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calcinha do século passado

Ode à calcinha de fim de século

Poemeto da Burakera #7 neste bar de fim de século te colocarei intensamente sob meu olhar e mesmo que não queiras vou te penetrar olho-nas-coxas olho-entre-coxas farejando focinhando direto e

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palmyra wanderley

Palmyra Wanderley, a maior feminista do RN

O Rio Grande do Norte sempre teve, em passagens significativas da sua história, mulheres notáveis; basta citarmos, como exemplos, Clara Camarão, esposa do índio Poti, primeira de que temos registro,

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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CURTINHAS: Projeto “Sete” e Meia, novos membros do IHGRN, Bardallos, Danina…

28/03/2017|

SETE E MEIA Vem aí um projeto musical ousado e que, antes de tudo, será um palco excelente aos antigos e novos artistas. De certa forma preencherá a lacuna deixada pelo Seis e Meia. Eu disse “de certa forma” porque não tem exatamente a mesma proposta. É algo parecido. Em vez do TAM, a Pinacoteca. Em vez de às Seis e Meia, às Sete e Meia. Em vez de uma atração nacional e outra local, dois locais. E aí reside a essência do projeto. Em cada edição, também às terças-feiras, terá uma atração local mais experiente e outra mais nova. O ingresso será a preços populares: R$ 40 a mesa para quatro lugares e R$ 5 para curtir os shows em pé, no pátio da Pinacoteca. O projeto Mostra de Música Sete e Meia (MDM 7 e 1/2) é uma aposta do músico e compositor Romildo Soares (FOTO) e conta com a colaboração deste Papo Cultura. Falaremos mais do projeto nos próximos dias. NOVOS MEMBROS NO IHGRN O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte celebra seu aniversário de 115 anos às 19h desta quarta. Na ocasião, haverá a posse de três novos sócios efetivos: a professora e...

Duas bandas potiguares vão à Europa para 25 shows

28/03/2017|

Estamos aprontando uma grande ação do Dosol na Europa nos meses de maio e junho desse ano. Dois dos nossos artistas estarão em tour pelo velho continente e com vários shows na agenda. O Talma&Gadelha vai até Portugal para cinco shows e o Camarones Orquestra Guitarrística passa por Portugal, Espanha, Áustria, França e Alemanha com tour de mais 20 shows. Também está confirmada pelo segundo ano consecutivo nossas ações no Primavera Sound Festival, em Barcelona. Levaremos nosso showcase, em parceria com o Festival Bananada, com os artistas BIKE, Tiê, Liniker e os Caramelows, FingerFingerrr e Aeromoças e Tenistas Russas. Ano passado, o Primavera Sound recebeu 29 artistas procedentes de dez países – um recorte interessante da música emergente no mundo. O Festival acontece entre 31 de maio e 4 de junho. Confira a lista completa de atrações AQUI. Além da Espanha também teremos showcases em Portugal promovido pelos dois festivais. Vai ser demais!

Confira estreia da coluna de textos e quadrinhos de Daniel Liberalino

28/03/2017|

Devo ter pilhas de quadrinhos engavetadas, mas só postei alguns no blog meio jogados entre desenhos. Mesmo assim circularam um pouco no pré-histórico mundo analógico. Faço os tais rabiscos narrativos desde pirralho, e aliás resgatei alguns da época esses dias. Uma portuguesa rica, figura querida da minha infância, os tinha guardado, e quando faleceu a filha os desencavou em meio à memorabilia. Vejo quadrinho como uma forma ancestral de arte pictórica, essencialmente iconográfica. Não muito diferente do que um babilônico gravaria num pilar – eram, no fim, cartunistas mal-humorados -, mas comporta sutileza também. Embora o ramo ande confundindo sutileza artística com lamúrias anedóticas autobiográficas sobre câncer retal (te juro), então prefiro a despretensão anterior a esse recente senso de auto-importância dos, como dizem, “comics adultos”. Na verdade, sempre que ouço o termo imagino alguma fotonovela pornô. Mas é isso. Esse aí um primeiro experimento detido com cores. Em breve mais quadrinhos curtos. Bons estudos, e até o próximo telecurso 2000.

Poemeto para todas as elas-e-ex que sonharam junto com você

28/03/2017|

Poemeto da Burakera #2 L’amorpasión é um querequetê daporra! a noite viaja dentro de mim e eu viajo dentro da noite caminho entre esquinas e postes caminho entre sintomas e lembranças vultos passam borrifados de luz urbana sombras se cincham nas sombras pessoas e bares penetram meu olho vadio ruas se cruzam e correm pelos mistérios urbanos de mim saltam desejos e paixões este é o bar do Lourival natal, brasil-esquina é meia-noite e tudo vai bem! busco pedaços de mim girando com a noite busco pedaços de mim onde ela? em que mundo está? e por que esse silêncio tanto? a noite viaja dentro de mim e eu viajo dentro da noite nas esquinas a noite sorri pequenos sorrisos misteriosos e os passos do destino ecoam nas ruas desertas postes passam e dançam sua dança urbana lembranças voam como morcegos aperta coração! aperta coração! aqui e ali paixões acendem e apagam de gás néon se faz a saudade pares e trios dançam e dançam todos os boleros perdidos meu olho vagueia perdido nos closes de mim mesmo e nessas minhas lonjuras perdidas encontros e desencontros pinicam ah! essa lua… louca lua nua porra! para com isso lua! para com...

Confira a situação atual dos equipamentos culturais prometidos pelo Governo do RN

27/03/2017|

O Governo do Estado vem desenvolvendo ações contínuas para a preservação do patrimônio cultural do RN. Determinada pelo governador Robinson Faria, a Fundação José Augusto está totalmente empenhada na recuperação dos equipamentos culturais sob a administração estadual, através de projetos de restauração dos seus teatros, museus e bibliotecas. Com recursos no valor de R$ 26 milhões, oriundos do Programa RN Sustentável e anunciados em agosto de 2016, o Governo do Estado avançou na reestruturação dos principais equipamentos e tem buscado soluções administrativas para enfrentar as dificuldades encontradas para dar andamento às obras. Biblioteca Câmara Cascudo A obra da biblioteca, foi iniciada em março e em 90 dias estará concluída, conforme assegurou a empresa MMK, vencedora da licitação. No último dia 15 a direção da FJA esteve em Brasília para debater com o Ministério da Cultura o investimento no valor de R$ 150 mil destinado a aquisição de obras, assinatura de jornais e revistas e restauração de títulos raros, além de R$ 327 mil para móveis e equipamentos de informática o investimento. Memorial Câmara Cascudo Após paralisação determinada pelo IPHAN, obra de restauração será reiniciada. Museu Café Filho Obra do Museu foi concluída, faltando apenas a instalação de ar condicionado, plataforma...

Presos no RN terão redução de pena caso apresentem textos literários

27/03/2017|

Projeto “Leitura pela Liberdade” da OAB/RN pretende estabelecer redução penal pela leitura de livros e também pela escrita A biblioteca da Penitenciária Estadual de Parnamirim será inaugurada amanhã (28), idealizada pelo projeto “Leitura pela Liberdade” da Comissão de Advogados Criminalistas da OAB/RN. A sala que irá abrigar os livros era usada como alojamento para presos que trabalhavam no presídio. No espaço irá funcionar, além da biblioteca, uma sala de aula. Os exemplares foram doados por centros acadêmicos de faculdades de Natal e pelo Mosteiro São Pedro. No mesmo dia será divulgado provimento da Corregedoria Geral de Justiça que regulamenta no Rio Grande do Norte a redução de pena pela leitura de livros e também pela escrita. As normas preveem que, uma vez por mês, o preso poderá apresentar um texto literário destinado à avaliação e remissão de 4 dias da pena, totalizando até 12 textos escritos por ano e redução de até 48 dias da pena no período. A regulamentação atende à recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para cumprimento da lei federal de Execução Penal, que instituiu a remição da pena pelo trabalho e estudo. LEI NO RN O projeto “Releitura – Remição pela Leitura e Produção de...

Clowns de Shakespeare abre inscrição de oficina de teatro para crianças

27/03/2017|

O grupo Clowns de Shakespeare retorna do seu recesso com a oferta de várias oficinas de teatro, após um começo de ano de intensas atividades de troca com artistas de todo o país e também da Colômbia, na segunda edição do Laboratório da Cena. Acreditando sempre na formação a partir dos encontros, o grupo abre oportunidades para artistas e não artistas de adentrarem o Barracão Clowns, sua sede há pouco mais de sete anos, para vivenciarem os procedimentos adotados nas suas montagens, processos de preparação corporal para a cena, música, jogos teatrais, sob o olhar dos integrantes e suas experiências profissionais dentro do próprio cotidiano de trabalho em grupo. A primeira turma de iniciação teatral do ano também já teve oportunidade de trabalhar com o grupo na semana passada e ainda há a previsão de novas turmas durante o ano, também com diferentes focos do fazer teatral. Agora é a vez da criançada poder experimentar isso com a oficina “Faz de Conta”, que tem como objetivo apresentar elementos do fazer teatral através de jogos, músicas, luz, e brincadeiras populares. As crianças irão trabalhar concentração, espontaneidade, criação em grupo, e conhecer as diversas funções que envolvem o fazer teatral. INSCRIÇÕES A...

20 comentários de Anderson Foca sobre o Lollapalooza 2017

27/03/2017|

Sobre o primeiro dia do Lollapalooza 1. Entrar e curtir Tranquilo de chegar, entrar e carregar a pulseira. 2. Filas para o choop Não sei quem foi o gênio que retirou a venda ambulante de choop, resultado prático: ninguém conseguiu beber nas enormes filas pro bar. Eu fui ver show, mas amo uma cervinha no calor e não foi possível. Inadmissível um festival patrocinado por uma cervejaria deixar isso acontecer. A comida sempre foi cara e sempre vai ser, não deu trabalho pra comer. 3. Jaloo Jaloo muito carismático. Bem massa! 4. BaianaSystem BaianaSystem foi épico, que banda poderosa, que letras, que loops. Melhor banda brasileira da atualidade. 5. Cage the Elefant Cage the Elefant, sócios do Lolla. Me pareceu mais pastel e menos banda, mas divertiu. 6. 1975 1975, que banda horrorosa. Tudo 100% fake, sem alma nenhuma, muita careta, pouco som. Pastiche do que pior foi feito nos anos 80. Muito ruim. 7. Rancid Rancid. Quem curte sabe, quem tava lá sabe. Fui basicamente pra vê-los e fiquei no moshpit. Impecável mesmo com o som aquém do que poderia. Nota mil. 8. XX XX, maior surpresa pra mim. Que show esse, que bandaaaaaaaaaa. Virei fã automático. Quero conhecer melhor....

Portugal 10 x 0 Brasil : Um benchmarking ao vivo

27/03/2017|

por B.V. Dagnino* Não tivemos essa partida na Copa, mas 10 dias em Portugal foram suficientes para constatar que nossos amigos lusos nos ganham de goleada nos mais variados aspectos da qualidade de vida. Senão vejamos: PORTUGAL 1 X BRASIL 0: Na chegada no aeroporto Francisco Sá Carneiro do Porto, fila especial para os brasileiros como cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, juntamente com os da União Europeia; não nos lembramos de retribuir essa cortesia muito simpática nos nossos aeroportos. Atenção Polícia Federal, Ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, ANAC, Infraero etc. PORTUGAL 2 X BRASIL 0: Logo na saída do aeroporto, percebe-se a pavimentação perfeita da estrada e depois das ruas, sem contar a sinalização; viajando de ônibus pela Autoestrada A1 Porto – Lisboa, a percepção é a mesma. Atenção Ministério e Secretarias Estaduais dos Transportes, DNIT, DERs etc.! PORTUGAL 3 X BRASIL 0: As máquinas de cartões de crédito emitem simultaneamente o cupom fiscal, e o taxista ao emitir o recibo com cópia pergunta o seu número do contribuinte (o CPF deles). Adeus sonegação, com prática facílima de implantar. Atenção Ministério da Fazenda, Banco Central, Secretarias Estaduais e Municipais de Fazenda, etc.!...

Metade de mim é um istmo

26/03/2017|

por Marcius Cortez Sou habitado por uma consciência paralela que desenvolvi em minhas andanças por Natal, Recife e São Paulo. Sua forma geométrica é de um diagrama composto por três metades. Metade nordeste, metade solidamente paulista e um grande continente formado por um istmo machadiano de natureza deveras cética. Natal e Recife me deram a base enquanto São Paulo me ensinou a ganhar e a me superar. Quanto ao istmo machadiano, ele significa minha disposição para sobreviver na corda bamba de que o jogo sou eu comigo mesmo, eu e meus botões metafísicos, minha gula pelo conhecimento, minha total flexibilidade para seguir na certeza de que a única coisa definitiva é o fim e o nada. A massa do meu alicerce é a minha vida interior, meu playground do prazer da fruição estética e da transparência sentimental. Devo dizer que há um fato novo. Já não vejo nenhum país perto de mim. As árvores do Brasil secaram e a nação segue mais à deriva do que o Titanic ao sabor do oceano gelado pleno de desastres letais vindos d’além mar. O que faço? Procuro a sombra de uma mangueira frondosa para me sentar debaixo dela e deixar que a desconfiança...

Thalassa! Thalassa! A Magia da MokekaLiterária

25/03/2017|

Croniketa da Burakera #5, por Ruben G Nunes Meus manos-escribas, imortais, quase-imortais e zumbís… saluto todos e cada um!!! Neste sábado-de-pé-grande, 25/3/17, midnight, recebo emeiu do poeta Carlos Astral injetando generosa adrenalina-literária nos meus enferrujados canos de traficante-de-sonhos. Relendo minha quase-croniketa “Thalassa! Thalassa! A Magia da MokekaLiterária“, de 16/9/16, diz o poeta Astral, que já tem poesia no nome: Estou lendo e relendo suas crônicas, alimenta minha alma de poeta, genial, você é professor e gênio. Abraço do Carlos (Astral) Croniketa perdida entre mais de 150, desde 2010. Retiro do baú das croniketas-perdidas-e-achadas essa quase-croniketa. Sopro a poeira do Tempo. Chamo os caboclos escoceses. E vamuquivamu. Em homenagem ao poeta Astral e aos meus escribas-amigos que estiveram comigo nessa MOKEKALITERÁRIA dou uma guaribada na quase-croniketa e entro na uiskmeditation dos sábados-de-responsa. Como esquecer a BoaEnergia que trocamos naquele dia? Foi uma singela homenagem à nossa cachaça de cada dia: a Literatura! Me lembro, camaradas… me lembro…. … foi um papo solto regado a uisk, conhaque, vinho, e muita sintonia. Uma troca de energia muito da porreta, manos! E a mokeka um arrazo! O mar, massamágicaplenaprofunda, sempre necessário, sempre necessário, ali na frente, na Praia de Areia Preta, Natal/RN, Brasil-Esquina, acenando...

Programação da Cidade da Criança foca na cultura oriental e na Síndrome de Down

24/03/2017|

A Cidade da Criança abre espaço neste sábado e domingo para três celebrações que enaltecem a cultura oriental, os portadores de Síndrome de Down e o meio ambiente. Os eventos têm a coordenação do Centro de Promoção Cultural da Fundação José Augusto. China As comemorações se iniciam no sábado (25) a partir das 14h com a celebração do Ano Chinês. Na programação está a exibição do filme “O Reino Proibido” (um filme baseado nos valores orientais clássicos), seguido de prática de Defesa Pessoal para Mulheres. A partir das 15h a terapeuta Rízia Vargas realiza Auricoterapia (técnica terapêutica chinesa que tem na orelha um excelente local para tratar problema que tem um componente de dor, como dor lombar, dores de cabeça, problemas de pele, problemas neurológicos e vasculares, tais como esclerose múltipla e hipertensão arterial. Problemas emocionais e ansiedade também são satisfatoriamente tratados por este método). Na sequência tem prática de movimentos corporais especialmente destinada para crianças. A celebração chinesa terá, a partir das 17h, aulas de Choy Lay Fut (modalidade do Kung Fu), meditações para o público infantil e apresentações. Água No domingo, o parque abriga a celebração do Dia Internacional da Água e do Dia Mundial da Síndrome de...

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