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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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aHAYá de Rua realiza 9ª edição com programação gratuita e forte presença da cultura popular

Redação

O bairro de Potilândia, em Natal, volta a se transformar em território de encontro, cultura popular e celebração com a chegada da 9ª edição do aHAYá de Rua, que acontece nesta quarta-feira, 03 de junho, a partir das 16h, com acesso gratuito e programação que atravessa diferentes expressões da tradição junina nordestina. Consolidado como um dos festejos juninos comunitários mais simbólicos da capital potiguar, o projeto reafirma, em 2026, sua vocação de ocupar a rua como espaço democrático de convivência, pertencimento e celebração coletiva. Idealizado pela produtora cultural Haylene Dantas, nascida e criada na Potilândia, o aHAYá de Rua surge de uma relação profundamente afetiva com o território e com os festejos juninos vividos desde a infância. A memória de festas comunitárias como o antigo Arraiá da Esmeralda, referência importante na história do bairro, ajuda a sustentar a identidade do projeto, que ao longo dos anos se consolidou como um dos encontros mais aguardados do período junino na cidade. Nesta edição, o aHAYá presta homenagem às rezadeiras e benzedeiras, mulheres que preservam saberes populares ligados ao cuidado, à fé e à transmissão oral de conhecimentos que atravessam gerações. A escolha temática parte da compreensão de que os festejos juninos não se resumem ao entretenimento. São também espaços onde religiosidade popular, memória coletiva, celebração comunitária e vínculos sociais se manifestam de forma viva. A simbologia das mãos conduz a identidade conceitual da edição: mãos que benzem, acolhem, cozinham, decoram, dançam, organizam e sustentam a festa. Um gesto simbólico que aproxima a tradição das benzedeiras das muitas formas de cuidado presentes na própria cultura popular. A programação deste ano reforça esse compromisso e começa cedo, com um primeiro bloco especialmente dedicado às manifestações populares, pensado para aproximar famílias, crianças e público em geral da riqueza dos folguedos e brincadeiras tradicionais. A abertura dos portões acontece às 16h, seguida da Brincadeira de João Redondo, com o Grupo Caçuá do Teatro de João Redondo, às 16h15. Às 16h45, o público acompanha a apresentação do Boi de Reis Estrela D’Alva. Na sequência, às 17h15, acontece um dos momentos mais emblemáticos da programação: o Encontro dos Bois, reunindo o Boi Estrela D’Alva, o Boi Esmeralda — manifestação criada dentro do próprio aHAYá como homenagem à memória afetiva do território — e o grupo Folia de Rua Potiguar. Às 17h40, o cortejo segue pelas ruas da Potilândia, ampliando a experiência do festejo para além do palco e reafirmando a rua como espaço central da celebração. Fechando esse primeiro movimento da programação, por volta das 18h20, o público recebe Mestre...

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Entre memória e violência: o curta potiguar “Umbuzeiro” estreia e já recebe prêmio internacional

Redação

Recém-lançado, o curta-metragem Umbuzeiro desponta como uma das novas produções do cinema independente nordestino ao combinar atmosfera gótica, crítica social e forte dimensão psicológica. O filme, primeiro trabalho de Emílio Ribeiro como roteirista e diretor, já acumula seleções em festivais e um prêmio internacional poucos meses após sua conclusão. A narrativa acompanha uma senhora idosa que vive isolada em um antigo casarão, carregando um passado marcado pela violência. Entre memórias fragmentadas, silêncios e traumas que fragilizam sua saúde mental, a personagem divide a rotina com o filho, o professor Elias. A dor íntima da mãe inspira a escrita de um livro e sustenta os mistérios da trama, que lentamente expõe as feridas invisíveis da violência contra a mulher. Antes de se tornar filme, Umbuzeiro já havia sido reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio de segundo melhor roteiro de curta-metragem do Brasil no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba, em 2025. Finalizado em fevereiro de 2026, o curta iniciou rapidamente sua circulação em festivais. Umbuzeiro foi selecionado para o 5º Saria Film Festival, em Orlando, Flórida. É a quinta seleção do filme, a terceira em festival internacional. Entre as conquistas recentes está a seleção para o First-Time Filmmaker Sessions, promovido pelo Lift-Off Global Network, na Inglaterra. O evento rendeu ao filme seu primeiro prêmio internacional, o Audience Choice, reconhecimento concedido após ser o mais votado pelo público. O curta também integra a Seleção Oficial do 2º Curta Varginha, em Minas Gerais, e do Inland Independent Film Festival, em Araraquara (SP). A recepção inicial confirma o potencial de Umbuzeiro, obra que aproxima sensibilidade artística e reflexão social, evidenciando a força de um cinema nordestino comprometido com memória, estética e experiência humana. Assista ao trailer de Umbuzeiro: https://youtu.be/5b4DjGM4AnE Para mais informações, siga @misteriofilmesrn, no Instagram.

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Filarmônica UFRN apresenta concerto que atravessa memória, violência e vertigem latino-americana

Redação

Concerto acontece no dia 06 de junho, em duas sessões gratuitas, com o violoncelista Fabio Presgrave e regência do maestro chileno Rodolfo Fischer A América Latina talvez seja uma das regiões onde modernidade e fratura histórica coexistiram de maneira mais intensa ao longo do século XX. Urbanização acelerada, instabilidade política, desigualdade estrutural e disputas permanentes de memória moldaram não apenas cidades e sociedades, mas também formas de sensibilidade e expressão artística. Em muitos momentos, a arte latino-americana deixou de buscar exclusivamente afirmações identitárias para transformar tensão histórica em linguagem estética. É desse território simbólico que emerge “América em Transe”, o concerto da Filarmônica UFRN que acontece no dia 06 de junho, às 18h e às 20h, no auditório Onofre Lopes, na EMUFRN. Os ingressos estarão disponíveis na Platea, a mais nova plataforma de acesso, ticket e engajamento de audiência da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN. Um lote será liberado na quarta-feira, 03 de junho, às 8h https://platea.musica.ufrn.br/ e no local, no dia do evento, outro lote com distribuição 1h antes de cada sessão. O programa reúne obras de Astor Piazzolla, Alberto Ginastera e Silvestre Revueltas em uma curadoria que aproxima diferentes experiências sonoras latino-americanas atravessadas por intensidade, deslocamento, ritual, violência e permanência histórica. As composições parecem compartilhar uma mesma atmosfera: cidades em convulsão, memórias interrompidas, pulsos coletivos e formas de existência em que beleza e brutalidade coexistem de maneira inseparável. O concerto contará com o violoncelista Fabio Presgrave como solista em Le Grand Tango, de Piazzolla, sob regência do maestro chileno Rodolfo Fischer. Reconhecido como um dos principais violoncelistas brasileiros de sua geração, Fabio Presgrave possui formação pela Juilliard School, de Nova York, e doutorado pela UNICAMP. Sua trajetória reúne atuação internacional como solista, pesquisador e professor, além de um trabalho decisivo na consolidação da formação musical e da produção acadêmica da Escola de Música da UFRN. Já Rodolfo Fischer iniciou sua trajetória musical como pianista antes de dedicar-se à regência orquestral. Formado pela Universidade do Chile e pelo Curtis Institute of Music, na Filadélfia, estudou regência com Otto Werner Müller e consolidou uma carreira internacional marcada pela atuação em importantes teatros e orquestras da América Latina e da Europa. Foi maestro residente do Teatro Municipal de Santiago e atuou junto a instituições como o Teatro Colón de Buenos Aires, a Ópera Nacional Dinamarquesa e diversas orquestras sinfônicas europeias e latino-americanas. Atualmente,...

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Breakdowns

03/10/2023|

O tempo mostra que o fracasso de ontem pode ser o sucesso de hoje. Art Spiegelman que o diga. Em 1978, ele lançou um quadrinho obscuro e com formato estranho para a época, chamado Breakdowns. O pé esquerdo foi tão grande, que das cinco mil cópias impressas pelo menos metade saiu defeituosa, e as vendas foram risíveis. Spiegelman sofreu os diabos. No entanto, soube fazer do limão, uma limonada. Em Breakdowns foram publicadas três páginas de uma história que ele havia escrito e desenhado em 1972, primeira história bem vista por seu pai e seus familiares judeus, para quem o jovem Artie era apenas um inútil. Com o fracasso de Breakdowns, o jovem artista pensou em editar uma revista underground, a Raw, contando com o incentivo de Françoise Mouly (com quem veio a se casar). Para compor a Raw, Spiegelman deu continuidade à história que havia despertado o interesse de seu pai, história essa que terminou ganhando mais de 300 páginas, sendo publicada em formato livro. História que fez história como o primeiro e único quadrinho, até hoje, a ganhar o Prêmio Pulitzer. Pois é, do fracasso de Breakdowns aos holofotes da mídia com Maus, Spiegelman foi consagrado um dos...

Cia de teatro de Brasília traz espetáculo e oficinas gratuitos para Natal

02/10/2023|

A Cia Burlesca de Brasília/DF apresenta o espetáculo “Bendita Dica” e realiza oficinas de teatro político entre os dias 05 e 07 de outubro, na UFRN, com entrada franca, aberto ao público e classificação livre. No dia 04 de outubro também será feita uma exibição e uma oficina exclusivas para a Federação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais – Fetarn, que contará com audiodescrição e intérprete de libras. “Bendita Dica” conta a história de Benedita Cipriano Gomes, a Santa Dica, poderosa líder comunitária que criou em Lagolândia, na região de Pirenópolis-GO, entre os anos 20 e 30, uma grande comunidade que dividia a terra por igual e construiu um cotidiano baseado nos princípios da igualdade, solidariedade e produção coletiva. O espetáculo já realizou mais de 150 apresentações no Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul, Maranhão, Paraíba, Bahia e venceu o Prêmio Sesc do Teatro Candango, na categoria de Melhor Espetáculo Infantil, em 2018. Com o desejo de alcançar cada vez um número maior de público, do campo e da cidade, este projeto foi idealizado para que “Bendita Dica” possa ser conhecida em mais três territórios, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará, e para isso, conta com recursos...

Sobre a morte, mas também sobre a vida

02/10/2023|

Abraça todas as horas.  Sêneca Tenho pensado muito sobre a morte nos últimos tempos. Não são pensamentos negativos do tipo medo de morrer ou de perder entes queridos, por exemplo. Nada disso. Pelo contrário. Pensar sobre a morte é também, e principalmente, pensar sobre a vida. É pensar sobre a vida que estamos levando, ou mesmo sobre a vida que gostaríamos de estar vivendo. Ou ainda, quem sabe, sobre a vida que pretendemos viver no futuro. O filósofo chinês Confúcio resume bem essa relação entre vida e morte e nos dá uma receita no mínimo desafiadora: “Aprende a viver como deves, e saberás morrer bem”. E foi imersa nessas reflexões, e depois de uma conversa com meu amigo Francisco Isaac, historiador e editor, que decidi escrever esta crônica e partilhar minhas inquietações sobre o tema. Um tema que aliás é tabu em nossa sociedade. Isaac, por exemplo, não gosta de falar sobre o assunto e sempre pede para mudarmos o rumo da prosa quando estamos conversando com nosso grupo da faculdade sobre doença, morte e temas afins. O grupo é formado por Luana, João Paulo, Elindaelma, Karlos, Paulo e Eduardo e se reúne quase todo dia pra tomar café e...

Ingrid Brasileiro - EDTAM

02/10/2023|

Três Bailarinos da Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM) foram convidados para participar da 40* edição do ballet “O Quebra – Nozes”, da Companhia de Dança Cisne Negro de São Paulo, uma das mais renomadas do Brasil.  O convite foi realizado através da Dany Bittencourt, diretora da Cia Cisne Negro. Bruna Magalhães, Ingrid Brasileiro e Deyvid Santana integrarão o elenco da companhia durante três para cumprirem a temporada de apresentações do espetáculo no mês dezembro. O trio de bailarinos recebeu o apoio para as passagens aéreas do Governo do Estado, por meio da Secretária Extraordinária da Cultura e da Fundação José Augusto, e embarcam para a capital paulista neste domingo (1) para início dos ensaios artísticos na segunda (2). Bruna Magalhães Iniciou os estudos de ballet clássico aos 4 anos de idade. Com 12 anos de idade, é aluna do 6º ano de ballet clássico da EDTAM, aluna do professor Fábio Matheus, sob a direção da coreógrafa Wanie Rose.  Também integra a Companhia Jovem da EDTAM sob a Direção da Márcia Suene. Já participou de muitos cursos e festivais de dança, entre eles, Joinville, Passo de Arte, GPID, YAGP, entre outros. Já foi premiada como bailarina destaque e venceu...

Iniciada a votação do Troféu Cultura 2023!

30/09/2023|

A votação para a XX edição do Troféu Cultura se inicia neste sábado (30), neste site, e será encerrada às 23h59 do próximo 30 de novembro. Nesse período de dois meses o público pode votar online para escolher quem serão os artistas, sendo permitido um voto por CPF. Nesta edição, o Troféu Cultura traz algumas novidades, como a inclusão de novas categorias e a ampliação da participação online e democrática do público. Os vencedores serão anunciados durante a noite de gala no dia 22 de dezembro, no Teatro Riachuelo. [contact-form-7 id=”cb12114″ title=”VOTACAO2023″]      

Sangueblues

29/09/2023|

Após uma pequena pausa nas apresentações, a banda Sangueblues volta ao palco do Eletromusic Pub, nesta sexta-feira, 29, a partir das 21h30. O couvert custa R$15. A casa fica na av. Prudente de Morais, 5823, Candelária, esquina com a rua Raimundo Chaves, próximo ao ginásio do DED. O show do Sangueblues é uma verdadeira homenagem ao universo do rock, sem se deter a chavões simplistas e a clichês preestabelecidos; uma reverência a grandes mestres e a canções representativas de várias épocas – rock, pop, rhythm and blues e latinidades – em um verdadeiro passeio por vários estilos e influências. Rolling Stones, The Doors, Led Zeppelin, Janis Joplin, Johnny Cash, Chuck Berry, Erasmo Carlos, Secos & Molhados, Ultramen, Chico Science & Nação Zumbi, Caetano Veloso, James Brown, Sublime, Wild Cherry, Beatles, The Smiths, Talking Heads, The Cure, The Strokes, REM, Pixies, Ramones, Santana, The Specials, Amy Winehouse, David Bowie, Manu Chao, Buena Vista Social Club, permeiam o repertório, sempre na pegada bluesy-rocker característica da banda. O Sangueblues é formado por Isaac Ribeiro (voz), Gustavo Lamartine (guitarra e vocal), Adriano Azambuja (guitarra), Jordan Santiago (baixo), Marcelo Costa (bateria) e Luiz Machado (percussão). SERVIÇO: SANGUEBLUES  Sexta-feira, 29, a partir das 21h30, no ELETROMUSIC PUB (av. Prudente de Morais, 5823, Candelária). Couvert: R$15....

cão

28/09/2023|

Em um dos seus exponenciais livros, Civilização e Cultura, Câmara Cascudo, no capítulo dedicado à Domesticação de animais, afirma: “O cão foi o primeiro animal que ingressou no convívio humano. É o mais universal dos mamíferos. Exceto os relativamente recentes de cães para almofadas e regaço, é auxiliar imediato e pronto para o serviço humano, em qualquer parte do mundo.  Era o único a carregar fardos no Novo Continente, superior à lhana fracalhona.  Sua popularidade torna-se fabulosa (…).  O latido é característico da domesticação. O cão selvagem não ladra.  Esculpido aos pés das estátuas tumulares como símbolo de fidelidade (…).  Curioso é que no Brasil seja cachorro, mais popular do que cão.  Cachorro era tradicional na Península Ibérica, uns 1.500 anos a.C..” A seguir, um breve e saudoso relato dos cães aos quais dediquei e recebi afeição por grande parte da minha vida. Quando criança, em Nova Cruz-RN, criei um lindo cachorro de nome Lassie, presente de meus pais que o trouxeram do Recife.  Ele veio em viagem de trem, pois, no passado, Nova Cruz se ligava por via férrea a Natal, a João Pessoa e a Recife.  Foram muitos avanços que o trem proporcionou à maioria das cidades do...

Pianista Durval Cesetti lança álbum de obras do compositor cearense

28/09/2023|

Já encontra-se disponível nas plataformas digitais uma gravação para introduzir os amantes do piano brasileiro a um novo compositor: o cearense Fábio Neves, natural de Ipu, descrito pelo pianista e compositor Amaral Vieira como “um dos mais importantes e interessantes criadores musicais de sua geração, com excelente domínio formal, grande criatividade, escrita altamente idiomática para o instrumento e a espantosa segurança de um compositor que domina completamente seu ofício”. O pianista Durval Cesetti, professor da Escola de Música da UFRN, é o responsável por realizar este projeto, que recebeu apoio cultural do Governo do Estado do Ceará, tendo sido selecionado pelo XII Edital Ceará de Incentivo às Artes. “Fábio Neves é um grande conhecedor do piano e de seu repertório”, afirma Durval, “e vemos em suas obras uma vasta variedade estilística e emocional, de forma que podemos ouvir o álbum do início ao fim de uma vez, com suas 32 faixas, sem jamais perdermos uma sensação ininterrupta de agradável surpresa ao nos depararmos com peças tão únicas, expressivas e extraordinárias”. O estilo composicional de Fábio Neves inclui composições desinibidamente românticas, como as Três Peças Líricas Op. 22, que abrem o álbum, outras de caráter dramático, como sua Sonata Op. 21,...

Friso Beethoven

28/09/2023|

Viena – Áustria, 23 de Abril de 2014  Ontem foi o aniversário de Ana e resolvemos comemorar jantando em Grinzing, um bairro um pouco afastado do hotel que fica em uma parte mais alta da cidade e que tem um ambiente bem agradável, cheio de restaurantes onde se pode comer comida austríaca e ouvir um pouco de música. Não sei se foi o vinho, a música ou o clima romântico do lugar, mas o fato é que perdemos o último ônibus e passamos um aperreio danado, já quase de madrugada, num frio de dez graus, andando pelas ruas do bairro em busca de um táxi que nos levasse de volta ao hotel. Essa é uma lembrança muito importante para os viajantes que gostam de percorrer livremente o território desses países do norte. Os ônibus passam na hora certa. Não dá pra negociar o horário imaginando que eles vão atrasar. Geralmente só catástrofes naturais, raríssimos acidentes de trânsito ou atentados terroristas, justificam o atraso no transporte público nesses lugares obcecados pelo controle do tempo. “Tempo”, inclusive, é um termo muito interessante, porque pode ser usado tanto no sentido cronológico (passado-presente-futuro), como aquilo que é medido no percurso do relógio (horas e...

daladier

27/09/2023|

A plenária da Escola de Música da UFRN (EMUFRN) foi especial nesta manhã. O ex-reitor da UFRN entre 1987 e 1991, o médico e professor Daladier Pessoa Cunha Lima, foi homenageado. Na ocasião, alunos e professores tiveram a oportunidade de conhecer o idealizador e responsável pela construção da Escola onde hoje eles exercem suas atividades e dons com a apresentação de uma peça musical executada pelo aluno Mateus Naamã, num piano de cauda. Após a apresentação, o professor Daladier, que hoje é reitor do UNI-RN, foi homenageado com uma placa de condecoração e outros itens de lembrança, reconhecimento e agradecimento. Ao discursar, o professor Daladier lembrou que, quando reitor da UFRN, enfrentou resistência e ouviu muitas críticas ao seu projeto de construção da Escola. “Mas é preciso destacar que arte e ciência são iguais dentro de uma instituição universitária”, enfatizou Daladier. A afirmação arrancou aplausos dos presentes, em especial, porque durante muito tempo a música e as artes como o todo, viviam à margem das outras atividades profissionais, em particular, do Direito, da Medicina e das engenharias. Na UFRN, o reconhecimento e o respeito a estas atividades vieram com o reitorado do professor Daladier (1987-1991), conforme destacaram os docentes contemporâneos...

Mossoró ganhará Pinacoteca e Memorial

27/09/2023|

O Conselho de Administração da Ufersa (CONSAD) aprovou por unanimidade a criação da Pinacoteca e Memorial ESAM UFERSA – PIM. A decisão foi tomada durante a 5ª Reunião Extraordinária, na manhã desta terça-feira, dia 26. O próximo passo será o envio da pauta para apreciação e deliberação do Conselho Universitário (CONSUNI). A PIM ficará instalada no Prédio Central, Lado Oeste do Campus Mossoró. A escolha do espaço privilegia as características históricas da construção, que, inaugurado em 1967, foi o primeiro prédio erguido para sediar a ESAM, instituição que dá origem à Ufersa. O espaço está em obra para adequação e melhoria das instalações, em um aporte superior a R$ 400 mil de investimento oriundo de Emenda Parlamentar. Artistas de Mossoró acompanham reunião de criação da Pinacoteca e Memorial ESAM UFERSA Com a conclusão das obras prevista para o último trimestre deste ano, o espaço deverá receber mais de mil obras de artes, incluindo pinturas, esculturas, objetos adquiridos por doação e por compra, ao longo dos últimos 30 anos, pela professora aposentada da Ufersa, Isaura Amélia. Já o Acervo da Esam – Ufersa será formado por fotografias, documentos em vídeos, reportagens, recortes de jornais, documentos históricos e objetos como placas, troféus,...

Com artistas indicados ao Grammy Latino, o MADA 2023 promete fazer história em seus 25 anos

27/09/2023|

O Festival Música Alimento da Alma (MADA 2023) reserva todo o gramado da Arena das Dunas nos dias 13 e 14 de outubro com destaques da música nacional. O lineup faz um recorte de artistas contemporâneos, entre novos e veteranos, entre os quais Matuê, Marina Lima e Fernanda Abreu, Karol Conká, Marina Sena, Luedji Luna, Baco Exu do Blues, Liniker, BaianaSystem, Margareth Menezes, Gaby Amarantos Em busca de resgatar as memórias que definiram a pluralidade como marca registrada do festival, e, ainda assim, de olho nas inovações musicais, o MADA preparou para seu 25º aniversário não só shows de artistas em destaque, mas um recorte sincero de qual é o panorama atual da música no Brasil. O festival, que acontece nos dias 13 e 14 de Outubro, na Arena das Dunas traz no lineup um time de peso: Matuê, Marina Lima e Fernanda Abreu em único show no Nordeste, Marina Sena, Luedji Luna, Baco Exu do Blues, Margareth Menezes, Gaby Amarantos, Karol Conká, Liniker, BaianaSystem, Urias, TUM, Terno Rei, Luisa e os Alquimistas (com convidados Jup do Bairro, Jessica Caetano, Gustavo Lamartine e Gabriel Souto), Getúlio Abelha, Gracinha e Ian Medeiros. Dentre os artistas selecionados, quatro deles já foram indicados...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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