Para amanhecer poesia de Artur Guimarães

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ALVURA

Lhe escuto chegando entre o vento,

passando as dunas de agosto que voam,

lhe espero entre a ventaneira.

 

Procuro e agarro a contento,

em panos que te apoiam e adornam,

a buscar saúde na benzedeira.

 

Sumiste entre a areia e a paisagem.

Cheiro de coqueiros, cajus e mulungus

Imagino esconder-se pela gameleira.

 

O vento é alarido, combatendo areia e gemidos

as rochas são olhos negros, firmes e ariscos.

O imenso céu azul límpido leva nosso menino.

 

O mar enfeita o tempo entre ruídos.

Sou 1935, verdes ares e golfinhos.

Prazer, Genipabu esperando meus nativos.

(Artur Guimarães)

Redação

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