamações, um kit amoral de xifres-e-safadezas… (insisto: se tem xana no meio...

pedro_nava

11/06/2020|

Com uma escrita magistral, o médico e escritor Pedro Nava (1903-1984) é autor da melhor obra memorialística do país. Falta-me a leitura de dois dos seus livros nessa área, no total de seis. Na obra Chão de Ferro, estão as reminiscências do jovem Nava, quando aluno interno do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, no qual ficou de 1916 a 1920. Reporto-me ao ano de 1918 – Nava tinha 15 anos –, com enfoque principal para a gripe Espanhola, a pandemia de influenza que varreu o planeta e deixou um rastro com cerca de 50 milhões de vítimas. Quase 60 anos depois, o médico Pedro Nava faz um relato pungente das lembranças que ele guardou daqueles dias terríveis vividos ao lado de parentes, na casa dos quais morava em suas saídas de folga do internato. Nava refere-se a setembro como o mês em que a doença chegou ao Rio. Porém, ele só sentiu de perto a gravidade da situação em meados de outubro, numa segunda-feira, conforme suas palavras: “Voltando ao colégio, encontrei apenas onze alunos do nosso terceiro ano de quarenta e seis. Trinta e cinco colegas tinham caído gripados de sábado para o primeiro dia da semana subsequente.”...

a máscara de teatro

11/06/2020|

Para se reinventar e buscar alternativas na tentativa de suprir a suspensão das atividades de entretenimento provocadas pela pandemia, a companhia A Máscara de Teatro tem buscado reencontrar-se com o seu público em um projeto diferente: o Leitura de Quinta. “Todas as quintas-feiras, nas redes sociais da Máscara, juntamos membros da companhia e convidados para lermos, textos que já apresentamos, contos que estudamos, ou mesmo propostas de convidados, amantes da leitura e do teatro que vêm dividir conosco o que eles têm de melhor, é uma grande confraternização”, explicou Jeyzon Leonardo, ator e coordenador do grupo de teatro. A atriz Luciana Duarte observa que manter uma companhia de teatro atuante e viva, naturalmente é difícil, e quando se leva em consideração o cenário de pandemia, a responsabilidade ganha uma dimensão ainda maior. “De uma hora para outra vimos nossos planos e metas se desfazerem, ficamos sem noção de como poderíamos nos aproximar do público, o medo nos rondou por alguns dias, mas vamos estamos buscando estratégias para resistir, esse projeto tornou-se a nossa insistência”, frisou a atriz. Leitura de Quinta O Projeto Leitura de Quinta tem a realização de A Máscara de Teatro, e estará nesta quinta (11/06), apresentando a...

Thiago Padoca com o Samba da Opinião

11/06/2020|

O Clube do Samba Potiguar promoverá uma série de lives para estreitar o intercâmbio com artistas de outros Estados. Será por meio de lives que o projeto está organizando entre membros do Clube com sambistas convidados e o primeiro será o paulista Thiago Padoca, que integra o projeto Samba da Opinião, em Ribeirão Preto. A live será hoje às 21h e será comandada pelo sambista potiguar Pedro Neto e será transmitida pelo Instagram dos dois artistas. “Esse intercâmbio é uma das diversas ações promovidas pelo projeto para dar visibilidade à obra de potiguares”, ressalta Andiara Freitas, coordenadora do Clube do Samba Potiguar. “A ideia é convidar um sambista de outro Estado, ou de mesmo de outro país, pra conversar porque todos levantamos a mesma bandeira artística e precisamos estar ainda mais perto do público neste período de isolamento social”. Siga os perfis no Instagram: – Thiago Pagoca/SP: @thiagoperespadoca – Pedro Neto/RN: @pedroneto.musica – Samba da Opinião/SP: @sambadaopinião – Clube do Samba Potiguar/RN: @clubedosambapotiguar Serviço Live: O samba autoral Quanto: Hoje, quinta-feira, 11/06, 21h Local: Instagram

Fuba

10/06/2020|

A produção cultural nordestina, o intercâmbio artístico entre os estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, e uma abordagem sobre a carreira do músico paraibano Fuba estão na pauta desta quinta-feira (11), a partir das 17h, da live “Diálogos Culturais”, promovida semanalmente pela Fundação José Augusto. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em casa para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. A mediação será do jornalista e coordenador do Livro e Leitura da FJA, Ailton Medeiros. Fuba Flávio Eduardo Maroja Ribeiro, o “Fuba”, participou de grupos musicais paraibanos, de inúmeros festivais de música regionais e nacionais. Realizou turnês por várias cidades brasileiras, se notabilizando na área publicitária pela composição de jingles musicais. Foi produtor do Projeto Seis e Meia com apresentação de artistas nacionais e locais. Gravou um LP e sete CDs. Trabalhou e compôs canções para grandes nomes nacionais como Lenine, Braulio Tavares Jarbas Mariz e Elba Ramalho. Se tornou bastante conhecido como compositor carnavalesco, sendo um dos fundadores e puxador oficial, além de compositor do hino, do bloco multicultural e de prévia carnavalesca Muriçocas do Miramar. Em 2005 foi eleito vereador...

arievaldo-vianna

10/06/2020|

E a coisa mais divina que há no mundo é viver cada segundo como nunca mais. Vinicius de Moraes “Por que as pessoas se vão”? Essa pergunta foi feita por um menino ao seu pai adotivo, referindo-se ao fato de ter sido abandonado pelos pais biológicos. O diálogo faz parte do filme “Ensinando a viver”, e a resposta do homem foi, no mínimo, inusitada: “Não sei”. Assisti apenas a última parte do filme e essa conversa me veio à mente quando recebi a notícia da morte do poeta cearense Arievaldo Vianna, no último sábado, 30 de maio, e, desde então, a pergunta daquele garoto não me sai da cabeça. Talvez o poeta Vinicius de Moraes tenha um consolo para os que ficam, cheios de lembranças e saudade: “A morte vem de longe […] / Chega impressentida / Nunca inesperada”. E foi Rubem Alves quem disse que “é a saudade torna encantadas as pessoas”. Vi a notícia no grupo de WhatsApp da UBE/RN (União Brasileira de Escritores), entidade literária à qual sou filiada e tem como presidente Tereza Custódio, cearense radicada em terras potiguares, romancista premiada, contista, cronista e cordelista, tal qual o seu conterrâneo Arievaldo, que deixa órfãos uma infinitude...

adélia-danielli

10/06/2020|

O edital emergencial de apoio à literatura – quinto da série Arte como Respiro – divulga os selecionados. De 12.982 inscritos, foram escolhidos 200 trabalhos de autores de 24 estados do país, sendo 175 na categoria Escrita (prosa ou poesia) e 25 na categoria Poesia Falada. As obras inscritas passaram por várias fases de avaliação, que observaram adequação à temática do concurso e qualidade literária. Todos os textos tiveram uma ou mais leituras feitas por uma equipe do Itaú Cultural, sendo que os finalistas foram lidos, cada qual, doze vezes. A representação potiguar entre os 200 selecionados, nas duas categorias do Edital, são quatro mulheres poetas. Na categoria ‘Poesia Falada’, está a publicitária Luciana Melo de Lacerda. E na categoria ‘Escrita’, estão as poetas Adélia Danielli, Letícia Torres e Luma Virgínia. O edital foi voltado para escritores que tiveram sua rotina modificada neste momento de pandemia e necessidade de suspensão social. O tema foi “A Vida pós-Pandemia em Prosa e Poesia”. Assim, a provocação foi pensar como será o mundo quando a crise causada pela covid-19 estiver sob controle. Cada selecionado recebeu remuneração de R$ 2.500 brutos. Foram escolhidas até 150 obras na categoria Escrita e até 50 na categoria...

ribeira boêmia

10/06/2020|

São muitas as pessoas em situação de vulnerabilidade social ou mesmo atingidas economicamente pela pandemia do novo Coronavírus em nosso Estado, com destaque para os profissionais que vivem em função da música. São cantores, compositores, musicistas, operadores de som e luz, roadies, montadores, carregadores, pessoal de apoio e tantos outros que, desde a segunda quinzena do mês de março, viram suas vidas transformadas por tempo indeterminado. Para amenizar essas dificuldades que vêm sendo enfrentadas pelos profissionais da música, especialmente ligados ao samba, o Projeto Cultural Ribeira Boêmia promoverá o “SAMBA SOLIDÁRIO EM CASA”. Samba solidário O Ribeira Boêmia é um dos maiores projetos culturais de samba do Nordeste e um dos principais do estado do Rio Grande do Norte, tendo considerável notoriedade e contando com grande audiência em eventos presenciais. O “SAMBA SOLIDÁRIO EM CASA” será um evento totalmente solidário em formato digital, realizado em parceria com a PlanoB Marketing, com grande engajamento social e participação ativa da população, dado o seu cunho beneficente, com foco na arrecadação de donativos que se destinarão aos profissionais da música. Doações Poderão ser doados alimentos não perecíveis, materiais de limpeza e de higiene pessoal, produtos de biossegurança (álcool em gel), equipamentos de proteção...

michelle ferret Crédito Márcia Bezerra

09/06/2020|

Com lançamento previsto para agosto, o livro Febre da poeta Michelle Ferret está em fase de financiamento coletivo até o dia 08 de agosto Febre é um livro de poesia contemporâneo em que registra o delírio de um tempo, quando a febre é a contagem e também o delírio. A cada temperatura, um instante poético faz verso e cabe nela a existência, as alegrias, as dores e a contemplação dos sentidos em estarmos vivos, quentes e cheios de coragem, apesar de tudo. O livro tem 80 páginas e foi editado e diagramado pelo escritor Daniel Minchoni, com prefácio de Thiago Medeiros e orelha de Eveline Sin. Febre é o registro de poemas escritos entre 2010 até os dias de hoje e passeiam por assuntos existenciais, políticos, sociais e um tanto de esperança. Os capítulos se dividem em diferentes temperaturas até o termômetro estourar, numa alusão ao poema “Fevereiro”, de Matilde Campilho, quando ela diz: “Então, acho que o amor quando aparece é em tudo semelhante à forma física do mercúrio no mundo. Quando o vidro do termômetro se quebra, o elemento químico se espalha e então ele fica se dividindo pelos salões de todas as festas” (Joquei – Matilde Campilho)....

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Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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