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Woden Madruga: 70 anos de jornalismo

Por Thiago Gonzaga Um dos maiores nomes da crônica jornalística potiguar de todos os tempos, Woden Madruga completa nestes 2024, 70 anos de jornalismo.  Iniciou-se na profissão em 1954, no

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Em prol da literatura potiguar

Gostaria, inicialmente, de congratular-me com todos e todas que fazem o Ministério Público do Rio Grande do Norte, especialmente, a Exma. Sra. Procuradora Geral e os componentes do grupo de

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A vida e seus (des)caminhos

A minha alucinação é suportar o dia a dia E meu delírio é a experiência com coisas reais  Belchior Por Andreia Braz 16 de maio de 2024. Véspera do meu

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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aHAYá de Rua realiza 9ª edição com programação gratuita e forte presença da cultura popular

Redação

O bairro de Potilândia, em Natal, volta a se transformar em território de encontro, cultura popular e celebração com a chegada da 9ª edição do aHAYá de Rua, que acontece nesta quarta-feira, 03 de junho, a partir das 16h, com acesso gratuito e programação que atravessa diferentes expressões da tradição junina nordestina. Consolidado como um dos festejos juninos comunitários mais simbólicos da capital potiguar, o projeto reafirma, em 2026, sua vocação de ocupar a rua como espaço democrático de convivência, pertencimento e celebração coletiva. Idealizado pela produtora cultural Haylene Dantas, nascida e criada na Potilândia, o aHAYá de Rua surge de uma relação profundamente afetiva com o território e com os festejos juninos vividos desde a infância. A memória de festas comunitárias como o antigo Arraiá da Esmeralda, referência importante na história do bairro, ajuda a sustentar a identidade do projeto, que ao longo dos anos se consolidou como um dos encontros mais aguardados do período junino na cidade. Nesta edição, o aHAYá presta homenagem às rezadeiras e benzedeiras, mulheres que preservam saberes populares ligados ao cuidado, à fé e à transmissão oral de conhecimentos que atravessam gerações. A escolha temática parte da compreensão de que os festejos juninos não se resumem ao entretenimento. São também espaços onde religiosidade popular, memória coletiva, celebração comunitária e vínculos sociais se manifestam de forma viva. A simbologia das mãos conduz a identidade conceitual da edição: mãos que benzem, acolhem, cozinham, decoram, dançam, organizam e sustentam a festa. Um gesto simbólico que aproxima a tradição das benzedeiras das muitas formas de cuidado presentes na própria cultura popular. A programação deste ano reforça esse compromisso e começa cedo, com um primeiro bloco especialmente dedicado às manifestações populares, pensado para aproximar famílias, crianças e público em geral da riqueza dos folguedos e brincadeiras tradicionais. A abertura dos portões acontece às 16h, seguida da Brincadeira de João Redondo, com o Grupo Caçuá do Teatro de João Redondo, às 16h15. Às 16h45, o público acompanha a apresentação do Boi de Reis Estrela D’Alva. Na sequência, às 17h15, acontece um dos momentos mais emblemáticos da programação: o Encontro dos Bois, reunindo o Boi Estrela D’Alva, o Boi Esmeralda — manifestação criada dentro do próprio aHAYá como homenagem à memória afetiva do território — e o grupo Folia de Rua Potiguar. Às 17h40, o cortejo segue pelas ruas da Potilândia, ampliando a experiência do festejo para além do palco e reafirmando a rua como espaço central da celebração. Fechando esse primeiro movimento da programação, por volta das 18h20, o público recebe Mestre...

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Entre memória e violência: o curta potiguar “Umbuzeiro” estreia e já recebe prêmio internacional

Redação

Recém-lançado, o curta-metragem Umbuzeiro desponta como uma das novas produções do cinema independente nordestino ao combinar atmosfera gótica, crítica social e forte dimensão psicológica. O filme, primeiro trabalho de Emílio Ribeiro como roteirista e diretor, já acumula seleções em festivais e um prêmio internacional poucos meses após sua conclusão. A narrativa acompanha uma senhora idosa que vive isolada em um antigo casarão, carregando um passado marcado pela violência. Entre memórias fragmentadas, silêncios e traumas que fragilizam sua saúde mental, a personagem divide a rotina com o filho, o professor Elias. A dor íntima da mãe inspira a escrita de um livro e sustenta os mistérios da trama, que lentamente expõe as feridas invisíveis da violência contra a mulher. Antes de se tornar filme, Umbuzeiro já havia sido reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio de segundo melhor roteiro de curta-metragem do Brasil no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba, em 2025. Finalizado em fevereiro de 2026, o curta iniciou rapidamente sua circulação em festivais. Umbuzeiro foi selecionado para o 5º Saria Film Festival, em Orlando, Flórida. É a quinta seleção do filme, a terceira em festival internacional. Entre as conquistas recentes está a seleção para o First-Time Filmmaker Sessions, promovido pelo Lift-Off Global Network, na Inglaterra. O evento rendeu ao filme seu primeiro prêmio internacional, o Audience Choice, reconhecimento concedido após ser o mais votado pelo público. O curta também integra a Seleção Oficial do 2º Curta Varginha, em Minas Gerais, e do Inland Independent Film Festival, em Araraquara (SP). A recepção inicial confirma o potencial de Umbuzeiro, obra que aproxima sensibilidade artística e reflexão social, evidenciando a força de um cinema nordestino comprometido com memória, estética e experiência humana. Assista ao trailer de Umbuzeiro: https://youtu.be/5b4DjGM4AnE Para mais informações, siga @misteriofilmesrn, no Instagram.

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Filarmônica UFRN apresenta concerto que atravessa memória, violência e vertigem latino-americana

Redação

Concerto acontece no dia 06 de junho, em duas sessões gratuitas, com o violoncelista Fabio Presgrave e regência do maestro chileno Rodolfo Fischer A América Latina talvez seja uma das regiões onde modernidade e fratura histórica coexistiram de maneira mais intensa ao longo do século XX. Urbanização acelerada, instabilidade política, desigualdade estrutural e disputas permanentes de memória moldaram não apenas cidades e sociedades, mas também formas de sensibilidade e expressão artística. Em muitos momentos, a arte latino-americana deixou de buscar exclusivamente afirmações identitárias para transformar tensão histórica em linguagem estética. É desse território simbólico que emerge “América em Transe”, o concerto da Filarmônica UFRN que acontece no dia 06 de junho, às 18h e às 20h, no auditório Onofre Lopes, na EMUFRN. Os ingressos estarão disponíveis na Platea, a mais nova plataforma de acesso, ticket e engajamento de audiência da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN. Um lote será liberado na quarta-feira, 03 de junho, às 8h https://platea.musica.ufrn.br/ e no local, no dia do evento, outro lote com distribuição 1h antes de cada sessão. O programa reúne obras de Astor Piazzolla, Alberto Ginastera e Silvestre Revueltas em uma curadoria que aproxima diferentes experiências sonoras latino-americanas atravessadas por intensidade, deslocamento, ritual, violência e permanência histórica. As composições parecem compartilhar uma mesma atmosfera: cidades em convulsão, memórias interrompidas, pulsos coletivos e formas de existência em que beleza e brutalidade coexistem de maneira inseparável. O concerto contará com o violoncelista Fabio Presgrave como solista em Le Grand Tango, de Piazzolla, sob regência do maestro chileno Rodolfo Fischer. Reconhecido como um dos principais violoncelistas brasileiros de sua geração, Fabio Presgrave possui formação pela Juilliard School, de Nova York, e doutorado pela UNICAMP. Sua trajetória reúne atuação internacional como solista, pesquisador e professor, além de um trabalho decisivo na consolidação da formação musical e da produção acadêmica da Escola de Música da UFRN. Já Rodolfo Fischer iniciou sua trajetória musical como pianista antes de dedicar-se à regência orquestral. Formado pela Universidade do Chile e pelo Curtis Institute of Music, na Filadélfia, estudou regência com Otto Werner Müller e consolidou uma carreira internacional marcada pela atuação em importantes teatros e orquestras da América Latina e da Europa. Foi maestro residente do Teatro Municipal de Santiago e atuou junto a instituições como o Teatro Colón de Buenos Aires, a Ópera Nacional Dinamarquesa e diversas orquestras sinfônicas europeias e latino-americanas. Atualmente,...

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FullChico

26/09/2023|

Bloco carnavalesco composto por mulheres homenageará Chico Buarque no Polo Petrópolis, em Natal Em uma de suas canções, um dos maiores compositores da história nacional cita alguns infortúnios rotineiros, mas traz o alento que costuma salvar o brasileiro da tristeza dos dias: “Tô me guardando pra quando o carnaval chegar”. A relação de Chico Buarque com o carnaval é íntima. E para valorizar esse legado e a magia entorno do repertório magistral desse artista, foi formado um grupo carnavalesco para tocar, exclusivamente, o cancioneiro buarquiano durante a sexta-feira do Carnaval 2024 em Natal. É o FullChico. E para arrepiar cada paralelepípedo das ruas do Pólo Petrópolis, dezenas de mulheres – sim, o grupo é idealizado e formado só por mulheres – se muniram de batuque e entusiasmo para aprender o repertório de Chico Buarque no ritmo percussivo. São tambores, agogôs, tamborins, timbas, surdos, tarol e repique. tudo orquestrado pelo mestre Jorge Negão. No dia do desfile, se juntam a elas a orquestra formada pelo Ong Ilha de Música, comandada pelo maestro Gilberto Cabral, numa fusão de metais e percussão para alegrar o folião e o fã da boa música. O FullChico tem ensaiado desde o mês de junho. Todos os...

Anchella Monte

26/09/2023|

A escritora Anchella Monte publicou recentemente seu mais novo trabalho, A gotinha que não queria chover (Selo Gajeiro Curió, 2023).  Com apoio do Sebrae e Unigráfica. A obra totalmente ilustrada pela artista plástica Clarissa Torres, nos traz a história de Tico, uma gota de chuva que não queria cair das nuvens. Numa mistura de fábula e poesia, a estória de Tico para nós tem uma simbologia que remete ao amadurecimento, a nos desprender de determinados incômodos da vida, de libertar-nos, da dificuldade para enfrentar o novo, de quebrar paradigmas impostos pela sociedade. Contudo as oportunidades que aparecem para Tico durante a narrativa o convencem a mudar de ideia (não vamos contar toda a história para não dar spoilers). Seria lugar comum dizer que a obra está permeada de uma ampla linguagem simbólica, conduzindo pequenos, e grandes, leitores pela via da identificação a se encontrar consigo mesmo, a ter seu mundo interior traduzido em símbolos no mundo exterior. Comumente os gêneros da literatura infantil, mais conhecidos, ou mais divulgados, são evidentemente os contos de fadas, em seguida talvez as fábulas, as lendas e também os mitos, bastante utilizados como leituras destinadas às crianças. Muitos desses livros são melhor aproveitados pelas crianças...

Contagem regressiva para o Pipa MPB Fest

26/09/2023|

Os potiguares já estão em contagem regressiva para a segunda edição do Pipa MPB Fest. O evento, que vai agitar a praia mais badalada do litoral sul, acontece dias 13 e 14 de outubro. Os ingressos estão à venda pelo site/aplicativo da Outgooficial (https://outgo.com.br/pipa-mpb-fest23), no Lugano do Natal Shopping, Pipa Conceito, em Pipa, e com o comissário oficial @galeguinhodapipa. Um festival incrível, cheio de experiências musicais diversas e o melhor, com show de Lulu Santos, Nando Reis, Anavitória e Marcelo Falcão. Além dos shows nacionais, o Pipa MPB Fest realizará o Festival de Videoclipes na Praia da Pipa, que tem o objetivo de dar visibilidade e divulgar a produção de vídeos na categoria “Videoclipes” produzidos no Estado. O evento será na Arena Pipa Open Air. O festival é uma realização da Viva Entretenimento e Pipa Open Air. Siga o perfil oficial no instagram e acompanhe todas as novidades: @pipampbfest. O Pipa MPB Fest tem patrocínio da Prefeitura de Tibau do Sul, Governo do RN, Lei Câmara Cascudo, Lei Djalma Maranhão, Riograndense Distribuidora e Coca Cola. Apoio do Hotel Sunbay.

Mulherio Nísia Floresta celebra a sexta primavera na Vila Feliz neste sábado

25/09/2023|

O coletivo Mulherio das Letras Nísia Floresta irá celebrar o sexto ano de fundação em clima de primavera para florir lançamentos de livros, saraus, roda de conversa e muita ciranda no largo da Vila Feliz, recanto idealizado pelo museólogo Hélio de Oliveira, fincado em um aprazível espaço em Pium. Será neste sábado, a partir das 14h. Dia: 30/09 -14h Local: Vila Feliz – Pium Abertura – Hélio de Oliveira – (Mhomisp) Performance poética – Leopoldina Exposição do Mulherio Nísia: travessias Estande da Literatura Potiguar Roda de Leitura: “Bestiárias -Silvia B. Sarau – Ciranda (Dorinha Timóteo) – encerramento Atualmente, o coletivo, que se movimenta e organiza as ações no grupo do WhatsAap, pode contar com equipe de planejamento e apoio formada por Eliety Marry, Nouraide Queirós, Kalina Paiva (coordenadora de Comunicação e arte designer), Eva Potiguara, Conceição Flores, Josimey Costa e tantas outras que fazem jus à premissa “ninguém solta mão de ninguém”.  E blogs parceiros: Blog Papo Cultura, Blog Nísia Digital, Cultura em Pauta e Potiguar Notícias. Mulherio Nísia Floresta O coletivo foi criado no dia 27 de Setembro de 2017, por Rejane Souza e um grupo de mulheres, visando participar do I Encontro Nacional do Mulherio das Letras na...

time to love

25/09/2023|

Eu escolho te amar em silêncio, porque em silêncio eu não encontro rejeição. Escolho te amar em solidão, porque em solidão, mais ninguém te tem senão eu. Eu escolho te adorar à distância, porque a distância, me protegerá da dor. Os versos do poeta místico persa Jalal Ud Din Rumi dão o tom do drama Time to Love (Sevmek Zamani,1965), pequena obra-prima do cineasta Metin Erksan, um dos expoentes da Nouvelle Vague Turca. Erksan roteirizou e dirigiu a peculiar história de amor entre Halil (Müşfik Kenter) e Meral (Sema Özcan), ou melhor, entre Halil e o retrato de Meral, promovendo uma delicada reflexão sobre o amor platônico. Para Halil, um homem simples que trabalha como pintor, ter sido abraçado pelo olhar acolhedor do retrato de Meral foi o ápice de sua existência. Pela primeira vez ele se sentiu totalmente aceito, sem julgamentos de aparência ou classe social; o retrato havia enxergado a sua alma. A partir de então, ele estabeleceu uma relação de amor profunda com aquele retrato. Passou a visitá-lo diariamente, ao longo de um ano, quer fizesse chuva ou sol, pois havia trabalhado na mansão dos pais de Meral, na Ilha de Büyükada, uma das Ilhas do Príncipe,...

Jornalistas e pesquisadores do RN lançam livro sobre jornalismo

22/09/2023|

Gustavo Sobral e Juliana Bulhões, jornalistas, pesquisadores, ele escritor, ela professora, apresentam mais um trabalho conjunto. Se primeiro dedicaram-se a recolher e publicar memórias de jornalistas do Rio Grande do Norte (2018), agora resolveram reunir a produção diversa em artigos que saíram em periódicos, entre 2016 e 2019, estudos acerca da biografia dos jornalistas e do jornalismo em crônica. Melhor título, não encontraram que “Jornalismo, Biografia e Crônica” (1 ed. Campina Grande: EDUEPB, 2023. 176 p.) e agora apresentam o conjunto desta produção em uma publicação caprichada da EDUEPB, com desenho de capa de Gustavo. O livro está disponível para download gratuito no site gustavosobral.com.br, seção livros. Artigos presentes no livro: – O uso de biografias e autobiografias de jornalistas na construção da história do jornalismo brasileiro; – A biografia como fonte documental para pesquisas sobre história do jornalismo: impressões a partir de ‘Chatô, o rei do Brasil’; – Rubem Braga, jornalista: o cronista repórter; – Rachel de Queiroz, jornalista; – A faceta jornalística de Rachel de Queiroz: perspectivas biográficas; – Jornalismo e literatura: a crônica de Rachel de Queiroz; – Zila Mamede, jornalista; – Crônica: jornalismo autobiográfico nos jornais da cidade do Natal; – Narrativas autobiográficas na crônica de Berilo...

Aldenor Prateiro_Elisa Elsie

22/09/2023|

Primeira exposição individual de Aldenor Prateiro traz 31 peças que — usando elementos do artesanato popular — enfrentam temas como o machismo, a homofobia, o racismo e o colonialismo Quando completou 4 décadas de carreira como professor, Aldenor Gomes da Silva se viu diante de uma crise: tinha sensação de que tudo o que fizera até ali não valia de nada. Pós-doutor em Ciências Sociais com doutorado pela Unicamp em Economia Agrícola, ex-coordenador de departamento do curso na UFRN e ex-coordenador do programa Fome Zero no Nordeste, ele se ressentia da falta de avanço na sua área. Brincava que se chegasse ao céu e encontrasse o cientista social Josué de Castro (1908-1974), autor da “A Geografia da Fome”, levaria uma bronca: “Mas Aldenor, não fizeste quase nada. Está tudo do jeito que eu deixei”, imaginava. Diante daquela sensação, ele decidiu se aposentar e iniciou um processo artístico que envolve o resgate de suas vivências, a aceitação da negritude e o nascimento de uma nova postura diante de temas como o machismo, o racismo, a homofobia, a desigualdade social e o colonialismo. O resultado dessa transformação poderá agora ser visto na exposição inédita “Nem tudo que reluz é ouro”, a primeira...

NUNIS

21/09/2023|

O multiartista NUNIS apresenta nesta sexta (22) mais um single, “Não Quero Essa Saudade”, do seu novo EP “Sobre o Mar o Tempo Repousa” que será lançado no final de outubro pelo selo DoSol. O trabalho traz o mar como grande referência inspiradora e explora ritmos produzidos e influenciados pela relação entre o mar e as diversas culturas diaspóricas. A música “Não Quero Essa Saudade” apresenta a saudade como tema e esmiuça a relação desse sentimento com os mares. “A palavra saudade é uma das mais difíceis de traduzir no mundo, um dos seus significados se relaciona com o mar. Usei a morna como base, ritmo dolente e poético, frequentemente relacionado ao sentimento que a saudade provoca, as partidas marítimas, busquei refletir sobre essa conexão”, conta NUNIS. Inspirada nos ritmos da costa da África Ocidental com toques sonoros modernos da América Latina, a canção exibe uma mistura envolvente de morna, afrobeat e axé music.  Ouça agora aqui:  https://onerpm.link/nunis. O novo EP é fruto de imersões e vivências dos últimos anos do artista com ritmos litorâneos latinoamericanos, com passagens por Cuba e Argentina, além de estudos sonoros afrodiaspóricos. Ademais, o disco pretende contar com a participação especial de grupos culturais importantes da cidade, bem como, compositores históricos...

fototeca potiguar

21/09/2023|

A proposta de criação da Fototeca Potiguar já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e nesta quinta (21) foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa. Agora irá para votação em plenário e, se aprovada, será sancionada pela governadora Fátima Bezerra. Essa é uma reivindicação antiga do movimento da fotografia potiguar como passo fundamental de fortalecimento e construção coletiva do segmento. A iniciativa foi provocada pelo Coletivo daFOTO!. O Projeto de Lei foi encaminhado pela deputada estadual Divaneide Basílio. A aprovação do PL é um primeiro passo, que deve ser seguido do debate do segmento para a construção de uma proposta de implantação desta iniciativa junto aos governos do estado e federal. “A Fototeca é um marco na História e na Cultura do RN pois visa a preservação de um vasto e diversificado conjunto de imagens fotográficas que contam a história do nosso Estado, desde sua fundação até os dias atuais. Isso garantirá a integridade e a durabilidade do acervo, protegendo-o contra o risco de desaparecimento ao longo do tempo”, comenta Henrique Concentino, um dos coordenadoras do Coletivo daFOTO!. Meysa Medeiros, também integrante do Coletivo, junto com o fotógrafo Vlademir Alexandre, frisa que a preservação da...

história intelectual do rio grande do norte

21/09/2023|

Capítulos de História Intelectual do Rio Grande do Norte Organização: Bruno Balbino Aires da Costa e Saul Estevam Fernandes Editora: Editora IFRN Ano: 2018 348 páginas Passei a me interessar muito pelo papel de artistas e intelectuais nos processos de construção das nossas mitologias culturais desde que travei contato com a obra do professor Durval Muniz de Albuquerque, durante a escritura, em parceria com meu amigo Henrique Fontes, da dramaturgia do espetáculo A Invenção do Nordeste (do grupo Carmin). No fim das contas são essas mitologias coletivas que muitas vezes acabam por definir nossas identidades pessoais e por isso a História é uma ferramenta hermenêutica tão incontornável na análise de como essas identidades são construídas. Se você tem interesse em saber mais acerca do papel dos intelectuais norte rio-grandenses na formação da nossa própria mitologia potiguar, uma boa pedida é essa coletânea de artigos publicada pela editora do IFRN em 2018 e organizada pelos professores Bruno Balbino Aires da Costa e Saul Estevam Fernandes. Os artigos aparecem agrupados em cinco eixos temáticos que envolvem o engajamento político desses intelectuais, a sua influência na formação de uma “paideia potiguar”, a sua relação com a imprensa e com as atividades literárias e...

Museu Histórico de Acari

20/09/2023|

As imagens serão entregues sábado pelo fotógrafo Pablo Pinheiro. Elas foram selecionadas do ensaio “Nossos Entes”, vencedor de importantes prêmios nacionais. Há mais de dez anos documentando e pesquisando os vaqueiros de gibão do Seridó, o fotógrafo e mestre em antropologia Pablo Pinheiro construiu um expressivo e peculiar acervo etnofotográfico contemporâneo sobre esse personagem tradicional nordestino, e agora uma parte significativa desse material vai compor o acervo permanente do Museu Histórico de Acari, cidade em que Pablo Pinheiro concentrou seus registros e estudos. A entrega das fotografias – um total de 48, no tamanho A4 (21cm X 29.7cm) – será no próximo sábado, 23, às 9h, como parte integrante da programação da 17ª Primavera dos Museus em Acari. Pablo Pinheiro deixou a curadoria a cargo de três representativos vaqueiros de gibão da região – Zé Leite, Ademildo e Lécio Santos –, pois quem melhor poderia selecionar as imagens retratando esse ofício e cultura centenários ainda presentes no cotidiano acariense senão aqueles que vivem ou viveram seu dia a dia? As fotografias escolhidas fazem parte do ensaio que Pablo fez para a ação “Nossos Entes”, vencedor do Prêmio do IPHAN Rodrigo Melo Franco de Andrade (2020), do Prêmio Ana Maria Galano...

A Academia que podia ter sido e não foi

20/09/2023|

A Academia Brasileira de Letras divulgou nota, pela internet, anunciando a realização do ciclo de palestras “Cadeira 41”, sob a coordenação da acadêmica Ana Maria Machado. “Este ciclo, diz a nota, contempla nomes que poderiam ter ocupado uma cadeira, mas não entraram na Academia. Segundo Ana Maria, a Cadeira 41 é a que não está ocupada por ninguém, a cadeira dos que ficaram de fora, por motivos variados; ou porque não se candidataram, ou não se elegeram, ou naquele momento as circunstâncias socioculturais do país não permitiam que entrassem.” A exemplo da ABL, Academia Norte-rio-grandense de Letras poderia promover ciclos de debates sobre a vida e a obra de importantes personalidades do mundo cultural, que não integraram os quadros da instituição. Seria uma maneira, ainda que tardia, de homenageá-las in memoriam. Sugerimos a seguir alguns nomes: 1 – ANA LIMA 2 – ANTÔNIO BENTO 3 – ANTONIO DE SOUZA (POLYCARPO FEITOSA) 4 – AUGUSTO SEVERO NETO 5 – BARTOLOMEU CORREIA DE MELO 6 – BERILO WANDERLEY 7 – CARLOS DE SOUZA 8 – CELSO DA SILVEIRA 9 – DEÍFILO GURGEL 10 – DEMÉTRIO DINIZ 11 – EULÍCIO FARIAS DE LACERDA 12 – FRANCISCO DAS CHAGAS PEREIRA 13 – FRANCISCO RODRIGUES...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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