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diogenes da cunha lima

A lanterna de Diógenes da Cunha Lima

Poeta, escritor e advogado, Diógenes da Cunha Lima realizou-se nas variantes de sua vocação, tornando-se um intelectual respeitado. No entanto, é a sua simples figura humana que me desperta maior

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Natal sedia encontro nacional de cervejeiros; veja programação

01/06/2017|

Os amantes da cerveja de todo o Brasil têm um encontro marcado em Natal entre os dias 15 e 18 de junho, no 12º Encontro Nacional das ACervAs, que acontecerá pela primeira vez na capital potiguar e promete movimentar a cidade durante os quatro dias de evento, com uma expectativa de mais de 400 participantes. Com um crescente número de cervejarias artesanais, produtores de cerveja caseira e de estabelecimentos que comercializam grandes rótulos nacionais e internacionais, Natal se mostrou um local ideal para sediar o evento, que contará com uma vasta programação. Entre as diversas atividades, estão palestras técnicas, concurso de cervejas caseiras, passeios turísticos, visitas a cervejarias e uma grande festa de encerramento. PASSEIOS ETÍLICOS Um dos pontos altos do evento serão os passeios, que estão divididos em quatro modalidades. No Beer Crawl, os participantes farão um tour pela noite natalense, passando por bares especializados em cervejas especiais. Uma das paradas será no Paddy’s Emporium, um dos patrocinadores, que conta com mais de 200 rótulos de cervejas de países como Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Inglaterra e Irlanda. Em outra opção de passeio, os participantes passarão por três cervejarias da cidade, conhecendo a estrutura, processo produtivo e, é claro, degustando...

Projeto Leia Mulheres chega a Parnamirim e Assu

01/06/2017|

Neste domingo tem mais uma edição do Leia Mulheres em Natal. Desta vez, dentro da proposta itinerante de variar espaços de leitura, o projeto acontece na biblioteca do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, às 15 horas, com acesso livre. A obra discutida desta vez será “Orlando”, de Virgínia Woolf. Num breve resumo da trajetória do projeto, o Leia Mulheres nasceu em 2014 quando a escritora e ilustradora britânica Joanna Walsh propôs o projeto #readwomen2014, originalmente, com a ideia de empoderar as mulheres e aliar-se na luta pela sobrevivência no mercado editorial, onde predomina o sexo masculino. A ideia foi disseminada para outros países e chegou ao Brasil com a consultora de marketing Juliana Gomes, a jornalista Juliana Leuenroth e a transcritora Michelle Henriques, que iniciaram o clube de leitura em São Paulo. Depois disso, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba, Recife e Natal. E aqui no RN, o clube de leitura chegou, também, em Parnamirim e Assu. A proposta do Leia Mulheres é trazer os escritos femininos, nacionais ou estrangeiros, e o seu universo para mais perto dos leitores. Em Natal, o projeto foi iniciado e é medidado por Maíra Dal´Maz, Isabela Helena e Danielle Sousa e...

CURTINHAS: Matanza em Natal, Feira da Diversidade, Festival de Cinema Francês e mais

01/06/2017|

MATANZA EM NATAL O Matanza está de volta a Natal. Após adiarem o evento por conta da greve nacional anunciada no final de abril, os cariocas darão procedimento à turnê “Pior Cenário Possível”, no Armazem Hall, a partir das 22h, no próximo dia 9 de junho. A abertura da casa ficará a cargo da banda regional Atrito Urbano e haverá a já tradicional promoção de levar 1kg de alimento não perecível para pagar meia entrada. Ingressos podem ser adquiridos AQUI. FESTIVAL DE CINEMA FRANCÊS A pré-estreia do Festival Varilux de Cinema Francês acontece nesta terça, às 18h30, com o filme ‘Rock’n Roll – Por trás da fama’, do diretor Guillaume Canet (FOTO). Embora a van premiére seja apenas para imprensa e convidados, a programação segue aberta e pode ser conferira clicando AQUI. As exibições acontecem no Cinépolis do Natal Shopping. PORÃO DAS ARTES Neste sábado tem Lázaro Cunha cantando canções do Legião Urbana no Porão das Artes, a partir das 17h e com acesso a R$ 10. No domingo, acontece a vasta programação da 30ª edição da Feira da Diversidade. Atrações artísticas/culturais: Alex Guterres/PE, Joana Knobbe/RN, Gamalunia/RN + encerramento do intercâmbio Minas-Potiguar Maio Poético com o Grupo Lesma/MG e Zelito...

Autor vence Prêmio Sesc de Literatura com contos sobre violência na infância

31/05/2017|

por Wilson Coêlho DEMASIADO HUMANO Contos curtos. Frases idem. Ideias cirúrgicas, sintéticas e telegráficas. Eis a ‘Receita para Se Fazer um Monstro’, de Mário Rodrigues, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2016, na categoria contos. De uma certa forma, sua narrativa destaca uma espécie de crueldade e violência da infância. De acordo com o autor e também professor de literatura Mário Rodrigues, numa de suas entrevistas: “Toda boa literatura, pra mim, é sustentada por um tripé: Personagem, Linguagem e Narrativa.” O autor cumpre este entendimento, mas há momentos em que estes três elementos atuam como um universo girando ao mesmo tempo em rotação e translação, ou seja, em torno da ideia como conteúdo e em torno de si como forma. Escrito na primeira pessoa, o narrador participa da história como personagem. Não que os sentimentos, as ideias e as emoções sejam necessariamente as do autor. Depois, a linguagem diz respeito ao estilo e a maneira como a história se constrói através da palavra e da organização das situações. Em ‘Receita para se fazer um monstro’, também destaca-se a ruptura dos gêneros literários, ou seja, flutua na fronteira entre o conto e o romance. Todos os contos do volume são autônomos...

20 artistas e bandas farão show de graça na Ribeira nesta sexta a favor das Diretas Já

31/05/2017|

O Festival Diretas Já está confirmado após peregrinações dos organizadores em busca de patrocínio e local para os shows. Será nesta sexta-feira, a partir das 20h, no Galpão 29, cedido pela cantora e empresária Karol Posadzki. Portanto, o palco para a manifestação livre dos quase 20 artistas e bandas convidadas será a Rua Chile, na Ribeira, após primeira tentativa nos chãos da Universidade federal e consequente negativa prudente da reitora Ângela Paiva. A ideia do Festival partiu do músico, compositor e intérprete Júlio Lima com a indignação do “governo ilegítimo”. Embora seja uma revolta mais duradoura, o estopim veio nos últimos dias depois da violência desenfreada contra manifestantes em Brasília. Daí surgiu a ideia de convocar a classe artística para fazer um ato musical/político mostrando essa indignação e o desejo pela saída do presidente Michel Temer com eleições diretas em sequência. Atenderam ao convite de Júlio os rappers Daniel Get Up, Preto Bronx e Carcará; as bandas Flamel, Born to Freedom, TP084, Pantim, Slim, a cantora e compositora Clara Pinheiro, o cantor e compositor Donizete Lima, Chico Bomba e Zé Baga, a banda Holandês Voador, Pretta, os regueiros do Resistência Roots e System Natal e Bob Marlom, Eric Mendes e...

Arraiá do OutroPar acontece neste sábado com DuSouto e ex-vocalista do Cavalo de Pau

30/05/2017|

O largo da Rua Chile, na Ribeira, vai trocar de ritmos e adereços neste sábado, quando acontecerá a edição do arrasta-pé mais criativo das redondezas: O Arraiá do OutroPar III ano. A festa terá a banda DuSouto em versão “Forró Souto” recebendo convidados, além do show da forrozeira cearense Socorro Lima e banda, Djs Jaiara Fontes e Opa Bruno, barraquinhas de comidas típicas, correio elegante, quadrilha improvisada, barraca do beijo e praça de alimentação. Os portões do arraiá serão abertos às 21h. Além das diversas atrações, shows e brincadeiras, o lounge do Alchemist Bar estará a postos com caipirinha free das 22h até 0h, para quem adquirir o copo temático do arraiá. Ingressos estão à venda na loja Parêa Calçados no shopping Vilarte, na av Roberto Freire, Ponta Negra. A iniciativa conta com patrocínios da Prefeitura do Natal e Skol, parceria com Rádio Universitária, Alchemist music Bar, Ateliê Bar, Digisound e Digivídeo e já integra o calendário de festejos do São João de Natal. O evento também aderiu ao ingresso social ao preço de R$ 25 (meia entrada) + 1kg de alimento. A produção é de Luci Braga, André Maia e Bruno Wanderley. OutroPar O Arraiá do OutroPar foi batizado...

Precisamos debater o Teatro Sandoval Wanderley ou um novo teatro

30/05/2017|

Eu podia tá roubando, matando ou ratificando o manifesto da Rede Potiguar de Teatro para ficar bem na fita com a classe. Até porque é uma declaração legítima e um debate necessário, de simbologias para além do fim do Teatro Sandoval Wanderley. Mas tenho opinião contrária e me sinto também no dever, por ofício, de expô-las. Talvez incentive a discussão necessária em torno do tema, contra ou pró, antes das primeiras ações efetivas do município e da iniciativa privada para derrubada do Teatrinho. Na minha concepção a situação se assemelha a do Hotel Reis Magos, no aspecto de prédio tradicional falido. Há também aquele sentimento nostálgico de reviver velhos tempos, da saudade da época glamourosa do equipamento e daí a dificuldade em aceitar o fim. No caso do TSW há ainda o componente cultural. E o pior: a substituição do cultural pela simbologia mor do neoliberalismo: um shopping. Mas a César o que é de César. O Alecrim, durante décadas, alimentou o mercado e se tornou um bairro eminentemente comercial. Hoje o Sandoval está cercado por um Banco, um camelódromo e outros comércios. Com o Teatro reformado, qual a logística de estacionamento e segurança? Esse adendo cultural morreu por ali...

Escritor lança livro em Natal sobre fatos reais e inusitados de uma pirata

30/05/2017|

O escritor Silvio Melo, lança nesta quarta-feira, na livraria Saraiva do Midway, o livro “Bucaneira – Um arriscado resgate”, publicado pela editora portuguesa Chiado. O evento acontece às 19h e contará com um bate-papo com o autor e sessão de autógrafos. A trama se passa na segunda década do século 18 e parte da história de Anne Bonny, uma pirata nascida na Irlanda, que de fato atuou no Caribe e que inexplicavelmente sumiu, sem deixar nenhum registro. A emocionante narrativa é entremeada, ainda, por uma grande travessia que passa pela Costa Norte do Brasil é por vezes mais parece um filme, dada a riqueza de detalhes. O autor, ex-piloto de linha aérea, conta que o tempo de exercício na profissão atingiu a marca de quarenta anos de trabalho e milhares de horas de voo sobre as Américas do Sul e Norte, Europa Ocidental e África, fazendo-o ter vontade de escrever sobre a ciência da navegação e as grandes travessias. “Fiz diversos estudos e pesquisas para escrever e me aventurar nesse mundo da pirataria, navegações e grandes travessias através dos tempos. Os piratas foram os personagens escolhidos em razão de terem sido eles também grandes navegadores”, explica Silvio. Durante o evento,...

Insurgências Poéticas desta semana traz Júlio Lima ao Bardallos

29/05/2017|

O Insurgências Poéticas segue incansável exalando poesia, música e diferentes manifestações performáticas a cada semana. Um projeto que a cada edição parece consolidar seu perfil junto ao gosto do público, com temáticas atrativas, criatividade na formatação e idealismo. Para esta última edição de maio teremos como essência a Poesia Contemporânea. E mais uma vez o mix de atrações se juntam em uníssono para aflorar essa diretriz. Foi assim com edições especiais para artes visuais, para música, para teatro e outras mais. Na poesia serão mostrados e declamados as poéticas de Gonzaga Neto, Lucas Alves, Marcus Victor e Pablo Vinícius. E daí se percebe a importância do espaço aberto também aos novos autores. Na música, a performance visceral e as letras engajadas de Júlio Lima. Nas artes visuais, uma noite com a arte contemporânea de viés pop-underground de Filipe Marcus. E ainda e como sempre, para adornar a poesia, a dança contemporânea com a pesquisadora e raladora bailarina Rozeane Oliveira. No lance da economia criativa, a coleção de roupas e souvenirs #InusgrênciasPoéticas pelo EstúdioODMCarlota com a Carla Nogueira/Ateliê Cim Brasil. Serviço SARAU INSURGÊNCIAS POÉTICAS – CONTEMPORÂNEO: QUARTA 31 DE MAIO, 19 HORAS, BARDALLOS COMIDA E ARTE, ENTRADA 10 (Concorra a uma...

Nerds terão programação especial para eles nesta quinta em Natal

29/05/2017|

Os nerds vão invadir o Sesc Cidade Alta no dia 1 de junho, das 15h30 às 17h30, em um evento inédito voltado aos grupos unidos por interesses específicos. O universo nerd envolve assuntos muito amplos, como cinema, história em quadrinhos, literatura, games, seriados, RPG, cosplay, entre outros. A programação inclui um bate-papo com convidados especiais – Anderson Ricardo do NERDestinos; Daniel Garcia, diretor do YujôFest; o pesquisador Dickson Tavares sob mediação da roteirista Milena Azevedo. As temáticas incluem assuntos referentes sobre as tribos nerds, o nerd de ontem e o nerd de hoje e o nerd na cultura pop. Outro ponto que será inserido no bate-papo envolve uma certa polêmica que existe entre os termos “nerd” e “geek” (o geek é alguém mais voltado à tecnologia). Por isso que o bate-papo foi fechado com “tribos nerds” diferentes. Outro destaque do evento será o concurso “Dia da toalha”, onde a melhor fantasia será premiada com kits para os três primeiros lugares. As inscrições para os interessados no concurso devem ser feitas através do e-mail: cu****************@*********om.br Dia da Toalha O Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de maio como uma homenagem dos fãs ao autor da série O Guia do...

Forró de Quarta voltou para esquentar o arrastapé do São João

29/05/2017|

Sabe aquele forró que te faz voltar no tempo e te fazer cantar em alto e bom som? Te faz dançar da primeira à última canção? Te faz lembrar dos amigos, amores e da sofrência que você já passou na vida? É esse sentimento e vontade que você tem quando adentra o Ateliê Bar durante o Forró da Quarta, que para o bem da nação forrozeira ou daqueles que gostam de desmoralizar as quartas-feiras, voltou com tudo. Após o sucesso durante todo o ano de 2016, o projeto do melhor ralabuxo da cidade volta neste finzinho de maio para esquentar a sandália de couro para o mês junino, julino e continuando a arrastar a poeira do salão até o fim do ano. “Óia que isso aqui tá muito bom, isso aqui tá bom demais…”. E fica melhor ainda com a presença do Bando das Brenha, com um time de músicos de primeira linha. O grupo já conquistou um público fiel com canções que caíram no gosto da galera, como “Demora Não”, “Há Tempo”, e “Cafuné”. Além de animar também o show com clássicos do gênero. O projeto Forró da Quarta acontece uma vez por mês e é idealizado pela HD Produções,...

Beco da Lama para além da vida e da arte

27/05/2017|

Oscar Wilde foi quem soltou o jargão: “A vida imita a arte”. Mas foi George Orwell quem provou o contrário. Isso a partir do Beco da Lama. Ficam nessa especulação besta se Zé Sperry pousou no Potengi. Que nada! George Orwell foi quem esteve aqui, e remexendo o mel no fundo do copo lá em Nazi, assistindo aquele cotidiano arrastado, soltou essa: “A arte imita muito mais a vida do que a vida imita a arte”, contradizendo Wilde. Ora, de certo Orwell viu o rebolado de Gardênia in passant naqueles paralelepípedos disformes. Viu Helmut pedindo dois reais em troca de um guardanapo poético. Conheceu um poeta chamado Black Out, como se a poesia não precisasse sempre de luz. E enxergou ao longe o que disseram ser Osório, “o último comunista”. Foi quando pensou num filme chamado 1984, fazendo arte a partir das cenas da vida. Isso sem falar nos tantos anônimos que mantêm o velho Beco até hoje sem migrarem aos registros oficiais. Veio deles, inclusive, a inspiração de Orwell para tantos artigos de cunho anarquista; veio da aura becodalamense, desde sempre um caos organizado numa vivência quase teatral, de personagens, lugares e folclores que parecem espetaculoso, imaginário, lúdico, como...

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