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Uma feijoada em contraponto barroco

Croniketa da Burakera #39, por Ruben G Nunes De repente foi aquela confusão de pernas avançando para a mesa. Pernas de todos os calibres. Avançavam risonhas. Passo estugado. Emaranhavam-se. E

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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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Rodrigo Barba celebra 25 anos do Bloco do Eu Sozinho neste sábado na Ribeira

Redação

Integrante da banda Los Hermanos, o baterista Rodrigo Barba juntou uma banda com Bubu, trompetista e arranjador de algumas faixas do Bloco, e músicos que acompanharam a banda na estrada: Gabriel Bubu (guitarra), Índio (sax), Maurão (trombone) e Melvin (baixo), além de Ramon (voz, diretamente da banda cover Especial LH) e GugaBruno (guitarra) para celebrar o segundo álbum da banda. No repertório, o álbum na íntegra, na ordem, e versões que a banda tocou naquela turnê, e conta com hits como “A Flor”, “Todo Carnaval Tem Seu Fim”, “Sentimental” e “Retrato pra Iaiá”. O show será no Ateliê Petiscaria e Bar, na Rua Chile, Ribeira. Portas abertas a partir das 22h e show às 23h. Ingressos AQUI.

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Espetáculo “Nosso Bodó” celebra a cultura nordestina no TAM

Redação

Com referência na cultura e no povo nordestino, o espetáculo Nosso Bodó – O Retrato do Nordeste, está na sua sexta montagem para o teatro. A apresentação terá seu retorno aos palcos nesta sexta, 26 de junho, às 19h30, no Teatro Alberto Maranhão com classificação indicativa livre e acessibilidade em Libras. A produção é idealizada e dirigida por Marcelo Pinheiro, com direção artística da professora e bailarina Tatyelli Raulino, produção de Émille Araújo e corpo de baile da Avivar Cia. Com foco em forró, o espetáculo passeia por diversos ritmos, com alegria e irreverência. Por meio da dança e teatro, ele passeia pelo cotidiano, costumes, fofocas, e história do povo nordestino com muito bom humor e sentimento. “É uma honra enorme poder fazer essa sexta remontagem no Teatro Alberto Maranhão e fazer mais uma entrega para o público. Vamos trazer a perspectiva de que o Bodó não é uma coisa velha, assim como a cultura, ele é vivo, sempre se reconstruindo e se reinventando a cada ano que passa”, comentou o diretor A diretora artística afirma que todos irão se identificar com a trilha e com as histórias contadas ao longo da obra. E comenta que nosso, palavra que dá título a apresentação, é tudo aquilo que nos pertence, são nossas dores e nossas alegrias que constroem nossa caminhada. Nesta sexta edição a produção veio com novidades “E o Bodó está de cara nova: nos figurinos, cenário, elenco e até mesmo nas coreografias, mas a nossa essência continua a mesma. No cenário e nos figurinos eu trabalhei um pouco do ar mais jovial e contemporâneo, trazendo a cor que representa força, terra, raízes, que é o que a gente tenta mostrar um pouquinho da nossa essência nordestina de ser e de viver”, ela relatou. O Nosso Bodó por meio do forró e da cultura nordestina permite que o Nordeste ocupe o lugar de protagonismo, dando importância e novos significados à cultura regional, visando valorizar, difundir e preservar a mesma, apresentando sua identidade, pluralidade e potência. Para Émille essa é a grande contribuição que a obra oferece para o cenário da arte, da dança e da cultura potiguar, demonstrando que temos algo que é nosso, identitário, e transformador, capaz de transpor limites sociais e geográficos, transformando a nossa região em bem simbólico brasileiro. Os ingressos podem ser adquiridos via sympla, com os bailarinos e também na bilheteria do teatro no dia...

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Motos na contramão da estrada

Milena Azevedo

O filme Sem Destino (Easy Rider), de 1969, exalta a contracultura, trazendo dois jovens que se rebelam contra o sistema, curtem ficar chapados e pegam a estrada para conhecer a América como ela é de fato. No entanto, perto do fim da jornada, um deles cai na real de que eles falharam, que a liberdade é ilusória e que estão prestes a se tornar o que mais desprezam. Porém, eles ainda exteriorizam os estereótipos da nova geração, da mudança que os agentes conservadores caretas temem e, por isso, são exterminados. Há um filme não muito conhecido, mas que se tornou cult nos anos 2000, que faz um contraponto excelente a Sem Destino, trazendo como protagonista os ditos “inimigos” dos hippies, os policiais. O filme é A Polícia da Estrada (Electra Glide in Blue), lançado mundialmente no Festival de Cannes de 1973, projeto do produtor musical do grupo Chicago, James William Guercio, que assina como diretor e produtor, acertando a mão de primeira (mas, infelizmente, esse foi seu único filme). Em A Polícia da Estrada, o protagonista é um policial baixinho, marrento e ambicioso, chamado John Wintergreen, que patrulha as rodovias do Arizona. Sendo ex-fuzileiro naval e veterano do Vietnã, ele é um sujeito extremamente correto, e não se deixa corromper. Apesar de fazer seu trabalho com eficiência, seu sonho é deixar a patrulha de moto na estrada para ser detetive da Homicídios. Ele não gosta muito dos hippies, tanto que no estande de tiro usa uma foto do Wyatt e do Billy como alvo, mas não chega a ver os hippies como ameaça, que é a forma como seu colega Zipper os enxerga, por isso não perde a oportunidade de metê-los em encrenca. O interessante é que Zipper, da mesma forma que o Billy, em Sem Destino, aparenta ser o mais descolado, gosta de ler HQs, de motos, e de fazer uma boquinha durante o expediente. John tem o colega em alta consideração, que parece ser seu único amigo. No entanto, o mundo de Big John cai quando descobre que seus colegas abusam do poder e se deixaram corromper. Embora se sinta deslocado, ele continua na polícia porque quer fazer a diferença, mas aí, os hippies que de tanto se ferrarem nas mãos dos colegas de John, vão entender que ele é igual e, num paralelo com o final de Sem Destino, terminam matando John com um tiro de espingarda....

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Lançamento do Edital BNDES Periferias Fortes Nordeste será lançado nesta terça

Redação

O BNDES, em parceria com o Instituto Ekloos, fará o lançamento do BNDES Periferias Fortes Nordeste, o maior edital de apoio ao terceiro setor na região. A iniciativa foi criada para fortalecer organizações sem fins lucrativos e coletivos ainda não formalizados que atuam em favelas e comunidades urbanas de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Durante o evento, transmitido ao vivo de Recife na próxima terça (30), a partir das 14h, serão apresentadas as principais informações sobre o edital, critérios de participação, benefícios do programa e detalhes sobre o processo de inscrição. Serão 85 organizações beneficiadas com capacitações, mentorias, apoio financeiro e conexão com uma rede de impacto social. O evento de lançamento será gratuito, com participação presencial em Recife (vagas limitadas) e transmissão online aberta ao público geral pelo YouTube do BNDES.

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Chococorn and The Sugarcanes leva a turnê Operação Embaixo d’Água a Natal

Redação

A Chococorn and The Sugarcanes segue na estrada com a turnê Operação Embaixo d’Água, que apresenta o álbum Todos os Cães Merecem o Céu (2026), lançado pelo selo +um HITS. O grupo já percorreu diversas cidades do interior paulista e da região Sul, consolidando uma das agendas mais extensas de sua trajetória, e também irá ao Norte e ao Nordeste do país. Nesta sexta (26), o grupo formado por Alexandre Luz (bateria), Pedro Guerreiro (guitarra solo), Pietro Sartori (baixo) e Pipe Bacchin (guitarra base) chega a Natal, no Backstage Bar. Formada em Santa Bárbara d’Oeste (SP), a banda se consolidou como um dos destaques da nova música brasileira ao desenvolver uma identidade própria dentro do que chamam de “emo caipira”. Influenciada por nomes como American Football e Radiohead, a Chococorn combina sensibilidade melódica com experimentação, em uma dinâmica que atravessa estúdio e palco, com todos os integrantes dividindo os vocais. A própria ideia de Operação Embaixo d’Água nasce dessa vivência contínua em turnê: um mergulho nas contradições da estrada, entre o desgaste físico, os deslocamentos constantes e a potência dos encontros. Ao longo das datas, o show vem se transformando, refletindo esse processo em tempo real. Esta segunda parte da turnê segue em ritmo intenso até julho, depois de ter passado, inclusive, por cidades de outros países, em Buenos Aires (Argentina) e em Montevidéu (Uruguai). SERVIÇOChococorn and The Sugarcanes @ Natal, RNData: 26 de junho (sexta-feira)Horário: A partir das 19hLocal: Backstage Bar – Rua Ulisses Caldas, 144, Natal (RN)Ingressos: https://blumie.com.br/event/QEBYWGWMPR

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silva nunes

10/03/2019|

Conhecido artisticamente por Silva Nunes (Poeta), o jovem Wedson Nunes Gomes da Silva, escritor, poeta e pesquisador santo-antoniense erradicado na cidade da Macaíba, na Grande Natal, lança, no próximo sábado (16/03), às 18h, a sua segunda obra literária que compõe a coleção “Macaíba Assombrada”. O evento está previsto para ser realizado na Praça Alfredo Mesquita Filho – Praça da Saudade – em frente ao cemitério da cidade. Em formato de literatura de cordel e contendo 32 estrofes em septilhas, o livreto é intitulado “O Lobisomem da Rua do Cemitério” e relata uma das muitas histórias do imaginário popular da terra de Auta de Souza sobre aparições de um bicho amarelado e peludo naquela região. Nomeado “A Negra do Riacho”, o escritor lançou o primeiro livreto da coleção em julho do ano passado, o qual já vendeu cerca de mil exemplares. “O lançamento do meu segundo trabalho dedicado à terra que adotei será aberto ao povão e contará com a presença de vários colegas artistas, que se apresentarão na ocasião. Música, poesia, teatro e outras atividades artísticas em praça pública para os macaibenses e os demais potiguares”, informa Silva Nunes, aproveitando para convidar todos a participar do evento cultural. FOTO: Edeilson...

nalva melo

10/03/2019|

Uma das figuras mais emblemáticas da Ribeira, Nalva Melo montou uma programação de aniversário para celebrar toda a pluralidade do Salão que mantém há 25 anos no bairro – um espaço de beleza e cultura, por assim dizer. “Nunca foi só um salão, ou só um café, ou só uma galeria de artes… Sempre foi um pouco de tudo e muito das pessoas que nos visitam”, diz Nalva. Então, serão cinco dias de eventos para todos os gostos. Confiram: 11/03 – Acervo Digital Nalva Melo Café Salão de Artes Visuais A intenção é revirar o baú de memórias do Café Salão. Com recortes de jornal, folheterias, imagens impressas, publicações, livros e revistas lançados nestes 25 anos de atuação sociocultural. Todo esse acervo estará à mostra – uma parte digitalizada e outro “ao vivo”- para que todos possam viajar por 25 anos de cultura potiguar! Horário: 9h às 18h durante toda a semana 12/03 – Dia de ação social Celebrando autoestima, o Salão vai atender de graça algumas pessoas sem condições de pagar pelos serviços do salão. Nos próximos dias será divulgado no Instagram de Nalva como fazer para participar. Fique de olho! 😉 13/03 – Sessão especial do Cineclube Com...

10/03/2019|

Cantor e compositor paulista, Lupe Albano se apaixonou pelo Rio Grande do Norte e veio alimentar as almas potiguares com sua poesia. Residente de Pium, Lupe encanta as noites litorâneas com suas canções, voz aveludada e seu violão de timbre doce. Confiram ‘Prometeu’, de sua autoria, com uma interpretação ímpar executada ao vivo para a ProSounds Session.

bodega de bastião

09/03/2019|

Para quem está habituado aos supermercados e shoppings da capital, com todas as comodidades proporcionadas pela modernidade, ao chegar na bodega de Bastião, diante do típico cenário tradicional do comercio de interior, que vai da velha balança no balcão, mortadela pendurada, papel de cigarro, fumo de pacote, café, lâmina de barbear, “vitamilho” e outras mercadorias postas nas velhas prateleiras, logo, o visitante terá a impressão de que o tempo parou nesse recanto potiguar, fincado na cidade de Lagoa Nova. É nesse lugar que Sebastião Martins, “Bastião Ribeiro”, que nesta última sexta-feira (3/8), comemorou 90 anos de idade e mais de 60 de bodega, trabalha. Bastião é um homem cujo o sobrenome do padrasto João Ribeiro de Carvalho (In-memória), ficou impregnado na memória popular, como uma espécie de codinome, devido a convivência e o costume interiorano. Como o mais antigo bodegueiro da cidade, ele continua como as atividades do pequeno comércio de secos e molhados, atendendo seus clientes, alguns deles, apreciadores de aperitivos, que passam para trocar algumas prosas ao pé do balcão, como nos velhos tempos se faziam em outras cidades da Serra de Santana, onde existiam confiança nas palavras empenhas, com amontanhados cadernos, cheios de compras confiadas para pagamentos...

09/03/2019|

MATINO Ao amanhecer todas as cidades se parecem. Só você ao despertar não se assemelha a ninguém nem a nada no mundo. No alto dos prédios imóveis pastoreia as nuvens o sol. A teus pés apascento o sonho. Para quando despertes o mundo não se pareça a nenhuma manhã conhecida. (Mário Ivo)

marcelus bob, por sergio vilar

08/03/2019|

“Contemporâneo”. Alerta ao leitor: haverá repetição da palavra ao longo do texto. Nada proposital. A justificativa é auto-explicativa pela temática abordada – a arte contemporânea. E também pela reprodução fiel às palavras do entrevistado: Marcelino William de Farias, conhecido no Beco da Lama e em 15 países europeus como Marcelus Bob, um artista plástico contemporâneo de vanguarda. A mistura de adjetivações, esta sim, é propositada. É que Marcelus Bob é múltiplo e suga ainda outras classificações indefectíveis à sua personalidade de cidadão possibilista. Dos grandes nomes das artes plásticas potiguares, Marcelus senta no bagageiro da frase do colega Fábio di Ojuara de que “toda merda agora é arte” para contestar gestores e “público”, mas ao seu modo: “toda arte agora é merda”. Marcelus Bob é um artista às antigas. Gosta de afirmar e reafirmar que se move tão somente pelo trinômio “tela, tinta e pincel”, sem aderir às tendências artísticas da dita arte urbana ou outros vieses das artes visuais contemporâneas. Mas é com a tela, a tinta e o pincel que Marcelus Bob já produziu mais de 5,5 mil obras de arte e 30 séries temáticas espalhadas aqui e alhures. Não à toa já recebeu da revista alemã Neve...

ireno gaspar

08/03/2019|

Ireno Gaspar é cantor/compositor nascido em Belém do Pará e radicado em Natal. Faz parte da nova geração de artistas autorais da cidade e vem preparando uma série de lançamentos para 2019 pelo selo Rizomarte Records, começando pelo single ‘Um Sol pra cada um’, que anuncia parte do universo sonoro e poético que irá compor seu primeiro EP. Com muito swing e poesia em suas canções, as músicas de Ireno Gaspar passam por uma abordagem pop/eletrônica cheia de brasilidade unida a outras influências, como o rock, funk e a soulmusic. A composição, de sua autoria, conta a história do reencontro de Ireno com sua terra natal (Belém do Pará) depois de 18 anos de distanciamento. A canção aborda a cultura e mística da região Norte e contou com produção musical de Walter Nazário. Além do EP, o cantor também irá uma lançar uma série de vídeos no youtube durante 2019, através de projeto audiovisual chamado Nakombi Sessions. Escute ‘Um Sol pra cada um’: Spotify: spoti.fi/2Xq7ZcC Deezer: bit.ly/2XsGwqJ AppleMusic: apple.co/2UbtbRx Assista ao Lyric Video:

Dia da Mulher marca início do projeto para resgatar história de Nísia Floresta

08/03/2019|

No Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira (8), marca o início oficial do projeto Morada da Memória Nísia Floresta. O cemitério e crematório Morada da Paz financiará a iniciativa “Nísia Floresta: um mulher à frente do seu tempo”, que entre suas atividades contempla a biografia de Nísia Floresta, a ser escrita por Constância Lima Duarte, pós-doutora pelas universidades federais de Santa Catarina e do Rio de Janeiro (UFRJ). A proposta do projeto Morada da Memória é perpetuar o legado de quem faz a história e a cultura potiguar, resgatando e valorizando figuras que se destacaram no Rio Grande do Norte. Entre as personalidades já homenageadas, estão o jornalista Aluízio Alves e a escritora Auta de Souza. Produzido por Mariana Hardi, “Nísia Floresta: uma mulher à frente do seu tempo” é uma iniciativa da professora Constância, apoiado pelo Morada da Paz e pela Prefeitura do Natal. Nísia é conhecida como a primeira educadora feminista do Brasil. O projeto está em desenvolvimento e o lançamento do livro será realizado ainda este ano.

exposicao fotografica pilares vivos

08/03/2019|

A exposição ‘Pilares Vivos’, de Jéssica Bittencourt, reúne fotografias que revelam as condições dos moradores em situação de rua que hoje ocupam os pilares da Ponte Newton Navarro. Através de um olhar que combina antropologia e urbanismo, a artista reporta-se às adversidades da cidade contemporânea, tendo como foco o problema crescente da desigualdade socioespacial que termina por desembocar nos habitats invisíveis. Com curadoria de Stephanie Bittencourt, ‘Pilares Vivos’ lança mão de recursos de som e iluminação afim de transportar o público para a atmosfera das ocupações. Dessa forma a exposição proporciona uma singular experiência psicológica e sensorial, enquanto atua, também, como denúncia da contradição em torno de um dos principais cartões postais da cidade de Natal. O projeto, selecionado pela Galeria Sesc Cidade Alta através de edital patrocinado pelo Fecomércio RN, tem evento de lançamento gratuito marcado para o dia 13 de março, às 19 horas, incluindo conversa com a artista e outras apresentações, de dança e música, que dialogam com o tema. Após a vernissage a exposição fica aberta à visitação na galeria diariamente no horário comercial do SESC (9h-19h) até maio. Sobre Jéssica Bittencourt Jéssica Bittencourt é arquiteta e urbanista pela UFRN com graduação sanduíche pela University of...

o menino que descobriu o vento

08/03/2019|

Lembro de Oswaldo Montenegro desconhecer a resposta de uma questão de vestibular a respeito da interpretação de uma canção sua. Ou seja: o formulador da pergunta “viajou” na letra e pedia uma resposta compatível com sua interpretação. Citei o fato porque li algumas críticas ao longa ‘O Menino que Descobriu o Vento’. Muitas delas enxergaram ou até criticaram (como esta aqui do site Metropoles) a falta de mais conteúdo político no filme, de desigualdades econômicas e tal. Vejam: o filme é praticamente a narração de um menino de 13 anos. O filme do diretor Chiwetel Ejiofor, ao meu ver, se amparou nessa visão, que logicamente, não poderia se aprofundar em contextos políticos. A intenção foi realmente mostrar uma bonita história, real e inspiradora. E com belíssima fotografia. O protagonista é William Kamkwamba (Maxwell Simba), adolescente residente na comunidade Wimbe, na pobre região do Malawi. Sem água para colheita, a fome assola a região e ameaça um morticínio. O caos provoca saques e desordem. William usa de suas habilidades em eletrônica para montar uma torre de energia eólica para gerar eletricidade, bombear água para as terras secas e salvar a comunidade da fome. É um filme realmente emocionante, bonito, de final...

Nathalia Santana

08/03/2019|

Chamar a atenção e despertar o interesse do público pelo seu projeto, evento ou trabalho artístico é sempre um desafio, afinal de contas estamos todos sendo bombardeados constantemente por demasiadas informações, sejam no ambiente digital ou no ambiente off-line. É preciso planejar e executar um trabalho de comunicação em múltiplas plataformas com foco na complementariedade dos meios de mídias, já que cada um vai atingir uma parcela do público de uma forma, em um determinado momento ou situação, produzir um impacto e por fim gerar os resultados esperados. A produtora cultural Nathalia Santana tem se dedicado a pesquisar e executar planos de mídias para seus projetos e outros para os quais presta serviço desde 2008 e irá compartilhar de seus estudos e cases nesta oficina com duração de 12 horas, a ser realizada nos dias 14, 15 e 16 de março no Abayomi Natal (R. Ezequias Pegado, 1021 – Tirol). Nathalia é CEO da Pinote Produções, coordena a produção e comunicação de projetos como o Burburinho Festivas de Artes e Cine Verão, suas iniciativas mais recentes e de maior relevância no estado atualmente, além de prestar serviço para diversos projetos culturais da cidade, assim como ministrar oficinas e palestras, tendo...

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Podcast Papo Galado

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Sergio Vilar
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