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A cascavel mordeu o maracá

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Lua, te amo. Virgulino, te quero

Lá vai o Rei do Baião no trem da fumaça embarcando o povo brasileiro nos 4 cantos do “País de São Saruiê” (Vladimir Carvalho, 1971) e mais em um monte

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Elton e eu

Esse texto é dedicado a minha irmã, Cristiane Gonzaga. Desde que me entendo por gente gosto de ouvir as canções do cantor e compositor inglês Elton John, que é conhecido,

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Livro analisa um dos grandes romances da literatura potiguar

03/05/2018|

A professora Aparecida Rêgo lança nesta sexta, no Palácio da Cultura (Pinacoteca do Estado), o livro ‘Entre salinas e maledicências: uma leitura do romance Macau em contexto de ensino’. Será a partir das 18h30 e contará com shows musicais de Yrahn Barreto e Jamilly Mendonça. Sobre o livro, comenta abaixo o também professor e imortal da Academia Norte-riograndense de Letras, Humberto Hermenegildo, que recentemente lançou o romance Rastejo: Por Humberto Hermenegildo Entre salinas e maledicências: uma leitura do romance Macau em contexto de ensino é o título do livro que analisa as configurações da linguagem em Macau, romance de Aurélio Pinheiro, publicado em 1934. O feitio do romance revela conflitos determinados por tensões decorrentes de processos modernizadores que se manifestam em Macau, cidade interiorana potiguar, contextualizada no início do século XX. Verifica-se, na leitura, um diálogo intertextual com o chamado “Romance de 30”. Além da análise literária, este livro traz uma importante contribuição para o ensino de literatura: o relato da leitura de Macau em situação de ensino, em sala de aula. Destina-se, portanto, a uma parcela de leitores que refletem sobre a aplicabilidade dos conhecimentos literários no contexto educacional e que se inserem em um movimento cada vez mais...

Tem show de Valéria Oliveira neste sábado por apenas R$ 1

03/05/2018|

A cantora e compositora Valéria Oliveira leva o show “Mirá” ao Parque das Dunas no sábado, 12 de maio, véspera do dia das mães, às 16h, em espaço diferenciado do Parque. O show tem direção musical de Jubileu Filho, multi-instrumentista que acompanhará Valéria na Turnê Europa. A banda é formada por Raphael Almeida (cavaco e bandolim), Erick Firmino (baixo), Anderson Melo (bateria) e Aluízio Pizão (percussão), além de Jubileu Filho (7 cordas) e contará com tradução simultânea para Libras por Adriel Kelvin. Entre sambas e boleros do CD “Mirá” o repertório do show inclui obras do cancioneiro brasileiro que dialogam com o conceito do novo disco como “Fuzuê” (Toninho/Romildo), “Lá vem o Brasil descendo a ladeira” (Pepeu Gomes/Moraes Moreira), “Velha Cicatriz” (Délcio Carvalho/Ivor Lancelloti), “Canto das três raças” (Mauro Duarte/Paulo César Pinheiro), entre outras. Com roteiro dinâmico, o show “Mirá” foca na aproximação de públicos diversos e na essência do novo trabalho de Valéria. Essa nova apresentação de “Mirá” no Parque das Dunas abre a temporada da Turnê Europa, em formação similar a que Valéria apresentará no Brasil Boat, durante o Festival de Montreux (Suíça), que contará com a participação dos potiguares Diogo Guanabara e Rogério Pitomba. A Turnê Europa...

Feijão com Rock com 8 horas de festa, 4 shows, espaço kids e feira mix neste domingo

02/05/2018|

Um dos eventos mais tradicionais da cidade está debutando. O Feijão com Rock, que realizou sua primeira edição em 2003, completa 15 anos com celebração neste domingo com versão on the beach na Cervejaria Continental, na Via Costeira. A festa acontece das 12h às 20h. A fórmula é a mesma de sempre. Realizado aos domingos, o evento oferece um dia inteiro de lazer, arte, cultura, gastronomia e música. Serão 8 horas de festa, com direito a espaço kids para recreação da criançada e uma deliciosa feijoada completa, no estilo carioca, servida até às 15h. Isso tudo incluso no preço do ingresso. O evento contará também com uma feirinha rock, onde serão expostos e comercializados vinis, relógios, camisetas (veja abaixo as camisetas da CREATIVE que você pode encontrar lá, na tenda do Firmão), souvenirs, DVDs e outros artigos relacionados com a temática do evento. Para a festa ficar melhor ainda, já está garantido o sorteio de uma tatuagem oferecida pela Natal Tattoo. Outros brindes ainda a definir também serão sorteados. FEIJÃO SOCIAL O Feijão com Rock estará arrecadando alimentos não perecíveis que serão destinados ao projeto Ilha de Música – uma organização não governamental, sem fins lucrativos, instituída como projeto social...

CINE FEST RN: números, críticas, acertos e erros

02/05/2018|

Um mês intenso, como poucas ou nenhuma vez havia trabalhado em meus 14 anos de jornalismo. Imaginem um festival organizado ao longo de um ano realizado dentro de menos de dois meses e sem dinheiro na conta. Para completar, uma primeira edição, com todos os improvisos inerentes à primeira experiência. Assim saiu do papel para a tela do cinema o Cine Fest RN. Decorrente do pouco tempo, da falta de dinheiro e problemas extras, o festival sofreu inúmeros erros de produção. Os principais, ao meu ver, foram a mudança sequenciada na programação dos filmes e logística na distribuição dos ingressos. Decorrente desses dois, outros surgiram, como a divulgação confusa (pelas constantes mudanças) e desgaste junto ao público com a escassez de ingressos. Ainda assim, o festival colocou pela primeira vez uma gama de filmes potiguares na tela do cinema para centenas ou milhares de pessoas assistirem. Digo sem modéstia que nunca o audiovisual potiguar foi tão evidenciado na mídia. O valor das premiações foi bem razoável para uma primeira edição e para a realidade local. E o seminário e a oficina de atores também colaboraram para o cenário produtivo potiguar. CRÍTICAS Li duas críticas ao Cine Fest RN. A da...

Por que o socialismo deu errado? Livro de Robério Paulino responde

02/05/2018|

O socialismo do século XX foi uma realidade na União Soviética, consolidado a partir da década de 1930 e que entrou em colapso nos anos 1990. Mas, afinal, o que deu errado? Em tempos de globalização e neoliberalismo a reflexão sobre um regime que bebeu das fontes do marxismo, mas que, entretanto, teve características peculiares ao “stalinismo” – não confundir, porque são conceitos diferentes – dão a tônica do livro do professor Robério Paulino, Socialismo no Século XX – o que deu errado”, em terceira edição pelo Caravela Selo Cultural, que será lançado nessa sexta-feira, 4 de maio, na Cooperativa Cultural Universitária, no Centro de Convivência da UFRN, a partir das 11h. Robério Paulino é economista graduado pela USP, onde também fez doutorado em História Econômica. É professor do Departamento de Políticas Públicas da UFRN e, além de profundo conhecedor do movimento socialista, é figura pública conhecida, posto que já disputou cargos eletivos, para Prefeitura de Natal e Governo do Estado. No livro que faz um amplo passeio pelas questões sociais, econômicas e políticas tanto daquele país, quanto do entorno capitalista, ficamos sabendo, por exemplo, que a Perestroika, do presidente Gorbachev – uma espécie de programa de mudanças preventivas que...

SONHOS TORTOS: A revolta da noite

01/05/2018|

Está por vir o dia. Noite quase em seu fim. Já se abocaram os cachorros, dos pobres vira-latas aos de raça menos vagabunda, nos quintais. Os bares há horas já fecharam, e os justos tendem a sonhar, já cessam todos o barulho do torpor diário. Apenas um ou outro veículo sobe a pista asfaltada, ou desce e passa sob as ruas calçadas, que voltam de algum bar tardio das bandas alheias ou dos cabarés. Conversam, riem e logo desaparecem na estreita laguna escura da noite. Por fim, o silêncio quase total se instala, quebrado só pelo ruído de um apito que segue sua pedalada, em cima de um veículo de mecanismo francês tão velho quanto os motores que outrora assolaram a noite e agoniaram os latidos caninos. Para mim, o apito, este é sempre um ruído abissal, que me faz lembrar com mergulhos fundos um passado. Me traz de volta à memória os velhos tempos de Natal, das primeiras madrugadas de insônia assistidas somente por mim, no meu quarto, quando garotinho, e ficava acordada contado o barulho do apito por várias vezes, e por várias noites. O barulho frenético e quase incansável do veículo que rastejava suas rodas de borracha...

DIA DO TRABALHO: Preguiçosos de todo o mundo, uni-vos!

01/05/2018|

Nada melhor do que aproveitar o dia internacional do trabalho para não fazer nada e falar de preguiça, um dos sete pecados capitais. De certa maneira, por ser feriado, a oportunidade de exercer a preguiça e, consequentemente, por estar livre do trabalho, dar-se ao luxo de pensar e colocá-lo em questão. Para além de sua prática, convido a reflexão do trabalho como palavra, ou seja, como o verbo se faz carne. Curiosamente, apesar de consideradas línguas praticamente “originárias” de nosso modelo de sociedade, não existe a palavra trabalho nem no grego nem no latim. Os vocábulos ergon (em grego) e labor (em latim), dizem respeito apenas às obras produzidas, mas nada a ver com a atividade de produzi-las. Por outro, a ideia de trabalho sempre surge nas mitologias como uma punição, ou seja, a necessidade de trabalhar para viver como pagamento de um crime. Mesmo não se tratando de uma exclusividade da sociedade judaica-cristã, o trabalho, na Bíblia, tem esta conotação de punição. Como reza a lenda, depois de haverem comido do fruto da árvore do bem e do mal, Adão e Eva são expulsos do paraíso. Deus condena Adão a ganhar o pão com o suor de seu rosto...

Veja os vencedores do concurso fotográfico e mostras competitivas do Cine Fest RN

30/04/2018|

Ao contrário dos dias anteriores, sempre com sala de cinema lotada, a cerimônia de encerramento do Cine Fest RN recebeu aproximadamente 100 pessoas na Sala 1 do Cinemark para anunciar os vencedores deste primeira edição do evento e assistir ao documentário Cinema Novo. O concurso fotográfico Turismo e Cultura no Elefante recebeu a votação dos três jurados especialistas, que somadas aos mais de 1000 votos do público, apresentou o seguinte resultado: CONCURSO FOTOGRÁFICO 1º lugar: Vaqueiro do Seridó, de Alex Gurgel – Prêmio de R$ 3 mil                   2º lugar: A Caminho de Casa, de Delson Cursino – Prêmio de R$ 1,5 mil             3º lugar: Caverna do Crote, de Heráclio Patrício – Prêmio de R$ 1 mil       MOSTRA COMPETITIVA CURTAS NACIONAIS Melhor Curta Nacional – Vestido de Myriam (de Lucas Rossi) – Prêmio de R$ 3 mil Menções honrosas – Ao Final da Conversa Eles se Despedem com um Abraço (de Renan Brandão) – Quando Parei de me Preocupar com Canalhas (de Tiago Vieira) LONGA-METRAGEM Melhor Filme – Açúcar (de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira) – Prêmio de R$ 5 mil Melhor Diretor...

Encerramento do Cine Fest RN terá exibição do filme Cinema Novo

29/04/2018|

Hoje é o último dia do Cine Fest RN, o festival de cinema do Rio Grande do Norte. Após um mês de intensas atividades, que incluíram nove dias de mostras itinerantes pelas zonas norte e sul de Natal e na praia de Pipa, seminário, oficina para atores de tv e cinema, concurso fotográfico e exposições, o evento se encerra com a exibição do filme Cinema Novo, do diretor Eryk Rocha, filho do criador do movimento Cinema Novo, Glauber Rocha. Foram mais de 40 filmes exibidos de graça para diferentes perfis de público, desde crianças e adolescentes da rede pública de ensino que puderam entrar pela primeira vez numa sala de cinema, aos próprios autores dos filmes exibidos, além de turistas e nativos da Pipa. Se alguns filmes foram convidados pela coordenação do festival, outros foram selecionados pela curadoria e participaram das mostras competitivas, com resultado anunciado na noite de hoje. A solenidade de encerramento contará com a presença da artista plástica e atriz Emma Hepburn, filha da atriz Audrey Hepburn, considerada um ícone de estilo, moda e beleza, e, segundo o American Film Institute, a terceira maior lenda feminina do cinema, atrás apenas de Katharine Hepburn e Bette Davis. Não...

Torquato Neto essencial. O resto é novela, sambinha e abril

28/04/2018|

Abril 1967, dia quente. Toca o telefone, atendo. É Neil Ferreira, meu chefe na Standard Propaganda de São Paulo pedindo para subir até a sala dele, queria me apresentar a duas pessoas. As duas pessoas eram José Carlos Capinam e Torquato Neto. Capinam nosso coleguinha da Standard Rio e Torquato, o mais novo contato do departamento de publicidade da Editora Abril. A conversa foi animadíssima. Quando me falam que Torquato era um cara triste, não acredito. Me crivou de perguntas, desejava saber como era a propaganda em terras paulistanas, nós tínhamos a mesma idade e lá para tantas não me lembro porquê surgiu o assunto literatura de cordel. A conversa ficou mais barulhenta quando revelei que era dono de uma senhora coleção de folhetos, entre eles o clássico “A Peleja do Cego Aderaldo com Zé Pretinho do Tucum” do gigante Trava-Língua. O macio jovem Torquato Neto de olhos vivos e reflexivos abriu o sorriso escandindo sílaba por sílaba o nome do Trava Língua: Fir-mi-no Tei-xei-ra do A-ma-ral, piauiense, como ele. A peleja de Torquato com a escrita é um picadeiro de sinfônicas atrações. Desenvolveu uma prosa solta de quem curte o prazer de estar interagindo com quem o lê. Mesmo...

Tem Valéria Oliveira e grandes nomes do samba potiguar neste sábado

27/04/2018|

Neste sábado Valéria Oliveira levará o balanço do samba, com sotaque potiguar, para o foyer do Teatro Riachuelo, em um formato especialmente montado para a apresentação. No repertório estarão clássicos do samba de raiz, sambas autorais e também de parceiros potiguares que fazem parte do seu novo disco. E para acompanhar Valéria, uma banda de peso: Raphael Almeida (cavaco e direção musical), Jubileu Filho (7 cordas), Alexandre Moreira (bandolim), Aluizio Pizão, Kellynei Silva, Weslley Silva (Cicinho) e David Silva (percussões), e Dani Luccas e Michele Lima (vocais). A apresentação contará ainda com as luxuosas participações. Confira os convidados desta edição: Silvana Martins Cantora, locutora, atriz e produtora cultural Silvana Martins sempre esteve ligada a música. Atuante na velha guarda do samba potiguar, além dos seus shows solo já participou de vários projetos em Natal como o “Quarteto In Samba” o musical “Eu e Meus Malandros” e o CD “Poesia Cantada”. Agora Silvana traz a força da sua voz e a tradição do seu samba para a roda “Cores do Nosso Samba”. Matheus Magalhães Como jornalista, atuou nas principais emissoras de TV de Natal, mas o samba sempre foi sua paixão. Vocalista no grupo Preto no Branco, Matheus também tem feito...

Confira a programação gratuita de hoje e sábado do Cine Fest RN

27/04/2018|

E chegamos à programação do último dia de mostras competitivas do Cine Fest RN, neste sábado. Teremos nada menos que cinco curtas potiguares na telona, e o destaque para o longa-metragem Arábia. Para você não se perder, republicamos também a programação de hoje, devidamente atualizada, com a sessão extra no Cinépolis Natal Shopping e os filmes da noite, no Cinemark. Para o Cinépolis, basta chegar na hora e entrar, até a lotação da sala. Para os filmes do Cinemark, de sexta ou sábado, os ingressos continuam sendo distribuídos no espaço de exposições do Midway, a partir das 16h. HOJE (27) – SESSÃO ESPECIAL NO CINÉPOLIS NATAL SHOPPING 10h – MOSTRA DE CURTAS NACIONAIS INTOCÁVEL Direção: Matheus Medeiros Ficção, Drama, 17 min, 2017, GO, 14 anos, DCP. Elenco: Marcus Gouveia e Thaíse Monteiro Sinopse: Um criminoso decide se arriscar pela última vez. Quando tudo desmorona na sua frente, não tem mais nada a perder. Torna-se implacável na busca pela vingança. HORIZONTES Direção: Gabriel Newton. Ficção, Drama, 9 min, 2017, GO, 14 anos, DCP. Elenco: Caco Rodrigues e Verissa Noleto. Sinopse: Jonas liga para sua namorada, quer participar de sua vida. Ele não pode estar com ela no tempo que deseja e...

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