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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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baiacu na vara

11/02/2019|

A tradição de 29 anos do bloco Baiacu na Vara vai se espalhar por Ponta Negra a partir deste sábado em uma ramificação do bloco. Mas calma, o dia tradicional de folia na quarta-feira de cinzas na Redinha está fincado na história e nada muda. Com o nome Baiacu Astral, o primeiro ano do bloco se concentra no Astral Sucos, na orla de Ponta Negra, a partir das 15h e segue o percurso até o Espaço Du Sol, às 18h30. Animação fica por conta de Rosinha Fonseca, da Orquestra Astral, da Banda Leão de Judá e do tradicionalíssimo cantor e compositor João Mendonça, que também pede licença à Redinha para emprestar no Litoral Sul. No sábado seguinte, dia 22, o Baiacu Astral se concentra no Bar do Caranguejo, às 16h, e segue até o Mercado de Ponta Negra. No domingo de carnaval é o dia da folia oficial do novo bloco, com concentração no bar Só Mais Uma, às 20h, animado pela Banda Detroit, e com percurso até o local do show da cantora Margareth Menezes. A fundadora do bloco, Cristina Medeiros lembra que o Baiacu na Vara é constantemente convidado a se somar aos carnavais de outras localidades. Há...

quincy jones

10/02/2019|

O Omelete divulgou há pouco a lista de alguns vencedores do Grammy 2019, conforme anúncio oficial na cerimônia. Mas acho que vale mesmo saber os indicados pra termos uma listinha bacana para conferir em casa. Confere aí cada categoria, com alguns vencedores já anunciados em negrito. Recomendo demais o doc musical Quincy, vencedor de sua categoria. E o badalado clipe This is America também levou a caneca. Ah, e lembram quando eu disse AQUI que o rock morreu? Discussão antiga e tal, mas confere aí o resultado nas categorias mais generalistas. Onde está o velho e bom rock’n roll? Álbum do ano Invasion of Privacy – Cardi B By the Way, I Forgive You – Brandi Carlile Scorpion – Drake H.E.R. – H.E.R. Beerbongs & Bentleys – Post Malone Dirty Computer – Janelle Monae Golden Hour – Kacey Musgraves Black Panther: The Album – Kendrick Lamar Gravação do ano “I Like It” – Cardi B, Bad Bunny & J Balvin “The Joke” – Brandi Carlile “This is America” – Childish Gambino “God’s Plan” – Drake “Shallow” – Lady Gaga e Bradley Cooper “All The Stars” – Kendrick Lamar e SZA “Rockstar” – Post Malone feat. 21 Savage “The Middle” –...

metal open air

10/02/2019|

A Netflix colocou na prateleira um doc obrigatório aos produtores culturais. Conta o fiasco do Fyre Festival, promovido como festival de música para ricaços, sob o azul turquesa de uma ilha privada nas Bahamas, com festas em iates, presença de topmodels e influencers; luxo cinco estrelas por onde se olhasse. O evento, para além do desastre midiático e prisão dos organizadores, por pouco não se tornou uma tragédia. Mas nesta matéria do Uol lembra que, cinco anos antes, em 2012, a promessa de um mega festival de metal em São Luís, no Maranhão, aconteceu algo parecido. O Metal Open Air foi divulgado como o maior encontro do metal das Américas e se transformou em um dos maiores fiascos da história dos festivais do país. Seriam 47 bandas, infraestrutura de primeiro mundo. Mas apenas 13 delas se apresentaram. “No entendimento do Ministério Público, fãs passaram por situações insalubres e ‘foram tratados como indigentes'”. A matéria conta esta crônica de um fiasco anunciado.

jack kerouac

09/02/2019|

Croniketa da Burakera #25, por Ruben G Nunes Vivemos um tempo kafkaniano. Há uma doidura estranha no ar global. Desde os bagos, xanas, passando pelo pão-nosso de cada dia, até os voos d’alma de cada um, há uma desembestada emergência-da-violência. Tá tudo baratinado. Zumbís bandalhos, politiqueiros fanatiqueiros, black-bocs anarq-drogados, traficantes bem armados, terroristas e horroristas, passeiam pelo nosso cotidiano e imaginário. E vão quebrando nossos copos e sonhos. Parece que o horror da barragem de Brumadinho rompeu dentro de cada um de nós. Avalanches de detritos e lamas sociais, criados por nós mesmos, invadem ruas, imprensa, Câmara, Senado, Tribunais, shopis, bares, cafofos, motéis. E corações. Almas poluídas. Mundo, mundos… Vários mundos nos atravessam. E nos atravancam. De cabo a rabo. Do mundo real ao mundo virtual ao mundo das politicalhas ao mundo da bandidagem. E trollam com a gente. Desgraceiras desgranidas. Um quase estupro social coletivo. Tudo digital e de alta tecnologia é verdade. Mas também de alta periculosidade pra cada um. É bronca todo dia, mané! Por onde ir? Em que mundo estar ou não estar? Bombordo ou Boreste?… Estados Unidos ou China? Direita ou Esquerda?… Real ou digital?… Na boca do forno? Fooorno!!! Farão tudo que seu Mestre...

jania ssantos, gira dança

09/02/2019|

O tradicionalíssimo bloco d’As Kengas celebra 36 anos de irreverência este ano e se mantém moderninho. O tema deste ano será Konectadas. Conexão com o deboche, com a pluralidade, com o humor livre, às vezes ácido e às vezes crítico. Para animar o desfile, o padrinho de carnaval foi anunciado esta semana. Com uma lista de sete nomes à mesa sugeridos por Lula Belmont e Ricardo Nelson, a Funcarte escolheu Sidney Magal! Mas a madrinha do bloco e a madrinha dos artistas também foram definidas. E anunciamos por aqui em primeira mão. A madrinha dos artistas será a bailarina da companhia Gira Dança, Jânia Santos, uma anã cheia de talento. A coordenação do bloco já prepara uma entrada triunfal para ela mostrar seu verdadeiro tamanho. E madrinha do bloco será a cantora Larissa Costa, que tantos shows promoveu no Bardallos desde o ano passado. Agora é esperar domingo de carnaval, meio de tarde, no Centro Histórico de Natal. Não é difícil achar o bloco. Basta seguir a animação escrachada.

09/02/2019|

Ninguém consegue me convencer de que Lula é inocente. Ninguém consegue me convencer de que Bolsonaro é honesto. Não vai nisso qualquer ranço pessoal, pois ambos estão em patamares tão distantes de mim que não cabe, na minha pequenez, qualquer relação pessoal. São deuses fanatizados e postos em altares. Cujas imagens merecem, para mim, iconoclasta, apenas um olhar irônico. Mais de pena dos adoradores do que de escárnio aos adorados. Repito: Um não é inocente nem o outro é honesto. Fica o dito no campo da presunção, pois não disponho de provas para acusá-los. E sem provas ou acusação específica, resguardo-me da imputação de calúnia. Posto que na tipificação criminal, do nosso Direito Penal, não exite o tipo calúnia presumida. Apenas passo no patamar dessa igreja, sem nela adentrar, observando de longe a liturgia dos idiotas. A idiotice também não é crime. Nem contravenção. É apenas um pastoril de cores sem quermesse, que deixa a cada lado o exercício de apedrejar a Diana.

marco da costa

09/02/2019|

Depois de dois anos longe dos palcos potiguares, Marco da Costa retorna ao projeto Som da Mata, no final da tarde deste domingo. Acesso por apenas R$ 1 ao Parque das Dunas. Ele, junto aos músicos Daniel Ribeiro no contrabaixo e Diego Silva na bateria, vão apresentar composições do seu novo álbum, gravado pela orquestra internacional Jatobá Big Band, formada por músicos brasileiros e europeus, uma fusão de suas raízes brasileiras com sons jazzísticos contemporâneos. Marco Antônio da Costa é natalense e vive na Áustria desde 2008, onde fez mestrado em Guitarra Jazz com especialização em composição na renomada Universidade de Música e Artes Dramáticas de Graz. Além de executar o instrumento de cordas, é arranjador e regente.

zila mamede

09/02/2019|

MOTIVOS DE ESPANHA 1 – Quando eu era repórter do jornal Tribuna do Norte, de Natal, fui entrevistar Câmara Cascudo por motivo da indicação do seu nome para compor o Conselho Federal de Cultura. Da conversa com o escritor, que se estendeu sobre vários assuntos, resultou ampla reportagem de página inteira. A certa altura, Cascudo disse haver terminado de escrever um livro – “Motivos de Espanha” – sobre a presença espanhola na vida cultural do Brasil. Esse livro não foi publicado. Que fim levou? GRAÇAS, ZILA MAMEDE 2 – Pesquisando coleções de velhos jornais e revistas, o escritor Thiago Gonzaga nos forneceu cópia de uma que encontrou no jornal A Ordem, de Natal, a seguinte nota: GRAÇAS Zila Mamede agradece a N. S. do P. Socorro, uma graça alcançada, com promessa de publicar. Natal, 28 de fevereiro de 1945 Eis aí um dado interessante para a biografia da poeta – sua religiosidade. Aspecto este, aliás, que não se acha de modo explícito em sua obra. Zila – vale notar – tinha, então, 17 anos de idade. No mesmo jornal, edição de 15-03-1956, consta a seguinte notícia: “Quase Lua” é o título de um novo livro da poetisa Zila Mamede, o...

Bex

08/02/2019|

O Festival Solidário apresenta sua primeira edição unindo diversas bandas do novo cenário potiguar, além de artistas visuais, workshop e flash tattoo no Espaço Moara, em Ponta Negra, a partir das 15h deste domingo. No line-up, o festival conta com as bandas Ardu, BEX, Uma Sra. Limonada, Luan Bates e Ciro e a Cidade apresentando seus mais recentes trabalhos. Nas artes visuais, o evento terá exposições dos artistas Filipe Marcus, Maluz e Nayara White. Haverá também um workshop de acrobacia com o professor Kleiton José e Flash Tattoo com a equipe do Estúdio Coven, também de Natal. E porque o nome Festival Solidário? O arrecadado com o evento será revertido ao tratamento do cachorro Thoby, um poodle de estimação de músicos da banda Tertuliê e que sofreu ataques de outro cão que lhe deixou com fraturas. Ingressos antecipados a R$ 15; na hora, a entrada custará R$ 20. SERVIÇO Festival Solidário – 1ª Edição Data: 10/02/2019 Horário: 15h às 20h Entrada: R$15 (antecipado); R$20 (na hora) Local: Espaço Moara – Rua das Conchas, 2199, Ponta Negra. Vendas na Sympla: AQUI

balanço do morro

08/02/2019|

Quer ganhar uma fantasia irada para curtir o Carnaval de Natal? Aproveite o evento promovido pela escola de samba Balanço do Morro neste sábado, quando acontecerá o sorteio, além de outros itens. O evento Tardezinha Verde e Rosa será animado pelo grupo Além do Normal, Andiara Freitas, Rogério Lucarino, SambaCom e Eri da Balanço. A entrada no evento custa R$ 10 e dá acesso automático aos sorteios, além de shows. Você estará também ajudando a escola a fabricar suas alegorias, pois muitas ainda não estão prontas pela falta de recursos. Se você não for sorteado não fique triste, pois poderá comprar uma fantasia (a partir de R$ 50) no próprio evento ou através das redes da escola. Mas se você não curte desfiles, mas quer ajudar, poderá comprar uma camiseta do enredo 2019 (R$ 30), se associar a escola, prestigiar os ensaios (gratuitos às sextas que antecedem o carnaval) e também o desfile gratuito que acontecerá no domingo, dia 3/3, na Avenida Duque de Caxias, Ribeira. Sobre a Balanço do Morro A escola é uma das escolas mais antigas em atividade e foi fundada em 1966 pela família Lucarino no bairro das Rocas. É atualmente a tricampeã do carnaval de...

skarimbó, por rudá de melo

08/02/2019|

A prévia carnavalesca do Porão das Artes se dá ao estilo eclético que sempre marcou a programação da casa, point cultural do Pium. Se não é frevo nem marchinhas, a trilha sonora traz animação e suingue com shows de Cleudo Freire e os Bambelocos e o sexteto Skarimbó, com seu estilo caribenho. Serão seis horas de arte no espaço convidativo do Porão. Tudo por apenas 1 kg de alimento ou R$ 3, que serão doados ao Mãe Luíza Espaço Solidário. Os shows integram a 50ª edição da Feira da Diversidade, que acontece das 12h às 20h e traz, como diz o produtor do evento, Nelson Rebouças, “de quase tudo um pouco”. Desde lançamento de livros, bazar de economia criativa, saraus e outras atrações artísticas ainda a confirmar. O evento tem o apoio do Cartório Paiva Amaral, Sindprevs, Geap e Fundação Parnamirim de Cultura. SERVIÇO 50ª Feira da Diversidade Onde: Porão das Artes Beach (Rua da Aurora) Data: dia 10, neste domingo Hora: a partir das 12h Acesso: 1 kg de alimento ou R$ 3 (doação ao Mãe Luíza Espaço Solidário) Mais infos: 9 9922-8188 FOTO: Radar/ Rudá de Melo O Porão das Artes é um espaço que existe desde 2013...

Banda Acruviana lança single em estilo “new brega praieiro”; ouça!

08/02/2019|

A banda mossoroense Acruviana celebra hoje cinco anos de estrada com o lançamento do single ‘Sereia’, disponível em todas as plataformas de Streaming e também no youtube. Acruviana que vem do termo “cruviana” que denomina o som do vento, o termo também faz parte do imaginário popular da região fazendo parte de algumas lendas. A banda de rock tem influencia dos movimentos do udigrudi recifense e manguebeat, e tenta trazer isso ao novo, ao moderno. As letras geralmente retratam as crises sociais, comportamentais e filosóficas. O single Sereia trás uma pegada mais “new brega praieiro” e fala de uma paixão mítica entre o eu lirico e a personagem “sereia”. E integra uma serie de lançamentos com o EP “Zé e a paz inquieta” e que também terá o lançamento de um clipe ainda no primeiro semestre. Eu gostei. Até mais do que outras canções da banda, que é muito boa. E vocês? Confiram aí: FICHA TÉCNICA Vocal: Max Medeiros Backing vocal : Adeilson Dantas, Bob Aquino, Caroline Melo, Gabriela Mendes Guitarras: Igor Jácome e Thiago Romero Baixo: Yuri Alves Clave: Mykaell Bandeira Bateria: Kecinho Oliveira Composição por Max Medeiros Gravado no estúdio Sonora ProMusic no mês de Fevereiro Mix e...

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