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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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O revertere do xifre

02/05/2017|

Croniketa da Burakera #9, por Ruben G Nunes TAKE 1 – LUZ! CAMA! AÇÃO! Marlon chega da viagem 1 dia antes. Sem avisar. Estacionou o carro em frente de sua casa. Entrou em silêncio. Pela hora Mariza devia estar vendo novela na TV do quarto. Queria fazer uma surpresa pra esposinha Mariza. Esposinha nada. Esposona, boy! Mulherão mesmo. Dessas que – ancas-ondulando-passando – fechava trânsito, bancos, shoppings, o escambau. Greve geral, mano! Mas a surpresa foi dele. Porta do quarto entreaberta, Marlon espiou sorrindo. Luz! Cama! Ação!… Zings! Pegou no flagra a esposa em sua, deles, cama num tremendo vuco-vuco com outro cara. “Na minha cama! Bandida!” – gritavam em coro os neurônios de Marlon. Pior: o “outro” tava afundando-se-acabando no suculento traseiro de Marisa. Um traseiro que possuía de nascença aplicativo especial de massagem peniana: um alucinante esfíncter-piscante. E a danada gemia no ritmo bate-estaca do desafeto. “Me traindo pelo cu, a desgraçada… logo pelo cu…”. Neurônios latejando, Marlon sacou a Berettinha-22 da cintura. Com cuidado pra não ser percebido pelos dois fidaputas. Engatilhou. E já ia se crispando de raiva pra meter bala e acabar a novela. Quando, sem-quê-nem-pra-quê, num intempestivo close espiritual baixou o caboclo Zé Corneta....

Jubileu e Sergio Groove lançam DVD neste sábado em um único show

02/05/2017|

O guitarrista Jubileu Filho junto com o baixista Sérgio Groove farão show duplo inédito em Natal para lançamento de seus novos trabalhos Dois grandes nomes da cena musical potiguar, ambos de reconhecimento nacional, se juntam para lançar seus novos trabalhos em um único show de forma inédita na cidade.  A apresentação acontece neste sábado na Escola de Música da UFRN, em duas sessões: 19h e 20h30. Jubileu Filho é um virtuoso multi-instrumentista, guitarrista, violinista, baixista, trompetista, compositor, cantor e arranjador. Potiguar de Currais Novos, iniciou sua carreira musical quando tinha apenas 11 anos e hoje é reconhecido no Brasil todo pela sua arte e talento raro na guitarra. Sérgio Groove é baixista e multi-instrumentista, arranjador e compositor, considerado um dos melhores baixistas do Brasil na atualidade. Nascido em Natal, no ano de 1977, iniciou na música aos 12 anos e hoje é dono de uma musicalidade única, por extrair de várias possibilidades sonoras diferentes que ele habitualmente descobre no seu contrabaixo, brincando ainda com percussão corporal e sonora (beat box) e técnicas de solfejo. Dessa vez os amigos e musicistas vão lançar juntos seus novos DVDs de música instrumental, ambos gravados ao vivo no ano passado. Em seu trabalho ‘Versátil’,...

Insurgências Poéticas desta quarta traz cantora pernambucana ao Bardallos

01/05/2017|

O Sarau Insurgências Poéticas volta nesta quarta-feira com muita poesia, artes visuais, dança, música e economia criativa. Nesta edição, o projeto que, desde 2016, vem somando processos e criatividade com artistas potiguares, abre com chave de ouro a primeira interação nordestina com a presença de Isaar, que vem levantar poeira no coração do Centro Histórico de Natal, carregada de toneladas de Recife na garganta e nos arranjos. O mix de atrações permanece no solo convidativo do Bardallos Comida e Arte, no Centro Histórico. Por lá estarão reunidos a poesia de Civone Medeiros e Thiago Medeiros, a dança-performance de Rozeane Oliveira, a exposição ‘Memórias do Alecrim’, de Wallace Yuri, e ainda um mini bazar com artigos de Civone, Carla Nogueira (Use Carlota) e poemas de Thiago. Para a trilha sonora, Felipe Nunes, Jailton Meeiros e Thereza Nunes, e Rousi Flor Caété e Mirabô. A noite fecha com a cantora Isaar, que teve sua carreira iniciada há mais de 20 anos por um convite de outra joia da cultura pernambucana: Maciel Salu, filho do Mestre Salustiano. Depois, Isaar integrou a banda Cumade Florzinha, onde gravou dois CDs, junto com Karina Burh, Renata Rosa e outras intérpretes pernambucanas, entre 1997 e 2004. Participou...

[ENTREVISTA] Meu encontro com Belchior no camarim do TAM

30/04/2017|

Belchior sabiamente sumiu do mapa. Não bastavam canções diferentes, adornadas pela nostalgia de um tempo de roupas coloridas, dedos em V. O hoje sempre foi doloroso para Belchior. E sempre me identifiquei com suas músicas, sua filosofia. Quando migrou para seu mundo recluso apenas entendi e concordei. Pensei fazer igual , mas no fim das contas apenas fiquei um tanto órfão. Sobraram as lembranças daqueles minutos no camarim do Teatro Alberto Maranhão, no finado Projeto Seis e Meia, em alguma data de maio de 2006. Recordações, agora, ainda mais latentes, raras à minha memória. Uma entrevista publicada no jornal e imagens para toda uma vida. Salve, amigo Belchior! “Infelizmente ainda somos como nossos pais” Ele não é apenas um rapaz latino-americano ou um cidadão comum, como admitiu ser, em entrevista exclusiva ao Diário de Natal após sua apresentação no Projeto Seis e Meia. Belchior é um poeta musical, autor de letras que marcaram e marcam gerações. A brasilidade de suas composições e a universalidade das mensagens contidas nas letras que canta ainda atraem um público cheio e heterogêneo. E parecem mostrar que a nordestinidade misturada à poesia tem mesmo vida longa. Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, 59 anos, é...

Redinha arredia

30/04/2017|

A Redinha é uma ilha cercada de sentimentos. De um lado, é banhada pelo azul do mar e, do outro, pelas águas do Potengi salgado. Quando andou pelas areias da Redinha, ao lado de Cascudo, o escritor Mário de Andrade ficou encantado com a tranqüilidade infinita do lugar. No livro “Turista Aprendiz”, o poeta modernista relata a monotonia da Redinha, sonhando com a travessia de barco, cruzando o rio num dia de sol forte de verão. A praia da Redinha é porto pesqueiro quando cada manhã é recheada de jangadas ao sabor do mar, onde o pescador faz pajelança nas gamboas do Potengi, jogando sua tarrafa e apanhando na água sua porção de sobrevivência. A Redinha também é território livre para poetas, artistas e boêmios, que buscam inspiração em verso e prosa para cantar os alumbramentos dessa paisagem marinha. Para se chegar à Redinha de carro, deve ser feita a travessia pela velha ponte de ferro, cruzando os manguezais dos Igapós, taba dos índios Potiguares e do guerreiro-chefe Poti, até chegar às dunas móveis de areia fina, onde cresceu o vilarejo próximo ao rio e o mar. Para os visitantes incautos, a majestosa ponte Newton Navarro, rasgando o Rio Potengi,...

Nesta quarta tem bate papo e exposição na Funcarte com o “lendário” Jaguar

29/04/2017|

Na próxima quarta-feira tem exposição e bate papo com o lendário cartunista Jaguar, um dos fundadores do jornal não menos lendário, O Pasquim. A exposição de seus trabalhos e o bate papo com o público acontece na Galeria Newton Navarro, sede da Funcarte, a partir das 19h. A entrada é franca, patrocinada pela Prefeitura de Natal. Jaguar é um velho conhecido da capital potiguar. Desde os anos 1970 que o cartunista carioca frequenta Natal desde que seu grande amigo Henfil tinha residência fixa na cidade. A exposição trará obras publicadas no jornal carioca O Dia, obras dos últimos meses de trabalho e também outras antigas. No total serão 63 peças expostas e que poderão ser adquiridas pelo público. No bate papo com o público, Jaguar terá a companhia de Rodrigo Brum (Tribuna do Norte), chargista potiguar vencedor do prêmio Ângelo Agostini de melhor cartunista 2015, e do jornalista, escritor e professor Woden Madruga (Tribuna do Norte). Jaguar foi o pseudônimo adotado por um dos maiores cartunistas brasileiros da história. Fundador de “O Pasquim”, em 1969 e criador do ratinho Sigmund. Sérgio de Magalhães Gomes nasceu no dia 29 de fevereiro de 1932, no Rio de Janeiro e iniciou sua carreira...

Gira Dança leva espetáculo para o Rio de Janeiro e Berlim

28/04/2017|

‘Die einen, die anderen’: uma dissertação política e social em dança Em 2017 é a sexta vez em que a cia. toula limnaios (Alemanha) estará no Brasil, e foi numa destas viagens que a companhia alemã conheceu a companhia Gira Dança. A partir da vontade em colaborar, uma coprodução internacional agora se realiza em “die einen, die anderen”. “die einen, die anderen” é uma cooperação internacional da cie. Toula limnaios com a cia. Gira dança. O trabalho, que está sendo realizado no Brasil, e posteriormente em Berlim é uma reflexão sobre a imagem corporal e inspirado nas palestras radiofônicas de Foucault “o corpo utópico” / “heterotopias”. Todo ser humano tem e terá um corpo, mas ao mesmo tempo a sua imaginação muda com o tempo em que vivemos. É o ponto de partida do mundo e nos conecta com ele. Ao mesmo tempo, é o lugar de anseio, desejo e fantasia, mas também a fonte do utópico, que reflete a visão de sua impiedosa realidade e transitoriedade. “Meu corpo, topia desapiedada”, são com essas palavras que Foucault começa a sua palestra radiofônica. Ele examina o corpo como uma área, um território simultaneamente individual e “lugar” que compartilhamos em comum. Através...

POETA DA SEMANA: Nildinha Freitas

28/04/2017|

Nildinha Freitas é poeta, escritora e historiadora, tem dois livros do gênero poesia, lançados pela Chiado Editora, em Portugal, Brasil, Angola e Cabo Verde, que são: Atenta Ativa e SimplesMente. Além de ter lançado em Dezembro seu primeiro livro de poesia infanto-juvenil EcoAr Amor, pela CJA Editora. A escritora é membro da SPVA-RN (Sociedade dos Poetas Vivos e Afins) do estado do Rio grande do Norte, membro fundador (a) da SPVB- Sociedade dos Poetas Vivos Baixa-verdense, e é membro do NELCP- Núcleo de Estudos em Literatura e Cultura Potiguar, do IFRN. Nildinha Freitas é nossa POETA DA SEMANA ———- A estrela Eu conheci o fundo do poço, E profundo ele era, Mais fundo que o fundo do mar. Eu conheci a escuridão, Conheci a mais funda solidão, E estive sozinha do lado da multidão. Eu conheci a falta de ar, O vazio de não saber amar, E no buraco mais fundo fiquei, Até o dia em que resolvi voltar, Com a intenção de ser uma estrela, E no meio do céu brilhar. ————— Eu Embrulhei-me em papel de presente, Para você abrir. Entreguei-me por inteira, Para você me sentir. Fiz-me menina nos seus abraços, Dei-me completamente, E sem pedaços. —————...

Mercado das Pulgas deste domingo tem atrações para adultos e crianças

27/04/2017|

Neste domingo, véspera de feriado, o Mercado das Pulgas de Natal aguarda por você na área externa da Arena das Dunas, das 15h às 21h. A entrada é gratuita e o visitante pode aproveitar tudo que o evento oferece, desde uma feira de antiguidades, artesanato, exposição de carros, praça de alimentação, parques, atividades esportivas, espaço para caminhadas, patinação e pista de skate. Em dois domingos já realizados, o Mercado recebeu mais de 10 mil visitantes. O evento também proporciona ao público, música e atração infantil. Na programação deste domingo, a trilha musical fica por conta da Banda Sfinge, de Mossoró, especializada em clássicos do Rock, Pop Rock e Hard Rock dos anos 70, 80 e 90. Com mais de 20 anos de carreira, a banda já subiu aos palcos do RN, CE, PE, PB e SP. Já a atração infantil será tomada pela alegria da “Estação dos Contos” do Grupo Estação de Teatro, um espetáculo de contação de histórias intercaladas com músicas e brincadeiras populares. As histórias de tradição popular Brinquinhos de Ouro, o Céu de Estrelas e o Caso do Bolinho são intercaladas com composições originais, exclusivas do espetáculo. Sobre o Mercado das Pulgas O Mercado das Pulgas leva...

Festival da Meladinha acontecerá em junho, com shows e comida de boteco

27/04/2017|

O anúncio da primeira edição do Festival da Meladinha não esperava viralizar no campo incerto e muitas vezes minado das redes sociais. Só neste site foram mais de 2,5 mil visualizações, o que obrigou a produção do evento a adiar a data para melhorar a estrutura e dar mais conforto e segurança ao público. Após idas e vindas à Fundação José Augusto para manter a cessão dos jardins da Pinacoteca do Estado, o Festival manteve local, horário (das 17h às 23h) e agora com a nova data: 10 de junho, um sábado. A ideia inusitada e que pode virar marca registrada e genuína entre os eventos gastronômicos potiguares, o Festival terá o Bar da Meladinha como fornecedora da tradicional mistura de mel, limão e cachaça, e ainda meladinhas especiais de seriguela e de cajá. Haverá Meladinha Free para os 100 primeiros que chegarem ao festival e Meladinha Clonada até as 20h. E até um concurso para quem beber mais meladinha. Nesta edição do Festival haverá comidas de boteco e outras opções de bebidas disponibilizados também por outros parceiros gastronômicos que terão estrutura armada no pátio da pinacoteca. Os shows ainda serão confirmados. Com ingressos de R$ 5 a R$ 10,...

Espetáculo circense e de teatro de rua acontece nesta quinta na Praça Cívica

27/04/2017|

O espetáculo potiguar Cambalhotas, da Base de Experimento do Grupo de Teatro Eureka, faz um resgate à arte circense e ao teatro de rua. Ambas as artes têm perdido cada vez mais espaço na cultura das grandes capitais e nas cidades do interior. E com esse clima quase nostálgico o espetáculo será encenado na Praça Pedro Velho (Praça Cívica), em Petrópolis, nesta quinta-feira (27), a partir das 16h30 e com livre acesso para público de todas as idades. Pensando nesse resgate e na posição do artista na sociedade a Base de Experimento do grupo construiu esse espetáculo com uma dramaturgia irreverente, leve, que trata das dificuldades de ser um artista, do preconceito sofrido diariamente e dos “nãos” constantes que levam para manter um projeto. O ‘Cambalhotas’ usa de elementos da cultura popular – coco de roda, cortejo, cantigas de roda, etc. E um dos personagens leva o nome de “Palhaço Facilita”, em homenagem ao grande artista circense, que há 39 anos leva alegria para a população potiguar e tem feito parte da infância de várias gerações. O ENREDO Tendo a rua como palco e lugar de encontro, a peça transporta o público para Formosura, uma cidade governada por um prefeito...

Festival de samba em Recife recebe inscrições de obras até 30 de abril

27/04/2017|

Evento acontecerá, na sexta-feira (19), a partir das 18h, na sede da escola de samba Galeria do Ritmo O projeto Caravana de Bambas reunirá personalidades do samba pernambucano e de outras capitais do Brasil em Recife no mês de maio num evento que promete encher olhos e ouvidos de boa música. O objetivo é apresentar novos trabalhos de compositores experientes e também novos compositores e intérpretes de samba. O evento já tem confirmada a participação dos pernambucanos Jorge Riba, Joca do Tamborim, Neguinho da Samarina, Selma do Samba, Cris Galvão, Nanau Nascimento e Cartolinha e também de Sorriso Maceió (AL), Mel Nascimento (AL), Anderson Feijoada (MA), Luizinho do Pagode (PB), Mirandinha (PB), Heder Rocha (PB), Andiara Freitas (RN), Mestre Luiz (RN), Ezequias Félix (RN), Poeta Souza (RN), Mestre Aluísio (RN), Pedro Neto (RN) e Mestre Zorro (RN). Os artistas interessados em participar da programação devem enviar release e até 3 áudios até o dia 30/04 para ca******@******************om.br. Uma equipe curadora fará a seleção dos inscritos e das músicas que farão parte da programação do evento. A lista dos selecionados será divulgada no dia 05 de maio no site e redes sociais do projeto. Um selecionado terá espaço na programação e...

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