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Políticos do RN sob o olhar de Gilberto Amado

Não sem razão, Gilberto Amado (1887-1969) é considerado um dos melhores memorialistas brasileiros. Com ele ombreiam-se tão-somente Pedro Nava e poucos outros. Escritor multifacetado, cultuou vários gêneros literários – ensaio,

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Da luta intermitente de Abimael Silva e mais dois livros editados

10/05/2017|

O post de hoje é breve, apenas para informar o lançamento de mais dois livros bacanas, somados aos agora 478 títulos da coleção José Nicodemos, pela Editora Sebo Vermelho. Ambos serão lançados neste sábado, por ocasião do aniversário de 54 anos do comandante mor do Sebo, Abimael Silva. São eles: ‘Augusto dos Anjos, uma pequena biografia’, e ‘Dois cegos cantadores: Cego Aderaldo e Cego Sinfrônio’. Ambos escritos pelo historiador paraibano Irani Medeiros. Afora o conteúdo já instigante, há duas outras curiosidades sobre esses livros. O prefácio da biografia de Augusto dos Anjos foi escrito pelo poeta pernambucano Orlando Tejo, que registrou o trabalho poético do quase lendário Zé Limeira, o “poeta do absurdo”. Outra curiosidade – e que mostra o apreço do editor/sebista Abimael Silva pela qualidade dos livros – foi a compra de uma tela do artista visual Thiago Vicente por R$ 180 mangos para ilustrar a capa do outro lançamento de Irani Medeiros. Essas informações acima estão em primeira mão. Isso porque encontrei Abimael há pouco no Centro de Convenções de Natal, onde trabalho. Ele soube da promoção de um Congresso Nacional de Guias de Turismo em Natal e veio tentar montar uma exposição dos seus livros para...

6 oficinas gratuitas de formação teatral serão oferecidas pela Prefeitura de Natal

09/05/2017|

A Secretaria Municipal de Cultura promove a partir deste mês de maio, o Programa de Formação Teatral. São oficinas relacionadas ao fazer teatral. Todas gratuitas. São seis ao todo, sendo uma por mês. As vagas são limitadas ao número de 20 para os meses de maio, junho e julho, e 25 vagas para o restante. Portanto, confira as datas abaixo e solicite a ficha de inscrição pelo email fu************@***il.com e concorra à vaga. Todas as oficinas serão ministradas na própria Funcarte, com exceção da oficina deste mês de maio, promovida no CEU Moacy Cirne, na Zona Norte, em razão dos equipamentos de luz necessários. As vagas serão selecionadas pela equipe de Artes Cênicas da Funcarte, que avaliará a experiência dos concorrentes. A própria ficha de inscrição será direcionada para pessoas com alguma vivência no fazer teatral. Essa seleção ocorre para valorizar as vagas oferecidas a partir da experiência presenciada pelos coordenadores da ação, para pessoas que se inscreviam, participavam e desistiam já no primeiro dia. Oficinas A oficina oferecida neste mês de maio é de ‘Iniciação à iluminação cênica’, por Aurélio de Simoni (RJ). O período de inscrições já começou e segue até 19 de maio. A oficina será ministrada...

Do silêncio de André da Rabeca, o personagem da Sorveteria Tropical

09/05/2017|

Esses dias escutei alguém dizer: “Até a fachada da Sorveteria Tropical está nova e você com esses discursos ultrapassados”. Era uma discussão de mesa de bar que adentrava o hoje turbulento maniqueísmo político. onde um lado sempre tem total razão sobre o outro. Realmente o letreiro do velho ponto comercial pedia arrego faz tempo. Agora há logomarca mais moderninha, arredondada, luminosa e tal. Mas minha lembrança recaiu mesmo na figura de André da Rabeca. E mais: o quanto as novidades, a modernidade tem apagado da memória os bons costumes, boas figuras e aquela camaradagem de mesa de bar, mesmo nas discussões mais acirradas. E me prendi ao som da rabeca de André, ou ao silêncio, hoje precioso, deste personagem folclórico da cena cotidiana de Natal. Abaixo, segue texto que escrevi para o Diário de Natal, quando de sua morte. Rabequeiro esquecido durante décadas ganha fama após a morte na província A rabeca tem som fanhoso, rústico. É o primo pobre do violino. Quem escuta viaja pelo Cariri nordestino e encontra cirandas, xaxados, brincadeiras de roda. No último domingo, uma rabeca se calou. Ela era como seu dono: de melodia triste, surrada; parecia perdida na selva de pedras, longe do interior...

Festival de música instrumental tem início neste domingo em Natal

09/05/2017|

O projeto Som da Mata foi escolhido para abrir a programação do II Festival Manoca Barreto, que vai ocorrer entre os dias 14 e 18 de maio, com a coordenação do professor Cleber Campos. O evento produz um intercâmbio artístico e cultural entre professores universitários do Brasil e Estados Unidos e visa promover a música instrumental através de oficinas, ensaios abertos, mesas redondas e concertos “jazzísticos”, ofertados gratuitamente para toda a comunidade interessada. Não poderia ser de outra forma, pois o homenageado e saudoso professor, guitarrista Manoca, um dos maiores músicos do Rio Grande do Norte e pioneiro na inserção da música popular no contexto da Escola de Música da UFRN foi o primeiro músico a subir no palco do Som da Mata. E lá se vão mais de 10 anos… No Som da Mata acontecerá a apresentação de alguns músicos que estarão presentes no Festival, como: Phill DeGreg (University of Cincinnati/USA) ao piano, Bruno Mangueira (UnB) na guitarra, Daniel Ribeiro (RN) no contrabaixo, Cleber Campos (UFRN) na bateria, Maico Lopes (UnB) e Otávio Nestares (SP) no trompete, Raphael Ferreira (UFU) no saxofone e Isaque Ferreira (RN) no trombone. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura...

CURTINHAS: Goiamum Audiovisual, homenagem a Belchior, Música no MinC e mais

09/05/2017|

ELEGIA HOMÉRICA Se nesta quarta tem mais um Insurgências Poéticas, na quinta o Bardallos recebe a MPB de Alexandre Américo (FOTO, by Brunno Martins) com o show Elegia. Gostei mesmo da descrição do show: “Um convite à sensibilidade cantada em rouquidão cordas e percussão. É um passeio pela MPB de vários tempos. É um abraço compartilhado. Afago aos sentidos… Música carnificada em movimento”. Pouca coisa não! Vale lembrar que Alexandre Américo é um bailarino de mão cheia e pode vir coisa boa por aí. Ele estará acompanhado do violão de Alecsandro Araújo e da percussão de Moreno Nascimento. A partir das 20h. Ingresso: R$ 10 e ganha uma gela. MÚSICA NO MINC Durante o encontro regional com o Ministério da Cultura para tratar da nova Lei Rouanet, o Setorial de Música do RN levará questionamentos do setor à pauta da reunião, agendada para 12 de junho, em Recife. O MinC já sofreu corte de 44% de verba. E a galera potiguar vai questionar sobre o Programa de Economia da Música, Plano Setorial Música, Microcrédito e FAT-Cultura (que totaliza 100 milhões engavetados pelo governo). Entre outros assuntos mais gerais. HOMENAGEM A BELCHIOR O produtor Marcelo Veni promoverá em breve uma homenagem...

Aboca Cultural promove mix de ações culturais e discussão sobre lesbianismo

08/05/2017|

Quem disse que as atividades culturais da Ribeira acontecem apenas no fim de semana? O Movimento N’ABOCA continuará no mês de maio, mais precisamente no dia 15, numa segunda-feira. A casa 16 da Rua Frei Miguelinho, a partir das 18 horas, irá trazer como tema nesta edição: Lésbicas (Identidade, visibilidade, representatividade). A palavra lésbica vem do latim lesbius e originalmente referia-se somente aos habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. A ilha onde viveu a poetisa Safo, entre os séculos VI e VII a.C., muito admirada por seus poemas sobre amor e beleza, dirigidos às mulheres. A cada 24 horas, um LGBT morre. De acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), o ano de 2016 foi o mais violento desde 1970 contra pessoas LGBTs. Para as mulheres lésbicas, a invisibilidade ainda é maior, pois além da homofobia, elas ainda enfrentam a sociedade patriarcal. “Queremos mostrar que existem mulheres poderosas nos vários segmentos artísticos da cidade. Na discotecagem, por exemplo, teremos a presença de Vitória Real, Pipa Dantas e Amanda Lisboa, as duas primeiras citadas são da série Septo, que trata deste tema”, afirma empolgada a produtora executiva da ABOCA Cultura, Bárbara de Melo. O Movimento também terá a presença...

A pedra do ódio

08/05/2017|

Um dia o pirata Diogo Cão encarnou em mim e me mandou conhecer a Praia do Marco. Fui e na Praia do Marco vivi uma experiência singular. Minha memória foi tatuada pelo lumiar das imensidões, do azul cristalino e do céu tagarela que me deu notícia dos portugueses que ali fincaram o marco do descobrimento do Brasil. No entanto, em certa manhã de domingo, todo meu torpor poético escafedeu-se ao se misturar com a esquizofrenia da realidade. No meio do caminho, flagrei o momento em que duas mocinhas valentes se puseram a xingar o rapaz que depredava o único orelhão do lugar. Quanto mais o vândalo surrava o telefone mais elas gritavam. Súbito três pescadores apareceram e já lhe acertaram um direto no pé do ouvido para o estrupício aprender a respeitar o “orelhão”. Enquanto isso eu e uma das mocinhas corremos para São Miguel do Gostoso onde funcionava o único posto policial da região. Mas perdemos a viagem: o posto estava fechado. Os vizinhos comentaram que faz tempo que a Polícia não aparece. Maldição, o Brasil é ruim de serviço. A má gestão se arrasta per saecula saeculorum. Esses dias vi no telejornal o trem que, felizmente, conseguiu escapar...

CURTINHAS: Insurgências Poéticas, Música potiguar nas escolas, Plinacoteca…

08/05/2017|

INSURGÊNCIAS POÉTICAS Tem mais Insurgências Poéticas essa semana e nunca é demais. Será nesta quarta, a partir das 19h e com homenagem ao Dia do Artista Plástico. Sempre no Bardallos (Cidade Alta). Outro adendo é a manutenção da conexão com a arte nordestina. No cardápio desta edição vai ter o lançamento do livro de poemas: “Ruinosas Ruminâncias” de Phellipe Wollney e o show “arreboque” de Valfrido Santiago, ambos pernambucanos. E nas artes visuais, a Mostra Coletiva Olhares Atemporais. E ainda participação de Civone Medeiros, Felipe Nunes, Rozeane Oliveira, Thereza Nunes e Thiago Medeiros. Acesso a R$ 10. MÚSICA POTIGUAR NAS ESCOLAS O programa “Música Potiguar nas Escolas”, que faz parte da campanha “Música Potiguar – Nosso Som Tem Valor”, confirmou mais dois shows em escolas da capital potiguar: A Escola Municipal Vereador José Sotero receberá no dia 1 de junho o músico Sérgio Groove, e a escola CEI Romualdo Galvão terá o seu segundo pocket show, com a apresentação de Carlinhos Zens e Diogo Guanabara, no dia 14 de junho. O programa “Música Potiguar nas Escolas” foi lançado no dia 8 de março, no CEI Romualdo Galvão, com a banda Plutão Já Foi Planeta e a cantora Valéria Oliveira. O principal...

Veja a agenda cultural de maio incentivada pela Lei Municipal

08/05/2017|

Dança, literatura, teatro, shows, música clássica e espetáculos. A agenda cultural em Natal para o mês de maio é intensa. A Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura, apresenta os projetos que acontecem neste mês graças à ação municipal de renúncia fiscal que propicia a realização dos projetos para a população e incentiva a atividade de produtores independentes. São boas opções de lazer cultural que começou no fim de semana, com o Mercado das Pulgas, no Pátio da Arena das Dunas e também os projetos “Som da Mata” e “Dançando nas Dunas”, ambos no Parque das Dunas. E neste mês de maio ainda tem Ribeira Boêmia (a preços populares), Quartas Clássicas no Teatro Riachuelo (entrada franca) e também o Festival Burburinho, no Bosque das Mangueiras (programação AQUI). PROGRAMAÇÃO MÊS DE MAIO – LEI DJALMA MARANHÃO • DANÇANDO NAS DUNAS DIAS: 13, 20, 27 DE MAIO LOCAL: ANFITEATRO PAU BRASIL – PARQUE DAS DUNAS O projeto “Dançando nas Dunas” promove espetáculos de danças das mais variadas vertentes artísticas (moderno, contemporâneo, clássico, street dance e folclórico), produzidos prioritariamente na cidade do Natal. Entrada gratuita • MERCADO DAS PULGAS DIAS: 14, 21, 28 DE MAIO LOCAL: ARENA DAS...

Se come muito bem na literatura portuguesa de Eça de Queiroz (última parte)

07/05/2017|

No romance A Ilustre Casa de Ramires, obra de maturidade, publicada postumamente, Eça de Queiroz satiriza a nobreza de Portugal na pessoa do fidalgo Gonçalo Mendes Ramires, o jovem senhor da Torre, que se esmera em escrever uma novela histórica exaltando os feitos heróicos dos seus antepassados, com os quais pretende ombrear-se. Na verdade, Gonçalo Mendes Ramires não passa de um caráter falho: covarde e mesquinho, embora, às vezes, tenha uns rasgos de coragem e generosidade. Interessante é que, num exercício de metalinguagem avant la lettre, Eça intercala, no correr da narrativa, capítulos da novela engendrada pelo seu personagem. No final, subentende-se que Gonçalo Mendes Ramires constitui uma alegoria do próprio Portugal, o país então decadente e nostálgico dos seus tempos de glória. Ao contrário do que ocorre em outro romance da última fase do autor, A Cidade e as Serras, Eça não se compraz em descrever iguarias da culinária típica portuguesa. Vários almoços e jantares surgem ao longo da narrativa, é verdade, no entanto, sem que os respectivos menus sejam pormenorizados. Por vezes há referências tão-somente à entrada e à sobremesa. Num jantar em homenagem ao André Cavaleiro, governador civil do Distrito de Oliveira, onde se passa boa parte...

Veja a programação de uma semana inteira dedicada ao jornalismo

07/05/2017|

Em 2017, a graduação em Jornalismo da UFRN sai da condição de habilitação do campo da Comunicação Social para adquirir a forma autônoma de curso, como prevê a Resolução Consepe n. 211, de 29 de novembro de 2016. Neste contexto, o departamento de Comunicação Social da UFRN realiza a I Semana do curso de Jornalismo. O evento, cuja temática abrange os novos formatos e novas linguagens no jornalismo, incluirá conferência de abertura com o jornalista investigativo Leandro Fortes. Além desta conferência terão mesas redondas sobre a temática central, bem como sobre os desafios do meio impresso frente às mídias digitais, rumos da comunicação contra-hegemônica e as relações entre jornalismo e literatura. A programação inclui, ainda, mostra de documentários, exposição de fotojornalismo, oficinas de edição em vídeo, fotografia e escrita criativa; oportunidades para os estudantes, e lançamento de livros – entre eles o e-book “Jornalistas e escritores do RN: entrevistas”, que reúne produções dos estudantes de Jornalismo da UFRN. O encontro ocorre no período de 8 a 12 de maio, a partir das 14h, no auditório do Decom da UFRN. Com o apoio fundamental da direção do CCHLA e chefia do Decom, a organização da semana pretende mobilizar todos os docentes...

POETA DA SEMANA: Oreny Junior

05/05/2017|

O natalense Oreny Júnior tem no berço o bairro do Alecrim onde viveu até os 7 anos de idade, em seguida transferindo-se para o bairro de Cidade da Esperança, onde criou-se entre as dunas, descendo as tábuas de morros, pulando barreiras, jogando bola nos campos de várzeas e escrevendo poesias até os dias de hoje. Estreou no livro impresso em 2016, com Fórceps. É um amante da literatura potiguar. Está, inclusive, montando um acervo de autores locais, para estudos e pesquisas. E um segundo livro está em processo. Aguardem cartas, ou melhor, poemas! Oreny Júnior é nosso POETA DA SEMANA ————— enlatados descartáveis ao acordar fluores refrescantes nas dentaduras na mesa plásticos temperados ao sabor manteiga isentos de conservas antioxidantes códigos de barras rastreiam a indocilidade poemas distópicos nas embalagens e figurinos com 0% de lipídios e ácidos graxos esborracho-me ao chão com as alpercatas sintéticas ————— um rio sobre a cabeça a caminhante expõe um rio sobre a cabeça num mar de barro ambos se necessitam ambos se esvaem um dia foi água outro será barro sob o rio sua sede aumenta esquálida afoga-se na aridez do cônico pote ————— precoce solidão a solidão é colhida na sua precocidade...

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