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palmyra wanderley

Palmyra Wanderley, a maior feminista do RN

O Rio Grande do Norte sempre teve, em passagens significativas da sua história, mulheres notáveis; basta citarmos, como exemplos, Clara Camarão, esposa do índio Poti, primeira de que temos registro,

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Diretas Já vai dar samba em Natal neste sábado

07/06/2017|

Artistas potiguares se (re)unirão neste sábado para reivindicar eleições diretas com muito samba e poesia Se políticos eleitos por nós rasgaram a Constituição tantas e declaradas vezes, sobretudo nos últimos meses, por que o cidadão não pode retribuir a traição e reivindicar eleição com nomes fora do atual quadro político do Congresso? As Diretas Já serviram ao país na derrubada do regime ditatorial e agora podem dar novos direitos ao povo. E é com esse ideal que artistas potiguares estarão reunidos neste sábado para reivindicar esse direito, com música, poesia e performance. O ‘Samba das Diretas Já’ começará às 15h em frente ao Bar de Nazaré, no Centro Histórico de Natal. Já na abertura haverá performance teatral e poética, com Thiago Medeiros (poeta), Felipe Nunes (músico), Rozeane Oliveira e René Loui (bailarinos). Na sequência, ainda no abre alas para esquentar o batuque do samba das diretas, tem recital poético com Gonzaga Neto, Leonam Cunha e Marina Rabelo. Para fechar, o partido é alto e composto por uma banda base formada por Chumbinho, Cabanhas, David, Denício e Artur Canuto, que receberá convidados especiais: Camila Masiso, Diogo Guanabara, Isaque Galvão, Laryssa Costa, Dodora Cardoso, Silvana Martins, Aparecida Tavares e outros mais. Todos...

CURTINHAS: Paneloviski, Sandoval Wanderley, Mostra Cultural, Dosol, Silvia Sol e mais

06/06/2017|

PANELOVISKI ENTRE AMIGOS Amigos, cerveja, música e arte. Quer combinação melhor para uma celebração? Pensando nos 150 mil seguidores alcançados na fan page do projeto Paneloviski, o jornalista e escritor Marcelo Tavares decidiu reunir fãs e amigos neste sábado no Surto Cultural, em Ponta Negra, às 16h. Todos os produtos do Paneloviski estarão disponíveis para venda no evento: livro, camisas, canecas e placas decorativas, além de outras parcerias de editoras, coletivos de fotografia e pocket show com Cleo Lima e food trucks. Acesso livre. Mais infos AQUI. SANDOVAL WANDERLEY Cheguei a escrever texto pró-retirada do Teatro Sandoval Wanderley do Alecrim. E tenho acompanhado as discussões. E até então vinha mantendo minha opinião. Mas dois argumentos aparentemente óbvios me sensibilizaram. Um, o da Claudia Gazola em crítica à minha postagem no face. O outro, de Titina Medeiros, durante audiência pública na Câmara. O de Cláudia pergunta: “Quando a arte perde sua função social?”. Isso porque afirmei que o Alecrim virou um bairro eminentemente comercial nas últimas décadas, perdendo seu viés cultural. E mais ou menos nesse âmbito, Titina lembrou que o Alecrim possui, sim, muitos moradores, ao contrário da Ribeira, na qual defendi como bairro de vocação cultural. É assunto pra...

Edição Motel celebra o Dia dos Namorados no Aboca Cultural

06/06/2017|

Dia 12 de junho é o Dia dos Namorados e também é dia da edição de junho do Movimento n’ABOCA. A casa número 16 da Rua Frei Miguelinho, na Ribeira, vai abrir as portas a partir das 18h com a Edição Motel, e o que não vai faltar são atrações para apimentar a sua relação. E se você está de boa curtindo uma solidão, tome cuidado, há um grande risco de terminar a noite agarradinho em alguém em nosso espaço Aboca Cultural. No Brasil, os motéis surgiram como locais para encontros amorosos na década de 1960, pois os hotéis não permitiam as estadias de curta permanência. O primeiro estabelecimento do gênero teria sido construído em 1968, em uma estrada do município de Itaquaquecetuba, em São Paulo: o Motel. O evento custa R$ 15, na hora, ou R$ 10 com nome na lista (basta confirmar presença no evento clicando AQUI). Fiquem ligados no nosso instagram, que vão rolar super promoções e brindes para apimentar sua “relação” ou “relações” da Nix Sexshop, que está apoiando o evento nesta edição. E o que vai rolar lá na Ribeira, no Aboca Cultural, no dia 12? Apresentação de Stiletto com a Cia. Queens, exposição fotográfica...

Livro Aprendiz de Gigolô será lançado nesta quarta em Natal

06/06/2017|

Mais uma obra para você ter em sua cabeceira. Nesta quarta-feira (7), o bacharel em Direito e chefe do cerimonial do TRE, e agora escritor, Renato Vilar vai lançar, no Restaurante Fio de Azeite, localizado na Rua Ceará-Mirim, o livro Aprendiz de Gigolô. O lançamento acontece das 19h às 21h e Renato estará presente para bater aquele papo com amigos e visitantes sobre o seu mais novo trabalho. A obra é composta por 56 crônicas que abordam os mais variados temas. Desde a aquisição de óculos novos à fila do supermercado, da viagem ao interior do Pernambuco à falsa sensação de um infarto de um amigo. Como o próprio autor intitula a obra, são histórias hilárias, emocionantes e até românticas. Fã assumido de Luís Fernando Veríssimo, a quem homenageia no título do livro, e de Fernando Sabino, Renato segue uma linha de escrita sobre coisas simples do dia a dia vistas de forma leve e descontraída. “É um livro para degustar de várias formas e, em qualquer uma das opções não haverá contra indicações”, expõe Renato Vilar. A pré-venda está sendo realizada através do e-mail: re*********@***il.com ou pelo (84) 99603-7718. Serviço Lançamento – Livro “Aprendiz de Gigolô” Data: 07 de junho...

CURTINHAS: Seu Ninguém, Arraiá do Emblemas, Osair na ANL, novo filme potiguar, e mais

05/06/2017|

SEU NINGUÉM O WebFestValda abriu concurso para seleção de bandas independentes de música de todo o território nacional e eis que, entre 2.592 inscritos, a banda potiguar Seu Ninguém foi uma das 20 classificadas e participará do line up de um dos maiores festivais de música do país, com palco montado na Fundição Progresso (RJ) nos dias 7 e 8 de julho. A Seu Ninguém tem apelo radiofônico, traços regionais, influências bem difusas e relatos cotidianos. Em atividade há 2 anos em Natal, a banda concretizou essa etapa do concurso através do voto popular e da análise do corpo de avaliadores composto por representantes da Deezer, Warner Chappell, revista Rolling Stone, produtores e músicos profissionais. ARRAIÁ DO EMBLEMAS A Ribeira vai pipocar com o rala coxa do Arraiá do maior trio de funk natalense que você respeita: Emblemas. A crise alérgica coletiva em virtude da fumaça acontecerá no sábado, dia 10, a partir das 22h, no Galpão 29. O fuzuê terá o reforço de um line up arroxado, com Alice Carvalho, Potyguara Bardo, Danina Fromer, Paula Calamidade, DJ Pokémon, Detonação do Kebra e, claro, Emblemas. Tá rolando pré-venda da festança no Sympla, clicando AQUI, por R$ 10. Antecipada AQUI ou...

A respeito da obra ‘Pipa voada sobre brancas dunas’, de Júnior Dalberto

05/06/2017|

por Chumbo Pinheiro Uma história com muitas histórias ou muitas histórias em uma história só? Um romance. Uma aventura? Realismo mágico? Regionalismo? Drama? Tudo isso em um livro só, em Pipa Voada Sobre Brancas Dunas. Um turbilhão de acontecimentos em uma temporalidade estendida, todavia muito bem demarcada. Um início excessivamente descritivo, porém com a virtude de despertar a curiosidade e a expectativa do leitor que vai aumentando a cada página e a cada novo capitulo. Com um olhar profundamente perspicaz e uma escrita envolvente o autor traz à tona as vivências de toda uma sociedade naquilo que ela tem de mais imperceptível: suas relações íntimas e seus segredos. Atos e fatos que todos sabem que se praticam, mas não rompem as fronteiras de suas vidas. E aqui se rompem e se tornam públicos. Os hábitos e costumes brancadunenses que parecem acontecer num fim do mundo, lá onde o vento faz a curva. É um lugar onde se misturam e se revelam lendas, tradições, modernidades, contemporaneidades e povos dos quatro cantos do mundo, dotando a pequena imaginária cidade, de um ar paradoxalmente cosmopolita. INÍCIO A história tem início com a chegada de exploradores europeus, atraídos pela ambição da riqueza e o...

Aos mestres, com carinho

05/06/2017|

por Manoel Onofre Jr. Passando em frente ao prédio da antiga Faculdade de Direito – belo prédio, criminosamente abandonado -, lembrei-me do tempo em que ali estudei, nos anos 60, precisamente de 1963 a 1967. Na verdade, lembrei-me mais dos mestres que compunham o corpo docente da tradicional escola. Sob a direção do Prof. Otto Guerra, a quem chamávamos, carinhosamente Frei Otto, a Faculdade congregava alguns luminares da intelectualidade papa-jerimum: Alvamar Furtado, Américo de Oliveira Costa, Antonio Soares Filho, Claudionor de Andrade, Edgar Barbosa, Floriano Cavalcanti, João Vicente da Costa, José Emerenciano, José Gomes da Costa, Lins Bahia, Luís da Câmara Cascudo, Manuel Varela, Milton Ribeiro Dantas, Paulo Viveiros, Raimundo Nonato Fernandes e Véscio Barreto, além de Otto Guerra. Raimundo Nonato De todos eles, era Raimundo Nonato, professor de Direito Administrativo, o que mais levava a sério a missão de ensinar. Distribuía, gratuitamente, uma apostila mimeografada, de sua autoria, sobre Direito Administrativo, a que eu recorria antes de mais nada para estudar a matéria, que me parecia desinteressante, árida. Nas notas, Prof. Raimundo não era duro, nem generoso, era justo. Grande figura humana. Madeira de lei, como se dizia antigamente. Biotipo sui generis : magro, feioso, desengonçado. Em sala de...

Mostra Cinema e Direitos Humanos começa hoje em Natal com acesso gratuito

05/06/2017|

A Mostra Cinema e Direitos Humanos começa hoje em 26 capitais do país e no Distrito Federal e, claro, Natal está inclusa. Por aqui acontecerá no IFRN Cidade Alta. Todas as exibições serão gratuitas. A Mostra perdura até sexta-feira. A estreia acontece daqui a pouco com a Mostrinha, voltada à criançada. A programação completa segue mais abaixo. Hoje, na Mostra Panorama, a partir das 19h, tem o filme Depois Que Te Vi (16 min), de Vinícius Saramago, e logo após, De Que Lado Me Olhas (15 min), de Ana Carolina de Azevedo e Helena Sassi, ambos brasileiros, sendo este último o da foto que ilustra este post. Nesta edição, o circuito principal conta com 29 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em três mostras: Panorama, Temática – que abordará questões de gênero, e Homenagem – com foco na obra da cineasta Laís Bodansky. Uma novidade este ano é a Mostrinha, voltada para o público infanto-juvenil e que exibirá outros 8 curtas-metragens. A Mostra é uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento – ICEM, patrocínio da Petrobras e do Itaú, produção local da M.A.P.A. Realizações Culturais. A expectativa é receber um público...

Publicada renúncia fiscal estadual para incentivo a projetos culturais

03/06/2017|

O montante de recursos disponíveis para a concessão de incentivos fiscais destinados ao financiamento de projetos culturais no Rio Grande do Norte foi publicado no Diário Oficial do Estado. A famosa renúncia fiscal. Conforme havíamos noticiado em primeira mão por aqui, o valor ficou limitado a R$ 3 milhões, metade do montante anunciado nos últimos anos. Mas como adiantamos, esse anúncio foi apenas o primeiro, para atender projetos, fundamentalmente, maiores e que precisam de mais urgência na captação imediata dos recursos. A renúncia dos outros R$ 3 milhões será publicada assim que as alterações na Lei Câmara Cascudo solicitadas pela comissão que estudou e elaborou as mudanças forem aprovadas na Assembleia Legislativa. É uma medida inédita com a finalidade de não adiar as adequações da Lei para 2018. Dessa forma, os mais apressados – normalmente os que já têm empresas compromissadas com o projeto e esperavam apenas o anúncio da Lei, não ficam prejudicados. E quem ainda pretende captar com um leque maior de opções de empresas aptas ao financiamento pode esperar alguns poucos meses adiante para inscrever seu projeto na Lei. Mudanças Se antes o recolhimento de ICMS das empresas tinha uma alíquota fixa de apenas 2%, o que...

Carta aberta sobre a maconha; consumo x penalidade no campus da UFRN

02/06/2017|

Essa semana uma ‘Carta Aberta à Reitora da UFRN’ formalizada por alunos do curso de Jornalismo da UFRN demonstrou insatisfação com o “consumo e tráfico de drogas deliberado no campus”, classificou a Universidade de omissa e negligente para o caso e cobrou “coibição” e “penalidades institucionais e criminais aos infratores”. Pois está marcada para a próxima terça-feira, às 16h20, na área externa do próprio Laboratório de Comunicação (LABCOM – UFRN) palestras para discutir o assunto de forma aberta. Serão ministradas pela professora doutora do Departamento de Ciências Sociais, Leilane Assunção, e por Felipe Faria, diretor do coletivo Com.Cannabis. O evento foi organizado pela Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, através da ENECOS Potiguar. Segundo eles, a maconha provoca menos danos ao organismo do que drogas legalizadas, como álcool e tabaco. Contudo, a discriminação existente entorno da maconha tem motivos diversos e não obedece apenas a lógica da ilegalidade. Fatores religiosos, socioculturais e midiáticos foram e continuam sendo usados para construir uma imagem negativista sobre a cannabis e toda a cultura relacionada a ela. Por isso, acreditam, o assunto deve ser abordado com cuidado. “Aspectos que transcendam o senso comum são imprescindíveis para um melhor entendimento do cenário atual da...

POETA DA SEMANA: Marcelo de Cristo

02/06/2017|

Marcelo de Cristo, ou simplesmente decristo. (como costuma assinar seus poemas e escritos) é poeta natalense. É também pesquisador, professor e formador de professores de inglês em cursos da Universidade de Cambridge, e atua na formação continuada de professores de língua estrangeira nas redes pública e privada Brasil afora. Escreve uma coluna no blog da Editora Richmond/Moderna, além de poemas curtos, publicando-os em sua página pessoal no facebook. É autor da primeira trilogia cromático-poética potiguar: “tons de ver-te” (Jovens Escribas, 2015), “tons de amar-ela” (Jovens Escribas, 2016) e “tons de ver-melhor” (Jovens Escribas, 2017 – no prelo). É membro da SPVA-RN, tendo participado como convidado também da Coletânea de Poetas da UBE-RN 2015. Seus poemas também podem ser vistos circulando nas revistas Kukukaya e Folha Poética. Contribui ativamente com três projetos literários de incentivo à Leitura no estado: a Ação Leitura, a Caravana de Escritores Potiguares e o Poetas na Escola. Abaixo seguem poemas dos dois primeiros livros lançados pelo Jovens Escribas e os últimos quatro são inéditos, do próximo livro! decristo é nosso POETA DA SEMANA: ————— quando eu estiver num balão de oxigênio será que finalmente darás o ar da graça? ———— cansado de tuas mentiras fiz uma...

Roberto Lima é o novo imortal da Academia Norte-riograndense de Letras

01/06/2017|

A Academia Norte-rio-grandense de Letras ganhou hoje mais um imortal. Poeta, escritor, compositor e durante décadas professor de diversos cursos na área de humanas na UFRN, Roberto Lima de Souza também chegou a presidir a Funcarte na gestão Micarla de Souza. Roberto Lima foi também meu professor de lógica no curso de Filosofia, disciplina da qual é mestre pela Unicamp. Tive o privilégio de presenciar sua última aula, quando se despediu dos alunos para gozar sua aposentadoria do ceio universitário. É, por si só, uma figura alegre, de sorriso fácil. “Professor Roberto” ocupará a cadeira número 9 da ANL, até então pertencente ao saudoso poeta e artista plástico Dorian Gray Caldas, cujo patrono é Almino Afonso. O resultado da eleição aconteceu hoje e a posse definitiva ainda será agendada. TRAJETÓRIA MUSICAL O novo imortal da ANL é natalense, conta hoje 71 anos. Além de premiações em concursos de prosa e poesia, Roberto Lima é compositor de mão cheia, laureado em festivais, com destaque para o 1° lugar do Norte e Nordeste (Recife) no I Festival Nacional da Música Popular Brasileira “O Brasil Canta no Rio”, e 5° lugar na Finalíssima Nacional (TV Excelsior, Rio de Janeiro); 1° lugar no II...

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