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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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POETA DA SEMANA: Thiago Medeiros

24/03/2017|

Thiago Medeiros é nascido e criado no bairro do Alecrim, em Natal, tem o peito apressado e não demora onde não pode amar. Tece histórias para o teatro e para a poesia com o peito em carne viva. Como ator, teve sua formação no Centro Cultural Casa da Ribeira, em 2007, atuou em diversas produções da ONG. Em 2010, criou seu grupo de teatro onde escreve junto com outras duas poetas: Marina Rabelo e Michelle Ferret, dramaturgias poéticas para a cena. A economia criativa faz parte de seu caminho poético e teatral, vende em feiras, exposição, bares e espaços da cidade seus poemas em patche works, adesivos, postais, ecobags, além de realizar intervenções urbanas, saraus, oficinas e projetos continuados. O mais recente o Sarau Insurgências Poéticas que, em um ano de existência, realizou em parceria com artistas das mais expressões poéticas do estado, 25 edições em parceria com mais de 150 artistas. O sarau segue sua segunda temporada, no Bardallos, até 29 de março. Recebeu menção honrosa pelo concurso Luís Carlos Guimarães, realizado pela Fundação José Augusto, em 2014. A pesquisa continuada do trabalho de Thiago Medeiros seja no teatro ou na poesia, busca um entendimento do empoderamento de si...

Escute de graça o novo disco do Plutão Já Foi Planeta lançado hoje

24/03/2017|

Segundo disco do Plutão Já Foi Planeta foi lançado hoje de madrugada no Spotify e já pode ser conferido todinho e de graça Como adiantado pelo Papo Cultura, o segundo disco do quinteto potiguar Plutão Já Foi Planeta foi lançado hoje na web e está liberado para ouvir de graça. ‘A Última Palavra Feche a Porta’ sai com 10 faixas inéditas e participações especiais, como Liniker, Gustavo Ruiz (também produtor musical do disco), Cris Botarelli (Far From Alaska) e Maria Gadu. Este é o disco de estreia da banda pelo selo slap, da Som Livre e o segundo da banda, depois do sucesso com o ‘Daqui Pra Lá’, o qual serviu de base para muitas das canções tocadas no programa Super Star, em que o grupo se sagrou vice-campeão. Seis das dez canções do álbum já vêm sendo executadas nos shows. São elas: Mesa 16, O ficar e o ir da gente (que ganhou produção de videoclipe), Me leve, Post it, Alto mar e Insone. Agora, o público pode conferir também Duas, Deixa pra lá, Anna e Quem Sou. O disco está muito bom. Já ouvi todinho. Manteve a pegada do primeiro, com evolução nos arranjos, sem perder a ternura....

CURTINHAS: Aboca Cultural, Caravana de Escritores, Porão das Artes, Palco Alecrim…

23/03/2017|

ABOCA CULTURAL No mês de março o mundo inteiro comemora o Dia do Teatro, e aqui em Natal os potiguares celebram os três anos de existência e resistência da ABOCA Cultural, com edição especial do Movimento n’ABOCA que acontece neste sábado a partir das 22h, na rua Frei Miguelinho, Ribeira. Dentre as atrações estão as badaladas bandas potiguares Bando das Brenhas, Luisa & Os Alquimistas e Esquizophanque, além dos DJ’s Karol Posadzki e Rodrigo Ferreira. O ingresso antecipado com valor promocional (R$ 15) pode ser adquirido online clicando AQUI. ABOCA é um território independente de resistência cultural financiado especialmente pelo público. Artistas têm buscado, a partir de atividades culturais e investimentos pessoais, manter o local, mas sem mais recursos e na iminência de fechar, decidiram lançar a campanha ABOCA ABERTA, para manutenção do espaço com ações artísticas continuadas pelo período de dois anos. Para contribuir até o dia 16 de abril, clique AQUI e mantenha mais esse espaço cultural bacanudo aberto em Natal. PALCO ALECRIM O Alecrim tem tradição em bares com música ao vivo. Infelizmente o adensamento residencial proibiu o som até altas horas e muitos comerciantes e cantores perderam seu ganha-pão. Até fiz matéria ainda pro velho Diário...

Cresceu órfão, publicou mais de 130 livros e montou livraria virtual em Natal

23/03/2017|

A história de um menino pobre do interior potiguar que já publicou mais de 130 livros em menos de cinco anos e montou a livraria virtual Trairy Books Faz tempo queria contar a história desse rapaz por trás da construção pioneira de uma livraria virtual em Natal – e com frete grátis, ressalte-se. Começa em 20 de junho de 1977 no pequeno município de Campo Redondo, fincado na região da Borborema Potiguar. Foi lá que Cleudivan Jânio de Araújo recebeu seu registro de nascimento, embora o parto tenha ocorrido em Currais Novos por falta de maternidade na cidade de origem. Sua mãe, Terezinha Izabel Campelo, era professora primária e morreu de parto três anos depois, em 1980. Seu pai, o pedreiro José Cardoso de Araújo, também perdeu a vida cedo por acidente automobilístico em 1982. Cleudivan e seu irmão mais velho foram criados pelos tios em Natal, mas logo partiram ao Rio de Janeiro, entre 1983 e 1985. Se deu mesmo em terras cariocas o despertar da leitura. “A diretora da Escola Estadual Trazilbo Filgueira (localizada em São Gonçalo) não queria me admitir porque eu não tinha 7 anos. Ainda assim, para desespero dela, não só fui admitido, como pulei...

Czardas húngaras no Bar do Nasi

22/03/2017|

Poemeto da Burakera #1 por Ruben G Nunes Sergio-velho esse poemeto vem do final dos anos 70. Quando o Beco da Lama ainda tinha aquele charme do inesperado e sauvage. Lembrei dele quando li teu artigo sobre o Festival da Meladinha com referência ao Bar do Nasi, aqui pelo PapoCultura. Primeira vez que entrei no Bar de Nasi, numa tarde de sábado, havia um bando de papudinhos e um cara gordo, vermelho, baixo, tocando uma czarda húngara num violino!!! Já pensou?! E o Nasi com toda aquela simpatia alegre fazendo meladinhas e contando piadas. Fiquei amigo dele. Estava num intervalo entre casamentos e morava num apê no prédio da Casa Rio. Bem na esquina. Abaixo vai uma foto do lançamento de O SISTEMA – um jornalzinho de mimeógrafo sobre cultura que lançamos lá no Bar do Nasi – eu, Ailton Silveira (autografando, da viação Nordeste) e Enoch Domingos (ao fundo; músico, grande artista, grande contista e tocava no Impacto 5 do Etelvino, depois no The Jetson’s do Alexandre, do qual eu era sócio… mas isso é outra história). Fizemos também ao mesmo tempo uma exposição de quadros de Enoch e meus (naquele tempo eu também era metido a pintor, fui...

Artista visual expõe material fotográfico manipulado e o resultado é surpreendente

22/03/2017|

Usando ferramentas de edição de imagens, Daniel Corcino usa suas fotografia para criar um mundo abstrato chamado “Estruturas Voláteis”. É esse universo que ele vai mostrar ao público a partir da próxima terça-feira, dia 28 de março, no IFRN da Cidade Alta, com abertura prevista às 19h. Ano passado, Daniel participou de algumas exposições como o Salão Dorian Gray de Arte Potiguar, de duas coletivas no Departamento de Artes da UFRN e uma exposição individual na Reitoria da mesma universidade. Ele frisa que sempre aprensenta um trabalho calcado na fotografia contemporânea manipulada pela criatividade e ferramentas digitais. “A partir do ano passado fui conhecendo e lendo mais a respeito da fotografia como arte contemporânea, compreendi melhor alguns quesitos conceituais e filosóficos e me identifiquei com muita coisa”, declarou Daniel Corcino ao portal Papo Cultura, quando estava em busca de patrocínio para viabilizar sua exposição fotográfica que hoje é uma realidade. Na entrevista, Daniel fala do processo de criação, das influências na formação do seu trabalho e sobre arte visual contemporânea. Confira a entrevista completa AQUI. Daniel confessa que Georges Rousse é um dos fotógrafo contemporâneo que o influenciou. “O dadaísmo me chama muito a atenção conceitualmente”, declarou Daniel, ressaltando o...

7 CURTINHAS: Artur Soares, Paulo Caldas Neto, edital para artes visuais e mais

22/03/2017|

ARTUR SOARES O músico e compositor mossoroense Artur Soares foi inocentado da acusação de agressão contra uma moça na qual teve relacionamento e que dava carona de Natal a Mossoró quando a teria agredido, segundo ela. O artista foi realmente linchado nas redes sociais pelo episódio. Pela sentença, ele receberá indenização de R$ 3 mil reais, valor equivalente aos custos com advogados. A decisão se deu em primeira instância e cabe recurso. E aqui não se faz qualquer juízo de mérito sobre o caso. Apenas a divulgação de uma informação concreta, sentenciada. Sobre este caso e umas palavras sobre censura na internet, clique AQUI. CORDEL SOBRE ALI O escritor e poeta Paulo Caldas Neto lança neste sábado o folheto de cordel ‘Muhammad Ali: O anjo negro das Américas’. Na ocasião, outros títulos, lançados em anos anteriores, também estarão à venda. Será às 18h30, no Conselho Regional de Odontologia do RN (Rua Cônego Leão Fernandes, 619, Petrópolis, por trás da Caixa Econômica Federal da Av. Rodrigues Alves). O evento acontecerá durante o Sarau Literário da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte. MULHER, LUTA E POESIA Neste domingo vai rolar uma programação mista na área de lazer...

Tem Insurgências Poéticas nesta quarta com homenagem à poeta Iracema Macedo

21/03/2017|

O Sarau Insurgências Poéticas volta nesta quarta-feira com a segunda edição da segunda temporada do projeto, desta vez saudando a chegada do outono com o mix de música, artes visuais, performance e, claro, a poesia pincelando tudo. A homenagem da vez é poeta Iracema Macêdo, natalense e hoje radicada no Rio de Janeiro. De uma geração pós-oitentista que, ao meu meu ver, desbravou e abriu caminhos à poesia das mulheres, que hoje, eu diria ainda, é dominante por aqui. Iracema é também formada em filosofia pela UFRN com mestrado na área pela UFPB, em 1995. Defendeu doutorado também em filosofia na Unicamp, em 2003. Antes de se tornar professora do Instituto Federal Fluminense, no Rio, morou alguns anos em Ouro Preto, Minas Gerais. Mas foi em terras cariocas onde fincou morada e vive até hoje. Entre seus livros, destacam-se: Lance de Dardos (2000) e Invenção de Eurídice (2004). Publicou ainda Poemas Inéditos e Outros Escolhidos (2010) e seu último título, o Cidade Submersa (2016). O Insurgências Poéticas traz ainda a exposição ‘Estudos da Cor’, do artista visual baiano Ícaro Silva. A exposição traz obras que passeiam entre técnicas e temas vários. Para trilha sonora, Felipe Nunes traz o show ‘AgÔ’...

2 shows gratuitos e bem diferentes para curtir neste sábado em Natal

21/03/2017|

Duas shows de gêneros musicais bem distintos e também em lugares opostos da cidade, mas ambos ótimos e com acesso livre Dudu Galvão O primeiro é o imerso no jazz e com passagens no soul e reggae, pela voz e performance de Dudu Galvão. Ele agita a Praia de Ponta Negra em mais uma edição do projeto Maré Acústica. O show acontece neste sábado (25), na área externa do Nobile Suítes Ponta Negra Beach, a partir das 16h. A entrada é gratuita e os ingressos são retirados uma hora antes da apresentação. Com seu mais recente trabalho, “Minha Casa”, Dudu Galvão traz um repertório inspirado no standards de jazz e blues contemporâneos. “Abordo uma pegada leve, mas bem sofisticada; na qual misturo o Sinatra com o jazz mais jovem da Amy Winehouse e Jason Mraz. E no meio de tudo isso, umas pitadas de Chico Buarque e outras músicas mais populares”, disse Galvão. Dudu também é ator dos Clowns de Shakespeare e usa a experiência no teatro para interpretar cada canção como uma “nova história a se contar”. “O Maré Acústica é uma ótima oportunidade para expandir a música potiguar cantada de outro jeito, com swing e influências da música...

[HISTÓRIA] Saiba tudo sobre as origens do surf em Natal e no Brasil

20/03/2017|

Aspectos da história do surf no mundo, no Brasil e no Rio Grande do Norte e como foi o primeiro campeonato de surf em terras potiguares por Rostand Medeiros O surf é um dos mais antigos esportes praticados no planeta, onde a arte de vencer as ondas com material flutuante é uma mistura do esforço atlético e da total compreensão da beleza e do poder da natureza. Surf é também um dos poucos esportes que criou a sua própria cultura e estilo de vida. A origem do surf é incerta. Para alguns historiadores, a prática nasceu há cerca de quatro mil anos entre moradores da atual costa do Peru, que, para pescar, deslizavam sobre as ondas em canoas de junco. Mas muitos discordam desta teoria, afirmando que não há provas de que os antigos peruanos ficassem de pé nas embarcações. E menos ainda de que fizessem manobras por diversão – a alma do esporte. Para muitos cientistas a origem do surf está na Polinésia Ocidental, quando o ato de montar ondas com uma tábua de madeira originou-se há mais de três mil anos. Os primeiros surfistas foram pescadores que descobriram que deslizar sobre as ondas era um método eficiente de...

3 filmaços para você assistir no TCP Chico Daniel próxima semana

20/03/2017|

Mostra do Cineclube Natal presta tributo a Andrzej Wajda, Kiarostami e Alan Rickman na próxima semana Após o sucesso da Mostra Ettore Scola, que resgatou obras clássicas de um dos mais profícuos diretores da Comédia Italiana em outubro do ano passado, o Cineclube Natal abre sua temporada de mostras temáticas de 2017 com um tributo a cineastas falecidos nos últimos meses. Andrzej Wajda, Abbas Kiarostami e o ator Alan Rickman – em sua pouco conhecida faceta de diretor – serão homenageados com a exibição de filmes com argumentos e estéticas bastante distintos. A mostra começa na próxima terça-feira (28) e segue até o dia 30, sempre às 18h30, no Teatro de Cultua Popular Chico Daniel, da Fundação José Augusto. Andrzej Wajda O longa que abre a mostra é o mais conhecido do polonês Andrzej Wajda, “Cinzas e Diamantes” (FOTO), que encerrou a trilogia do diretor sobre a II Guerra Mundial. Com roteiro de Jerzy Andrzejewski, inspirado em seu livro de memórias, o filme tem como protagonista um militante da Resistência nos últimos momentos de ocupação nazista sobre território polonês. Membro de um grupo que se opõe ao regime comunista, Chelmincki recebe a incumbência de assassinar um líder do partido e...

CURTINHAS: Fortaleza dos Reis Magos, exposição no Bardallos, Carlos Alexandre e mais

20/03/2017|

FORTALEZA DOS REIS MAGOS PARA FJA Isaura Rosado recebeu na manhã desta segunda-feira, o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) no RN, Armando Holanda para debater temas relativos à Fortaleza dos Reis Magos. A principal pauta do encontro foi a transferência da fortificação ao Governo do Estado, que está sob a posse da União deste 2013. No encontro, a superintendência do órgão federal deu aceno positivo para o retorno do equipamento à administração estadual, cujos recursos já estão assegurados pelo governador Robinson Faria, através do Programa RN Sustentável. Participaram da reunião, o Coordenador de Obras, Sérgio Wiclif, a arquiteta Luana Cibele, a engenheira Luanda Cardoso e a assessora jurídica Maria Helena, pertencentes ao corpo técnico da FJA. Se arrependimento matasse. A administração do Iphan nesses quatro anos foi um completo desastre. CREATY E MAREA JOANA O jovem artista Airton Bruno, faz abertura da exposição ‘Mosaico Joana’ nesta sexta na Galeria do Bardallos Comida e Arte, centro da cidade. Mosaico Joana é uma homenagem à personagem admiradora da agressividade e delicadeza da natureza, chamada “Marea Joana”. A composição em forma do mosaico tem a finalidade de mostrar o equilíbrio entre o agressivo e o delicado, mesclando elementos estéticos, com...

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