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Nosso gosto por cervejas muda com o tempo?

Olá, cervejeiros, saudações! Quem acompanha as postagens no blog há algum tempo percebeu que as últimas colunas foram direcionadas àqueles que estão iniciando no fantástico mundo das artesanais. Então, hoje,

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Geraldo-Cavalcanti-Sangue do Barro

Viva Gerafilmes, viva!

por Fábio DeSilva Geraldo Cavalcanti, ou para mim, Gerafilmes. Era assim que eu o chamava devido a produtora que ele criou.  Acredito que conheci Geraldo nos anos 2000 através do

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Para amanhecer poesia de José Bezerra Gomes

MENINICE Minha primeira arma branca foi uma rucega…   Menino desadorado…   E meu maior desejo era ser cangaceiro…   Zé Moleque… Jesuíno Brilhante… Capitão Antonio Silvino… (José Bezerra Gomes)

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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filmes potiguares

02/04/2020|

por Diana Coelho Coletivo Foque Embora listas sempre me pareçam insuficientes, compreendo que também servem para visibilizar produções que, muitas vezes, permanecem desconhecidas pela maior parte da população norte rio-grandense. Assim, decidi reunir 15 curtas e médias-metragens potiguares lançados na última década que estão disponíveis online, e ainda 3 webséries. Há inúmeras obras que poderia indicar, mas muitas ainda não estão disponíveis na rede. Obviamente, trata-se aqui de uma listagem pessoal. Incentivo vocês a deixarem outras indicações nos comentários ou compartilharem suas próprias relações 😊 1. A Parteira (2019), de Catarina Doolan Fernandes A Parteira é um documentário protagonizado por Ana Maria Valcácio, mais conhecida como Donana, parteira tradicional de São Gonçalo do Amarante. Com sua sabedoria e espontaneidade, Donana tem cativado o público e a obra tem emplacado inúmeras premiações. https://www.youtube.com/watch?v=I8Q7skbRjco&feature=emb_logo 2. Verde Limão (2018), de Henrique Arruda Desde seu filme de estreia, “Ainda Não Lhe Fiz Uma Canção de Amor” (2015), Henrique Arruda tem produzido curtas-metragens interessantíssimos, em sua maioria com personagens LGBT. Em “Verde Limão”, uma veterana Drag Queen, prestes a entrar no palco pela última vez, revisita todas as cicatrizes que formam o seu carnaval. 3. Nada Foi em Vão (2018), de Sihan Félix O documentário...

dream is over

02/04/2020|

O rebolado de Elvis naqueles meados da década de 50 era censurado na TV norte-americana. O Rei do Rock mexia com os quadris e com a moral da família conservadora. Mas não tardou para ganhar o mundo. Era impossível frear aquela onda. Depois vieram quatro cabeludos de Liverpool. A maior banda de todos os tempos habitou a mágica década de 60, ainda tensa pela Guerra Fria e um possível conflito que acabaria com o mundo. Era preciso viver intensamente. Em 1969, dream is over? Talvez. E talvez por isso tantos reunidos em um festival despretensioso. E ali, no meio da lama, a história, a contracultura, a paz e o amor. E a voz rasgada de Joe Cocker… “I get high with a little help from my friends” (Eu vou longe com uma pequena ajuda dos meus amigos). Sim, os Beatles ainda estavam ali, na interpretação épica do blueseiro britânico. With a Little Help From My Friends foi a voz ecoada de Woodstock. Ajuda mútua para ir longe, para ir além do conservadorismo, além da Guerra Fria, além de Nixon, além do Vietnã. Por aqui, em 1975, aconteceu um Woodstock brazuca. O Festival de Águas Claras, numa fazenda em Iacanga, interior...

Tem edital aberto para videoaulas sobre várias áreas da cultura

02/04/2020|

O portal BDMG Cultural está com edital aberto para ajudar financeiramente pessoas que tenham conhecimento em história, antropologia, gestão cultural, artes e outros setores de cultura. Inscrições até 8 de abril. Cada proposta selecionada receberá o valor de R$ 1.000,00 (mil reais) a serem pagos após a disponibilização das videoaulas, com as especificações definidas no edital para o canal do YouTube do BDMG Cultural. O edital é voltado para profissionais da área cultural residentes em Minas Gerais de acordo com as seguintes categorias: gestão cultural técnicos da cultura designers literatura artistas (artes visuais, artes cênica, dança e música) fotografia e audiovisual história e antropologia Para acessar o edital, clique AQUI.

FJA suspende inscrições ao edital do Registro do Patrimônio Vivo

02/04/2020|

Em virtude das medidas do Governo do Estado e as orientações das autoridades sanitárias do Brasil e do mundo para o enfrentamento da pandemia do Coronavírus, a Fundação José Augusto (FJA) suspendeu, por tempo indeterminado, as inscrições para o 3º Concurso Público do Registro do Patrimônio Vivo (RPV-RN), dirigido a mestres e mestras com significativa importância à cultura tradicional e popular do Rio Grande do Norte. A FJA ressalta que o atendimento presencial está suspenso e o público alvo do edital é composto de idosos que, em sua maioria não dispõe dos meios eletrônicos para o atendimento virtual. O RPV-RN tem por finalidade o apoio financeiro à preservação dos processos de criação, técnicas, modos de fazer e saberes da Cultura Tradicional e Popular do RN, mediante o desenvolvimento de ações, atividades e/ou projetos realizados por pessoas naturais ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Rio Grande do Norte, com atuação comprovada no Estado há mais de 20 anos. A FJA avaliará as melhores condições para abrir as inscrições do edital do RPV tão logo as condições sanitárias do Brasil e do RN estejam normalizadas.

Foto Augusto Junior eutropykos

02/04/2020|

O cantor e compositor Felipe Nunes lança, nesta sexta-feira (3), o EP Eutropykos, pelo selo Rizomarte, com cinco canções disponibilizadas nas plataformas digitais. O processo criativo que resultou na sonoridade do Entropykos durou um ano e o resultado final é uma mistura consistente entre elementos sonoros orgânicos e eletrônicos. O disco conta com participações especiais que deram corpo e movimento a cada uma das canções. Dar corpo não apenas como uma metáfora, mas sim como uma busca por conexões viscerais entre passado, presente e futuro através da musicalidade. Nessa ligação umbilical entre os sons e a força poética das letras e melodias, o EP se apresenta como um delicado microcosmo sonoro-poético povoado pela ancestralidade negra e indígena que ancoram e norteiam a formação histórico-cultural brasileira. “O EP buscou contar a história através de narrativas contra-hegemônicas. Viemos de muitas direções e temos inúmeras histórias para contar. Neste sentido, o Entropykos nasce da simbiose entre entropia (termo da física onde, a grosso modo, afirma que estamos sempre a se multiplicar e se movimentar) com a palavra tropicalismo”, conta o autor. E diz mais: “O tropicalismo foi a minha primeira escola filosófica-musical ainda na adolescência. O nome é um reflexo literal do trabalho,...

racine santos, por emanuel amaral

01/04/2020|

Quando se trata da dramaturgia produzida no Rio Grande do Norte, um nome surge, com destaque: Racine Santos. Na verdade, parece-me justo considerá-lo o maior dramaturgo norte-rio-grandense de todos os tempos. E não é favor dizer isto. Qualquer pessoa medianamente informada sobre a história da nossa arte cênica, concordará comigo. Nosso Estado não teve um Ariano Suassuna, glória de Pernambuco, embora nascido na Paraíba; não teve um Nelson Rodrigues, um Dias Gomes, ambos, por sinal, também nordestinos da gema – para citar apenas três expoentes. Dentre os nossos dramaturgos e comediógrafos, podemos mencionar, afora Racine Santos, uns poucos: Segundo Wanderley (patrono da cadeira nº 16 da ANRL), Meira Pires, Sandoval Wanderley; nenhum, porém, mais importante do que Racine Santos, em termos de criatividade e renovação estética. Sandoval e Meira Pires foram, principalmente, homens de teatro, isto é, animadores do movimento teatral em nossa província. Se Racine vivesse em São Paulo ou no Rio, seu nome teria, sem dúvidas, projeção nacional, mas, ele não quis e não quer outro lugar para morar e amar senão a sua Natal de nascença. E Natal, como já disse outro “provinciano incurável”, não consagra nem desconsagra ninguém. No entanto, o reconhecimento da sua obra é...

Tribuna do Norte dedicará apenas uma página à cultura

01/04/2020|

O jornal Tribuna do Norte, o maior em atividade no Estado potiguar, demitiu mais uma leva de funcionários após a demissão em massa de 2016. Dessa vez foram 20 do corpo funcional do jornal, sendo sete jornalistas da redação. Para o setor cultural a perda foi a pior. O caderno de cultura Viver foi extinto. O espaço destinado à cultura será de apenas uma página inserida dentro do caderno Natal, provavelmente escrita pelo decano jornalista Tádzio França. Além do caderno, a experiente Cinthia Lopes, editora do Viver por mais de duas décadas, foi demitida. Ela e o repórter Ramon Ribeiro, que nos últimos anos foram a resistência da Cultura no jornalismo impresso. O caderno Fim de Semana, editado por Cinthia e escrito por Tádzio, por enquanto está suspenso pelas férias do repórter, mas vai voltar em tamanho bem menor, talvez com um texto de lazer. E assim, após o saudoso “Muito” do Diário de Natal, o setor cultural perde mais um importante espaço. O último no jornalismo impresso. Sobram os blogs? Qual? Quantos? Com qual apoio? Com qual ritmo de atualização? Com qual linha editorial? Analisem bem, queridos leitores, a situação. Praticamente não temos mais jornal impresso. Em Natal, apenas...

Todas as segundas e quartas terão lives com artistas potiguares

01/04/2020|

Uma programação cultural pela internet ao vivo, mobilizando artistas do Rio Grande do Norte. Essa é a proposta do projeto Arte Potiguar em Casa, que iniciou suas atividades com o cantor e compositor Pedro Mendes, nesta quarta-feira. Com apresentações de música, dança, poesia e performances, a live cultural acontece as segundas e quartas, sempre às 10h, na rede social do Facebook do ADURN-Sindicato. A iniciativa surgiu da diretoria do Sindicato dos professores da UFRN para incentivar as pessoas a se manterem dentro de casa, em isolamento social, de forma mais leve, divertida e cultural. Mas também para buscar dar visibilidade aos artistas do estado do Rio Grande do Norte e estimular esta área que está sendo afetada pelo cancelamento de incontáveis eventos e programas culturais. O Arte Potiguar em casa abre canais online de comunicação para promover o encontro da sociedade com atrações culturais variadas. O público, de casa, poderá assistir às apresentações e interagir com os artistas. Todas as segundas e quartas, 10h, #ArtePotiguarEmCasa

ciclovia - ciclovivo.com.br

01/04/2020|

Desde que foi anunciado o período de quarentena, para evitar o aumento de casos da Covid-19 (causada pelo novo coronavírus), voltei a me exercitar, algo que, aliás, deveria ter feito há mais tempo. É sempre assim, aquela velha culpa por ter uma vida sedentária quando se pode fazer algum exercício físico diariamente e, de quebra, ter mais disposição e qualidade de vida. Bem, vou tentar não parar dessa vez. Prometo. Tenho realizado minhas caminhadas no final da tarde, mas estou pensando em alternar os horários e sair alguns dias pela manhã. Geralmente acordo cedo e gosto de sentir a brisa matutina, especialmente antes de o sol ficar muito quente, como se diz por aqui. Hoje fui caminhar pela manhã, aqui mesmo onde moro, no bairro de Neópolis, mas confesso que desejei estar em outros lugares mais adequados (e inspiradores) para se exercitar, digamos assim: o Parque das Dunas, a praia de Ponta Negra… Bem, mas esse é um outro assunto sobre o qual é melhor não pensar agora, pois não sabemos quanto tempo durará nosso isolamento social. O mais importante (e urgente) agora é preservar a saúde da população e evitar que mais pessoas se contaminem pelo coronavírus, especialmente os...

EDTAM realiza videoaulas em período de isolamento social

31/03/2020|

Neste momento de enfrentamento à pandemia do coronavirus, a Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM), administrada pela Fundação José Augusto, prossegue as suas atividades, utilizando as redes sociais. As aulas da escola estão suspensas desde 17 de março como medida de prevenção determinadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte. A escola mantém suas aulas, através de videoaulas de balé, tutoriais de maquiagens, e coques de cabelo durante o período de isolamento social. As atividades são direcionadas aos alunos, que estão em suas residências, enviadas diariamente pelos grupos de whatssapp da EDTAM. Através de vídeos são realizados aquecimentos, exercícios e tarefas aos alunos, além de cuidados preventivos para evitar o contagio e recomendações para a permanência em suas casas. As aulas são ministradas pelos professores Bruno Borges, Everlly Christinny, Fábio Matheus, Gabriela Gorges, Júlia Vasques, Lidiane Soares e Margoth Lima, sob a coordenação da diretora da EDTAM, Wanie Rose. Diariamente às 15h ocorrem videoaulas ao vivo ministradas pelo professor Fábio Matheus, através da plataforma Zoom, para bailarinos do 4o ao 8o ano. “Neste momento de isolamento social delegamos algumas funções aos nossos professores, para que utilizassem as mídias sociais e criatividade para transmitir os conteúdos das...

TAM

27/03/2020|

Neste 27 de março é comemorado o Dia Mundial do Teatro, data fundamental aos artistas que fazem do palco a expressão das suas vidas. O Dia Internacional do Circo, também celebrado nesta data, é lembrado pela Fundação José Augusto pela arte e resistência dos seus artistas que expressam seu talento através dos picadeiros. Junto a estas celebrações a atual gestão assinala o aniversário do Teatro Alberto Maranhão (TAM), inaugurado em 24/03/1904 pelo então governador Alberto Maranhão. Após 116 anos de existência e resistência, o prédio centenário do TAM, atualmente administrado pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, passou por algumas reformas importantes ao longo de sua história: no biênio 1959-60, no biênio 1988-89, em 2002 e a última em 2004, ano do seu centenário. Restauro Fechado há cinco anos, a obra atual do teatro histórico foi iniciada em agosto de 2018, com recursos do Programa Governo Cidadão/Banco Mundial e Secretaria Estadual de Turismo, no valor de R$ 7.676.513,16. Na atual gestão foi formalizada uma readequação da planilha contratual, alterando o valor do contrato de R$ 7.676.513,16 para R$ 9.631.714,84, passando a contemplar serviços que não estavam previstos anteriormente e que são comprovadamente necessários à execução da obra. O...

camila masiso

27/03/2020|

O Festival Cultura Em Casa é uma articulação do SEBRAE RN com artistas potiguares – com realização das empresas Atena Marketing e Conteúdo, Ama Produções Criativas e Green Point Produções – para levar a nossa cultura até a casa dos espectadores, durante o período de isolamento social devido a pandemia do COVID-19. O festival terá diversas apresentações através de lives, a princípio de música, a partir da próxima segunda-feira, 30 de março. A iniciativa tem o objetivo de divulgar o talento dos artistas potiguares, promovendo uma integração entre eles e também com os seus públicos, gerando uma conexão potiguar por meio das plataformas digitais. Vamos curtir e valorizar a nossa música, e fazer a nossa parte ficando em casa! Festival Cultura Em Casa Programação 30 de Março – Segunda-feira 18h30 – Sergio Groove 19h – Camila Masiso e Diogo Guanabara 19h30 – Samara Alves 31 de Março – Terça-feira 18h30 – Jubileu Filho 19h – Carol Benigno 19h30 – Valéria Oliveira 01 de abril – Quarta-feira 18h30 – Jaime Lourenço e Eli Cavalcante 19h – Zé Hilton do Acordeon 19h30 – Khrystal

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