Últimas

dizem-essas-mulheres

O que dizem essas mulheres?

Reportagens em formato de podcast abordam produção literária histórica e atual de mulheres no Rio Grande do Norte Zila Mamede, Rizolete Fernandes, Nisia Floresta, Michele Ferret, Myrian Coeli e Carmen

Leia mais

Para amanhecer poesia de Paula Belmino

PALAVRA As cordas do meu coração vibram uma palavra a cantar o indizível. E em silêncio, ali escondida sentimentos mil ecoa embora adormecida a gravidez da palavra desponta: Uma melodia

Leia mais
minhas editoras

Minhas editoras, meu patrimônio

Quase todo mundo que conheço tem uma marca de cerveja preferida. Ou pode ser de carro. Ou de roupa. Ou modelo de calçado. Tem gente que tem, mais que preferência,

Leia mais

Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

Leia mais
Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

Leia mais

Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

Leia mais

Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

Leia mais

Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

Leia mais

Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

Leia mais

Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

Leia mais

Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

Leia mais
  • All Posts
  • Agenda
  • Artes Cênicas
  • Artes Visuais
  • Audiovisual
  • Blog do Sérgio Vilar
  • Carnaval
  • Cerveja / Gastronomia
  • Cultura Pop
  • Curtinhas
  • Dança
  • Destaque-capa
  • Destaques
  • Editais e Oportunidades
  • Entrevistas
  • Folclore e Cultura Popular
  • Literatura
  • Memória do RN
  • Música
  • Notícias
  • Opinião, Artigos e Crônicas
  • Personagens do RN
  • Poesia
  • Revista Preá
  • Turismo
Estúdio Toca do Bandido. Foto hypness.com.br

27/03/2020|

Em parceria com a Oi Futuro, o icônico estúdio carioca Toca do Bandido lançou nesta semana o edital Aceleração Musical Labsonica. A proposta é alavancar a carreira de seis bandas diferentes, sendo quatro do Rio de Janeiro e duas de outros estados. Os selecionados terão direito a uma residência artística voltada para a produção de EPs, workshops com especialistas, além da gravação e lançamento em plataformas digitais de três músicas pelo selo do estúdio, o Toca Discos. Toca do Bandido O Toca do Bandido foi fundado pelo produtor Tom Capone, que teve grande reconhecimento nos anos 90 produzindo bandas como Raimundos, Legião Urbana, Renato Russo, Skank, O Rappa, Maria Rita, Catedral, Gilberto Gil, Lenine, Oswaldo Montenegro, Herbert Vianna, Marisa Monte, entre outros. Inaugurado no começo dos anos 2000 o estúdio acabou passando por uma reviravolta após o falecimento precoce de Capone em 2004. Sua esposa Constança Scofield, ex-tecladista e flautista da banda Penélope, decidiu continuar o legado de Capone e seguiu no comando do estúdio. Atualmente o Toca do Bandido continua sendo uma referência, principalmente para bandas independentes. Além do estúdio, o espaço conta com uma hospedagem para artistas de fora e um pub para ensaios e lançamentos, além de...

Sinfônica do RN fará audições virtuais para seletiva da Temporada 2020

27/03/2020|

Em detrimento dos fatos recentes do avanço do Covid-19 e em cumprimento às recomendações dos órgãos de saúde e autoridades locais, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte modifica a metodologia das audições do processo de seleção para estagiários de música e músicos contratados para atuação na Temporada 2020, transformando em formato virtual. Os candidatos devem enviar vídeos de duas obras contrastantes e três anexos contendo: a ficha de inscrição, declaração e entrevistas, além dos documentos pessoais que já constavam anteriormente. O prazo para submeter o material começou a valer nessa quarta-feira (25) e segue até dia 02 de abril. O concorrente não precisa ter vinculo estudantil. Para conferir edital (estagiário), regulamento (contratado) e preencher ficha de inscrição acesse AQUI e envie material para or******************@***il.com. A lista com o resultado será divulgada no dia 10 de abril. A OSRN tem o Governo do Estado do RN como seu principal mantenedor. A temporada 2020 tem patrocínio via incentivo fiscal, por meio da Lei Câmara Cascudo do Governo do Estado do RN, e Prefeitura do Natal, por meio da Lei Djalma Maranhão. O projeto Movimento Sinfônico é uma realização da OSRN / Fundação José Augusto e MAPA Realizações Culturais e conta...

10 filmes para assistir na Netflix durante a quarentena

25/03/2020|

Em um período que estamos todos necessitando de cuidados especiais contra uma pandemia, é provável que assistir a bons filmes durante o tempo a mais em casa seja uma das melhores saídas. Pensando nisso e partindo primeiramente da Netflix, preparei uma lista com filmes de gêneros variados, mas sem pensar exatamente em uma espécie de melhores filmes do catálogo. A ideia é indicar filmes bacanas para muitos gostos diferentes, tanto para assistir quanto para reassistir. Sem mais demora e, como sempre, dentro de uma abordagem sem verdades absolutas, vamos à lista de 10 filmes para assistir na Netflix durante a quarentena – a disposição só não é aleatória porque está em ordem alfabética (desconsiderando os artigos). 10. O Cidadão Ilustre O cinema argentino tem produzido filmes relevantes ano após ano (desde muito tempo). E, felizmente, não está restrito a Ricardo Darín. O ator, que encabeçou aquele que, para muitos (entre os quais me incluo), é o melhor filme do seu país em muitos anos (O Segredo dos Seus Olhos, de 2009) e é sinônimo de talento e, acima de tudo, competência, parece ter “somente” aberto alas em um novo período para nossos hermanos. Se, em 1986, A História Oficial (1985)...

rafaela brito

24/03/2020|

Com essa pandemia do Covid-19 temos vivido medos e incertezas. Principalmente aqueles que não têm renda fixa, a exemplo dos artistas autônomos. Um exemplo é a musicista Rafaela Brito, trabalhadora liberal da música em Natal, percussionista há mais de 10 anos Rafaela faz shows de voz e violão em bares e pubs, toca a convite em shows de outros artistas natalenses e atua em vários projetos como professora de percussão e musicalização infantil (Bloco de percussão do Grupo GAMI-Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes, Batuque de Mulheres e GACC-Grupo de Apoio a Criança com Câncer). Atualmente, Rafaela é o pilar financeiro de sua família e encontra-se com todos seus serviços suspensos. Mora com sua mãe, que é diarista e está com as faxinas suspensas, e precisa se mudar para a antiga residência para deixar de pagar aluguel. Porém a casa precisa de reparos para voltar a ter as condições mínimas de habitabilidade: está com a fossa séptica estourada, paredes rachadas, telhas quebradas e vários pontos de infiltração. Você pode ajudá-la? Clique AQUI e veja como! Caso queira doar diretamente, sua conta no Banco do Brasil: Agência: 1845-7 Conta Corrente: 32495-7. Rafaela Nascimento Brito CPF: 064.050.574-02

museus

24/03/2020|

Para quem está cumprindo as exigências de confinamento impostas pelas autoridades, tendo que ficar em casa, isolado e com mais tempo, existe uma lista de 10 museus do mundo todo que liberaram suas coleções online, de graça, pra você poder ver de casa! Confere aí. Louvre – Paris Prado – Madrid Hermitage – São Petersburgo Pinacoteca de Brera – Milão Galeria Uffizi – Florença Museus do Vaticano – Roma Museu Arqueológico – Atenas Museu Britânico – Londres Coleção da Google Galeria Nacional de Arte – Washington  

thiago medeiros

24/03/2020|

O poeta potiguar Thiago Medeiros, artista autônomo e um dos idealizadores do Sarau Insurgências Poéticas, é mais uma vítima do setor cultural paralisado pelas restrições impostas pelo combate ao Covid-19. Mas quem quiser tem a chance de ajudar e de maneira bem fácil. Thiago está com seu segundo e mais novo livro prontinho. Estava agendado lançamento até o estouro da pandemia. Mas se você quiser pode adquiri-lo, ler ótimos poemas e ajudar um artista nesses tempos difíceis. Clique AQUI, veja mais sobre o livro e saiba como adquiri-lo. Em “ARDÊNCIA”, Thiago apresenta versos que passeiam entre a redescoberta do amor e suas libertações, resistência e coragem para reexistir em dias não tão fáceis e tão pouco simples. O autor abre seu corpo, sua vida e seus sentimentos para refletir sobre planos de fuga de arder e sarar. Abre também cortes entre a rotina e o pensamento sobre o amor e suas profundidades. Mais abaixo, seu lamento postado no facebook: “Os tempos para os trabalhadores autônomos e individuais como eu, como os meus companheir@s de insurgências poéticas, como carlota, clara, cecilia, meysa e mais uma lista interminável de trabalhadores que estão desesperados sem saber como vencer uma pandemia e as contas...

cultura mossoró

23/03/2020|

A comissão de artistas potiguares da cidade de Mossoró da Rede Colaborativa de Cultura está mobilizando, junto ao Conselho de Políticas Culturais de Mossoró, uma carta-manifesto com propostas para minimizar o impacto causado pela pandemia no setor cultural. A carta é endereçada não só à prefeita e secretária de cultura de Mossoró, Rosalba Ciarlini e Isaura Rosado, respectivamente, mas também à governadora Fátima Bezerra e ao diretor geral da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto. Além das autoridades, é direcionada também a diretores ou proprietários de outros equipamentos culturais públicos e privados, teatros, centros culturais, casas de show, bares, restaurantes, entre outros espaços que promovem atividades ligadas às artes e à cultura. Seguem as propostas, que consideram o estado de pandemia pelo Covid19 declarado pela Organização Mundial da Saúde, a decretação de Estado de Emergência de Saúde Pública no RN, a situação de emergência em saúde pública de Mossoró, e a decretação de calamidade pública no país. A carta ressalta que os artistas e empreendedores culturais envolvidos na carta-manifesto, entendem ser de extrema importância todas as medidas tomadas pelo poder público municipal com o intuito de proteger a população, principalmente o fechamento de equipamentos, mercados públicos e espaços que gerem aglomeração...

Prefeitura disponibiliza lista de pendências para artistas receberem seus cachês

23/03/2020|

A Prefeitura do Natal, através da Secretaria de Cultura (Secult-Funcarte), publica hoje (23) a relação de proponentes culturais e artistas que estão com pendências de documentos nos processos referentes aos projetos executados (Carnaval e editais de fomento). A Secult pede que os nominados na lista enviem os documentos através do e-mail fi*****************@***il.com Um total de 123 processos estão com pendências. A lista publicada AQUI apresenta o nome do proponente, projeto realizado, valor a ser recebido e a pendência de cada processo. Sem os documentos requeridos não é possível o encaminhamento dos processos para conclusão. Quem preferir entregar presencialmente pode fazer no horário das 9h às 13h, de segunda a sexta.

o morador do 1101

23/03/2020|

O filme ‘O Morador do 1101’, produzido em terras potiguares pelos cineastas Carito Cavalcanti e Fernando Suassuna foi liberado para visualização. Quem ainda não viu e quem quiser ver de novo vai poder assistir ao nosso curta na internet. Para isso, basta clicar AQUI. O MORADOR DO 1101 (ficção) – 17’ 47″ – 2019 SINOPSE Quem é o morador do 1101? O que há por trás daquela porta? Há os que afirmam conhecê-lo e os que admitem nunca tê-lo visto. Mas todos têm opiniões formadas; todos têm algo a dizer. Entre certezas e dúvidas, muitas portas se abrem e se fecham. E nada é o que parece ser. FICHA TÉCNICA Direção: Carito Cavalcanti, Fernando Suassuna e Eli Santos Montagem, Roteiro e Desenho de Som: Fernando Suassuna Fotografia: Carito Cavalcanti e Eli Santos Trilha Sonora Original: Willames Costa e Fernando Suassuna Finalização: Levi Herrera Elenco: Kaiony Venâncio, Pedro Queiroga, Clotilde Tavares, Giovanna Araújo, Rogério Ferraz, Enio Cavalcante, Paula Queiroz, Titina Medeiros, Camille Carvalho, Marco França, Marcos Bulhões e César Ferrario Projeto Gráfico: Gustavo Lamartine Filmado em Natal, de 2015 a 2019. Editado e finalizado em Natal, em 2018 e 2019. Realização: Sucesso e Praieira Filmes

23/03/2020|

Em virtude dos acontecimentos recentes do avanço do Covid-19 e em respeito às recomendações dos órgãos de saúde e autoridades locais, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN informa que as datas de inscrição e audição do processo de seleção de estudantes de música e músicos para atuação na OSRN durante a temporada 2020 serão adiadas. Assim que a nova data e o formato de audição forem redefinidos oficialmente, o edital e o regulamento serão atualizados.

fuxiquinho

23/03/2020|

A pandemia do novo coronavírus tem causado impacto em vários setores da sociedade. Sem poder receber público, os circos foram afetados diretamente e fecharam as portas em todo o Brasil. Centenas de famílias de artistas envolvidas na rotina circense estarão sem o seu sustento e precisarão de ajuda neste momento em que a população precisa ficar em casa. Este é o apelo feito pelo palhaço Fuxiquinho, de Mossoró. “Infelizmente, neste período de pandemia, vou ter que tirar minha peruca, minha maquiagem. Quando será que vou poder me pintar novamente, né? Os circos foram fechados. A pergunta que fica é: como a gente vai sobreviver se a gente depende do público?”, desabafou Alexander Campelo, o Fuxiquinho, em vídeo publicado em uma rede social (veja abaixo). O Fuxiquinho Circo Show está na cidade de Itapororoca, na Paraíba, de portas fechadas, cumprindo as recomendações de prevenção ao avanço da Covid-19. Sem a bilheteria para a manutenção das atividades, o palhaço pede a colaboração das prefeituras com todos os circos espalhados pelo Brasil. “Peço a vocês de todo coração. Vamos dar apoio ao circo. Se tiver um circo na sua cidade, prefeito, libere a energia, libere a água, e até mesmo cestas básicas, porque...

Recursos dos festejos juninos de Natal e Mossoró são relocados à saúde

23/03/2020|

Assim como o prefeito de Natal, Alvaro Dias, a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini também suspendeu os festejos juninos na capital do Oeste potiguar, com relocação dos recursos à área da saúde para o combate ao Covid19. “Desde o começo dessa crise do coronavírus havíamos admitido a possibilidade do cancelamento. No primeiro momento, tomamos as medida emergenciais ao enfrentamento desse problema. Com a confirmação do primeiro caso em Mossoró e o pronunciamento do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de que haverá agravamento da doença entre os meses de maio a julho, decidimos cancelar por 90 dias todos os eventos esportivos e artísticoculturais, entre eles o Cidade Junina”, esclareceu. O cancelamento do MCJ 2020 será publicado no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) de hoje (23), dentro do decreto de calamidade pública que trará outras medidas de prevenção e combate ao Covid-19. A secretária de Cultura Isaura Amélia reconhece que não há condições para a celebração do ciclo junino na cidade. “Por sugestões e determinação da prefeita Rosalba, alguns dos núcleos de programação do Mossoró Cidade Junina deverão ser incluídos em outras atividades culturais ao longo do ano, quando superarmos este momento”, disse. O Mossoró Cidade Junina aconteceria entre os dias...

Veja mais

End of Content.

Blog do Sérgio Vilar

Podcast Papo Galado

Mais lidas da semana

Sergio Vilar
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.