Tem Júlio Lima e animação carnavalesca no réveillon do Acabou Chorare nesta sexta

julio lima

PIX: 007.486.114-04

Colabore com o jornalismo independente

Com muito carnaval, animação e luta, vem aí o II Réveillon da Resistência, que será realizado no dia 28 de dezembro, sexta-feira, a partir das 19h, no Acabou Chorare Bar Cultural (Rua Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araújo, 135, Ponta Negra).

A programação contará com a animação carnavalesca da Orquestra de Frevo A Banda do Negão, sob o comando do Maestro Willame Medeiros, e também com o show vibrante e cheio de musicalidade foliã do cantor, músico e compositor Júlio Lima.

Couvert artístico a R$ 7. Maiores informações contatar Aluízio Matias (Produção Cultural), 98721-7705 e João Hélio Cavalcanti (Mobilização), 99982-0597.

JÚLIO LIMA

Júlio Lima herdou o talento do pai, o baixista e membro fundador da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, cantor do Coral Canto do Povo e baixista de música popular, Carlos Alberto de Lima (o Carlão). Mas o estilo e expressão, Júlio desenvolveu trilhando uma história musical que se entrelaça com sua origem potiguar.

Formou-se em Música na UFRN, estudou contrabaixo acústico com o mestre, professor da mesma instituição, Airton Guimarães, e guitarra e harmonia com o respeitado maestro Joca Costa. Antes disso, Júlio Lima foi autodidata em violão, começando a tocar o instrumento aos 16 anos. Foi dessa maneira que o músico pode ter o domínio completo de suas composições, que hoje já são mais de 500.

Como instrumentista, participou de diversas bandas como o Pots (que interpretava suas canções), Nappaz e The Skareggae, como guitarrista; marcou presença também como baixista na histórica Alcatéia Maldita (que participa até hoje), Velvet Blues, Delta 9 (esta também com algumas composições dele) e outras. Júlio acompanhou ainda artistas potiguares como Lane Cardoso, Babal, Isaac Galvão e Pedrinho Mendes.

Ainda enquanto instrumentista, participou de musicais, como “Os Saltimbancos”, montado pelo Núcleo de MPB da EMUFRN em 2005. É baixista em festivais como o Forraço, promovido pela InterTV/Globo, e o Festival da Canção, organizado pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte. O músico teve ainda experiência com música erudita, sendo 2° Contrabaixista na Orquestra Jovem de Natal.

Sua interpretação foi digna de condecoração: o artista arrastou o prêmio de Melhor Intérprete do Festival de Música do Beco da Lama na edição 2009. Na mesma ocasião, ganhou também o prêmio de 2ª Melhor Música com Há Sempre Música, canção homônima de seu primeiro CD, gravado em agosto deste mesmo ano.

Sérgio Vilar

Sérgio Vilar

Jornalista com alma de boteco ao som de Belchior

WhatsApp
Telegram
Facebook
Twitter
LinkedIn

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *