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Natal, uma cidade violentada

Ah! que saudades tenho da Natal de minha juventude! Corriam os anos 60 do século passado. Não desfrutávamos das comodidades que hoje temos: internet, celular, shopping center, supermercado, tv de

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Ítalo Babini

Qual a identidade musical do RN?

Natal nasceu na esquina do Continente. Durante a Segunda Grande Guerra recebeu uma enxurrada de norte-americanos. Quase 10% de sua população era de yankees, que chacoalharam a cidade e foram

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Festival da Meladinha terá shows musicais, comida de boteco e meladinhas especiais

20/03/2017|

Primeira edição do Festival da Meladinha acontecerá no pátio da Pinacoteca e promete evidenciar um ícone da gastronomia e da boêmia potiguar Uma ideia inusitada e que pode virar marca registrada e genuína entre os eventos gastronômicos potiguares, o Festival da Meladinha acontecerá neste 1º de abril próximo. A promoção é do produtor cultural Marcelo Veni e terá o pátio da Pinacoteca do Estado como local e o Bar da Meladinha como fornecedora da tradicional mistura de mel, limão e cachaça. O evento acontecerá entre 17h e 23h, com shows musicais ainda pendentes de confirmação e também meladinhas especiais de seriguela e de cajá, feitas com o carinho reconhecido de Neide, a proprietária do Bar da Meladinha. Haverá Meladinha Free para os 100 primeiros que chegarem ao festival e Meladinha Clonada até as 20h. E até um concurso para quem beber mais meladinha. No 1º Festival haverá comidas de boteco e outras opções de bebidas disponibilizados também por outros parceiros gastronômicos que terão estrutura armada no pátio da pinacoteca. Com ingressos de R$ 5 a R$ 10, o Festival foi pensado por Marcelo Veni para dar visibilidade à bebida mais famosa do Centro Histórico de Natal. A meladinha tem referência...

Projeto Quartas Clássicas com concertos gratuitos no Teatro Riachuelo volta este mês

20/03/2017|

O primeiro concerto da temporada 2017 da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN), dentro do projeto Quartas Clássicas, recebe o renomado pianista brasileiro Durval Cesetti. Com a expectativa de esgotar os ingressos gratuitos e lotar o Teatro Riachuelo, em Natal, a primeira apresentação do projeto do ano terá como regente o maestro Linus Lerner. O concerto será no dia 29, a partir das 20h. O projeto conta com patrocínio do Morada da Paz, Cosern e Unimed. Descrito como “um pianista de rara musicalidade” pelo crítico Claude Gingras (La Presse, Montreal), o solista convidado Durval Cesetti é professor da Escola de Música da UFRN, com doutorado na MCGill University, onde também fez bacharelado e mestrado. No currículo, carrega apresentações nacionais e internacionais em Nova Iorque, Pequim, Irlanda, Toronto, Canadá, bem como quando foi solista junto à orquestra de alunos da Université de Montréal e com a Société de Musique Contemporaine du Québec, sob a direção dos maestros André Muniz, Elena Herrera (Cuba), Kirk Trevor (Inglaterra), Juan Paulo Gómez (Espanha) e Jean-Michaël Lavoie (Canadá). INGRESSOS O formulário para reserva para os ingressos gratuitos do primeiro lote ficará disponível no site da Orquestra, bastando clicar AQUI a partir do dia 22...

Casa da Ribeira terá espaços ocupados com estreia nacional e ações performáticas

19/03/2017|

Estreia nacional de espetáculo de teatro, ações performáticas e uma gama de artistas independentes ocuparão diversos espaços da Casa da Ribeira neste sábado (25). A Mostra Casa Aberta será promovida pelo Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) e integra a programação de aniversário da Casa da Ribeira. Nesta segunda edição da Mostra acontecerá a estreia nacional do espetáculo História|Container, desenvolvido em 2016 em parceria do Festival CenaCumplicidade com a companhia suíça Ioannis Mandafounis. A obra surge em colaboração a muitos outros artistas e teve sua temporada de estreia em dezembro do último ano no Flux Laboratory, em Genebra, Suíça. Os bailarinos que dão corpo à esta obra criada em tempo real são Diogo Ricardo, Manoel Castomo e René Loui, e tem circulação nacional prevista para o segundo semestre. Além deste espetáculo a mostra contará com a presença de Rozeane Oliveira, a Rainha do Carnaval 2017 que é bailarina e pesquisadora da dança contemporânea. Rozeane apresenta o espetáculo (Eu) Fêmea, uma obra que aborda de forma intensa, os prazeres e dores do feminino. Esta ação é também um modo de reafirmação da recém existência do CIDA. Um coletivo criado para poder dar voz e espaço a artistas residentes em Natal, que...

Só os eleitos amam o Velho Chico

18/03/2017|

Quando você estiver flanando por Piranhas, cidade colonial no interior de Alagoas, situada às margens do rio São Francisco, dê um presente para o seu ouvido. Experimente escutar a melodia do Tempo. Já nos primeiros acordes, você se remeterá ao que passou e ao o que está por vir. Você ouvirá um coro de vozes tecido pelo eco da Cachoeira de Paulo Afonso, os cantos dos índios da Amazônia, a zoada dos vaqueiros de Grande Sertão e a magia dos personagens tropicalistas de Glauber, Oswald, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Zé Celso. A força do Brasil é uma energia movida pelas correntezas comandadas pela vontade popular. Em Piranhas tem um mirante. Suba nele para ver o velho Chico concretizando seu destino de ser o rio da unidade nacional. Agora o velho Chico corre com o coração mais cheio, coração da água que vem das minas das Gerais, dos açudes da Bahia, dos córregos de Sergipe, dos alagados das Alagoas, dos canais de Pernambuco, do Potengi do Rio Grande, das praias do Ceará e dos cabos brancos da Paraíba. E a reza que está sendo rezada manda dizer que quem fez essa Graça vai ter que voltar. Vai ter que voltar...

Chora, harmônica! Morreu James Cotton

17/03/2017|

Chora harmônica! Certamente muitos nem ouviram falar dele, pois até hoje os protagonistas do blues continuam quase no anonimato. Mas certamente James Cotton, era um personagem importante no gênero e sobretudo no cenário histórico das harmônicas. O gaitista norte-americano, morto nesta quinta (16) aos 81 anos, foi um dos grandes desbravadores desse instrumento sem cátedra e ainda pouco reconhecido. Com intuição e sentimento, foi solista de grandes nomes do gênero como, Johnny Winter, Howling Wolf e Muddy Watters, entre outros. Seguiu carreira solo, trazendo a harmônica para frente do palco, elevando-a à condição de intérprete principal do estilo. Esteve algumas poucas vezes no Brasil com sua banda tocando para uma meia dúzia de interessados. Para mim, que sempre me conectei às gaitas, foi influência fundamental e decisivo para que eu respirasse música através desse aparelho. Cotton determinou a presença da gaita no blues ao lado de Sonny Boy Willianson, Little Walter e Carey Bell. Músico de um tempo lendário na canção contemporânea. Se você não o conhece, visite-o no youtube! Eis abaixo uma mostra.

14 fatos que unem Portugal a Natal – uma comparação galada

17/03/2017|

Tudo bem, a comparação talvez seja inválida porque Portugal é um país e, Natal, uma cidadela. E ok, Natal já não é mais aquela noiva do sol de cinco anos atrás, hoje tomada pela violência e cada vez mais longe do provincianismo propalado por Cascudo. Mas, algumas alusões inúteis ao nosso cotidiano são cabíveis. Ora, também temos descendência lusitana. Há quem diga que o descobrimento do Brasil começou por aqui. Até podíamos ter aquele jeitão da belle epóque, afinal, foram os corsários francesas quem desembarcaram aqui primeiro. Mas os portugas afugentaram a galera, se misturaram aos nossos potiguares e tapuias desde 1597 e nosso sangue tem lá sua predominância ibérica se comparado ao tempinho que os franceses e holandeses se aventuraram por cá. Depois disso, a nova invasão seria norte-americana nos cabarés da Ribeira na Segunda Grande Guerra. E só. Então, Portugal está em nós. Vale mesmo uma comparação galada. E interprete a palavra “galada” dentro de sua diversidade, embora sua origem remonte a algo invejoso, já que provém dos homens de paletó nos cabarés dazantiga, em trajes de gala que despertavam a ciumeira entre os menos abastados de Natal, que diziam: “Lá vem os galados”. Mas hoje é adjetivo...

A folha poética de Aluízio Mathias

16/03/2017|

Poucas coisas na vida são tão saudáveis quanto poesia. Isso do ponto de vista psico-emotivo-biológico-cognitivo. Faz bem à alma, seja ela pequena ou não. E por esse prisma queria só deixar registrado neste humilde post o trabalho já decano do agitador cultural Aluízio Mathias em garimpar, ano após ano, a poesia potiguar. Desde que me entendo por jornalista – e isso aconteceu já no Diário de Natal em 2004 -, Aluízio se valia da celebração do Dia da Poesia em Natal para jogar poemas num encarte especial junto ao jornal. O velho DN fechou as portas e Aluízio abriu outra janela. Migrou seu trabalho de garimpeiro para a Tribuna do Norte. E lá estava ele, no 14 de março, espalhando o encarte pelas ruas do Centro e outros points de comemoração da data. Este ano dei uma conferida rápida na programação noturna montada pela Fundação José Augusto. Mal cheguei e Aluízio me entregou sua Folha Poética. Desta vez em formato mesmo de revista, com diagramação simples, mas charmosa. São nada menos que 116 poemas publicados nesta edição. Não fosse a homenagem a Ferreira Itajubá e Jorge Fernandes na primeira página, cada um com dois poemas, diria que são 116 de...

7 CURTINHAS: Show homenageia mulheres, tem mostra gratuita de cinema japonês, etc

16/03/2017|

SHOW HOMENAGEIA MULHERES Bossa, samba e jazz invadirão o terceiro final de semana do projeto Maré Acústica, neste sábado, dia 18. A artista Dani Cruz, conhecida por sua pegada jazzística, se apresenta na área externa do Nobile Suítes Ponta Negra Beach, a partir das 16h. Com um repertório especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, Dani abordará canções compostas por mulheres, entre elas Khrystal e Joyce Moreno; além das suas autorias, como as recém-lançadas, “Te invadir” e “Sonho do Entardecer”. Ingressos distribuídos de graça uma hora antes do show. O CORDEL DA NOSSA GENTE O Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte vai receber neste sábado (18), cordelistas potiguares e admiradores da cultura popular para o lançamento da Antologia “O Cordel da Nossa Gente”, organizado pela Academia Norte-riograndense de Literatura de Cordel – ANLiC. O evento vai marcar o Dia da Poesia, comemorado em 14 de março e acontecerá das 15h às 18h, no auditório do parque. A programação consta de palestras com escritores cordelistas de Natal e de outros estados, além de apresentações de declamadores e grupo Samba de Roda, com venda de livros, cordéis e cd´s. VIAGEM AO JAPÃO FEUDAL Uma viagem ao passado do Japão, repleto de...

Banda O Holandês Voador volta à ativa após sete anos com show essa semana

16/03/2017|

Uma banda cujo nome é inspirada em ópera de Richard Wagner já começa bem. O nome Holandês Voador surgiu da lenda de uma embarcação holandesa cujos tripulantes eram fantasmas e que vaga pelos mares para sempre sem poder atracar. A partir dessa história, o compositor alemão produziu sua ópera e quatro músicos potiguares começaram sua trajetória musical pela terrinha sete anos atrás, com um som blues/rock experimental e focada na música autoral. Infelizmente a banda, ao contrário do mítico veleiro holandês, jogou sua âncora e logo desistiram da navegação naquele mesmo ano. E só agora voltam para show neste domingo no Porão das Artes (Pium), a partir das 16h. E ainda com shows de Júlio Lima e Hotel Dolores. Ingresso: R$ 12. Em 2010, Alain Souza (vocal/guitarra), Daniel Garça (bateria), Melky Medeiros (contrabaixo/vocal – ex-Cafonaite) e Luiz Caju (clarinete/escaleta/percussão- ex-Desventura) se reuniram para gravar a música “Gustavo não pode morrer”(Alain Souza), e enviaram o material para concorrer no Festival Cooperativista de Música/SESCOOP. O concurso aconteceu na Fundação José Augusto, coordenada pelo guitarrista e produtor Jubileu Filho. A música foi selecionada à finalíssima e a banda concorreu com compositores de destaque no estado, como Julio Lima e Pedro Mendes (vencedores de...

Cláudia Magalhães: uma estrela no teatro potiguar

15/03/2017|

Natal é o berço do dramaturgo, ator e diretor teatral Jesiel Figueiredo, que revolucionou a forma de se fazer teatro na cidade, além de dedicar sua vida à luta pela formação de plateias e engrandecimento da arte. Jesiel Figueiredo tem que ser reverenciado pela importante contribuição ao teatro potiguar, mas o show deve continuar. Seguindo a tradição teatral na terra dos Reis Magos, Cláudia Magalhães vem se reafirmando em cena como talento nos palcos potiguares. Atriz, dramaturga e produtora, Cláudia é uma mulher atuante na cena teatral norte-riograndense. Nos últimos anos, ela se envolveu em grandes espetáculos ao ar-livre como os autos “Terra de Sant’Ana”, em Caicó e “Um Presente de Natal”, na capital, além de longas temporadas na Casa da Ribeira interpretando e cantando. O deslumbramento pelos aplausos começou ainda adolescente, no grupo de teatro do Colégio Salesiano São José, quando Cláudia Magalhães interpretou uma onça que se apaixonou por um macaco no seu primeiro papel teatral. “O pessoal viu que eu era muito comunicativa e me convidou para entrar nesse grupo”, ressaltou. As cortinas do verdadeiro palco começaram a se abrir quando a jovem Cláudia conheceu o ator e diretor teatral carioca, Valério Fonseca, que viu a peça,...

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15/03/2017|

Croniketa da Burakera #4, por Ruben G Nunes Meus campanhas de papo-y-pasión! Brau! Uma palavrita inicial, numa boa, para os leitores quentados e requentados nas responsas gramatiqueiras do pátrio idioma. E também para os revisores. Seguinte, manusho: nessas paradas cult-brega de nossas Croniketas da Burakera o título aí em cima, no rigor dos TOCs e retoques da GramáticaDura aparentemente tá errado: xifre com x – qualé? Mas num tá errado não, cumpadi. É com “X” mesmo. Tem a ver não com os regramentos da gramática. Mas com a dramática dos desregramentos sexi-afetivos da Vida. É “X” que já traz em sua própria letra inicial o formato em “v” do “xifre” forjado-calejado nas realidades conjugais e desconjugais. Onde há quase sempre mais de uma xana-ou-ximba, vucuvucando, um no outro, outro no um, outro no outro… por aí… na dramaturgia delirante das encornações. Xifre humanista. Que nada tem a ver com o “ch” da chifralhada dos animais. Mas o que quero dizer é que recebo email de uma querida amiga onde ela relata inusitada história de um nó-de-xifres, supostamente real. Uma cornice contratada e fracassada. Isso foi lá pelo ano 2012, nas “oropa“. Minha amigona pediu que eu escrevesse algo sobre. O...

CURTINHAS: Feira de Artes de Petrópolis, Mila Marinho, Plutão, Jorge Aragão…

15/03/2017|

FEIRA DE ARTES E ANTIGUIDADES A tradicional Feira de Artes e Antiguidades de Petrópolis retoma atividades nesta sexta e segue até domingo na Praça das Flores. A 40ª edição do evento contará com 52 expositores oferecendo variada gama de produtos, como peças de artesanato, artes plásticas, antiguidades, plantas ornamentais, produtos e flores orgânicas. E ainda gastronomia com quitutes e guloseimas dos foods trucks participantes. O evento começa às 16h e segue até às 22h. As atrações musicais são: na sexta-feira (17), o músico Danilo Costa, no formato voz e violão a partir das 18h e, depois, As Nordestinas às 20h. No sábado (18) a programação musical fica por conta de Arteniza e banda, das 19h às 22h. No domingo (19) o som Pop Rock da banda Sweet Talk, das 18h até às 20h. Acesso livre. MILA MARINHO Depois de participar do The Voice Kids, a potiguar Mila Marinho gravou nesse fim de semana seu primeiro clip profissional. A música não foi revelada e o vídeo está em fase de finalização. A jovem de 15 anos conquistou a tão sonhada vaga no The Voice Kids nos últimos segundos de “Titanium”, de David Guetta. Já na fase final do programa, Mila foi...

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