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POETA DO DIA: Bené Chaves

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POETA DO DIA: François Silvestre

POEMA DO ATUAL Gira a terra, “Que é plana”, dizem os “sábios” das esferas. Se aqui tem Brumadinho, arrumadinho e Museu Nacional, Notre-Dame pega fogo. E Jesus, no desafogo, também

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Exposição em Natal questiona relação da arte e da história após períodos de guerra

10/01/2018|

O artista espanhol Mario Espliego abre a programação do espaço artístico Bólide1050 com a exposição intitulada “Monumentos a la Victoria”, no dia 15 de janeiro, segunda-feira, às 19h. O artista parte de um interessante questionamento sobre construções artístico/históricas após períodos de guerra. Quem são os homenageados? Que história (e discurso) são perpetuados? Um dos exemplos gira em torno de uma das batalhas acontecida na Guerra Civil Espanhola que permanece sem registros no espaço público. O que isso representa? Que discursos são produzidos a partir daí? Esses questionamentos serão debatidos com Espliego no dia da abertura (15 de janeiro) e que também compõe a programação do Bólide1050 no projeto Entre Artistas, onde artistas convidados falam sobre suas propostas, projetos, trajetórias etc. As obras de “Monumentos a la Victoria” já integraram a exposição Isla Utopia. Elas foram criadas e produzidas na Espanha e chega a Natal em formato pensado para o espaço expositivo do Bólide. As técnicas são mistas com arte e manipulação digital, fotografia, colagem que resultam numa espécie de cartaz impresso. Sobre o artista Mario Espliego nasceu em Guadalajara, Espanha, em 1983. Artista visual e pesquisador com interesse em pensar nas premissas da escultura monumental. Seu trabalho já foi exibido...

Vai ter cinema e shows musicais de graça na praia de Ponta Negra com o Cine Verão

09/01/2018|

O projeto Cine Verão – Festival de Cinema da Cidade do Sol estreia na praia de Ponta Negra nos dias 18 e 19 de janeiro. O festival, além de contribuir com a difusão da produção audiovisual potiguar, terá rodas de conversas temáticas e atrações culturais, que prometem agradar ao público potiguar e também aos turistas que visitam a capital. O festival acontecerá no deck de madeira em frente ao Astral Sucos (Av. Erivan França). Na quinta-feira (18) a programação inicia com o Dj Dukokar do Coletivo Mandaca, na sequência acontece uma conversa sobre “A participação e o protagonismo das mulheres no audiovisual” com participação de Alice Carvalho, Babi Baracho, Luara Schamo e Dênia Cruz, seguida pela Première (lançamento) do novo documentário de Carito Cavalcanti, “Entre a realidade, o delírio e a nostalgia” e a exibição dos curtas selecionados para a Mostra Cine Verão Poti. A primeira noite será finalizada com o show da Orquestra Boca Seca. Na sexta-feira (19) a programação inicia com o Dj Daniel Pessoa do Coletivo Mandaca. Na sequência acontece a conversa sobre “Consumo audiovisual na contemporaneidade” com participação de Andressa Vieira, Gianfranco Marchi, João Victor e Rafaela Bernardazzi, seguida pela Première do filme Never Give Up (direção...

Octavia Butler at home. A lifelong bibliophile, she considered libraries sacred spaces.

09/01/2018|

“Serei uma autora best-seller. (…) Vou encontrar o caminho para fazer isso. Faça acontecer! Meus livros serão lidos por milhões de pessoas!” Assim profetizou a autora do livro adotado para leitura e discussão do Leias Mulheres deste mês. Sim, o projeto inicia 2018 com essa coisa toda que é o “Kindred – laços de sangue”, de Octavia E. Butler. Octavia Estelle Butler, mais conhecida por Octavia Butler, foi uma escritora afro-americana consagrada por seus livros de ficção científica feminista e por inserir a questão do preconceito e do racismo em suas histórias. Neste livro em questão, Octavia conta a história de Dana, mulher negra que vive em 1976 – então livre -, e que frequentemente volta no tempo dos seus antepassados, primeiro a 1815, em um Estados Unidos cuja escravidão ainda era presente em vários estados, e vivencia lá tudo o que é até difícil imaginar. Bem: mulher e negra em 1815 de escravidão – com esse pano de fundo, é impossível conter a angústia. Mas sem spoilers por hora, a discussão aprofundada sobre o livro acontece dia 20/01 (sábado), às 14h30, no Parque das Dunas, em Tirol. Cangas, almofadas e lanchinhos são bem-vindos SOBRE O LEIA MULHERES Num breve...

700 milhões de garrafas, aceita um trago?

08/01/2018|

Lá tem a mesma coisa que tem em Natal, um oceano azul a nos banhar. Lá tem a mesma coisa que tem em Natal, uma gente animada que dá nó em pingo d’água para turbinar sua vida bebendo um bom vinho. Lá no sudoeste da França, em priscas eras, os soldados romanos erguiam suas taças de prata saudando em goles sôfregos a guerra e a paz. Essa terra antiga e sagrada se chama Bordeaux (Bordéus, em português) onde 10 mil produtores, todo ano, põem no mundo 700 milhões de garrafas de um vinho elegante, classudo, encorpado, longevo. Os peregrinos que faziam o Caminho de Santiago de Compostela ali paravam para rezar intermináveis orações para o milagre divino. Por certo trata-se de um feito do Grande Pai que juntou num só lugar o solo rico em cálcio, o clima que garante chuva e sol na quantidade certa, a pedra calcária, os fungos (a “nobre podridão”), a terra irrigada pelos rios Garonne e Dardogne e principalmente a cultura de um povo que acumulou conhecimento e experiência no desenvolvimento das uvas e na arte de misturá-las produzindo os melhores tintos, brancos, rosés, sauternes e espumantes do mundo. Uma vez, pelos anos 70, eu...

Filme potiguar estreia sábado com show de pernambucano que se apresentou no Rock in Rio

08/01/2018|

Lançamento do curta-metragem Verde Limão ocorre às 20h na Casa da Ribeira, seguido pelo show inédito em Natal da turnê “Desempena” Após mais de um ano de trabalho, o filme Verde Limão finalmente será apresentado ao público pela primeira vez neste sábado, na Casa da Ribeira, às 20h, seguido por um show do cantor pernambucano Almério, que traz para Natal o repertório completo de “Desempena”, turnê baseada em seu álbum mais recente, lançado em 2017 pelo selo Natura Musical. Viabilizado através de financiamento coletivo, em uma primeira etapa com a bilheteria de festas realizadas em Natal, e em uma segunda etapa, com o auxílio de uma campanha de crowdfunding no site Catarse, o filme narra a história de uma Drag Queen, interpretada pelo ator pernambucano Marcondes Lima, que prestes a entrar no palco pela última vez revisita todas as cicatrizes que formam o seu carnaval. A presença de Almério na estreia não é mera coincidência. O cantor gentilmente cedeu uma de suas novas faixas, intitulada “De Olhar Pra Cima”, para compor a trilha sonora do filme, completando a time sonoro ainda conta com a banda Dusouto e uma composição original produzida pelo Dj Dukokar e pelo músico Diego Bezerra. DESEMPENA...

Insurgências Poéticas volta com homenagem à João da Rua e show com Gato Lúdico

06/01/2018|

Já pensou em uma noite juntar a poesia de João da Rua na interpretação das damas do teatro Carminha Medeiros e Fafá Fialho, acompanhadas de Giovana Paiva e Thiago Medeiros e da dança de Rozeane Oliveira? Imagine ainda uma exposição coletiva que reluz as obras de Marcelus Bobs, Falves Silva, Fernando Gurgel, Vicente Vitoriano, Isaias Ribeiro, Afonso Martins, J Medeiros e Novenil Barros, acompanhadas do som poético rock and roll do Gato Lúdico. É com esse “balaio de gato” que o Insurgências Poéticas retoma as atividades nesta quarta, no Bardallos. Nas quatro edições da temporada de verão, o Sarau presta homenagens a importantes poetas em atividade na cena do RN, começando pela poesia de João da Rua que, na ocasião relança seu mais recente livro “O Veneno do Silêncio”. “As homenagens acontecem de maneira irreverente, despojada e informal, característica própria das Insurgências Poéticas. A soma de todos os artistas e de todas as pessoas que se reúnem ali pra celebrar a existência com as mais diversas formas de expressão poética que o sarau traz já é a homenagem acontecendo, cada um oferendando o que sabe fazer de melhor, e de pior também (risos)” diz Thiago Medeiros, idealizador e produtor do...

Som da Mata recomeça em grande estilo com Sergio Groove neste domingo

04/01/2018|

A atração do primeiro Som da Mata do ano será com um dos maiores contrabaixistas do mundo, o potiguar Sergio Groove. O músico começa 2018 com seu novo trabalho intitulado Bons Ventos, onde mostra toda sua versatilidade como multi-instrumentista. O show acontece neste domingo, às 16h30, no Anfiteatro Pau-brasil, no Parque das Dunas. Bons Ventos flui em ares de boas energias através dos sons, e Groove sabe muito bem como explorar e extrair diversas sons corporais e de seu instrumento, características do artista. Dessa vez ele não se restringe apenas ao contrabaixo, mas a uma diversidade instrumental que surpreenderá o público, contando com seu poder de criação musical solo. Além de músicas autorais, músico “made in Igapó”, com gosta de se situar, fará novas roupagens de músicas de domínio popular brasileiro e internacional, e contará com o auxílio luxuoso de Judson Felipi no beat box e Jarron e Fabio Isaac no saxofone. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, CEI Romualdo Galvão e Potiguar Honda, além do apoio do Governo do Estado através do Idema que cede o espaço onde acontece o evento. SERVIÇO...

Músico da Nação Zumbi se apresenta em Natal e Pipa pela primeira vez

03/01/2018|

Músico integrante da Nação Zumbi, uma das maiores bandas em atividade no país, o pernambucano Gustavo DaLua apresenta pela primeira vez em Natal seu disco solo Radiante Suinga Bruto Amor. Serão dois shows, nesta quinta no El Rock, em Candelária, com abertura da banda Dusouto, e nesta sexta na Casa Taipa Brasil, em Pipa, ambos com início às 22h. O álbum é um manifesto romântico, uma bendita louvação às mulheres e um destemido pronunciamento em defesa do amor em tempos de fúria. Radicado em São Paulo há 14 anos, DaLua foi um dos criadores do Sheik Tosado, importante grupo da cena mangue-beat. O músico tem participação em relevantes trabalhos de artistas da música brasileira contemporânea, como Seu Jorge & Almaz, Los Sebozos Postizos, Otto, entre outros. Em meio a mistura de ritmos e canções, DaLua imprime sua personalidade, seja no coco, no carimbó ou no bolero, passando pelo afro-rock, a surf music, o brega sem cerimônias, a jovem guarda, o hip hop/ soul/ funk e seus subgêneros. O compositor e percussionista expressa com autenticidade sua pegada autoral tornando mais “caliente” a trilha sonora de nossas vidas. DaLua vem acompanhado de uma rapaziada da pesada, os pernambucanos do The Raulis, a...

Shows e cultura popular a partir de hoje nos festejos dos Santos Reis em Natal

03/01/2018|

Grandes shows de artistas potiguares agitam a zona leste de Natal de hoje (quarta, 3) até a sexta-feira (5), dentro das comemorações da Festa de Santos Reis. As comemorações fazem parte do calendário do Natal em Natal, promovido pela Prefeitura do Natal. Sueldo Soaress (FOTO) e As Nordestinas sobem hoje ao palco montado de frente à igreja do bairro a partir das 20h. Antes dos shows acontece uma apresentação da Lapinha de Ponta Negra, tradicional número da cultura popular. Na quinta-feira (4) é a vez de Luizinho Nobre soltar seu repertório, com apresentações do Boi de Reis e os Três Reis Magos do Bom Pastor. Na sexta-feira (5) tem Isaque Galvão e apresentação do Pastoril de Cabeceiras fechando a programação deste ano. TRADIÇÃO O “Dia de Reis”, ou “Dia dos Santos Reis”, comemorado em 6 de janeiro, tem origem na tradição católica que lembra o dia que Jesus Cristo, recém-nascido, recebeu a visita de três Reis Magos: Belchior, Gaspar e Baltazar, que vieram do oriente, guiados por uma estrela. O evangelista Mateus narrou o acontecimento: Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra....

Foto: Tiago Calazans/O Santo/Divulgacao
Data: 06-08-2012
Assunto: Orquestra Contempor‰nea de Olinda - Musicos - Instrumentos - Homens - Musica.

02/01/2018|

O carnaval deste ano novo já começou e promete! O Dosol, Beju Produções, Bloco da Greiosa e o Petrópolis Folia se unem para movimentar o bairro de Petrópolis durante o carnaval com uma extensa programação que começa agora no veraneio e vai até a segunda de carnaval. Essa atividade leva o nome de Circuito dos Artistas, uma junção de diversas atrações potiguares e artistas representativos de outros estados brasileiros. A programação do Circuito dos Artistas faz parte do Carnaval Multicultural do Natal, com patrocínio do Banco do Brasil e Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão. BLOCO DA GREIOSA O Grêmio Etílico Carnavalesco Orquestra Greiosa chega ao período momesco com o fôlego de quem rodou o país em dezembro de 2017 e chega com sede de movimentar o carnaval da cidade. Para isso, a Orquestra Greiosa convidou vários artistas locais e de outros estados para compor uma programação de peso, tanto para as prévias como para os dia da folia. Os aquecimentos acontecerão na praia de São Miguel do Gostoso (Spaço Mix), e em Natal (no Whiskritório). No domingo de carnaval o Bloco da Greiosa fecha a programação com um show que promete impactar todos os foliões no Largo...

Veja os últimos 35 projetos aprovados na Lei Câmara Cascudo em 2017

02/01/2018|

São 20 projetos aprovados no último dia 21 e outros 15 no último dia útil do ano, dia 29. Apenas dois foram reprovados: um Carnaval Multicultural Ribeira Fest, proposto por R.S Promoções e Eventos, e talvez uma tentativa de prêmio cultural para arte potiguar, até sugerido por aqui, chamado Prêmio Potiguar de Cultura, proposto por Alessandrus Calixto de Carvalho. E o projeto deste Papo Cultura, já aprovado, segue como o de menor valor (rs). Entre os aprovados, festivais de música, como o 360º, que acontecerá nos próximos dias, a quinta edição da Caravana de Escritores Potiguares, o espetáculo Meu Seridó, e o Sarau Quinta das Artes, que assim como comentei no último post referente aos aprovados na lei CC, integram aqueles pequenos projetos de incentivo às artes que merecem apoio das leis e das empresas, como poderiam estar o Insurgências Poéticas, o Juntêro na Praça e outros. Seguem aí as relações de projetos aprovados: Dia 22 Dia 29

Confira a nova música da Orquestra Greiosa – um esquenta para o carnaval

28/12/2017|

A Orquestra Greiosa, uma das revelações da música potiguar em 2017, acelera as atividades e preparativos para o carnaval 2018. O Bloco/Banda potiguar acabou de voltar da sua primeira tour fora das fronteiras do RN e a bagagem veio cheia de novidades. O grupo pretende fazer o lançamento de vários singles até o carnaval, e o primeiro deles já está entre nós. O nome da música é “BATEU”, composição de Anderson Foca com produção de Anderson Foca e Gabriel Souto. “Esse single é uma grande homenagem a bandas como o Grafith (grupo ícone da música popular potiguar). Existe também elementos eletrônicos, flertando um pouco com o dubstep e ações de synth um poucos mais pesados, resultando numa mistura que é a cara da Orquestra Greiosa e do Carnaval atual”, diz Gabriel Souto. A Orquestra Greiosa já está esquentando as turbinas pro carnaval 2018 com diversas atividades agendadas. As prévias em Natal começam dia 14 de janeiro, e todos os domingos até o carnaval contarão com convidados como Khrystal, Dusouto, Luísa e os Alquimistas e Fobica do Jubila. No domingo de Carnaval, a banda/bloco comanda uma grande festa no Largo do Atheneu com distintas atividades, grupos percussivos e shows com a...

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