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Para amanhecer poesia de Mário Ivo

MATINO Ao amanhecer todas as cidades se parecem. Só você ao despertar não se assemelha a ninguém nem a nada no mundo. No alto dos prédios imóveis pastoreia as nuvens

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POETA DO DIA: Kalina Paiva

ESPETÁCULO – Oi? Tenta! Tenta não sangrar. Depois que o mundo virou e seus dentes mostrou como vais ignorar? – Oi? Tenta! Tenta não gritar essa dor miúda que transpassa

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POETA DO DIA: Jeanne Araújo

CABALA Quando arqueio as costas vibro igual violino e mesmo as amarras mordaças e estacas não me bastam. A voz, a tua, arrepia as porcelanas, os quadros e estremeço onde

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Maior premiação da cultura potiguar acontece nesta segunda no Teatro Riachuelo

17/12/2017|

Tradição e vanguarda estarão juntas na celebração de entrega das premiações do Troféu Cultura 2017. Shows, esquete teatral, dança urbana e muito mais estão reservados para esta segunda-feira (18), a partir das 18h e com acesso gratuito ao Teatro Riachuelo. Aproximadamente 1000 ingressos estarão disponíveis ao público na bilheteria do teatro a partir das 12h, no dia do evento. Este ano, o Troféu Cultura receberá o nome do artista plástico e poeta Dorian Gray Caldas, e homenageará, pelo conjunto da obra, o pesquisador e intelectual Claudio Galvão, autor de 12 livros que resgatam muito da história e de ícones já esquecidos da cultura potiguar. Mas o grande momento do evento é mesmo o anúncio dos vencedores de cada uma das 14 categorias que abrangem todas as manifestações artísticas: audiovisual, artes visuais, artes cênicas, literatura, dança, música, além da produção cultural e a escolha do Artista do Ano. Todos os 14 vencedores presentes ao evento receberão uma cortesia de hospedagem num fim de semana no Praia Bonita Resort, um dos melhores resorts do Estado, situado em Tabatinga, além de outros presentes. “Independentemente de quem vença, importa a confraternização e o reconhecimento aos nossos artistas. É o propósito do Troféu Cultura, que...

Teatro Adjuto Dias reabre as portas em Caicó

15/12/2017|

Um evento voltado para as artes cênicas marca o retorno das atividades do Centro Cultural Adjuto Dias, em Caicó, equipamento mantido pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto. Prossegue até sábado (16) o Festival Nacional de Teatro Universitário da UFRN que debate a produção teatral acadêmica. O Teatro Adjuto Dias, que estava interditado há dois anos e foi restaurado em 2017 com investimentos de R$ 450 mil (R$ 360 mil para obras e R$ 90 mil para equipamentos), oriundos do Banco Mundial, via Programa Governo Cidadão. O Festival Nacional de Teatro Universitário reúne grupos universitários teatrais de diversas partes do Brasil, vindos de estados como Minas Gerais. Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Paraná, Paraíba e Rio Grande do Norte. Foi aberto no dia 12 de dezembro através de solenidade oficial. O Festival tem apoio de instituições como União do Sobrado, Trapiá Companhia de Teatro, Prefeitura de Caicó e da Fundação José Augusto que disponibilizou as dependências do teatro para a realização das atividades. Nesta sexta a partir das 15h o Festival Nacional de Teatro Universitário da UFRN prossegue com a Análise de “Soraia Queimada, Filha da Violência”, com Nairá Ciotti e Verônica Fabrini e “O Bebê de...

Tributo celebra, nesta sexta, os 45 anos de ‘Transa’, de Caetano Veloso

14/12/2017|

Nesta sexta, a partir das 21h o Bardallos Comida & Arte será palco de um tributo ao aclamado álbum de Caetano Veloso “Transa”. A obra de Caê mistura de idiomas, do moderno ao arcaico, da poesia ao baião. O disco completou neste ano exatos 45 anos, gravado em Londres. Exilado desde 1969, o disco traz composições e arranjos marcados por uma profunda saudade da sua gente e terra, além de inovações e misturas musicais que mesclam o baião de Luiz Gonzaga e a poesia popular de Zé do Norte, ao inglês rockeado dos Beatles. Canções como “You Don’t Know me”, “Nine Out Of Teen”, “Triste Bahia” são celebradas por fãs até hoje. O tributo busca celebrar os 45 anos do disco que será tocado na íntegra. Para complementar a noite, outras canções de Caetanos que marcaram os anos 1970 serão também executadas. A banda será composta por Felipe Nunes (Voz e Violão), Humberto Diógenes, (Baixolão) e Renato Luiz Almeida (Percussão). SERVIÇO Transa e Outros Caetanos 15 de dezembro (sexta-feira) 21h Bardallos Comida e Arte Entrada colaborativa: 10 reais FOTO: Franklin Levy

Cantata para os Santos Mártires terá encenação especial nesta terça

14/12/2017|

Após o sucesso nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Canguaretama e no Teatro de Cultura Popular, a Cantata para os Santos Mártires retorna para uma apresentação especial na próxima terça-feira (19/12) a partir das 19h no Centro Administrativo, em Natal. O espetáculo é uma realização do Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial, em conjunto com a Secretaria de Estado do Turismo do RN e Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social. A entrada é franca. A apresentação terá a participação de grupos de corais. O musical é dirigido por Diana Fontes, com texto e música de Danilo Guanais (baseado em escritos do padre Murilo, Monsenhor Herôncio e Valério Mesquita), projeção mapeada de Wil Amaral e produção de Danielle Brito. São 50 atores e pessoas do coro no palco. Os atores narram e contam a história dos mártires ao som de uma trilha musical que narra o massacre histórico. Um dos destaques do musical são os figurinos e adereços assinados por Ricardo San Martini, que recriou as vestimentas de colonos, índios e holandeses. História A história narra a fé dos colonos de Cunhaú e Uruaçu – locais pertencentes à Capitania...

Governo do Estado promove festa da cultura potiguar na próxima segunda

13/12/2017|

A única premiação potiguar que abarca todas as manifestações artísticas está confirmada para 2017 e acontece já na próxima segunda-feira (18), no suntuoso palco do Teatro Riachuelo. A festa do Troféu Cultura será totalmente aberta ao público e conta com apoio do Governo do Estado, através da Fundação José Augusto. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro Riachuelo no dia do evento, durante o horário comercial do shopping Midway, bastando apenas apresentar sua identidade. Estarão disponibilizados aproximadamente 1000 assentos ao público. O início da cerimônia está agendado às 18h com duração aproximada de 3h de muita celebração e intervenções culturais, entre encontros inusitados, esquetes teatrais, dança e muita música. O público, artistas e imprensa serão recepcionados já na entrada no Teatro com apresentação luxuosa da cantora Carmen Pradella e banda. Já no palco, a Orquestra Sinfônica do RN dará início à cerimônia, seguida por apresentação da Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, com encenação de um pas de deux, ou dança de casal. A tradição e a vanguarda nortearão as intervenções artísticas apresentadas entre os anúncios dos vencedores em cada uma das 14 categorias do Troféu Cultura, que este ano recebe o nome do artista plástico Dorian...

Forró do Candieiro resgata atmosfera do passado em festa no Litoral Sul

12/12/2017|

A luz baixa dos candieiros, o terreiro de chão batido ou de cimento queimado e o fole roncando noite adentro. Numa época em que a atenção não era dividida com a tela hipnotizante do celular e quando as estrelas não competiam com os faróis dos postes, o forró era dançado assim. Esse clima é resgatado todo ano no dezembro 13, no dia de nascimento de Luiz Gonzaga, o rei do baião. É data de Forró do Candieiro, no Centro Cultural Casa de Taipa, que chega à sua quarta edição no Sagi, paraíso do litoral sul potiguar a 95 Km de Natal. O 4º. Forró do Candieiro tem fogo e espírito de tradição. Dois trios pés de serra tocam quase que exclusivamente Luiz Gonzaga, senhor de um repertório fabuloso que ajudou a imantar as coisas do Nordeste em todo o Brasil. “É mais do que merecido a homenagem a esse mestre que marcou a infância de muita gente e influenciou tudo aquilo que conhecemos hoje como forró, baião, xaxado e afins”, comenta Carlos Rubens Araújo, idealizador do evento e diretor do Centro Cultural Casa de Taipa. O lugar é uma espécie de ilha da arte e da cultura, com biblioteca e...

Jovens Escribas lança novo livro de Clotilde Tavares nesta quinta

12/12/2017|

Clotilde Tavares e a editora Jovens Escribas promovem o lançamento do seu novo livro que, aliás, também será uma festa de aniversário da autora do jeito que ela gosta: cercada de leitores e amigos. Será nesta quinta, 14 de dezembro, a partir das 19h, no Clube dos Radioamadores (Tirol), ao lado da Cidade da Criança. “Notícias da existência do mundo” Quando Clotilde Tavares completou 60 anos, publicou o livro de crônicas “Coração Parahybano”. Esta semana, ao completar 70 anos, repete a façanha com uma nova obra literária. O livro “Notícias da existência do mundo” reúne textos publicados originalmente nos jornais Tribuna do Norte (Natal), Correio da Paraíba e A União (João Pessoa) e no blog Umas&Outras entre 2004 e 2017. “As crônicas abrangem todo tipo de assunto, mas o leitor vai notar que alguns temas são recorrentes, e refletem as minhas preferências e afinidades como cronista. Vai ver também que a linguagem muitas vezes varia de uma crônica para outra, porque a linguagem do jornal é um tantinho diferente da linguagem do blog. Por esse mesmo motivo algumas crônicas são mais curtas, pois foram escritas para o espaço limitado do jornal enquanto outras, mais extensas, foram publicadas no blog”, disse...

27 projetos são aprovados na Lei Câmara Cascudo

12/12/2017|

Uma leva de 13 projetos foram aprovados hoje na Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo e publicados no Diário Oficial do Estado. Alguns bem conhecidos do público, a exemplo do MPBeco, do Prêmio Hangar, do Goiamum Audiovisual e de uma segunda temporada da websérie Septo, premiada internacionalmente e produzida apenas com recursos de financiamento coletivo. E no último dia 25 de novembro, outros 14 projetos (tabela mais abaixo) também foram aprovados, incluindo o deste Papo Cultura, num orçamento enxutinho e cabível para o ano inteiro! E ainda o MADA, o Fest Bossa e Jazz…. Senti falta de alguns projetos realizados pelo Centro Histórico, a exemplo do samba às quintas-feiras, do Insurgências Poéticas… Mereciam mais apoio e este seria um caminho. Vamos à lista e à dura labuta da captação:  

Ônibus Encantado leva coral natalino a bairros de Natal a partir deste sábado

12/12/2017|

A magia do Natal irá se espalhar pelos quatro cantos da cidade. Neste sábado, domingo e segunda-feira, o Ônibus Encantado percorrerá diversos bairros de Natal levando músicas natalinas para as comunidades. Serão três apresentações por noite a partir das 18h. O projeto “Ônibus Encantado”, de autoria do produtor cultural Claudio Mac Dowell – da produtora Arte Inovação – e desenvolvido em parceria com a Green Point, foi realizado pela primeira vez em dezembro de 2014 e tem como objetivo levar a magia do natal através da música para praças e ruas da cidade. Numa parceria com diversas lideranças comunitárias, os moradores são mobilizados para receberem o Ônibus Encantado promovendo uma grande confraternização. Neste ano os bairros contemplados serão: Pajuçara, Potengi, Bom Pastor, Conjunto Pirangi, Vila de Ponta Negra, Cidade da Esperança, Potilândia, Nova Descoberta e Conjunto Alagamar. Com o patrocínio da Prefeitura do Natal, por meio da Lei Djalma Maranhão, e da Unimed Natal, a novidade da edição 2017 será a participação da Camerata de Vozes do RN (que em outubro deste ano realizou apresentações no Vaticano na canonização dos Santos Mártires potiguares). O coral, que pertencente à Fundação José Augusto e é regido pelo Maestro Padre Pedro, fará apresentações...

Juntêro na Praça reúne várias atrações culturais no Alecrim nesta sexta

11/12/2017|

Ocupar as praças publicas da cidade com possibilidades artísticas e fazer do espaço inóspito, possibilidade de trânsito e afeto é a ideia do Juntêro na Praça. O projeto já realizou três edições movimentadas na Praça Padre João Maria, no Centro Histórico de Natal. Nesta sexta, a partir das 17 horas, o Juntêro na Praça, acontece no bairro histórico do Alecrim. Na ocasião, artistas, produtores independentes, artesãos e quem mais vier, ocuparão a Praça Gentil Ferreira para uma tarde festiva para a resistência de um bairro que vem sofrendo com o abandono de gestores públicos e artistas. A realização é dos projetos independentes Coco Juremado, Som na Rua, Insurgências Poéticas e Viramundo (passo da pátria, Alecrim e Centro Histórico), em parceria com gestores e simpatizantes do projeto. Vamos nessa? Traz teu poema, sua arte, uma sacolinha pra colocar lixo e vamos ocupar a Praça Gentil Ferreira? SERVIÇO Sexta, 15 de dezembro | a partir das 17 | Juntêro na Praça Gentil Ferreira | evento colaborativo Confira AQUI fotos de John Nascimento durante a edição de agosto, no Centro Histórico de Natal

Lançada licitação para reforma do Teatro Lauro Monte Filho

11/12/2017|

O Governo do Estado, através da Secretaria de Planejamento e Finanças, publicou na última sexta-feira (8) a abertura da licitação para a restauração do Teatro Lauro Monte Filho, localizado em Mossoró, administrado pela Fundação José Augusto. O valor das obras e instalação de equipamentos é de R$ 5.133 milhões, com recursos do Governo Cidadão, por empréstimo do Banco Mundial. O teatro está fechado ao público desde 2008. O aviso da abertura da licitação foi publicada, através de edital no Diário Oficial do Estado (DOE) no último dia 9 de dezembro. As propostas deverão ser entregues até 12 de janeiro de 2018 à SEPLAN. A licitação está aberta a todos os concorrentes oriundos de países elegíveis pelo Banco Mundial. O projeto de restauração contempla obras de acessibilidade, climatização, pintura, instalação elétrica e hidráulica, além da instalação de equipamentos cenotécnicos como poltronas, iluminação e cortinas, dentre outros.

A patafísica em O Supermacho, de Alfred Jarry

11/12/2017|

Com narrativa datada em 1920, 19 anos antes de ser escrito, ou seja, em 1901, e publicado no ano seguinte pelas Éditions de La Revue Blanche, em Paris, O Supermacho, romance moderno, é o último romance de Alfred Jarry, editado em vida. Com tradução de Paulo Leminski, O Supermacho foi reeditado recentemente no Brasil, pela editora Ubu. Alfred Jarry, inventor da patafísica, “ciência das soluções imaginárias”, conforme esclarece o termo na obra Gestes et opinions du docteur Faustroll, pataphysicien, é a inspiração, não só do dadaísmo, do surrealismo e, mesmo de Antonin Artaud em seu teatro da crueldade que, antes de escrever esta obra, fundou, juntamente com Roger Vitrac e Robert Aron, o Teatro Alfred Jarry. A obra e a vida de Alfred Jarry também em muito contribuíram com outros movimentos de vanguarda na Europa, como o postismo, o absurdo e o pânico. Esse último, criado por Fernando Arrabal, Roland Topor e Alejandro Jodorowski, no início dos anos 60, em Paris. O Supermacho é entendido como o “romance moderno”, tanto pela sua linguagem fluida, irreverente e irônica, quanto por lidar com a ideia de amor e do sexo a partir de um imaginário futurista, repleto de um humor bem atual,...

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