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Para o dia amanhecer poesia de Franco Jasiello

GRANDE PONTO O relativo inexiste de esquina a esquina. Há o evidente certo lúcido límpido absoluto. Jaquetões gravatas finas juízes sapatos espelhados poema-processo trovas café pitombas quase deputados. O passado

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babosa e coroa de frade

A babosa e o coroa-de-frade

Pois é, encontrei essa babosa três anos atrás, durante uma pedalada pela caatinga. Na beira de estrada de terra, no duro chão do sertão, estava em más condições, com poucas

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POETA DO DIA: Thiago Góes

CORAÇÃO NA GARGANTA, SILÊNCIO NA ALMA Aquilo parecia um sonho Não imaginava nada igual Algo que despertava uma magia Tão colorida e tão surreal Encontrei você Parecendo lhe conhecer de

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POETA DO DIA: Regina Azevedo

MEDINDO AZUL apoio em minhas costas metade da carcaça toda fodida da baleia e tomamos sol juntas eu caminhando vestida de peixe em direção ao fim da praia, ao palco

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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CURTINHAS: Pré-reveillon no Bardallos e Porão das Artes, Claudio Galvão e mais

28/12/2017|

ZÉ MARIA PESCADOR Nesta sexta, a pedida é o Bardallos. Uma das grandes revelações musicais do ano no Estado potiguar, descoberto por Ney Matogrosso na pacata Baía Formosa, Zé Maria Pescador volta ao palco do point da Cidade Alta para mais um show. A partir das 21h. Ingresso: R$ 10. E no sábado, ainda no Bardallos, o pré-reveillon com Dani Cruz e o show Enredo da Alegria, às 20h. Ingresso também a R$ 10. PORÃO DAS ARTES No pré-reveillon do Porão das Artes, em Pium, o blues e o rock vai rolar solto. Só clássicos bluezeiros e muito Raul Seixas com Gustavo Concentino & Blue Mountain e convidados. No sábado, a partir das 20h. Ingresso individual a R$ 15 ou a casadinha a R$ 25. Mais infos: 9922-8188 (Nelson Rebouças). CARMEM PRADELLA Quem acompanha este site sabe que não divulga festinhas caras, elitizadas. Sem preconceitos! Questão de identidade para edição. Mas a Carmem Pradella e Levi Ribeiro merecem toda divulgação pelo trabalho profissional e sempre qualificado. Dupla talentosa que estará junto com banda completa no Spaço Guinza na virada do ano. Vendas: 3219-2002. DISCOS DO ANO Nas várias listas de melhores discos do ano, duas bandas potiguares figuraram em todas...

Última apresentação da Cantata aos Santos Mártires acontece nesta sexta

27/12/2017|

Após o sucesso nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Canguaretama, e no Teatro de Cultura Popular e no Centro Administrativo, em Natal, a Cantata para os Santos Mártires terá uma apresentação especial na próxima sexta-feira (29/12) a partir das 19h no pátio da Catedral de Mossoró O espetáculo é uma realização do Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial, em conjunto com a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social. A entrada é franca. A apresentação terá a participação de grupos de corais. O musical, dirigido por Diana Fontes, texto e música de Danilo Guanais (baseado em escritos do padre Murilo, Monsenhor Herôncio e Valério Mesquita), projeção mapeada de Wil Amaral e produção de Danielle Brito, apresenta 50 atores e pessoas do coro no palco. Os atores narram e contam a história dos mártires ao som de uma trilha musical que narra o massacre histórico. Um dos destaques do musical são os figurinos e adereços assinados por Ricardo San Martini, que recriou as vestimentas de colonos, índios e holandeses. História A história narra a fé dos colonos de Cunhaú e Uruaçu – locais...

De um livro sobre o profano, o mundano, a sem-vergonhice, a carne e o sexo

26/12/2017|

por Eliano Eis a minha primeira publicação literária e já não era sem tempo. Não fosse agora, talvez não publicasse jamais estes poemas – a não ser no facebook. Não fosse Jack D’ Emilia, o italiano mais potiguar que eu conheço, com seu entusiasmo, talvez não me sentisse tão à vontade com relação a essa publicação. Estou em transição. Sempre estive, quer seja na música ou na escrita. E este opúsculo demarca uma maneira de escrever que já não é a mesma dos poemas mais recentes. “Quase não me recupero dos golpes que seus olhos me deram” traz poemetos que capturam instantes com poucas palavras. Sempre fui um sujeito de poucas palavras, contido, tímido… e esse comportamento, eu acho, é refletido na forma, mas não no conteúdo, pois mesmo falando pouco, falo sobre o profano, o mundano, a sem-vergonhice, a carne e o sexo, como pessoas sonsas falam. Este não é um livro de amor, mas é também um livro de amor. Isto nem é um livro, mas é o meu primeiro livro. O livro foi diagramado pelo poeta e editor Victor H. Azevedo. Foi lançado pelo selo FLIPAUT no Festival de Literatura Alternativa de Pipa dia 08/12. O prefácio...

claudio galvão, by sergio vilar

25/12/2017|

O status de imortal de uma Academia de Letras confere apenas uma chance a mais de ser lembrado pelos feitos literários décadas depois. É o que penso. E sendo assim, aos de pouca vaidade ou despreocupados em ter seu nome referenciado após sua morte, não significa absolutamente nada. Mas há os desejosos desse status e em nada estão errados. Reconhecimento pelo trabalho árduo de confecção do que julga um bom livro, uma boa pesquisa, etc, é legítimo. E por isso me incomoda algumas injustiças perpetradas há tanto tempo em nossa Academia Norte-rio-grandense de Letras. A morte recente do poeta, cronista e jornalista Sanderson Negreiros reacendeu a discussão do preconceito escancarado contra a mulher na ANL. Temos hoje, entre os 39 imortais, apenas quatro mulheres: a pesquisadora Leide Câmara, as poetisas Sônia Maria Fernandes e Diva Cunha, e a escritora Eulália Barros. Entre os 40 patronos fundadores da ANL, apenas três: Nísia Floresta, Auta de Souza e Isabel Gondim. E entre os 40 primeiros ocupantes, mais duas: Carolina e Palmyra Wanderley. De lá para cá, de minha memória só vem os nomes de Anna Maria Cascudo e a assuense Maria Eugênia Montenegro. Então, 11 mulheres na história de 81 anos da...

Hoje tem Pedro Mendes na Árvore de Mirassol para celebrar o aniversário de Natal

25/12/2017|

O dia do aniversário da cidade, também será um momento marcante na história da música potiguar. Nesta segunda-feira (25), na Árvore de Mirassol, o cantor Pedrinho Mendes sobe ao palco para cantar o repertório que imortalizou há três décadas em Esquina do Continente, com o clássico “Linda Baby”. O show começa às 19h e faz parte da programação do Natal em Natal, promovido pela Prefeitura do Natal. A entrada é gratuita. Pedrinho Mendes faz uma viagem por toda sua obra. Desde os clássicos “Linda Baby”, “Esquina do Continente”, “Uma Vez”, “Alegres Meninos” e tantos outros de um repertório que se aproxima das quatro décadas de composições. Nome icônico da nossa música, Pedrinho Mendes também irá ganhar um DVD ao Vivo gravado durante o show da próxima segunda-feira. “Não é somente uma homenagem pelos 30 anos da música que se fixou como representativa da cidade como também por toda sua obra e parcerias musicais que mantem. Nada melhor que brindar isto no aniversário da cidade e imortalizar com uma gravação ao vivo”, comentou o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão. SERVIÇO Aniversário da cidade Segunda-feira, 25 A partir das 19h Show Pedrinho Mendes “Esquina do Continente 30 anos” Entrada gratuita...

O que te faz comprar um livro?

22/12/2017|

Se o famoso diretor de Laranja Mecânica fosse filmar a cena da venda de um livro, por certo, ele ia criar um cenário que sugerisse mistério. Compram-se livros por diversas razões e aí já começa uma bela história de particularidades e diversidade. Em andanças recentes para divulgar o meu mais novo rebento intitulado “Stanley Kubrick: o monstro de coração mole”, escutei várias pessoas explicando porque compraram a obra publicada pela editora Perspectiva. Em Campinas, interior de São Paulo, durante o bate-papo que antecedeu a noite de autógrafos, uma senhora dizendo-se veterinária revelou que admirava Kubrick porque lera a carta que o cineasta escrevera para a filha quando precisou fazer uma viagem de apenas dois dias. Escrita à mão, letra miúda, a carta de 4 páginas continha mais de 50 instruções que Vivian Kubrick deveria seguir para assegurar paz e conforto aos vinte e tantos bichanos do papai perfeccionista. Aqui em Natal, o funcionário da livraria Saraiva me contou que convenceu um cliente a adquirir o “monstro” lendo para ele a frase da contracapa: “qualquer que seja a imensidão que nos cerca, temos de fazer a nossa própria luz”. Imediatamente me veio à memória os dias em que trabalhei como balconista...

Diálogo entre as diferenças, uma resenha do filme Poesia Sem Fim

22/12/2017|

No início dos anos 60, em Paris, Fernando Arrabal, Alejandro Jodorowsky e Roland Topor criaram o movimento Pânico, embora Arrabal afirme que o “Pânico não é nem um grupo nem um movimento artístico ou literário”, ou seja, acredita que seria melhor entendê-lo como “um gênero de vida”, um jeito de ser. Num texto escrito em 1964, intitulado “Pânico e frango assado”, Jodorowsky afirma que “uma das distinções fundamentais que o pânico estabelece no homem é sua dualidade pessoa e personagem”. Em Poesia sem fim, o escritor, diretor de teatro e cinema, mímico, quadrinista, bruxo e xamã Alejandro Jodorowsky faz questão de praticar a ideia do pânico. Recorrendo à máxima do pânico (do deus Pan, da totalidade), de que “a vida é a memória e o homem é o acaso”, Jodorowsky segue à risca a possibilidade de realizar uma festa pânica presidida pela confusão, onde se con-fundem o humor, o terror, o acaso e a euforia. Nesse sentido, qualquer suposta falta de coesão é intencional, ou seja, uma espécie de transe onde o próprio delírio tem uma ordem interna, embora não haja um interesse de estabelecer nenhum discurso de equilíbrio na loucura. Numa ficção autobiográfica, coloca em questão a relação entre...

Novo centro cultural será inaugurado hoje na Cidade Alta

22/12/2017|

Um novo centro cultural será inaugurado hoje, às 15h, na Cidade Alta. Um lugar para abrigar diversos movimentos artísticos motivados a ocupar espaços públicos com arte e cultura. A Casa da Ladeira – Centro de Cultura Popular é um coletivo de artistas que, em meio às suas memórias e tradições, se encontra para protagonizar um movimento cultural que fortalece a arte, a educação e a cultura local em conexão com outras linguagens, fortalecendo a diversidade e a construção de um mundo melhor. O objetivo do projeto é fomentar arte e economia solidária no Centro Histórico de Natal; parcerias com representações de diversos setores dos movimentos culturais e fortalecer a cena da arte independente na capital potiguar. E logo mais, às 15 horas, será realizada inauguração da casa, que conta com o apoio de vários artistas da cidade. O local é a Rua Passo da Pátria, nº 60, na Cidade Alta, em frente a quadra da Casa do Estudante. Adendo do editor: Uma inauguração, um espaço e uma ideia que merece ser compartilhada por todos os artistas independentes da cidade. E que essa Casa da Ladeira cresça, aglutine e possa se tornar uma associação ou alguma outra formatação com CNPJ e...

Balanço sobre o 14º Troféu Cultura – elogios e críticas necessários

20/12/2017|

São 14 edições do Troféu Cultura já realizadas. Há um certo status de tradição em 14 anos de história. Mas isso para quem desconhece a história do prêmio. Penso que o Troféu começou a existir de fato há três anos, quando o sistema de votação conferiu legitimidade às escolhas. Ou mais: quando conseguiu chegar ao conhecimento da classe artística. Participei do Troféu justo nesses três anos e, claro, contribui para isso. Minha aproximação com Toinho Silveira, idealizador do evento, se deu com um breve comentário meu, ainda no Substantivo Plural, sobre o Troféu. Disse algo como, embora o formato estivesse todo errado, a intenção de Toinho em premiar os artistas era muito válida. E três anos depois, nada mudou. Continua tudo errado, mas com boa intenção. Dias ou semanas depois ele estava em reunião na secretaria de turismo, onde trabalho e, quando entrei na sala, ele disse ter lido o comentário, agradeceu e elogiou minha credibilidade como jornalista e tal. Na edição seguinte do prêmio recebi o convite para prestar a assessoria de imprensa, que como disse, no fim abarcou outras funções. Naquele ano de 2015 institui a seriedade que o prêmio precisava com um sistema de votação legítimo, e...

Hoje tem abertura de exposição e lançamento das revistas Preá e Carcará

20/12/2017|

E hoje, a partir das 19h, o Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, promove uma noite especial de lançamentos que contemplam o campo das artes visuais, o audiovisual e a literatura norte-rio-grandense. Na Galeria Newton Navarro, localizada na entrada fundação, serão apresentadas a edição nº 2 da Revista Virtual Carcará e a edição 29 da Revista Preá. Também haverá a abertura da exposição coletiva Privado é Público que exibe parte do acervo da futura Pinacoteca de Mossoró. Privado é Público A FJA realiza o lançamento da mostra “Privado é Público” destinado a levar à admiração pública as coleções de artes particulares, guardadas nas residências dos colecionadores e fora do domínio público. Trata-se da exposição de uma parte do grande acervo da diretora da fundação, Isaura Rosado, que será entregue por comodato para a criação da Pinacoteca de Mossoró. A curadoria é de Dione Caldas. São mais de 700 obras de onde foram selecionadas para esta exposição cerca de 100, mostrando um breve panorama dessa coleção que tem um enorme acervo das obras de Dorian Gray, Jussier, Manuelito, Mária do Santíssimo, Vicente Vitoriano, Fé Córdula, Dione Caldas, Thomé Filgueira, Iaponi, Leopoldo Nelson e os naifes potiguares e mais que...

Festival Ribeira360º fecha calendário do Natal em Natal com muita música

19/12/2017|

Uma das novidades do Ribeira360º será a abertura gratuita com show de Waldonys com Forró Bando das Brenhas, na sexta-feira, 5 de janeiro O Palco 360 graus está de volta! Criado para celebrar a lendária Rua Chile e o protagonismo da música potiguar, o Festival #Ribeira360º chega ao segundo ano repleto de novidades para movimentar a cultura do bairro histórico da Ribeira, no início de 2018. Para começar, em vez de duas serão três noites de festival, de 5 a 7 de janeiro no largo da Rua Chile e demais espaços culturais do entorno. O evento encerra o calendário do Natal em Natal e terá show de abertura com acesso gratuito para o público, no dia 5 de janeiro. A atração é o cantor e compositor Waldonys, herdeiro da tradição de Luiz Gonzaga, ao lado da banda potiguar de forró Bando das Brenhas, às 20h, no Palco 360º. O festival conta com patrocínios da Prefeitura Municipal de Natal, Praia Shopping por meio do Programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura e NatalCard e apoio cultural da Codern – Companhia Docas do RN. Já os ingressos promocionais para os dias 6 e 7 (sábado e domingo) estão à venda na versão...

Curtinhas: Morre o poeta, cronista e intelectual Sanderson Negreiros

19/12/2017|

SANDERSON VIVE Sim, a obra intelectual e a figura querida do poeta, cronista e intelectual Sanderson Negreiros não morrerão nunca. Apenas sua presença física nos deixa. Não deixa detalhes de sua morte. Apenas sei que estava debilitado há uns bons anos, tinha 79 ou 80 anos e que morreu dormindo. Sempre reputei sua poesia como a minha favorita (o segundo é Adriano de Sousa). E há registros disso para além de um oportunismo pós-morte. Suas crônicas também eram diferenciadas, sempre com uma mescla da banalidade cotidiana do gênero e toques de intelectualidade. Sanderson foi um gênio das nossas letras. SANDERSON VIVE 2 Estive com Sanderson Negreiros uma única vez. Seu apartamento tinha vista ao leito do Rio Potengi e o Diário de Natal me enviou lá para que ele comentasse o assoreamento do rio ou algo assim. Mas quando cheguei lá ele pouco se importava com isso e queria conversar sobre assuntos variados. Disse conhecer muito bem meu avô Omar Vilar (ambos são cearamirinenses) e relembrou histórias diversas dos tempos de jovem em Natal. Uma manhã que tristemente apressada em razão do tempo do jornal, mas que assim como meu encontro com Oswaldo Lamartine, permanece viva em minha memória. MERCÚRIO...

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