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A beat-mania Kerouac

Croniketa da Burakera #25, por Ruben G Nunes Vivemos um tempo kafkaniano. Há uma doidura estranha no ar global. Desde os bagos, xanas, passando pelo pão-nosso de cada dia, até

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Para o dia amanhecer poesia de Franco Jasiello

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A babosa e o coroa-de-frade

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Veja a programação completa do Festival Cultural e Gastronômico da Pipa

21/09/2017|

Sol, mar e diversidade gastronômica são algumas das marcas de Pipa reverenciadas por turistas nacionais e estrangeiros. Mas neste fim de semana, a praia já conhecida pelo astral cosmopolita, roteiros de charme e restaurantes sofisticados, receberá chefs renomados para uma semana de banquete culinário rodeado das belezas naturais do mais badalado destino turístico da região. O 13 Festival Cultural e Gastronômico da Pipa acontece entre 22 e 30 de setembro, agora em novo local, na avenida principal da Pipa (av. Baía dos Golfinhos). A edição 2017 passeará pelas muitas cozinhas brasileiras, desde o litoral, passando pela caatinga, a Amazônia, e da cozinha caiçara ao indígena do Centro-Oeste. O evento é realizado pela Ong Educapipa e a Setur RN é co-realizadora, com recursos do Governo Cidadão via empréstimo do Banco Mundial. “Uma das metas da Setur RN é construir um calendário cultural consolidado para interiorizar o turismo, sobretudo na baixa temporada. O Festival da Pipa, assim como o Fest Bossa & Jazz conseguem atrair turistas regionais, nacionais e internacionais para curtir a programação e gerar mais emprego e renda para a região”, ressalta o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar. A programação estará recheada de oficinas, degustações e novidades, com estrutura...

Confira a programação completa do Fest Bossa & Jazz Mossoró nesta sexta e sábado

20/09/2017|

Um dos maiores festivais de jazz, bossa e blues do Norte e Nordeste volta a Mossoró. A capital cultural do Rio Grande do Norte foi mais uma vez escolhida pela Secretaria de Estado do Turismo e pela Empresa Potiguar de Promoção Turística do RN (Emprotur) para receber uma edição do Fest Bossa & Jazz, que desde 2010 espalha ondas sonoras pelo Estado. A Estação das Artes Elizeu Ventania receberá, nesta sexta e sábado (22 e 23), nomes consagrados e novos expoentes da música local, nacional e internacional por meio de shows e jam sessions. Toda a programação é gratuita. O Festival é idealizado por Juçara Figueiredo Produções e conta com recursos do Governo Cidadão via empréstimo do Banco Mundial. “Esse Governo acredita na força do turismo cultural e por isso levaremos o evento de maior atrativo turístico do RN para um município estratégico. Mossoró já tem vocação para receber grandes eventos e este período de baixa temporada é ideal para a cidade manter o ritmo turístico por meio da cultura e do entretenimento”, avaliou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar. Foco social O Festival também assume o lado da responsabilidade social através de oficinas socioambientais e workshops para músicos...

Galeria Sesc Cidade Alta recebe propostas para compor calendário 2018

20/09/2017|

Artistas visuais interessados em expor suas obras em 2018 na Galeria Sesc Cidade Alta, em Natal, podem entregar seus trabalhos até dia 20 de outubro. O Sistema Fecomércio, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc RN), selecionará seis propostas, que podem ser entregues presencialmente no Sesc Cidade Alta ou enviadas ao e-mail cu*****@*********om.br. Cada um dos seis artistas escolhidos receberá R$ 2.300 brutos para expor suas obras com temáticas livres, envolvendo técnicas como desenho, colagem, fotografia, gravura, pintura, escultura, cerâmica, objeto, instalação e mídias contemporâneas. O resultado será divulgado dia 10 de novembro, e as exposições acontecerão entre março e dezembro de 2018. Além disso, o Sesc abriu outro edital relacionado a artes no Sesc Cidade Alta: serão selecionados sete trabalhos de artistas que realizarão a segunda intervenção artística no muro da unidade, que também abrange parte do muro do Senac RN. A primeira foi em 2016, quando foram escolhidos cinco artistas para grafitar o espaço, voltado para a Avenida Câmara Cascudo. As propostas selecionadas – com temática “Natal daqui a 50 anos” – receberão cada uma R$ 715 brutos, além da visibilidade durante cerca de um ano no coração do Centro Histórico da capital potiguar. Os candidatos podem...

Tem edital aberto do Conexão Elefante Cultural para artes cênicas, circo e dança

20/09/2017|

Espetáculos, oficinas e intervenções na área de dança, circo e teatro terão espaço na “Trupe do Elefante” na edição estadual 2017/2018 do Conexão Elefante Cultural. As inscrições gratuitas da convocatória para seleção de três iniciativas voltadas para as artes cênicas, seja circo, dança ou teatro, propícios para o ambiente da rua, já estão abertas e seguem até o dia 25 de setembro. O projeto cultural, patrocinado pela COSERN através da Lei Câmara Cascudo e Governo do Estado, com realização da Espaço Vivo Promoções, disponibilizou o edital no site AQUI. A edição estadual 2017/2018 irá percorrer 12 cidades do interior do Estado, realizando uma apresentação em cada cidade e mais duas apresentações em Natal, totalizando assim 14 apresentações. A circulação está prevista para o período de outubro e novembro de 2017 e fevereiro de 2018. O Projeto pretende fomentar atividades que busquem, nas apresentações de rua, um novo significado para a utilização de espaços alternativos, valorizando os produtos artísticos do estado e incentivando a literatura.

Montagem carioca de Borderline em curta temporada em Natal

20/09/2017|

Bipolaridade, esquizofrenia, desejos, loucura e lucidez. Esses são os temas de “Borderline”, monólogo que fará curta temporada no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel a partir desta quinta-feira (21). Com direção de Marcello Gonçalves, a montagem baseada no conto de Junior Dalberto é estrelada pelo ator potiguar Bruce Brandão e cumprirá temporada até sábado, sempre às 20h. Produzido pela Cia. de Arte Nova, o drama traz Rutras, personagem do livro O Cangaço e o Carcará Sanguinolento, posicionando-se diante de questões íntimas relacionadas à família, sociedade, mundo cibernético e sua relação com a geração dos anos 90. Para o crítico da APTR, Gilberto Bartholo, o espetáculo foi uma das melhores surpresas em teatro dos últimos tempos. “O desafio de dirigir proposto pelo ator Bruce Brandão, me acendeu em algo que é inerente a todos nós, homens da arte: a necessidade e o comprometimento de levar aos palcos uma obra singular e plural. Suponho que aonde quer que eu vá, levarei comigo os ventos das mudanças, eu estou na onda, no ritmo, marchando nele. O registro, a interpretação, a produção e a direção”, disse Marcello Gonçalves. Para o ator Bruce Brandão, as leituras sobre o tema Borderline foram fruto do contato com...

Samba Autoral Potiguar se apresenta nesta quarta na Ribeira

19/09/2017|

A produção musical no Rio Grande do Norte está em alta e o samba pede passagem. O projeto cultural Samba Autoral Potiguar acontece nesta quarta-feira, no Ateliê Bar & Petiscaria, na Ribeira. O evento começa às 19h e a entrada é gratuita. O Samba Autoral Potiguar começou em agosto de 2016 a partir da necessidade de divulgação da produção local. O projeto não tem fins lucrativos e se sustenta com a colaboração dos próprios integrantes, além da ajuda voluntária de quem prestigia a roda de samba. Esta será a quarta apresentação deste segundo caderno, que conta com 17 músicas autorais inéditas. As canções foram escritas por grandes nomes do cenário local, como Valéria Oliveira, Ivando Monte, André da Mata, Marcos Souto e Carlinhos Zens. Ao todo, são 25 compositores. A direção musical fica por conta Raphael Almeida. SERVIÇO O quê? Samba Autoral Potiguar. Quando? Quarta (20/09), a partir das 19h. Onde? Ateliê Bar, Rua Chile, Ribeira. Quanto? Entrada gratuita.

Confira todas as atrações do Festival Mada 2017

19/09/2017|

Levar para novos públicos a música e os artistas que ampliam as fronteiras de seus estilos e criam novas sonoridades, a partir das matrizes brasileiras. Este é o objetivo do MADA – Música Alimento da Alma, festival consolidado e ativo desde 1998 e por onde já passaram mais de 540 bandas. Em sua 19ª edição, o MADA mantém seu pioneirismo ao valorizar a música independente brasileira, apresentando para o público potiguar alguns artistas mais inovadores do mercado e novos nomes da cena. A edição acontecerá dias 29 e 30 de setembro, no estádio Arena das Dunas, em Natal-RN, das 18h à 01h30. Sua realização é subsidiada por recursos via Lei Câmara Cascudo do governo do Estado e Lei Djalma Maranhão da Prefeitura de Natal e patrocínios da Arena das Dunas, Skol, Coca-Cola, Café Santa Clara e apoios da Sunline Turismo, Rede InterTV Cabugi, Jovem Pan Natal FM. Estão confirmados até agora os shows de Pitty, Baiana System, Nando Reis, Mahmundi, Karol Conka, Banda Uó, Eliano Silva, DuSouto, Carne Doce, Deb And The Mentals, Seu Ninguém e Plutão Já foi Planeta. “Queremos continuar com esse formato de apresentar trabalhos mais consistentes, de várias regiões”, comenta o produtor e idealizador do festival,...

Concerto gratuito nesta quarta celebra intercâmbio entre RN e Alemanha

19/09/2017|

O recital de piano a quatro mãos, desta quarta-feira no Auditório Onofre Lopes da Escola de Música da UFRN, marca os oito anos do intenso intercâmbio entre as universidades de Karlsuhe (Alemanha) e do RN. E terá os professores Fany Solter e Roberto Domingos com repertório de obras de Lizst, Schubert e Debussy. A entrada é franca e o concerto tem início às 20h. A professora Fany Solter foi reitora da Universidade de Música de Karlsruhe devido ao seu brilhantismo como professora, intérprete e administradora. No ano de 2010 veio à UFRN pela primeira vez com os professores Martin Ostertag (violoncelo) e Katrin Melcher (violino). Essa visita gerou o programa de intercâmbio entre as duas Universidades, marcando o início do processo de internacionalização da EMUFRN, posteriormente contemplado com o Programa UNIBRAL (CAPES/DAAD). Durante o programa os alunos Diego Paixão (violoncelo), Hudson Ribeiro (clarinete), Dayanderson Dantas (trompa), Eliel Machado (percussão) e Fernanda de Moura (piano) foram contemplados. O professor de viola da UFRN Paulo França, nessa mesma época, realizou seus estudos de pós-graduação em Karlsruhe, assim como o pianista egresso do curso de Bacharelado Adriano Vaz. Cinco alunos vieram da Alemanha para o Brasil entre os anos de 2013-2015, marcando o...

Tudo sobre o show Vamos Cantar Belchior, nesta terça em Natal

18/09/2017|

O show ‘Vamos Cantar Belchior’ foi idealizado pelo produtor Marcelo Veni especialmente para homenagear esse importante nome da música brasileira durante a 14ª Edição do Prêmio Hangar de Música, que aconteceu em dezembro de 2016, no Teatro Riachuelo. Atendendo a vários pedidos a produção, em parceria com os artistas participantes, reapresentam o show nesta terça-feira, dia 19, em duas sessões especiais no palco do Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, a primeira às 18h30 e a segunda sessão às 20h. No repertório do show sucessos do cantor e compositor Belchior interpretados por vozes conhecidas e expressivas da música potiguar. A direção musical é de Toni Gregório, e o diretor e dramaturgo Junior Dalberto assina a consultoria cênica. Destaques nos programas e festivais nacionais estarão na programação da noite: Natália Noronha e Sapulha Campos conquistaram o país após a bonita participação da banda Plutão Já foi Planeta no programa Superstar, da TV Globo. A cantora Jaina Elne brilhou nos quadros musicais dos programas Domingão do Faustão e Raul Gil. O grupo vocal Dó Maior, um jovem trio de Currais Novos/RN, participou do X-Factor Brasil na Band, e foi muito elogiado pelo júri do programa como o produtor Rick Bonadio e o...

A propósito de Academia

18/09/2017|

por Manoel Onofre Jr. Há algum tempo, num artigo de jornal, referindo-me a academia de letras – e não, especificamente, à ANRL – afirmava eu, de modo enfático: a Academia é o panteão dos vivos. Ironizava, com a irreverência própria dos jovens, o que então me parecia ser academia. No mencionado artigo eu citava o escritor e acadêmico R. Magalhães Júnior, que, numa entrevista, deu este conselho aos jovens: “Atacar a Academia, já que a juventude deve ser rebelde contra o medalhão e a glorificação fácil”. Mas, concluindo, disse o mestre: “Depois de gritar bastante, entra para a Academia e tenta melhorá-la.” Meu conceito de academia, hoje, é outro inteiramente diverso daquele da minha juventude. Eu mudei. Mudou a Academia. Não mais a vejo como um misto de Olimpo e Feira de Vaidades. Considero-a, tão somente, na sua condição de alta agremiação literária ou casa de cultura, que deve dinamizar a vida cultural, sob o signo da renovação, todavia sem perder de vista as melhores tradições. Evidentemente, não se trata de uma associação qualquer. Além de ser confraria, grêmio ou clube fechado, ela tem caráter honorifico. Na verdade, não consagra, mas acolhe e homenageia escritores já consagrados pela crítica e...

POETA DA SEMANA: Iaperi Araújo

15/09/2017|

Iaperi Araújo é médico, artista plástico e pintor. Participou do movimento de renovação das artes plásticas do RN a partir da década de 60 integrando o grupo dos Novissimos com Carlos José, Dailor Varela, Marcos Silva, Walter Varela, Marcos Sá e Olavo Medeiros, sucedendo a Dorian e Newton Navarro do final da década de 40 e Leopoldo Nelson, Thomé Filgueira, Iaponi e Tulio Fernandes do final da década de 50. Pintor naif realizou mais de 30 exposições individuais e cerca de 400 exposições coletivas a partir de 1963 na Galeria de Artes da Prefeitura na praça André de Albuquerque. Foi premiado em Salões do Estado e nacionais, sendo inclusive destaque da Bienal Naif de Piracicaba em 1994 no módulo “Mestres do Brasil”. Já publicou 76 livros entre poesias, romances, ensaios sobre medicina popular e folclore, além de livros sobre a Medicina. Na poesia publicou quatro livros premiados nos concursos Othoniel Menezes da Prefeitura de Natal e Jorge Fernandes da UFRN. Os poemas a seguir foram selecionados desses quatro livros. Iaperi Araújo é nosso POETA DA SEMANA. ————— Há nas árvores o mesmo pranto Do gesto maior contido Na colheita, amargo oficio, Ou na vida mal vivida Que se faz prenhe...

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14/09/2017|

Acessar a origem do amor, seja ele romântico, cristão, monogâmico ou livre. Essa é a proposta de Arremedos, do artista plástico Natã Ferreira, 5ª exposição deste ano da Galeria Sesc Cidade Alta, em Natal. A vernissage acontece dia 27 de setembro, às 19h, e a exposição fica em cartaz para visitação gratuita até 25 de outubro, das 9h às 19h. A iniciativa é do Sistema Fecomércio, por meio do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN). A exposição Arremedos é uma instalação imersiva, que convoca o simbólico e convida o público a reconhecer o seu Amor e a expurgá-lo. Parte da ação com a vídeo-performance “O amante”, que remete à obra de Magritte “Os amantes”. Também se relaciona aos vodus, que referenciam um elemento da cultura haitiana de origem africana, elemento de resistência negra perante o Amor Branco Ocidental. Acessar as origens da percepção do termo “amor” é o que apresenta o artista plástico, enquanto cria um ambiente próximo ao neutro e de autorreflexão. Natã Ferreira, também conhecido como Agah Precária, é artista visual e performer, formado em Artes Visuais pela UFRN. Galeria Sesc 2018 Artistas interessados em expor seus trabalhos na Galeria Sesc Cidade Alta,...

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