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voto nulo

O voto e o gol

Escrevi este texto em 2006 e, de alguma forma, achei propício reproduzi-lo com alguns ajustes, considerando o momento atual. A afirmação de que votar significa abrir mão do próprio poder

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Exposição pretende jogar luz sobre a violência contra as mulheres

23/02/2017|

A Galeria Sesc abrirá seu calendário de exposições 2017 no dia 8 de março. O projeto do Sesc RN, instituição do Sistema Fecomércio, iniciará com a exposição “Pelo Pescoço”, do artista Daniel Torres. A vernissage será às 19h30 no espaço, que fica no Sesc Cidade Alta, em Natal. Já a mostra fica em cartaz até dia 19 de abril, das 9h às 19h. A entrada é gratuita. A escolha da data de abertura da exposição não foi à toa: no 8 de março, Dia Internacional da Mulher, “Pelo Pescoço” pretende jogar luz sobre a violência contra as mulheres. Os 16 desenhos que compõem a mostra foram inspirados numa matéria televisiva sobre o caso de duas mulheres mortas no estado, ambas pelo pescoço. Desta inquietação artística diante de fatalidades que envolvem o feminino, chegou-se ao pescoço como mote e ponto de partida. A imagem da girafa na obra de Daniel Torres consiste eu uma metáfora para falar de machismo e feminicídio não só no grafismo, mas também nos pontos e linhas. “O pescoço é um dos pontos fracos dos vertebrados, uma vez que, seccionando-o, o animal perde a vida, não só pela perda de grande quantidade de sangue, como principalmente por...

Saiu o resultado das 10 melhores marchinhas do Concurso Dosinho

23/02/2017|

As 10 melhores marchinhas inscritas estão na semifinal do Concurso, que selecionará 5 para a grande final A produção do 1º Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas apresentou hoje (23/02), ao vivo na Universitária FM, as dez composições classificadas na primeira etapa do concurso que visa contribuir com as tradições do carnaval potiguar e promover uma saudável e divertida disputa entre os talentos da nossa música. O concurso homenageia o compositor Claudomiro Batista de Oliveira, o Dosinho – que se notabilizou no cenário carnavalesco como importante e criativo construtor de marchinhas gravadas por vários intérpretes brasileiros. Em sua primeira edição o Concurso Dosinho teve satisfatórias 34 inscrições entre marchinhas, frevos e canções carnavalescas. 14 autores assinam as 10 classificadas. A comissão para seleção das dez semi finalistas do concurso foi formada pelos músicos e compositores Mirabô Dantas e Romildo Soares e pelo produtor cultural e idealizador do Concurso Marcelo Veni. Duas convidadas participaram como ouvintes e comentaristas das marchinhas acompanhando todo o processo de avaliação e definição das classificadas. Na próxima etapa a curadoria ganhará novos integrantes para selecionar e divulgar, no dia 2 de março, as 5 finalistas para a final do concurso que acontecerá dia 7 de março, a...

Cada um tem o cão que merece

22/02/2017|

Por Plínio Sanderson Na caminhada efêmera a cão/vivência sempre esteve entre nós, em existências (intimamente) irmanadas. aos quatro anos, semi-árido caatingoso, num caicó arcaico, em meu peito a tortura na pele da terra. havia tarzan (pastor alemão), que comia sua galinha e meti a mão… a boca do cachorro abocanha a minha, perfurando a bochecha. o cachorro morreu, de raiva. o médico me desenganou. seu airton dispara para a capital. mais de cem injeções. teimosamente, não preciso dizer que o subscrito escapou. o poeta soteropolitano/potiguar, alberon, decretou: filho do cachorro ensandecido – numa tradução livre. em verdade, desse não lembro, ficaram as marcas, estampadas no rosto e na coxa esquerda. kalú, pra ser humana só faltava falar. sei, lugar comum em relatos semelhantes. mas, dou fé! morreu estuprada no dia de natal. trepada num aloprado pastor alemão – engatada fatal! isso, lá pelos idos setenta, época do sugismundo, do país avante e pra frente, em pleno e trágico milagre econômico. meu pai enterrou-a no quintal, plantando uma roseira, entoada em cantoria ritualística. bebemos e cantamos. kalú, depois de morta, teimava em aparecer enquanto eu tomava banho. kalú foi a primeira e única alma que presenciei: kaluuuuuuuu, vade… jumbo, pastor belga...

Monsenhor Pedro Ferreira é exonerado da Camerata de Vozes

22/02/2017|

O trabalho do monsenhor Pedro Ferreira na formação da música erudita e na criação de coralistas no Rio Grande do Norte é desses dignos de manchetes garrafais, medalhas, homenagens e loas. São 70 anos, dos seus 80 outonos de vida, dedicados à música. Sim, 70! Grande parte escondidos na rotina obscura de ensaios e apresentações sem notícia. O então “padre” Pedro foi responsável, entre outros, pela criação da Banda Sinfônica da Universidade e também de um dos maiores patrimônios musicais do Estado: o Coral Canto do Povo. Isso há quase três décadas. Após alguma oposição deixou o cargo de regente do Canto do Povo e fundou a Camerata de Vozes do RN, precisamente em 5 de junho de 2012. Ambas as instituições são vinculadas à Fundação José Augusto Essa semana, ele mesmo pediu exoneração do cargo de maestro da Camerata. O afastamento é para se dedicar à elaboração de um livro especial sobre a polifonia sacra. “Coisa de gênio”, como enfatizou a diretora da FJA, Isaura Rosado. “Algo sem referencial no país. É um trabalho de uma envergadura que nem saberia dimensionar a importância”, ressaltou o diretor administrativo da Orquestra Sinfônica do RN, Francisco Marinho. SUBSTITUTA DO MAESTRO A Camerata...

[PAPINHO CULTURA] Confira programações variadas pra criançada curtir o carnaval

22/02/2017|

BANDINHA DA PRAIA O ator Lipe Volpato, da novela Cúmplices de um Resgate, a cantora mirim Bia Vilar e o DJ Jr farão a festa da criançada no domingo no Hotel Bello Mare, em Ponta Negra. Concentração em frente ao hotel com apresentação da Bandinha da Praia, com o melhor do frevo e marchinhas, a partir das 15h30. Presença de personagens como princesas, heróis e palhaços e distribuição de guloseimas (pirulito, pipoca, algodão doce, picolé). O ingresso de R$ 100 vale para um adulto e uma criança e dá direito a um abadá infantil e duas pulseiras de adulto, e também a um passeio, na sexta-feira, no Trem Fumaça, que sai do Praia Shopping às 17h e percorre ruas de Ponta Negra, na companhia de Lipe Volpato e Bia Vilar. FANTASIA DE CRIANÇA Prossegue até 1º de março na Cidade da Criança a exposição fotográfica ‘Fantasia de Criança’, que exibe o resultado das oficinas de artes carnavalescas realizadas em fevereiro no parque direcionadas à meninada. A mostra retrata o trabalho feito pelo artista visual Novenil Barros com maquiagem facial e pela arte educadora Gerusa Câmara. CARNAVAL INFANTIL NO MIDWAY O Midway promoverá uma programação infantil com shows, recreação com palhaços,...

Confira a programação completa do Carnaval de Natal com todas as atrações por polo

22/02/2017|

A Funcarte divulgou as atrações artísticas da nossa cidade que irão brilhar nos palcos do Carnaval de Natal, e as Escolas de Samba e Tribos de Índios aptas a receber incentivo municipal, além dos Blocos, Troças e Bandas de Frevo que irão multiplicar a folia em Natal a partir de amanhã. Na quinta-feira (23) serão conhecidos os artistas da inédita Virada Carnavalesca, que acontece na avenida Erivan França, também com atrações potiguares. Baile de Máscaras abre o Carnaval nesta quinta A folia começa oficialmente nesta quinta-feira (23), quando o prefeito Carlos Eduardo entrega as chaves da cidade ao Rei Momo Bruno Henrique e à Rainha do Carnaval, Rozeane Ferreira. No consagrado Baile de Máscaras do Largo do Atheneu a folia começa com Ribeira de Pau e Corda às 20h, Banda Dugiba às 21h30 e Spok Frevo Orquestra às 23h. A partir das 18h haverá apresentações da nossa cultura popular, como Congos de Calçolas, Boi de Reis Manoel Marinheiro e Araruna. A Folia pelos Polos Multiculturais Polo Petrópolis Na sexta-feira (24), show de Romero Ferro às 20h e depois Bangalafumenga. No sábado (25), Pedro Paulo e Carlos Zens se apresentam no Largo do Atheneu a partir das 20h e no domingo...

Artista Plástico potiguar processa Escola de Samba Paulistana por plágio

21/02/2017|

Uma simples pesquisa em um site de busca na internet sobre cultura nordestina, em dezembro de 2016, se transformou em um grande problema para o cientista social e artista plástico Erick Lima. Especialista em xilogravura, Erick se deparou com duas de suas obras compondo a identidade visual do enredo da Escola de Samba Dragões da Real, que integra o grupo especial das escolas de samba de São Paulo. Com o enredo “Dragões canta Asa Branca”, homenagem ao povo nordestino, a Escola não apenas utilizou as obras para compor a identidade visual do enredo para o Carnaval 2017, como também se apropriou das mesmas para produção da sua camisa oficial do carnaval desse ano, vendida em sua loja virtual ao preço de R$ 49,90, e em canecas, vendidas à R$ 29,90. Além de ilustrar figurinos e imagens de divulgação em redes sociais. Trabalhando há uma década com xilogravura, Erick jamais havia passado por situação semelhante, na qual suas obras fossem utilizadas sem autorização. O uso indevido do seu trabalho levou o artista plástico a entrar na justiça com uma ação de indenização por danos morais e materiais. “Ser artista no Brasil não é uma tarefa das mais fáceis, não que se...

Você pode ler de graça 53 escritos inéditos de autores potiguares

21/02/2017|

Literatura potiguar nos gêneros Conto, Poesia e Crônicas estão disponíveis para livre leitura As três coletâneas literárias lançadas pela Editora da UFRN há dez estão disponíveis para leitura online gratuita. Um ótimo recorte da atual literatura potiguar. Notícia exclusiva e um presente deste Papo Cultura para o leitor. Noticiamos o lançamento dos livros nos gêneros Conto, Poesia e Crônica, organizados por Wildson Confessor e Kamyla Álvares Pinto, intitulados ‘Café frio e outros contos’ (contos); ‘Natal e outras crônicas’ (crônicas); e ‘Máquina de sonhos e outros poemas’ (poesia). Todos os escritos frutos do edital José Américo da Costa, publicado em 2015. Foram 176 propostas. E as comissões julgadoras de cada categoria selecionaram 13 contos dos 36 propostos, 20 poemas entre os 114 inscritos e 21 crônicas das 26 submetidas, totalizando 53 trabalhos inéditos de autores potiguares ou radicados no RN. E para democratização do acesso à literatura produzida no Rio Grande do Norte, a EDUFRN colocou à disposição todos os três livros na íntegra no formato de Livro Digital e com livre acesso. E abaixo postamos o resumo dos prefácios de cada livro e o link de acesso: Máquinas de sonhos e outros poemas (leia AQUI) Prefácio, por Humberto Hermenegildo A...

CURTINHAS: Tributo a Billie Holiday, Caravana de Escritores, Revolução de 1817 no RN

21/02/2017|

CARAVANA DE ESCRITORES Depois de um período de recessos, a Caravana de Escritores Potiguares retoma atividades com programação em São Bento do Trairi e Parnamirim. No município da Borborema Potiguar, o evento reúne alunos e professores na Escola Estadual Professora Maria Lídia da Silva, nesta terça-feira, 21, às 13 horas. Já, em Parnamirim, a edição acontece na quarta-feira, 22, no Auditório do Centro Administrativo, no bairro Cohabinal, em duas sessões (manhã às 7h30 e tarde às 13h30), com atividades voltadas exclusivamente para professores. Isso, porque a programação desenvolvida conjuntamente com a secretaria de educação parnamirinense busca reunir todos os mediadores de leitura lotados nas bibliotecas escolares da rede pública municipal de ensino. Projeto massa de incentivo à leitura, patrocinado pela Cosern pela Lei Câmara Cascudo e capitaneado pelo nosso colunista Thiago Gonzaga. TRIBUTO A BILLIE HOLIDAY Lady Sings The Blues – um tributo a Billie Holiday propõe uma homenagem ao centenário da cantora que se popularizou como a maior diva do jazz de todos os tempos. Atravessando fronteiras, Billie eternizou os grandes clássicos do gênero com interpretação singular e enriqueceu o repertório com composições próprias que ainda encantam os mais diversos ouvintes. O espetáculo acontece dia 9 de março, às...

LULA BELMONT: da primeira boate gay de Natal ao point cultural Bardallos

20/02/2017|

Os Anos 80 foram terríveis ao movimento gay no Brasil e no mundo. A AIDS se mostrou a peste negra do século 20 e não à toa dizimou uma população já sem esperança naquela década. Um banho de água fria para um gênero que se firmava socialmente surfando na onda libertária e na revolução feminista dos anos 70. Se os grandes centros do país já estavam repletos de casas noturnas exclusivas ao público gay na década de 70, em Natal eram raras e, digamos, camufladas, como se fossem algo proibido. E foi mesmo no abrir da década de 80, tão cheia de cicatrizes, que a boate Equus – depois chamada de Broadway – se tornava pioneira como primeira casa do gênero em Natal (alguns apontam o restaurante Saci, vizinho ao Palácio da Justiça, que tinha lá um público gay). A Equus estava fincada na rua Felipe Camarão, onde funciona atualmente a Potylivros, na Cidade Alta. A casa foi aberta pelo hoje produtor do Som da Mata, Marcos Sá de Paula e Ângelo Burrão, famoso por outras casas noturnas de Natal, como o 744 e as boates Liberté e La Prision, esta última no Centro de Turismo. “Ângelo tinha uma boate...

Jerimulândia

20/02/2017|

Foto: Alex Gurgel Termo lapidado por Othoniel Menezes, poeta nativista de “Sertão de Espinho e Flor”, para designar a praieira dos nossos amores. Cidade erigida por decreto. Nunca foi vila ou freguesia. Recebeu os agnomes: Cidade dos Reis, Cidade de Santiago, Natalópolis, Nova Amsterdã, Jerimulândia, Londres Nordestina, Natalvesmaia. Sua fundação é impregnada na nebulosa da polêmica. Quem seria seu signatário: Jerônimo de Albuquerque, João Rodrigues Colaço ou Mascarenhas Homem? Impressões e controvérsias. Frei Luís Santa Tereza, “Da Cidade de Natal, não há tal” (1746). No quengo de Manuel Dantas, “Natal já é hoje antiga e será eterna como o mundo, porque nasceu envolta na lenda”. Cascudo revela: “A cidade do Natal, fundada no séc. XVI, nasceu no séc. XX. Os intermediários de história guerreira, política ou dorminhoca. Faz de conta que não existiram”. Na contemporaneidade, a cidade quanto mais imbuída na mundialidade, mais apartada da sua história. Pela mediação do cotidiano no lugar, somos levados dos fatos particulares à sociedade global. O turismo é a parcela essencial do espaço que se transforma em mercadoria. A entrada da cidade no mercado das paisagens, acarreta transformações sócio-espaciais impulsionadas pelo desenvolvimento desse vetor econômico. A produção de lugares de consumo e o consumo...

6 CURTINHAS: Andruchak no MAPA, artesanato potiguar, Marcelo Tinôco e mais

20/02/2017|

ANDRUCHAK NO MAPA Uma exposição do artista visual Andruchak estará aberta à visitação no Espaço Cultural MAPA, no Midway, a partir desta quinta-feira. Uma oportunidade de o público vivenciar a experiência do surgimento de uma obra, com pintura ao vivo. E o trabalho de Andruchak é fantástico e está espalhados em diversos recantos de Natal. Reitero o que já disse nesses CURTINHAS: é excelente o trabalho da MAPA Realizações de aproximar o público da arte produzida no RN. Já passaram pelo espaço o Caio Padilha, Pássaros Proibidos (Simona Talma e Clara Pinheiro), Khrystal, Sami Tarik, a atriz Nara Kelly, Canindé Wagner, Harmonium, Igor Traço, Juliana Linhares, Bruno Barros, Marcos Souto, Tuareg, Passurbano, Gira Dança, Qu4tro, Paylo César Vitor, Yrahn Barreto, trilha sonora do espetáculo Violetas e Daniel Valente; desenho ao vivo com Daniel Torres; exibição de mostras audiovisuais do Trinca Audiovisual, Mostra Caboré de Cinema; também tivemos em cartaz a exposição Ser do Sertão – Arte de Adesivar de Jussara Santos e agora a exposição Andruchak – Geometricismo. ARTESANATO POTIGUAR O artesanato potiguar ganhará uma importante ferramenta para sua valorização: um selo de qualidade e autenticidade. O projeto passará a ser lei no Estado após a sua promulgação na Assembleia...

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